História Querida Pervertida - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Exibições 22
Palavras 2.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, minna-san! Acabei de escrever o primeiro capítulo e espero que vocês realmente gostem tanto quanto gostei de escrevê-lo. Peço perdão se encontrarem algum erro ortográfico, se vocês encontrarem é porque eu realmente não percebi. Enfim, boa leitura e até as notas finais.

Capítulo 2 - Início de Uma Aposta


Silêncio. Mesmo depois que haviam deixado a quadra e estivessem no Maji Burguer, o único som vindo daquele grupo era o silêncio. Os rapazes tentavam ainda compreender o que era aquela situação, enquanto Midorima ainda parecia não acreditar na presença da esverdeada, esta por sua vez comia desesperadamente uma montanha de lanches que equivalia ao mesmo tamanho dos que haviam nas bandejas de Aomine e Taiga, o que atraiu os olhares abismados para a jovem.

Após dar uma breve pausa enquanto bebia seu refrigerante, Midorima Miyuri decidiu quebrar o silêncio, que já estava lhe irritando. Compreendia que seu retorno ao Japão era algo que pegaria seu irmão de surpresa, mas estava sendo pior do que ela pensava.

- Nee, falem alguma coisa. O silêncio é a pior coisa que pode acontecer para uma novata, sabia? - Miyuri disse com um leve bico fingindo estar emburrada. 

Metade dos rapazes engoliram em seco, o que poderiam dizer? Aquilo estava com um clima de conflito familiar e não queriam intrometer-se em algo assim. Diante do silêncio que se seguiu durantes os minutos seguintes, a jovem bufou frustrada e já havia desistido de esperar por mais alguma reação, até perdera a fome e aquilo era algo deveras raro. Quando fez menção de levantar-se da mesa, seu corpo congelou no lugar ao ouvir a voz de Midorima.

- O que está fazendo aqui? Fugiu novamente? 

Miyuri suspirou aliviada por finalmente conseguir iniciar uma conversa e riu levemente com a pergunta do irmão, embora notasse a seriedade do mesmo. 

- Iie, como eu poderia? Se eu tivesse fugido mesmo teria vindo logo para cá? Seria mais fácil me esconder por algum lugar em Taiwan mesmo. - a jovem respondeu de maneira descontraída, apoiando seu queixo na mão esquerda em cima da mesa. 

No alto de seus 12 anos, quando seus pais a enviaram para um internato devido ao início de um comportamento desobediente e um tanto quanto insolente, Miyuri juntamente com uma amiga aproveitaram-se de uma excursão escolar e fugiram de Sapporo retornando para Tóquio sozinhas. Seus pais ficaram abismados e extremamente aflitos com o sumiço da filha caçula e apesar de ficarem aliviados quando souberam da notícia de que Miyuri e a amiga estavam na casa dos avós paternos, também ficaram furiosos com o atrevimento da garota. Foi necessário Midorima intervir para que não levassem Miyuri para longe de si novamente, antigamente ambos eram deveras apegados um ao outro. Com o olhar acusatório do irmão e o silêncio novamente reinando naquela mesa, Miyuri suspirou sorrindo minimamente.

- Nee, nii-chan você é tão frio comigo. Falei sério, não fugi dessa vez. Na verdade foram os nossos ryōshin que me mandaram para cá e tenho como provar isso. - a esverdeada disse com a voz firme, fazendo Midorima olhá-la surpreso. Miyuri procurou em seu casaco um envelope de carta e entregou-a ao mais velho. 

Cuide da desnaturada da Yuri e certifique-se de que ela se comportará como uma Midorima. Faça com que volte as raízes da sociedade, voltamos para o Natal, cuide-se. 

Midorima Katsumi. 

