História Querido Diário... - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Adolescência, Amizades, Amor, Curiosidade, Descobertas, Interativa, Perguntas
Exibições 35
Palavras 1.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Sinceramente, essa é a minha primeira Fic, então... Espero que gostem! <3

Capítulo 1 - Primeiro Dia de Aula - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Querido Diário... - Capítulo 1 - Primeiro Dia de Aula - Parte 1

 

22/02/2016 - Segunda-feira - 18:07

Oi, Dear Diary! Desculpa, não me aguentei... Hoje meu dia foi ótimo! Ele começa assim:

 - Meu Deus, Angel! Que... Droga é essa? – diz Luíza, minha melhor amiga, completamente horrorizada com meu novo look.

 - Ai, ficou tão ruim assim? Quer dizer... Você não manda em mim, cala a boca! – digo, me corrigindo, pois como a Li (minha outra amiga) diz, não basta só a aparência, tem que ter atitude.

 - Angel... – ela diz com uma voz de... de como se eu fosse um bebê! – Você virou Puncker! – disse a minha “mentora da moda”.

 - Pu o quê?

 - Puncker! Punk e Rocker junto! Nossa... você é tão desligada do mundo. Dá até pena... – disse ela, realmente parecendo com pena de mim (e ainda falando em um tom de naturalidade, como se todo mundo fosse saber o que é Puncker!).

 - Você, com certeza inventou isso! – disse, revirando os olhos.

 - Ah! Mas é claro! A futura estilista aqui tem que começar a inventar desde já as suas palavras fashions. – disse ela, apontando o dedo para si mesma.

 - Estilista? Faça-me um favor! Você é tão... Estúpida por querer pensar no futuro... Se liga! A recém estamos no 8º ano e temos 14 anos! Vai curtir uma balada ou coisa que o valha! – disse, realmente alterada pelas “adultices” de minha querida e amável amiga.

 - Ah! Quer saber? Vai com a Liza mesmo. Parece que só ela te entende, como você mesma diz! E me esquece, viu? Me esquece! – disse a Lu, realmente nervosa com o meu “ataque de raiva”, ainda mostrando o dedo do meio. Nossa! Da próxima vez pergunto se ela estiver de TPM, não quero morrer tão cedo não. Mas antes...

 - Ah, cala a boca, idiota!

  O sinal bate enquanto falo essas palavras um tanto, “inapropriadas”. Que droga! Queria que aquela... Aff, tivesse ouvido o que eu disse pra ela. Mas parece que outra pessoa ouviu...

 - Nossa! Não sabia que a senhorita Lady-Lolita se transformou na Emo-Gótica-das-Trevas. Mudança repentina, não? E o que mais me impressionou foram essas palavras ditas pelas "aminimigas". Desde quando Miladies falam palavras tão... Insultantes? – gente... era o Luckas! O garoto mais popular do colégio! Quase morri... Mas em vez de morrer, eu corei. Droga. - Nossa, pelo menos existe um pouco de “doçura” ou “fofura” nesse ser tão... EGT. – disse o cara mais GATO do mundo! Gente... Vou ter que me controlar mais. Seja ignorante. Seja forte.

 - Tá. Falou o Sr. Perfeitinho... – disse, revirando os olhos e dando um sorrisinho de lado.

 - Ok... Mas não comenta nada sobre aquele dia... não quero que ninguém desconfie de nada, principalmente a Paula... – disse o... Ah! Falou o Luckas, (daquele jeitinho encantador e hipnotizante dele) passando uma mão na nuca e ficando um pouco vermelho... Lindo! – Não quero terminar meu namoro com ela... - que só começou a dois dias atrás, né TROUXA?! Você me trocou por ela! Na real... Acho que não foi bem assim...

 - Mas isso não te proíbe de cantar ou xavecar outras garotas, né? – disse, apontando com a cabeça para um grupinho de garotas que estavam quase chorando porque o seu “Idol” estava dando mais atenção à uma EGT do que para elas.

