História Quer Que Eu Faça Um Café? - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Amor Impossivel, Hot, Hot Com Luan Santana, Luan Santana, Luanete, Perigo, Violencia
Exibições 63
Palavras 958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiza1
Eu fiquei doente e contaminei a minha família inteira, sei que vcs estão putos comigo, mas desculpinha eu estava mt doente msm <3
Boa leitura

Capítulo 16 - Qual é a sua?


P.O.V's Luan.

Ouvi o barulho do chuveiro, finalmente Sophia me escutou alguma vez e fez o que eu mandei. A casa está toda bagunçada, Bruna não ajuda em nada e sobra tudo pra mim. Falando nela olha ela aí, entrando pela porta com mais sacolas de compras.

– Que isso?

– Comprei pra Sophia. - respondeu.

A fitei de cima a baixo. O engraçado é que, pra Sophia ela compra uma variedade de roupas mas pra Flávia, nunca deu nem um brinco.

– Aonde ela está? - perguntou.

– No quarto de hóspedes, tomando banho.

Bruna largou as sacolas na sala e saiu correndo, ótimo, mais coisas pro escravo fazer.

– Cheguei, Bruna!

Me virei e Mamusca estava sorridente, abrindo a porta. Também, cheia de sacolas. E atrás, meu pai carregando o resto.

– Oi filho! - me abraçou.

Largou as sacolas lá e adivinha quem deve que pegar? Isso mesmo, o escravo matriarca. Meu pai. Nunca vi mulher que compra tanta coisa como ela, a Bruna e a Flávia. Simplesmente não vejo necessidade, elas não usam metade do que compram.

– Mãe, eu trouxe uma amiga pra cá. - Bruna desceu as escadas – Depois te mostro ela...

Bruna com certeza falava de Sophia, que agora deve... É mesmo, cadê a Sophia?

– Estão com fome? - Mamusca perguntou.

Neguei e subi as escadas, quase bati a cara no chão mas consegui chegar ao quarto. Dei dois toques na porta.

– Sophia?

Silêncio total. O chuveiro ainda estava ligado, era como uma permissão pra entrar. Abri a porta lentamente e olhei em volta, não havia ninguém. Seu celular estava na cama, por curiosidade o peguei. Seu registro de chamadas estava lotado com o nome “Ex” e seu Whatsapp tinha mais de 350 mensagens, eu nem iria abrir mas por impulso acabei clicando no ícone. Lucas, Pedro, Roger, Cauê, Ronaldo e Hudson eram apenas alguns dos contatos que mandavam mensagens pra ela. Meu sangue estava fervendo, bando de filha da puta.

– Luan! - Sophia berrou – Trás uma toalha pra mim?

- Pera aí.

Larguei o celular dela e peguei a toalha. A entreguei, ela parecia bem melhor. Nunca mais deixo ela misturar as bebidas.

– Melhorou? - perguntei.

Ela assentiu, sorrindo. Sai do quarto dando espaço pra ela se vestir e voltei pra sala, assim que cheguei lá Bruna subiu pra falar com Sophia.

P.O.V's Sophia.

Eu estou bem melhor do que antes, bem mais sóbria comparado com antes. Vi as roupas que Luan falou e coloquei um shorts e uma blusa. Prendi o cabelo em um rabo de cavalo e coloquei meu tênis. Eu pretendo ir embora daqui, sinto que isso não vai prestar.

– Sô? - Bruna bateu na porta.

– Entra.

Ela entrou e se sentou na cama, sorrindo.

– Vamos, vou te mostrar pra minha mãe. - puxou minha mão.

Ela descia as escadas numa velocidade muito rápida, quase cai indo atrás dela. Uma mulher que eu imagino ser a mãe de Luan, estava sentada no sofá conversando com ele.

– Mamusca! - Bruna chamou sua atenção – Essa é a Sophia, minha amiga.

Ela deu um sorriso largo e se levantou, fui em direção a ela com um “empurrãozinho” de Bruna e a dei um abraço apertado.

– Então... - me largou – Você é a famosa Sophia...

Ri fraco, fiquei sem jeito. E realmente aquela é a mãe do Luan e da Bruna, dona Marizete. Ela odeia que eu a chame de “dona”, prefere só “Mari”. Agora, estou me sentindo na casa de um amigo aí a mãe dele fica oferecendo comida e você fica negando repetitivamente. E o pior é que esqueci meu celular no quarto de hóspedes, tô com preguiça e vergonha de ir lá pegar. Marizete está me fazendo um questionário, já deve saber metade da minha vida.

Luan me fitou, desviei o olhar e continuei a encarar a televisão. Estou evitando olhar pra ele e muito menos ficar do seu lado, apesar do universo não conspirar ao meu favor eu faço o máximo possível pra ficar longe dele.

– O que acham da gente ir em uma balada? - Bruna falou.

Olha a encrenca em que você foi se meter, Sophia. Um silêncio perturbador tomou conta do local. Estava tudo tão quieto que dava pra cada um escutar sua própria respiração, até que o telefone tocou.

– Eu atendo. - Bruna respondeu, se levantando e indo em direção ao telefone – Alô?

Ela escutava atentamente, mas pela sua feição não parecia alguma coisa séria. Logo, ela desligou o telefone e deu um suspiro aliviado. Lógico que, todos a olhavam confusos.

– Minhas compras chegaram no correio. - riu.

Naturalmente, dei uma risadinha e finalmente alguém conseguiu cortar aquele silêncio e começamos a conversar.

– E a ideia da balada, Sophia? - ela sugeriu, novamente.

– Não curto muito ir em balada.

– Vai, por favor. O Luan vai.

– Eu? - perguntou confuso.

– Ok, depois a gente vai na Outlawns. - ela falou, por fim.

Dei um suspiro frustrado, normalmente pessoas da minha idade amam ir em baladas, sair. Eu prefiro ficar em casa mesmo, assistir TV. Aliás, eu nem gosto muito de sair. É um tédio enorme.

– Tá. - Bruna se levantou – Vem, Sô. Vamos ver aquelas roupas que compramos lá no Shopping.

– Oh Bruna. - Luan berrou, assustando nos duas – Cadê aquele povo que você falou que iria trazer pra cá, hein?

– Vão estar na balada.

Vi ele bufar e revirar os olhos, enquanto eu ficava quieta ambos discutiam entre si. Fiquei encarando o chão e batendo o pé na escada, será que era falta de educação eu mandar essas duas crianças grandes calarem a boca? E finalmente, Marizete deu um basta nos dois e eu e Bruna continuamos a subir a escada pra ver as roupas.

– E aí, Sophia?

– E aí o que, Bruna?

– Qual é a sua com o Luan?


Notas Finais


lalala


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...