História Querido Diário - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter
Tags Draco X Harry, Drarry, Pinhão
Exibições 337
Palavras 690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Saga, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*As partes Sublinhadas são palavras que o Draquinho riscou, já que diário algum não possui esses erros basicos ;3

Capítulo 6 - Capítulo Cinco


25 de Novembro de 1995

 

Querido Diário,

 

É normal cada vez que você vê seu amado o garoto por quem você tem uma queda com os amigos, uma grotesca e infinita ira te dominar? Admito que há noites em que sonho com torturas... Não que eu seja sádico, de maneira alguma! É só que aquele idiota grifinório recusou minha amizade por aqueles boçais! Ah, só de pensar que poderia ser eu andando lado a lado com aquele homem, arrancando gargalhadas e sendo devorado por aquela intensa alma, sinto uma enorme vontade de voltar no tempo e fazer algo diferente, mesmo não sabendo o quê; mesmo sabendo que não mudaria nada!

 

Sabe, diário, eu tive minha oportunidade, porém não deu certo porque ele pode ver através da minha alma... Ele viu que não era digno de estar com ele e também meu medo. Lembro-me como se houvesse acontecido ainda ontem. Minha mão tremulamente esticada e minhas humilhantes palavras enquanto notava a espantosa semelhança física entre o garoto a minha frente, que sempre admirei, e o homem que me violou em todos os sentidos.

 

Tsc, havia ficado até um pouco aliviado por ele não ter me tocado naquele momento! Estava demasiadamente assustado, porém não pude evitar me perguntar o porquê daquela recusa. Quer dizer, o santo grifinório se acha tão superior a mim que não precisa da minha amizade, ou ele tinha a bizarra ideia de que aqueles pascácios eram melhores do que eu? Depois de um tempo, eu só queria saber qual é a porra do meu problema! Tanto no quesito de saber o que eu não tinha que eles tinham, ou vice-versa, quanto no por que raios eu estava me preocupando tanto por um magrelo esnobe que tinha traços tão iguais aos de Daniel! Perguntava-me também o porquê daquele tratamento esnobe e desprezível dirigido a mim! Mas que raios de sentido fazia ele ocupar meus pensamentos? E o que diabos deveria fazer para que ele me notasse pelo que sou, não pela máscara que sou obrigado a pôr toda maldita manhã? Seria pedir demais, por acaso, saber as respostas?  É alguma gula pecaminosa querer mais e mais da pessoa que você ama tem uma queda – que, só para deixar claro, vai passar logo. Eu sou um bruxo horrível por querer que ele perceba que eu só sou assim porque estou machucado demais para continuar?

 

Qual é a porra do meu problema, diário? Qual é a merda do problema dele? Por que inferno minha vida tinha que ser tão incrivelmente bosta para eu nem ao menos conseguir alguma simpatia daquele em que eu penso a todo instante que eu ainda, estranhamente, admiro? Mesmo que cada vez que eu o olhe minhas lembranças me atormentem e me façam querer chorar? Porra! Isso é tão insanamente frustrante! Tê-lo ao meu alcance, mas ainda assim tão emocionalmente longínquo! Tão fisicamente perto, mas intocável? Credo, eu sou de dar pena de tão ridículo que soo... Mas, por acaso, é muito desesperador querer alguma reles migalha daquele homem, diário? É tão vergonhoso assim querer ver aquele adorável sorriso formado apenas e somente para mim? Aquele belo sorriso feliz, tão diferente daquele malicioso que tento esquecer?

 

Chego à conclusão de que o boçal sou eu por sempre desejar o impossível e sentir o inimaginável...

 

 

-º-

 

Harry suspirou um tanto tenso. Quem seria esse grifinório escroto que teve a coragem de declinar o pedido de amizade de alguém tão enternecido e ferido? Não, Potter não achava lógica alguma nesse tipo de atitude. Apenas um babaca arrogante poderia tê-lo menosprezado, não havia outra solução. Um maldito cego que não consegue interpretar porra nenhuma para ver o quão frágil esse menino era! Como Harry queria saber quem era o amado do autor para tirar uma boa satisfação!

 

Somente um estrupício conseguiria ferir tão intensamente o escritor! Ele merecia a pior tortura do mundo por fazer o outro se sentir tão inferior... Como uma pessoa tão insensível poderia curá-lo dos traumas pretéritos? Impossível! Ilógico! Surreal! Definitivamente, ele merecia alguém melhor. E, com toda a certeza, esse grifinório merecia o ódio mais puro e verdadeiro de Harry James Potter... E o tinha!


Notas Finais


Repostando a fic porque eu jurava que eu tinha postado o capítulo 2, mas quando eu fui ver, não tava postado D:, então resolvi deletar os outros capítulos (com muita dor no coração), pra poder ficar na ordem ;-;.

Postei todos até o capitulo 13 (que é onde terá minha explicação do porque eu demorei tanto para postar).
Esse aviso será repetido até o capítulo 13 :v


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