História Querida Omma - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Yaoi
Visualizações 70
Palavras 2.826
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Fluffy, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa estória simplesmente ressurgiu na minha cabeça ontem. Comecei a escrever antes da janta e continuei a escrever hoje de tarde. Esse plot surgiu quando li o post de Jason Hewitt, que fez uma bela homenagem à esposa dele no Facebook. Vou deixar o link nas Notas Finais, pois acho que é melhor ler DEPOIS de ler a fic. Mas super recomendo a dar uma olhada, é muito fofo!
Desculpe por te enrolar até aqui, pode começar sua leitura! :)

(Eu modifiquei a sinopse e vou mudar a capa, também, então não estranhem se verem a fic um pouco diferente. Relaxem que não é plágio, eu que esqueci de escrever "temporário" na sinopse.)

Capítulo 1 - Capítulo Único


“Querida Omma,

Faz cerca de três meses que você me mandou uma carta, perguntando como eu estava indo com minha “vida no mundo afora”. Eu demorei bastante tempo para lê-la; para encontrá-la para ser mais específico. Mesmo se tivesse lido no mesmo dia que ela chegou, creio que ainda teria a mesma reação que tive há alguns minutos atrás, quando a abri e decidi escrever uma resposta, mesmo que atrasada: você se preocupa demais. Meu desempenho na faculdade está ótimo, modéstia à parte, não tenho me enrolado muito no trabalho e venho fazendo muitas amizades ultimamente, diferente de como eu fazia aí em Busan. Eu mudei muito depois que vim para cá, mas não fui bem o responsável dessa mudança.

Vi que também tem algumas preocupações triviais, que só mãe pensa mesmo. Pensei em ignorar, porém, não quero que fique preocupada, afinal, estou há muito tempo sem dar notícia. Não ando comendo porcarias, minha dieta é bem balanceada, na verdade. Por mais que eu tenha que admitir que isso também não foi lá porque quis... Eu tenho um colega de quarto que está sempre pegando no meu pé com esse tipo de coisa. Ele se preocupa bastante comigo, às vezes acho que ele cuida mais de mim do que meu próprio irmão. Mas ele fica temperamental quando volto para casa bêbado ou muito tarde, então que ele me lembra mais você, Omma. E ele também é risonho, desastrado e idiota, quem nem o Appa. Entretanto, ele é diferente. Completamente diferente de cada um de vocês e de todos. Acho que são essas coisas que o tornam diferentes me fazem gostar tanto dele. Eu o adoro, admito. Não existe outra pessoa com quem gostaria de morar além dele.

Você perguntou sobre como está indo minha vida amorosa... Perguntou bastante. Até demais! Afinal, por que quer tanto saber sobre isso? Não sei dizer se é porque você tem medo que eu morra sozinho ou porque dei um fora naquela garota que você tentou jogar para cima de mim. Espero que não esteja mais irritada com isso, só que quero deixar claro que aquilo nunca iria acontecer. Deixando de lado sua insistência quase suspeita, não a considero ruim. A minha vida amorosa, quero dizer. Ela é ótima, na verdade. Omma, eu nem sei explicar em palavras todas as coisas que experienciei aqui. Meus dias são um pouco cansativos, sim, mas ainda assim coloridos e cheios de vida. Sinto que estou mais feliz ultimamente. Tenho sorrido mais. Muito mais, assim como a senhora queria. E quero explicar o motivo. Como eu não sou muito bom quando o assunto é se expressar, pensei em te mostrar uma parte de minha vida comum, para que você possa ver como costumo me sentir e qual é a razão disso.

Há três dias atrás, eu fui ao mercado fazer as compras do mês. Normalmente, eu costumo odiar fazer compras. É um processo longo e cansativo, na minha opinião, além de ter que ver um monte de coisas que eu gostaria de comprar, mas o dinheiro não me permite. Naquele dia, porém, foi diferente. Eu sorria de orelha a orelha. Era um tipo bobo de sorriso, apaixonado. Nem pisei das seções dos doces e brinquedos, elas quase não haviam se passado pela minha cabeça, porque eu estava distraído demais com o motivo de meu sorriso.