 - Ah! Isso... Ela sabe que todos os populares em qualquer escola tem que ter pelo menos um “mini” fã-clube de garotas nos paquerando, mimando... Essas coisas, sabe? - disse ele, levantando uma sobrancelha e piscando para mim, como se eu fosse parte desse "mini fã-clube".

 - Hum... Não. – disse na maior naturalidade, afinal, eu nunca tinha tido um fã-clube. Bem... Só daquela vez que eu me apresentei tocando violão no colégio, mas não foi um FÃ-CLUBE. Foi uma coisinha de nada de no máximo umas quinze pessoas. Mas foi legal... Realmente é um pouco cansativo ter que dar autógrafo para uma multidão de “fãs”.

 - E aí, cara? Não vai mais jogar uma pelada com a gente? Você é o nosso melhor atacante, meu! Vem logo se não vai rolar porrada pro teu lado... – gritou o Fred, um dos vinte mil amigos do Luckas.

 - Ok! Já tô indo galera! – disse o “Sr. Encantado”, acenando para eles.

  Ele vem em minha direção e sussurra em meu ouvido:

 - Você fica linda de qualquer jeito, mas eu prefiro você daquele jeitinho... meigo. Que eu sei que ainda existe aí dentro. – e depois sai em disparada até o campo, mas antes ele também acena para mim, enquanto começo a corar e deixo meus braços pendurados ao lado de meu corpo.

  Aliás, quando ele disse “não quero que ninguém desconfie de nada”, ele se referiu a segunda passada, quando ficamos presos na biblioteca da escola...

  Flash Back ON:

 - Não, senhora! Eu vou pegar esse livro aqui! Não gosto de livros sobre romance policial e...

 - Poxa, que pena. Pensava que a senhorita Lady-Lolita curtia livros melosos... – disse Luckas, chegando por trás de mim e segurando meus ombros levemente, enquanto me arrepio.

 - O quê?! Nossa! Que susto, Lucky! Tudo bem? – disse enquanto me virava bruscamente, louca de medo (sim, eu chamava ele de sorte, pois nem todas as garotas conseguiam falar com ele com tanta... frequência).

 - Tudo, e com você? – disse o Sr. Sorte, todo sorridente.

 - Vou bem... sim. – dei um sorriso bem simpático, até demais...

 - Amo esse seu sorriso... – disse ele, enquanto eu corava um pouco mais do que ele, um tanto transtornados pelo o que acabou de ser dito.

 - Bem... Pelo que eu percebi, você deve estar querendo devolver o livro... A Culpa é das Estrelas? – disse, olhando o livro nas mãos do Deus Grego, levantando um sobrancelha.

 - Eu... Eu gosto... Mas não conta pros garotos que eu curto o John Green, tá? – disse ele, ficando muito corado, no início não entendo, mas depois percebo que ele pode ter lido (ou visto o filme) 50 Tons de Cinza... Nossa. Meu rosto está pegando fogo, e o dele também!

 - Você... Você... – digo, gaguejando muito, com muita vergonha de terminar a frase.

 - Por favor... – disse ele, olhando para mim com um olhar de cachorro abandonado e com muita vergonha (ainda). Tomara que ele não tenha lido (ou visto) algo parecido, se não vou ficar com uma impressão dele muito, MUITO ruim.

 - O-ok. – digo sorrindo para ele, que retribuiu.

 - Bem...

  Blam!!

 - O... O que foi isso? – digo, pulando de onde estava, quase tendo um ataque cardíaco pelo susto.

 - Eu acho que... – ele olha em volta. –Droga! Fecharam a biblioteca!

 - Mas... Como?! Eles sabem que estamos aqui!  E tão rápido?– digo desesperada.

 - Eu acho que não, olha! Nós não estamos mais no balcão da bibliotecária, já estamos em um outro corredor.

 - Isso! Devíamos ter caminhado enquanto conversávamos... Mas, e agora? – digo com os olhos lacrimejando.

