História Querida Lis - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Marco Reus
Tags Futebol!, Marco Reus
Exibições 142
Palavras 1.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fantasminhas apareçam, estou pensando em escrever uma fanfiction nova, mas não tenho ideia de com quem. Me deem sugestões de jogadores.

Capítulo 43 - Promete que vai pensar?


Fanfic / Fanfiction Querida Lis - Capítulo 43 - Promete que vai pensar?

 

 


Já estava na hora de ir embora, ao meio de dia meu contrato de noivado de mentirinha havia acabado e agora eu estou livre para seguir com a minha vida, sem Marco Reus para me machucar mais. Passei a noite inteira rolando na cama de um lado pro outro sem conseguir dormir, cada vez que meus olhos se fechavam passava na minha mente a cena dele transando com aquela vadia na sala da nossa casa. Cada vez eu tinha mais ânsia de vomito, acabei indo ao banheiro vomitar umas três vezes quando lembrei dos detalhes sórdidos.

Não vou levar nada que me lembre dessa maldita cidade, deixarei para trás todas as minhas roupas, meus sapatos e qualquer outra coisa que me lembre dele, então tecnicamente estou pronta para ir embora agora mesmo. Pronta para voltar a minha vida simples de líder de torcida, para ser só mais uma estudante de administração normal, para morar numa casal de três quartos no subúrbio com os meus pais, pronta para ser eu mesma outra vez. 


- Lucien, não precisa bater, a casa é sua - Eu disse ao escutar batidas na porta de entrada

- Oi - Marco disse quando eu abri a porta


Minhas pernas vacilaram, minha garganta ardeu e os meus olhos queriam deixar as lágrimas saírem, como ele pode me deixar tão mal assim? Meu coração doía só de olhar para cara dele, estava com os olhos bem vermelhos, cabelos desarrumados e tinha uma aparência nada bom. Eu tentei manter minha calma, controlar minha respiração, mas estava muito difícil não chorar enquanto aquela maldita cena não saia da minha cabeça. 


- Porque está aqui? - Eu perguntei sentindo o choro preso na minha garganta

- Precisamos conversar, Lis - Ele respondeu 

- Não temos nada que conversar, você mostrou como se sente em relação a mim - Eu disse virando o rosto para não olhá-lo

- Me deixa explicar o que aconteceu, eu prometo que vou embora e nunca mais te procuro - Ele disse 

- Está bem - Eu disse dando passagem para ele entrar na sala de estar 


No mesmo instante me arrependi de ter deixado ele entrar nessa casa, por ser tão idiota ao ponto de ainda estar tendo essa conversa com ele quando a única coisa que ele merece é meu desprezo. Porque eu sempre sou a idiota que vê um lado bom nas pessoas, mesmo quando elas não tem? Eu não consigo deixar ele, mas também nunca conseguiria viver com ele sabendo que aquilo aconteceu. 


- Mats esteve na nossa casa um pouco depois que você saiu, ele estava estranho e eu achei que você tinha contado sobre nossos desentendimentos, então ele simplesmente me disse que te ama, eu não conseguia raciocinar direito depois disso, só de pensar em vocês dois juntos.. o ódio me dominou, eu não tinha mais noção do que estava fazendo, queria te machucar e machucar ele também. Sinto muito, eu não estava em sã consciência, me perdoa - Ele disse 

- Sabe, eu nunca estive perto do seu amigo porque era você quem eu amava, apesar de todos os seus erros eu nunca teria coragem de estar com outra pessoa enquanto ainda te amava, isso não seria justo com você - Eu disse 

- Entso vocês nunca..? - Ele perguntou com os olhos arregalados

- Nós nunca tivemos nenhuma outra relação, senão de amizade - Eu disse sincera

- Lis, eu sinto muito. Pensei que vocês tivessem um caso, não raciocinei direito e acabei errado com você, mas me perdoa 

- O que mais me dói é saber que você pensou isso de mim, pensou que eu pudesse te trair com seu melhor amigo, como você pode? - Eu perguntei chorando

- Me perdoa, eu sei que não te mereço, mas estou te implorando o seu perdão - Ele disse deixando as suas tímidas lágrimas caírem

- Meu perdão não vale de nada para você, esse tipo de coisa não tem como consertar - Eu disse sincera