Eu andei até fila contendo o sorriso. Por Deus, eu parecia um idiota. Talvez até um pouco psicopata. As pessoas deveriam estar estranhando essa minha atitude, mas eu não podia evitar. Ainda era apenas manhã e meu dia já estava tão doce que quase podia sentir o gosto em minha boca. Estabilizei meu lugar na fila olhando para trás, vendo que havia cerca de quatro pessoas atrás de mim, esperando suas vezes. É essa minha mania de querer ver quanta gente quer que me apresse, para saber exatamente que tipo de pressão eu deveria sentir. Por causa desse meu descuido, esbarrei em uma pessoa que estava na minha frente, que apoiou-se no caixa para manter seu equilíbrio. Virei para frente de imediato e murmurei um pedido de desculpas, constrangido. Não tive uma resposta, porém, nem tive o trabalho de tentar obter uma, pois perdi meu raciocínio ao vê-lo. Apenas o mínimo de reação que ele teve foi o suficiente para desajustar completamente qualquer pensamento que eu tinha sobre a fila estúpida e me fez focar nele. Ao ter o corpo empurrado, o jovem se virou e me encarou por cima do ombro, com um olhar divertido. Seus olhos logo se tornaram duas linhas estreitas, consequência do grande sorriso encantador que surgiu em seus lábios, como se divertisse-se com alguém sendo tão atrapalhado. Em seguida, ele se virou e agiu como se nem tivesse me atacado de forma tão traiçoeira. Ou pelo menos foi como vi sua atitude, mas posso estar exagerando. Desde o exato momento em que ouvi o pequeno tilintar que seu brinco fez ao se virar, eu já estava encantado pelo rapaz, tamanha era a graciosidade como agia. Mesmo quando voltou a prestar atenção à suas compras, eu continuei o observando.

Omma, é possível saber que uma pessoa é perfeita apenas pela parte de trás dela? Com ele era. Admirei cada pequeno detalhe que meus olhinhos curiosos puderam avistar. Seu cabelo negro, aparentemente natural, me deu uma vontade absurda de tocá-lo para descobrir se era tão macio que parecia ser. Seu brinco cinza de uma pequena cruz tinha uma contraste incrível com sua pele alva e imaculada, esta que também causou-me uma súbita vontade de contato corporal que, normalmente, não costumo desejar. Até seu moletom marrom parecia cooperar com sua beleza, e eu nem ao menos gosto dessa cor, muito pelo contrário, sempre acreditei ser horrível. Enquanto ele se movia de um lado para o outro, ajudando o atendente a empacotar as compras, eu admirava sua nuca. Sei que é algo um pouco estranho a se fazer, mas ela fazia com que me perguntasse se toda a pele dele era perfeita daquela forma. Desviei meu olhar e passei a observar suas mãos. Elas eram pequenas e gordinhas, além de carregarem tantos anéis que chegava a ser desnecessário. Fizeram com que me perguntasse como seria segurá-las, se seria tão satisfatório quanto eu imaginava.

Me desprendi da corrida de devaneios sobre sua figura estonteante quando percebi que o mesmo havia guardado tudo nas sacolas e agora tentava colocar todas em suas mãos e braços curtos, mas os mesmo continuavam a cair. Corri até o rapaz e peguei as que caíram no chão, reclamando por ele não ter pedido minha ajuda. Ele fez cara feia, mas não tentou pegá-las de volta, afinal ainda estava agradecido. Contudo, tinha vergonha de admitir que não conseguiria carregar sozinho, então apenas sorriu tímido, como agradecimento. Como se fosse por reflexo, sorri também, pois gostava de seu sorriso. Depois disso, simplesmente saí do estabelecimento ajudando ele a carregar as sacolas, afinal, eu mesmo não tinha nenhum produto em mãos quando estava fila.

No estacionamento, eu o segui até o carro. Vez ou outra ele olhava para mim e sorria, mas apenas quando chegamos até o automóvel que ele caiu na gargalhada, chegando a encostar-se no carro, para não cair. Fiquei apenas o olhando confuso. Confuso e encantado também, devo dizer. Seus olhos ficavam simplesmente lindos quando sorria e eu gostava da forma como escondia sua boca com a mão, como se tivesse vergonha de abrir tanto a boca ao gargalhar, mesmo que não saiba explicar o porquê. Eu não entendi o motivo de sua súbita explosão de risadas, mas acabei rindo também e nós dois ficamos rindo que nem dois idiotas com o carro ainda trancado. Ri porque sua risada era extremamente contagiosa, nem tive chance de tentar me controlar. Gostei daquela risada. Queria ouvir mais dela, por isso esperei que tomasse uma pausa para respirar um pouco para finalmente perguntar o que aconteceu.

“Você parece uma aranha de duas pernas carregando essas sacolas.”

