História Questão de tempo - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Lamoky

Postado
Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sakura, Sasuke, Sasusaku
Exibições 46
Palavras 4.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá minha gente. Eu estou muito feliz em postar mais um capítulo, agradeço de coração pelos favoritos! Espero que vocês gostem do capítulo e se não gostarem fale aí. <3

Obs: Este capítulo contém cenas para maiores de 18 anos.

Capítulo 6 - Capítulo 06



Havia cafeína apenas o suficiente para me carregar durante o dia. O fato de que Kakashi me mandou fazer algumas tarefas desde o momento que eu cheguei até a hora que eu fui para casa. Eu estava em movimento, correndo, então nunca sentei tempo o suficiente para pegar no sono. Mas no trem eu cochilei e acabei passando duas estações de onde eu deveria descer. Eu tinha deixado a carteira em casa naquela manhã, e colocado duas meias diferentes, então eu não tinha dinheiro para pegar um táxi. Mas andar no ar fresco do outono era revigorante. Eu gostava do cheiro de outono e o frio me reanimou. Subindo o colarinho do meu casaco, eu corri pela rua em direção à casa. Rock Lee tinha me convidado para jantar, mas eu recusei. Nagato tinha ligado três vezes, Furiido cinco, e Yui e Haku queriam me oferecer um jantar de “obrigado por salvar nossa bunda.” Nada parecia tão atraente quanto comer cereais e adormecer em frente da minha TV. Mas não era para ser.
A meio caminho de casa recebi um telefonema de minha amiga Alicia, me lembrando que eu deveria estar na festa de aniversário de seu namorado Sherman em uma hora. Ia acontecer em um salão de bilhar, assim como ele queria, e era melhor que eu nem pensasse em deixá-la na mão, já que eu era a responsável por trazer o bolo. Ela me lembrou que eu tinha me oferecido há mais de um mês atrás. E eu tinha certeza de que há um mês tinha soado bem, parecia que não seria grande coisa. Mas agora era um grande negócio, praticamente horrível em seus detalhes. Os aros que eu precisaria saltar a esta hora tardia para cumprir a minha tarefa estava além de qualquer imaginação. Como me trocar e pegar um táxi e transportar e equilibrar algo estranho. Era patético e mesquinho, mas eu estava cansada. Eu amaldiçoei durante todo o caminho.
Felizmente, Kakashi tinha fornecedores em toda a cidade que o amavam e fariam qualquer coisa por ele, de dia ou de noite, quando ele pedisse. Usar o seu nome era trapacear, mas eu disse a mim mesma que estava tudo bem, uma vez que foi por uma boa causa. Quando eu apareci no The Stick House uma hora depois, Alicia ficou furiosa por um segundo até que viu o bolo. Tudo foi perdoado quando ela olhou como estava decorado intrinsecamente e viu as muitas camadas. Eu recebi vários elogios. Eu agradeci mesmo enquanto encontrei um banco contra a parede. Balançando a cabeça, eu não aceitei as muitas ofertas para jogar sinuca e simplesmente me sentei e comecei a observar as pessoas. Eu cruzei meus braços e relaxei, pretendendo apenas fechar meus olhos por um segundo.
O tremor me acordou, porque não era gentil. Abri um olho antes de inclinar a cabeça para trás, e me encontrei olhando para o queixo do Uchiha Sasuke.
- Merda. - Eu gemi, me endireitando muito rápido, perdendo o equilíbrio. Eu teria caído para frente, para o chão, se ele não tivesse colocado o braço sob mim para me pressionar na parede. Como quando você está no carro e para de repente, colocando o seu braço na frente da outra pessoa como se essa ação fosse salvar suas vidas, impedindo-os de voar através do para-brisa.
- Você está acordada?- Ele me perguntou, furioso.
- Sim. - Eu respondi, irritada por ele estar lá. Eu tinha dito a mim mesma que iria parar de fantasiar sobre ele e por isso quis colocar tempo e distância entre nós. O fato de que ele havia se materializado do nada era enervante.
- Por que você está aqui?
- Eu estou com meus amigos.
- Então vá ficar com eles.
Ele me ignorou completamente.
- Você estava escorregando pela parede quando eu vim para cá.
Eu não queria falar com ele.
- Você estava desmaiada ao meu lado.
Eu pulei do banco, quase caindo até que ele me firmou com uma mão em meu braço.
- Cuidado.
Rolei meu ombro para que ele me soltasse e me afastei.
Eu encontrei Alicia e dei-lhe um beijo de adeus, surpreendi Sherman ao beijá-lo também antes de sair do salão de bilhar. Eu estava debatendo se deveria pegar um táxi ou apanhar o trem quando ouvi alguém me chamando. Eu me virei e vi Sasuke correndo até mim.
- Eu deveria levá-la para casa.
- Não, você não deveria. - Disse, irritada, zangada sem qualquer razão. - Entre e fique com seus amigos. Eu não sou um maldito caso de caridade.
- Tudo bem. - Ele concordou como se não pudesse se importar menos e então se virou e me deixou.