Não poderia negar, inicialmente estava desconfiado de que sua irmã realmente tivesse fugido. Miyuri tinha um talento natural para arrumar problemas, era como se a mais nova possuísse um ímã para isso. Mas depois de ler aquele curto recado, não tinha como negar, realmente a esverdeada estava falando a verdade. No entanto, qual seria o motivo daquilo logo agora? Já fazia alguns anos que seus pais haviam mudado-se para o exterior com a irmã a procura de uma solução para o comportamento da mesma. 

- Miyuri, o que você fez? - Midorima questionou ajeitando o óculos após guardar o recado da mãe. 

- He, antigamente você me chamava de Miyu, agora é Miyuri?

- Não mude de assunto. 

A garota revirou os olhos jogando-se no encosto do assento enquanto bufava e dava de ombros. Sentia-se irritada ao lembrar o motivo pelo qual havia retornado ao país, embora não fosse de todo ruim já que poderia conviver com seu irmão novamente. 

- Porque okaasan e otōsan quiseram assim. 

- Não me responda. - Midorima disse repreendendo a mais nova pelo tom rude que usara com ele. Não importava quanto tempo passasse, ambos sempre teriam uma única certeza: o arremessador sempre seria o único que conseguia desarmá-la. 

- Gomen nasai, onii-chan. 

- Por que retornou?

- Não posso ter voltado só porque senti saudade? - Miyuri retrucou fazendo a melhor expressão fofa que conseguia. Não queria tocar naquele assunto, não no Japão. A garota não importava-se nenhum um pouco com o que pensavam dela, mas não negava que a ideia de encarar olhares indiscretos e acusatórios por conta de uma coisa como aquela lhe deixava furiosa. 

Midorima arqueou levemente as sobrancelhas enquanto cruzava os braços a espera da verdadeira razão da volta de Miyuri. Vendo que não tinha escapatória, a jovem retirou da bolsa um mangá jogando em cima da mesa. Todos olharam curiosos para o objeto e ficaram um tanto quanto perplexos com o conteúdo do mesmo. 

- Ah! - Aomine exclamou olhando com os olhos arregalados para a capa do mangá que continha dois homens beijando-se. - Você não tem cara de quem curte essas coisas. 

- E você tem cara de um delinquente pervertido, mas nem por isso eu tomo como uma realidade. - Miyuri retrucou sorrindo com escárnio. Sempre que se tratava de yaoi a jovem costumava ficar na defensiva, a maioria das pessoas não gostavam daquilo e geralmente vinham com paus e pedras para cima dela por ser diferente. 

Kagami, Takao e Kise não aguentaram e acabaram gargalhando com a resposta da menina. A esverdeada deixou o moreno surpreso com sua audácia, não eram muitas garotas que o enfrentavam como ela havia feito. 

- Seu palpite não está errado, Midorima-san. Só faltou acrescentar o aho. - Kagami disse por entre os risos. 

Akashi que estava próximo a garota pegou o mangá de cima da mesa e devolveu-o para a dona que sorriu minimamente em agradecimento. 

- Uma preferência peculiar, mas não vejo nada demais nisso. - Akashi disse com a voz séria, mas uma expressão suave em seu rosto.

- Também não vejo problema nisso. - Kuroko disse enquanto terminava com seu milk shake sem alterar sua expressão. 

De fato assim como todos haviam se surpreendido com o gosto da esverdeada, mas era um direito dela e também o que eles tinham a ver com a vida da mesma? De qualquer modo não lhes passara abatido que Miyuri sentia-se incomodada com aquele assunto e a reposta que dera a Aomine apenas reforçava seus pensamentos. Apesar da reação inicial, com os comentários de Akashi e Kuroko, Miyuri sentiu-se menos tensa e tratou logo de explicar a razão de seu retorno.

- Okaasan disse que o tempo que passei longe de minhas raízes havia feito-me mal e que para acabar com essa semente maliciosa e inapropriada eu deveria retornar para o Japão o quanto antes. - a esverdeada disse imitando o modo como sua mãe havia falado com ela em Taiwan. O mais velho pigarreou com o seu rosto levemente corado e sorriu minimamente. Seus pais eram pessoas extremamente conservadoras e rigorosas e se sua irmã gostava daquele gênero, não havia porque se surpreender com seu retorno então. Afinal, aquela reação era que esperaria de seus pais. 