 - Não... Não chora, por favor... – diz Luckas, um pouco preocupado comigo.

 - De-desculpa. – digo enxugando meu rosto com a mão.

 - Tudo bem... Mas então... que tal nos sentarmos e dormimos? Eu não trouxe celular, e pelo visto você também não... – eu realmente não tinha levado o celular comigo. Bendito (e um pouco maldito) dia! - Eu ia ir na casa de um amigo e passar a noite zerando games... Por isso trouxe um travesseiro e um lençol. E comida, claro. – disse ele, enquanto finalmente percebo que ele veio com uma mochila.

 - Legal. Que tal nos deitarmos naquele canto, onde tem alguns puffs? – disse, apontando atrás dele.

 - Ótimo! Na real, perfeito! Pensei que teríamos que dormir em um lugar duro... e a esse horário não deve ter ninguém aqui no colégio, né? Aliás... Você viu que horas eram quando eu cheguei?

 - Bem... eram 19:13...

 - Mer... Ah... Quer dizer, droga! – disse ele, explodindo de raiva.

 - Calma! Vamos logo. – disse já caminhando para o local, enquanto ele me seguia.

  Um tempo depois, nós já tínhamos arrumado tudo, e veio um ventania forte das janelas no topo das paredes. Tremo intensamente, com muito frio.

 - Toma. – ele tira sua jaqueta e a posiciona em meus ombros e braços.

 - O-obrigada... – coro um pouco, ainda bem que ele não percebe.

 - Vamos nos deitar... está muito tarde, e frio... – diz ele, já se deitando.

 - Ok... – digo um pouco cabisbaixa e triste.

 - O que houve? – diz ele, preocupado comigo.

 - Na-nada... Eu estou bem. – finjo um sorriso que não o convence.

  Ele fica um pouco pensativo e fala:

 - Você está a fim de dormir comigo não é? – diz ele, na maior naturalidade. Pervertido! Coro instantaneamente.

 - O... O quê?! Não, não é nada disso, eu... Eu...

 - Calma! – diz ele, também (só um pouco) corado. – Eu... Eu não quis dizer DESSE jeito que você está pensando... É que eu achei que você gostaria, já que está tremendo de frio...

 - Ah... Ok... – digo, dando um sorriso de lado e me deitando ao lado dele.

 - Se você quiser eu posso dormir de um lado e você de outro. Assim não vai ficar... estranho.

 - Melhor assim, não conseguiria mentir para as minhas amigas... – digo, confessando à ele algo que nunca deveria ter feito...

 - Ah, é? Só porque você vai dormir com o “gostosão” aqui tem que espalhar para todo o colégio? Pelo contrário que vocês, garotas pensam, não são todos os garotos que gostam de se gabar pelas suas... conquistas feitas com as garotas. E eu sou um desses. – diz ele, num tom de voz divertido mas em uma expressão facial séria.

 - Elas não iam espalhar para mais ninguém! Eu confio nelas. – disse, também rindo.

 - Tá bom então. Se você diz... – disse ele, enquanto levantava as sobrancelhas o fechava os olhos. - Boa noite!

 - Boa... – adormeço antes de completar a frase.

  Ele percebe que tremo e me encolho muito, e que ainda por cima estou muito gelada, então ele se encolhe em volta de mim e me aquece.

 - Ah? – acordo e olho para ele, nós dois muito corados. Aliás... Que boca linda ele tem... Será que eu posso, devo... Beijar ele?

  Meu Deus! Ele está se aproximando de mim! O que eu faço? Beijo ou não beijo?

 (  ) Beijo ele, afinal, não é todo dia que isso acontece, e eu gosto muito dele...

 (  ) Não beijo ele, afinal, eu contaria para as minhas amigas e elas provavelmente (principalmente a Luíza) contaria para a metade                         do colégio. Ou ele inteiro!


Notas Finais


Se vocês gostaram ou se tiverem reclamações ou sugestões, postem um comentário. Beijos e até a próxima Fic. #Voltaremos...


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