- Só me perdoa, eu nunca vou conseguir me perdoa por ter te perdido dessa maneira tão burra - Ele disse implorando

- Eu te perdoo por todo mal que você me causou durante esse um ano, mas não posso mais estar com você, sinto muito - Eu disse baixando minha cabeça

- Não posso te pedir para além disso - Ele disse ao meu olhar com lágrimas nos olhos

- É melhor você ir embora - Eu disse abrindo a porta do apartamento para ele sair

- Me promete que vai pensar? - Marco pediu 

- Eu prometo - Eu disse quando ele estava indo embora


Haviam se passado duas semanas desde que voltei para os Estados Unidos, como prometido Marco não me procurou mais. Eu tinha voltado para minha vida comum de sempre, tinha conseguido transferência para a mesma universidade de antes e trabalho de tarde em uma lanchonete perto da minha casa, não se comparava com a vida que eu tinha na Alemanha, mas não vou morrer por causa disso. 

Não estou mais com ódio ou raiva dele, estou apenas decepcionada e muito machucada por ele ter me traído daquela maneira tão desumana. Mas como eu tinha prometido para ele, estou pensando muito sobre esse assunto. Como trabalho, estudo e ainda tenho que cuidar das minhas irmãs mais novas eu não tinha muito tempo para pensar em como estou machucada, eu tento focar na parte boa das coisas.


- Lis, tem um rapaz te procurando - Janette, a outra garçonete disse 

- Quem? Onde ele está? - Eu perguntei estranhando

- É muito bonito, ele está na última mesa - Ela disse apontando para um homem que estava de costas

- Está me procurando? - Perguntei me aproximando do homem desconhecido

- Na verdade, sim - Ele respondeu me olhando


Mats Hummels numa simples lanchonete do subúrbio  no interior dos Estados Unidos, o mínimo que posso dizer que é que estou surpresa, nunca achei que seu amor por mim era tão real. Pra ser sincera, eu sempre achei que aquilo era apenas uma vontade de ter o que era do seu melhor amigo, era apenas para me ter como mais uma conquista, nunca achei que era para valer, que era um sentimento duradouro. 


- Mats Hummels, é você mesmo? - Eu perguntei sentando em sua frente

- Sim - Ele respondeu arqueando uma sobrancelha 

- Posso saber o que você está fazendo em uma lanchonete do subúrbio? - Eu perguntei

- Queria saber se você está bem - Ele respondeu

- Estou bem, muito decepcionado e machucada, mas estou bem e seguindo minha vida - Eu disse

- Eu atravessei o mundo pra te ver mais uma vez, queria que você voltasse para Alemanha comigo - Ele disse me olhando

- Mats, eu não posso - Eu disse coçando minha nuca

- Eu te amo, você sabe disso. Eu esperei um ano para ter a chance de te dizer isso então, será que uma vez você poderia me ouvir? - Mats pediu

- Sabe, você é uma das únicas pessoas que ainda não me decepcionou e eu tenho um carinho enorme por você, mas não posso. Não seria justo com você - Eu disse tentando conter as lágrimas

- Porque não? Lis, eu te amo e aceito qualquer coisa desde que você fique ao meu lado - Ele perguntou

- Estou grávida, Mats - Eu disse com medo da sua reação

- Como assim? Marco e você terão um bebê? Você contou isso para ele? É muita coisa para minha cabeça processar tão rápido - Mats perguntou meio assustado com tudo aquilo

- Ele não sabe que teremos um bebê e não precisa saber, pois eu cuidarei sozinha de dessa criança, acho que será melhor assim - Eu disse

- Eu ainda não estou acreditando - Falou mostrando um pequeno sorriso

- Você entende que eu não posso simplesmente deixar tudo pra ir com você, eu serei mãe e tudo vai mudar agora - Eu disse séria

- Eu assumo essa criança, podemos ser uma família normal como todas as outras e eu vou amar vocês como nunca amei ninguém - Mats disse

- Não é tão simples assim - Eu disse 

- Promete que você vai pensar? Ficarei feliz em saber que ao menos você vai pensar - Ele pediu assim como Marco me pediu 

- Está bem, eu prometo! - Eu disse dando um sorriso  


Notas Finais


Fantasminhas apareçam, estou pensando em escrever uma fanfiction nova, mas não tenho ideia de com quem. Me deem sugestões de jogadores.


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