- Por que não me avisou que viria? Teria ido buscá-la no aeroporto. - Midorima indagou ajeitando os óculos. Estava um pouco desconfortável com o retorno de Miyuri, mas aliviado, não negava que embora um pouco problemática, sentia falta de sua imouto sem juízo. Agora compreendia o motivo ter sentido aquela sensação intrigante. 

- Nee, queria fazer uma surpresa para o meu onii-chan! - Miyuri disse empolgada jogando metade de seu corpo em cima da mesa puxando Midorima pelo pescoço enquanto o abraçava fortemente e esfregava sua bochecha na do mesmo. Diante da atitude inesperada da mais nova, o arremessador não conseguiu evitar com que arregalasse os olhos e seu rosto ruborizasse. 

Ao verem a cena inusitada dos irmãos Midorima, Aomine, Kagami e Kise não fizeram-se de rogados e riram baixinho enquanto Akashi, Kuroko, Takao e Murasakibara apenas deram sorrisos contidos com o jeito da garota. Por ser irmã de quem era, não era exatamente este tipo de atitude que esperavam de Miyuri. 

- Miyu! - Midorima exclamou desesperado o forte aperto da mais nova. Embora a estatura da garota fosse baixa, a mesma possuía uma incrível força. 

Sentia-se feliz por estar perto de Midorima novamente e não pretendia soltá-lo daquele abraço, mas seus planos foram interrompidos quando seu celular passou a vibrar no bolso de sua jaqueta. Com um bico de frustração soltou o pescoço de Midorima, que voltou a sentar-se direito enquanto massageava o pescoço ainda com o rosto corado, e pegou seu celular olhando o visor. Engoliu em seco. 

As instruções de seus pais foram bem claras, Miyuri encontraria seu avô paterno no aeroporto e o mesmo a levaria para a sua antiga casa, onde aguardaria pelo retorno do irmão e explicaria a situação. Em hipótese alguma Miyuri deveria procurar por Midorima, pois o mesmo estaria ocupado com suas obrigações e não era para ela atrapalhar, mas sentia-se injuriada com aquilo. Era irmã dele, não era? Confessava que era um pouco complicada, mas ainda assim, era irmã dele. Então como poderia atrapalhá-lo? Que ofensa! Fez com que seu avô a levasse para casa para ver sua avó, passou um tempo com eles e quando disse que iria visitar uma amiga que morava ali por perto, fugiu rumo a cidade. Sabia em que colégio Midorima estudava e com uma pequena ajuda de funcionários de alguns estabelecimentos, encontrou o colégio Shutoku. No entanto seu irmão já não estava mais por lá, por sorte uma colega de classe do mesmo lhe contou que ouvira de que Midorima estaria em uma quadra não muito longe do colégio com alguns amigos. 

Seus avós paternos eram pessoas de bom coração. Possuíam uma energia positiva, sempre eram gentis, educados e alegres com todos, mas também não gostavam de desobediência e Miyuri havia os desobedecidos ao mentir e fugir. 

- Moshi, moshi... A-Ano-ou... Iie, eu estou bem. Sério, não me aconteceu nada e eu estou inteira. ... A-Ano-ou... Com o onii-chan. Hai, eu sei que não deveria ter feito isso, ojīchan. Hai, gomen nasai. Hm... 

A esverdeada desencostou o celular do ouvido e olhou para o irmão com um bico e um olhar manhoso. 

- Onii-chan, você já está indo para casa? 

Os rapazes engoliram em seco, sabiam que aquilo era apenas uma encenação que a menina estava fazendo porque aparentava estar encrencada, mas ainda assim estava deveras fofa. Midorima suspirou frustrado e assentiu, fazendo com que o bico de sua irmã desaparecesse e desse lugar a um sorriso radiante. 