Foi isso que ele me respondeu. Achei o comentário ofensivo e ilógico, mas não ousei a abrir a boca para reclamar. Aquela risada era gostosa demais de se ouvir e eu não queria que acabasse tão cedo, então não queria interrompê-lo. Por fim, ele finalmente destrancou o carro e entrou pelo lado do motorista, ainda recuperando o fôlego. Ele ri muito fácil. Eu gosto de pessoas risonhas. São o complemento animado e alto astral perfeito para mim mesmo.

Pedi a chave para ele e abri o porta-malas, guardando as sacolas. Andei até a porta da frente e entrei no lado da carona. Praticamente me joguei no banco de olhos fechados e balancei a cabeça para os dois lados, descrente. O que tinha naquelas sacolas, meu Deus? Como algo podia ser tão pesado? Apenas não havia me arrependido de oferecer minha ajuda, pois não queria que ele carregasse todo aquele peso. Quero dizer, eu sabia que ele poderia muito bem fazer isso, afinal ele é tão forte quanto eu (um pouco menos), porém, existe essa vozinha idiota na minha cabeça que me dá essa vontade de protege-lo mesmo quando não há necessidade e não consigo controlar.

Creio que você deve estar um pouco confusa, Omma. Deixe-me, então, esclarecer um pouco as coisas: aquele rapaz não era apenas um desconhecido. Ele era meu confidente, independente, capaz, humilde, gracioso e doce companheiro de apartamento e namorado, Park Jimin. Naquele dia, ele havia me acordando às oito da manhã com um leve empurrão em meu ombro, um selinho molhado em minha bochecha e um “Bom dia” sussurrado. Ah, desse jeito é impossível não acordar com um sorriso. Porém, ainda levantei com muito custo e má vontade (porque não costumo acordar tão cedo), mal ouvindo quando disse que queria minha ajuda para fazer compras. Tivemos uma pequena discussão, pois eu estava com muita preguiça de sair, principalmente naquele horário, e poderíamos sair no dia seguinte ou mais tarde. Jimin, porém, se manteve firme e acabou me convencendo a sair, após vencer a discussão. Aliás, ele sempre vence toda discussão, sou muito fraco quando se trata dele.

Ele foi tomar banho e fui até a cozinha, procurar alguma coisa para preparar o café-da-manhã. Entendi, enfim, por que ele queria sair logo: não havia quase nada nos armários. As poucas coisas que tinham nem eram comestíveis, pelo menos não individualmente, como caldo de chocolate para sorvete e chantilly. Jimin entrou na cozinha já com a chave do carro em mãos, ajeitando seu cabelo para trás; mania que simplesmente adoro, contudo, nunca direi em voz em alta. A propósito, Omma, eu ainda não sei dirigir. Ele se ofereceu para me ensinar um pouco de eu tentar tirar a carteira, mas não tenho lá muito interesse, afinal já o tenho como motorista particular mesmo...

No caminho para o mercado, fizemos nossa lista de itens necessários para a sobrevivência, com ele ditando e eu digitando no bloco de notas do celular, enquanto dava algumas sugestões (todas negadas, por serem “apenas porcaria”). Logo na entrada eu já ri como um retardado, ao vê-lo tropeçar todo atrapalhado no piso levemente mais alto que o do lado de fora. Quando entramos, fomos direto para o setor das frutas e de lá fomos para todos os outros. Apenas Jimin selecionava o que compraríamos ou não e eu pegava apenas o que ele pedia. Na única vez que andei até o setor dos doces, discreto e sorrateiro, ele segurou minha mão e me puxou até o caixa, com os nosso dedos entrelaçados. Por mais que aquela atitude tenha sido a mais a de uma mãe tentado manter o filho longe das besteiras, não deixei de sorrir todo bobo, pois Jimin não costuma mostrar muito afeto em público, pelo menos não corporal.

Jimin foi a razão de eu estar tão feliz naquela manhã, mesmo em um horário e lugar que definitivamente não curto. Ele também é o motivo de eu sorrir tanto ultimamente. Na verdade, ele é razão de muita coisa. Eu mudei muito por causa dele, mas não de forma negativa. Nos conhecemos quando vi um papel em um mural da faculdade, onde um tal Park Jimin procurava por alguém para poder dividir a casa. Claro, não exatamente desse jeito, mas essa era mensagem. Entrei em contato com ele, começamos a morar juntos e depois... Coisas começaram a acontecer entre a gente. Graças a ele, acabei indo em algumas festas junto dele e saí bastante com seus amigos, que acabaram se tornando os meus amigos, também. Não bebo mais, nem como muito em fast-food’s. Foi como uma lavagem cerebral, só que um pouco mais saudável. Ele é pior que você, eu juro. Estou até começando a gostar do que como agora, mas só porque é ele que faz para mim.

