História Quer Que Eu Faça Um Café? - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Amor Impossivel, Hot, Hot Com Luan Santana, Luan Santana, Luanete, Perigo, Violencia
Exibições 159
Palavras 754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii! Boa leitura 😍👊

Capítulo 9 - Sinta se a vontade.


— VOCÊ TEM UMA MULHER LINDA, UMA VIDA INSTÁVEL E AINDA TEM AMANTE! ISSO É RIDÍCULO! — falei, o empurrando.

— VOCÊ NÃO SABE O QUANTO A MINHA VIDA É RUIM, EM TODOS OS QUESITOS, PRINCIPALMENTE NA AMOROSA, VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE FALAR NADA! — ele berrou, sua mão estava a centímetros de minha face, ele iria acertar um tapa em cheio no meu rosto.

— NÃO LEVANTA A MÃO PRA MIM, PORRA. SEU MOLEQUE! — eu estapeava ele — MOLEQUE, MOLEQUE! — o larguei, colocando as mãos sobre o rosto e desabando, aos prantos.

Foi uma das piores situações da minha vida, tudo por uma crise inexplicável que tive. Peguei minha bolsa e abri a porta do carro. Tirei o salto e peguei na mão, fui caminhando até em casa. A voz dele soava distante, quanto mais eu caminhava mais distante ficava.

[...]

— Eu nunca mais faço isso. — falei, colocando o pijama.

Cai na cama, olhei pro teto até adormecer, eu estava com um cansaço imenso. Foi um dos piores encontros da minha vida.

[...]

No dia seguinte:

Me levantei lentamente, pisei no chão que estava gélido. Corri rapidamente ao banheiro, tomei um banho demorado e lavei os cabelos. Coloquei uma roupa qualquer e deixe que os cabelos secassem naturalmente, tomei meu café matinal e esta decidida a uma única coisa; eu tenho que voltar a trabalhar na cafeteria. Mesmo que seja ruim pra mim, é o único lugar perto e uma das minhas poucas opções.
Tranquei a porta e fui andando a cafeteria, meu coração bombardeava de segundo em segundo, minha respiração estava se descontrolando quando fui chegando perto da cafeteria, tomei coragem e entrei lá, Andrei estava no caixa, terminando de dar o troco a uma moça que lgo foi embora.

— Andrei... Eu posso voltar a trabalhar aqui? — falei pausadamente, ele me encarou, incrédulo.

Uma mulher alta, com o biotipo magro, a pele branca e os cabelos loiros chegou atrás de Andrei, senti minha espinha arrepiar.

— Andrei, suas coisas já estão lá fora... — ela mexia no celular — Ah... Você é a Sophia, certo? — a mulher perguntou, deixando o celular e fitando de cima a baixo.

Assenti, receosa. Andrei saiu dali e foi em direção ao táxi parado na porta, vi o carro dar a partida bruscamente e ouvi os pneus cantando agudos e finos.

— Sophia, pra minha sala. — ela falou, fazendo um sinal com as mãos para a sala de Andrei.

Estou extremamente confusa, a segui até a sala que por sinal, havia passado por uma reforma imensa. As paredes estão pintadas de rosa chiclete, o piso é de madeira e os moveis são brancos e novos. Eu não entrava naquela sala não fazia muito tempo, não pudera ter mudado tanto em tão pouco tempo...

— Sente se, Sophia. — a mulher falou, se sentando numa cadeira atrás da longa mesa branca, que estava em uma decoração impecável — Aceita um café, uma água talvez?

Neguei com a cabeça, eu estava inquieta. Não sabia o que falar, não sabia quem era ela. Meu olhar percorria pela sala inteira, ela não falava nada, apenas escrevia em papeis.

— O que te trás aqui? — ela perguntou, me encarando com as mãos entrelaçadas.

— É que... — engoli seco, pensando em quais palavras usar para formar uma resposta concreta — Olha, a um tempo atrás eu trabalhava nessa cafeteria... Em um certo dia, um cliente perguntou o meu nome e eu fiquei desconfiada disse outro nome, uma amiga me chamou pelo meu nome real, o cliente ficou irritado, pagou e saiu, Andrei observava a cena, me puxou pra um canto e... — sorri fraco, negando com a cabeça e suspirando fundo — Eu nem sei quem é você e estou contando metade da minha vida...

— Sophia, eu sou Bruna Domingos Santana a nova dona da empresa e psicóloga. Quero saber o que se passava nessa cafeteria quando Andrei a governava. Recebi reclamações de metade dos funcionários e, a maioria falou sobre a violência doméstica que Andrei praticava contra você, eu estou disposta a te contratar novamente e te ouvir, você está disposta a isso? — ela tomou um gole do café, me fitando de cima a baixo.

— Eu me sinto insegura devido ao fato de eu ter de de contar detalhadamente o que aconteceu nesses últimos anos na cafeteria...

— Sinta se a vontade. — ela afastou a cadeira, deixando a centímetros da mesa e entrelaçando as mãos.

[...]


Notas Finais


Pra quem não sabe ou é nova no fandom, a Bruna é a irmã do Luan.

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