- Ojīchan, eu vou voltar com o onii-chan, então não se preocupem. ... Hai, prometo me comportar, manda um beijo para a vovó.  - Miyuri disse desligando o celular aliviada. Graças ao Midorima conseguiu evitar passar alguns minutos torturantes dentro de um carro ouvindo um discurso sobre comportamento inapropriado. 

Midorima levantou-se da mesa pegando sua mochila, o que fez com que Miyuri fizesse o mesmo. Despediram-se de todos e seguiram para fora do local com Takao junto deles, o mesmo morava na metade do caminho para a casa dos Midorima, então aproveitaria este tempo para interrogar Midorima. Com a saída dos três, o restante dos rapazes sentiram-se mais relaxados para comentar sobre o ocorrido. 

- Eu nunca imaginei que Midocchi possuía uma irmã. - Kise foi o primeiro a comentar. 

- Acho que ninguém sabia. - Kuroko disse sem emoção. 

- Shintarou não costuma comentar sobre sua vida particular de qualquer modo. - Akashi comentou sereno. Nem mesmo ele que um dia já fora o capitão do arremessador tinha muito conhecimento de sua vida familiar, tudo o que sabia era que os pais do mesmo possuíam uma rede de hospitais. 

- Mesmo que seja irmã do Midochin, a Myuchin não se parece com ele. - Murasakibara disse com uma expressão entediada enquanto acabava com seu saco de batatinhas. 

Aomine cruzou os braços atrás da cabeça sorrindo, ficando de maneira desajeitada no assento. 

- Mas é esquisita como ele. - disse o moreno de modo ácido, o que provocou a risada de Kagami. 

- Oe, está com o ego ferido depois do fora que tomou, Ahomine? 

- Tsc, como se ela conseguisse me afetar... 

- Ela é atraente. - Kuroko voltou a comentar, o que fez com que seus amigos o olhassem com os olhos levemente arregalados. Era algo extremamente raro ver o azulado mostrar interesse em alguma garota. 

- He, interessado, Tetsu? - Aomine indagou com a voz debochada. 

- Kurokocchi tem razão, Myucchi é muito bonita. - Kise disse sorrindo ao lembrar da maneira inusitada em que conheceram a esverdeada. 

- He, não sabiam que gostavam das estranhas. 

- Só fala isso porque sabe que a Midorima-san não se envolveria com você, aho. - Kagami alfinetou a ferida. Sabia que mesmo que negasse, o moreno tinha um orgulho muito alto para admitir que uma garota o tratasse do jeito que havia sito tratado. 

- Posso tê-la se eu quiser, todas me querem. Mas ela não faz meu tipo. 

Até Akashi riu da fala de Aomine. Todos sabiam que o ás da geração milagrosa tinha uma queda por garotas favorecidas na comissão de frente e Miyuri passava deveras longe de ser uma tábua. 

- Admita, aho. Só está dizendo isso porque tomou um fora dela. 

- Tsc, ok bakagami. Vou provar-lhe que posso ter a garota que eu quiser e que Myuri não é exceção.

- Aposto que toma um fora de novo. 

- He, acha que consegue tê-la antes de mim? Vai perder para mim como nas quadras. - Aomine revidou a provocação sorrindo triunfante ao ver que conseguira afetar o ruivo. Kagami sorriu mostrando seus caninos, aceitando o desafio.

- Não sou um delinquente pervertido, minhas chances de vencer é maior. - disse o ruivo mencionando a impressão que Aomine havia passado para Miyuri e provocando assim um rangir de dentes do moreno.

Murasakibara e Kise trocaram rapidamente olhares e sorriram diante da brincadeira, aquilo não era certo, mas seria divertido de observar. Akashi e Kuroko suspiraram diante da atitude idiota dos amigos, aquilo ainda daria muito merda. 