Percebi também que não é só meus hábitos ruins que estão mudaram. Minha personalidade também, eu também estou mudando. Estou mais extrovertido, estou guardando menos meus pensamentos para mim mesmo. Eu não minto mais, estou me importando cada vez menos com o que os outros irão pensar. Estou cada vez menos invisível, Omma.

Um dia desses, Jimin perguntou se eu queria assistir um filme com ele. Eu não gosto de assistir filmes, acho uma grande perda de tempo, para ser sincero. E naquele momento, eu estava indo dormir, apenas passei na sala para pegar um suéter que deixei jogado no sofá e estava muito frio para ficar sem ele. Porém, eu perguntei qual seria o filme, genuinamente interessado. Ele me respondeu, então, que era “A Noviça Rebelde”. Ah, esse filme. Lembro de assisti-lo com você e Appa, quando era menor, e lembro de detestá-lo. Era chato e tinha músicas o tempo todo e eu detesto musicais. Contudo, eu aceitei vê-lo mais uma vez, pois não conseguia resistir à ideia de ficar agarradinho no sofá com Jimin, com nós dois enrolados no cobertor, comendo pipoca. Bom, já que eu iria dormir de um jeito de música (sejamos sinceros, era A Noviça Rebelde), que fosse o abraçando. Acabou que, no final, eu realmente assisti. Não todo, pois houve algumas partes em que o filme estava tão parado que nos distraímos com algumas carícias, que foram cada vez mais intensas, até virarem amassos mesmo. Só não transamos porque houve uma “reviravolta” (entre aspas, pois para mim o filme era tão chato que até as reviravoltas eram maçantes) que chamou a atenção de Jimin e ele quis continuar a ver. Quando o filme chegou ao fim, eu continuava tendo a mesma opinião que eu tinha desde o início: realmente não gosto de musicais. Pelo menos, realizei meu desejo de dormir um pouco nos braços de Jimin.

Você deve ter se sentido bem desconfortável ao pensar nessa parte de “quase transamos”, mas, fala sério, eu já sou um adulto. Eu beijo, namoro e faço todas essas coisas você e Appa fizeram para eu e meu irmão nascermos. Estou dizendo isso porque prometi que não esconderia mais nada de você, prometi para Jimin. Conheci os pais dele hoje. Eles são gente boa e me amaram completamente, o que me deixou muito feliz. Entretanto, enquanto voltávamos para Ilsan, perguntei para Jimin se ele se incomodava por você e Appa não saberem de nada. Ele disse que não, mas isso não é verdade. Eu sei que não é. Claro que se incomodava. Ele teve a coragem de revelar aos pais que estava namorando um outro homem sem saber qual seria a reação deles, mas eu não. Não até agora. Portanto, por mais que ele negasse o fato de estar magoado, eu prometi que, assim que chegasse em casa, caçaria em todas as nossas correspondências abandonadas, leria sua carta e daria uma resposta logo em seguida, dizendo tudo que escondi até agora. Ah, nem consigo descrever o tamanho do sorriso que surgiu em seus lábios quando ouviu isso!

Como eu disse: eu não minto mais. Desculpe por não ler a carta quando a recebi. Eu já estava começando a me relacionar com Jimin na época e achei que se a lesse, logo me sentiria na obrigação enviar uma resposta, mas eu não saberia o que escrever. Não conseguiria escondê-lo do texto, ele é uma parte essencial de minha vida aqui. Porém, eu também não tinha coragem de revelar tudo.

Mas desisto. Desisto de todo esse medo e insegurança. Espero e quero, do fundo de meu coração, que me aceite do jeito que sou, assim como também aceite Jimin. Mas, se esse não for o caso, se for me martirizar pelas minhas escolhas, por ter me apaixonado, nem perca seu tempo enviando uma carta. E caso envie-a mesmo assim, julgarei o conteúdo pelo início e se eu ao menos imaginar que se trata apenas de xingamentos e repreensões, nem perderei meu tempo lendo. Rasgarei a carta, a jogarei fora ou qualquer outra coisa. Já aguentei muitos de seus julgamentos, Omma, e não preciso de mais um. Não agora, não agora que estou tão feliz. Não preciso de mais uma decepção vinda de você. Com muita sinceridade,

Jungkook


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Aqui o link: http://www.euteamohoje.com.br/2015/12/um-homem-relatou-no-facebook-como-traiu-sua-mulher-e-emocionou-o-mundo/

E eu mudei a capa da fic, porque a anta aqui percebeu que o Jimin tem cabelo preto nessa fic.


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