- Midorima-kun pode ser o tipo protetor, ele parece se importar muito com Miyuri-san. - comentou Kuroko tentando alertar os amigos sobre o que estavam prestes a fazer.

- Shintarou pode não deixar barato se mexerem com a irmã dele. - disse Akashi olhando-os sérios em uma breve advertência. 

Kagami e Aomine apenas deram de ombros sorrindo, tinham certeza de que venceriam aquela aposta. 

Longe do Maji Burguer, caminhando por ruas calmas encontrava-se o trio. Miyuri caminhava a frente com fones de ouvido e vez ou outro respondendo as mensagens das amigas que deixara em Taiwan. 

- Nee, Shin-chan isso foi cruel. Por que me escondeu que tinha uma irmã? - indagou Takao com uma expressão levemente injuriada enquanto caminhava lado a lado com Midorima, que observava com uma expressão serena a irmã.

- Eu nunca escondi nada. 

- Então por que eu só soube agora? 

- Porque você nunca perguntou.

- Mesmo se eu perguntasse, tenho certeza de que não me contaria. Você quase não me conta nada. 

- Não sabia que tinha obrigação de lhe falar sobre minha vida privada. - retrucou o esverdeado ajeitando os óculos. Takao era um bom amigo, mas deveras inapropriado. 

- Quanta frieza. 

- Hm. 

Após breves minutos de silêncio, Midorima passou a sentir-se incomodado com o rosto emburrado e o olhar de Takao sobre si fuzilando-o. Sabia que o moreno não desistiria fácil e o incomodaria dali em diante atrás de resposta, ao menos poderia saciar um pouco da curiosidade do amigo.

- Miyuri sempre foi uma criança agitada, mas com as repreensões de nosso pais passou a se conter e a agir de maneira tranquila e um pouco séria, focou-se nos estudos para agradar os meus pais. Como qualquer criança, ela queria a atenção dos pais, só que eles praticamente vivem para a medicina e eu também estava focado nos estudos como eles queriam. Miyuri não aguentava aquela pressão muito menos a falta de afeto, então ela passou a fugir constantemente para a casa dos nossos avós paternos. Ela passou a fazer amizades com as crianças por lá, no entanto quando meus pais souberam não ficaram muito felizes em saber que Miyuri estava trocando os estudos por brincadeiras que não lhe serviriam de nada no futuro. Meus pais tentaram prendê-la e obrigá-la a se comportar de maneira apropriada, só que quanto mais eles a prendiam mais Miyuri passava a fugir e a confrontá-los. 

- E foi por isso que eles mudaram-se para Taiwan? - questionou Takao que ouvia atentamente todas as palavras que saíam da boca do esverdeado. Sabia que o amigo havia tido uma infância rígida e achava injusto por os pais do mesmo não ter permitido-o aproveitar aquela fase.

Midorima assentiu.

- Conforme o tempo passava esse cabo de guerra continuava, Miyuri passou a atrair problemas e para dar um basta meus pais mudaram-se de país com o intuito de afastá-la dos amigos que havia feito. Eles ainda voltam em datas comemorativas, mas Miyuri estava presa em Taiwan. 

- Até agora né. Ao que parece que o esforço de seus pais não adiantaram muito. - o moreno comentou sorrindo de lado, fazendo como que um sorriso mínimo surgisse nos lábios do arremessador. 

Embora não admitisse sempre em voz alta, sempre sentiu-se orgulhoso do jeito corajoso que a mais nova enfrentava os seus pais. Mas não negava que estava um pouco preocupado, com a caçula por perto pressentia que seus dias de calmaria estavam com os dias contados.


Notas Finais


Nee, o que acharam do capítulo? Encontraram muitos erros, estava chato, esperavam por mais, gostaram, que impressão tiveram da Miyuri? Deixe nos comentários a sua opinião, eu não mordo :3 Ah e só para esclarecer que ryōshin é pais, gente. Beijinhos e até o próximo capítulo!


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