Fiquei muito feliz e muito triste ao mesmo tempo. Porque mesmo que eu soubesse que, logicamente, ele precisava ir embora, eu ainda gostaria que ele tivesse ficado.
Eu fiquei lá na frente do salão de bilhar passando os dedos pelo meu cabelo e apenas respirando. Eu estava inquieta e cansada e com fome. Minhas emoções estavam por todo o lugar e a melhor coisa para mim era ficar sozinha. Mas eu não queria ficar sozinha. Eu queria companhia. Companhia que me acalmasse. Eu tentei pensar em alguém para ligar.
- O que você está fazendo?
Virei minha cabeça para olhar para o detetive Uchiha. Ele estava de volta.
- Eu lhe fiz uma pergunta.
Deixei escapar um longo suspiro.
- Eu estou pensando.
- Porra, não comece agora.
- Você é hilário. Deveria fazer stand-up.
Ele sorriu para mim.
- Eu pensei que você estivesse indo para casa.
- Eu nunca disse que estava indo para casa.
- Então o que você está fazendo?
- Eu disse a você... Eu estou pensando.
- Sobre o quê?
- Sobre quem ligar.
- Quem ligar para quê?
- Companhia.
Ele olhou para mim. 
- Por que chamar alguém? Estou lhe oferecendo uma carona para casa.
- Mas eu estou com fome.
- Eu vou te levar para jantar.
Eu zombei, sorrindo para ele. 
- Não me admira que você quisesse me colocar no programa de proteção à testemunhas. Nos alimentar deve pesar no salário de um policial.
- Você é a única testemunha que eu já levei para jantar. - Eu olhei para ele. - Não procure nenhum significado oculto.
- Eu não sonharia com isso, detetive.
Suas sobrancelhas franziram enquanto o músculo em sua mandíbula se contraiu.
- Eu vou deixar você voltar para seus amigos. - Eu respirei, passando por ele, atravessando o estacionamento em direção à rua.
Ele me agarrou, rápido, me girando para olhar para ele.
- Você está cansada, então está muito sensível. Porque não comemos e então eu vou te levar para casa.
- Não, eu não preciso de sua...
- Vamos lá. - Ele sorriu para mim, lentamente, puxando-me para perto dele. - Por favor.
- Você só quer ter certeza que ninguém vai atirar na minha cabeça.
- Também tem isso. - Ele riu.
Soltei um profundo suspiro quando ele agarrou a frente do meu casaco. 
- Ok.
- Bom. - Ele disse suavemente, puxando-me atrás dele.
Eu estava confortável em seu carro monstro; os cheiros eram familiares, o painel de instrumentos e a vista a partir do topo do mundo.
- E os seus amigos?
- O dever chama, eles entendem isso.
Eu era um dever então, muito lisonjeiro.
- Tente ficar acordada.
Eu balancei a cabeça. Eu realmente tentaria.
Comida chinesa soou melhor então paramos em um lugar em Oak Park. Ele falou sobre o seu dia e eu disse a ele quantas corridas eu tinha feito para Kakashi em um período de oito horas. Era agradável apenas trocar informações que não eram vitais, apenas brincadeiras. Eu estava me acostumando com ele, a tê-lo ao redor, e por mais que eu soubesse que era um erro me apegar, eu estava com problemas para não o fazer.
- No que você está pensando agora?
- Em nada. - Eu balancei a cabeça. 
- Muitos suspiros e olhos lacrimejantes para não estar pensando em nada.
“Meus olhos estão lacrimejando porque estou bocejando e cansada, não por outro motivo.
- Você é realmente uma obra de arte. - Disse ele, irritado.
- Que seja.
- Levante-se, vamos.
De volta ao carro eu estava bem acordada, tendo recebido minha segunda dose de energia. Fiquei em silêncio, porém, não querendo brigar com ele, com medo de fazer isso por nenhuma boa razão, além de mantê-lo por perto. Era juvenil, então eu me calei na esperança de que ele me deixasse e fosse embora. Quando ele parou na frente do meu apartamento, eu murmurei um obrigado e agarrei a maçaneta da porta. Mas a mão no meu ombro me parou e me virei meus olhos para ele.
Ele limpou a garganta.
- Sabe de uma coisa? Eu acho que talvez eu devesse verificar sua casa para me certificar de que é segura e tal.
- Claro. - Eu disse rapidamente, minha mente correndo de novo. Será que ele queria entrar apenas por entrar, ou entrar e se infiltrar na minha cama?
- Você está bem?
Era simplesmente um estúpido pensamento positivo... embora, por que não verificou minha casa há uma semana? 
- Sim, estou apenas um pouco fora de mim.
Ele acenou com a cabeça como se concordasse e eu desci do carro.
- Onde você vai? - Ele me perguntou quando começamos a atravessar o gramado juntos.
- O que?
- Algo de errado com a porta da frente?
Eu apontei para o lado. Obviamente, ele nunca ficou e me viu entrar. Eu já tinha imaginado isso. 
- Eu não posso chegar ao meu apartamento por aqui.
Ele me lançou um olhar.
- O que?
- Você está brincando?
Eu contornei a casa até a parte de trás e comecei a subir as escadas de madeira.
- Espere. - Disse ele, como se estivesse exausto.
Eu parei de me mover.
- Deixe-me ver se entendi. - Ele disse rapidamente, com a voz tensa. - Você anda atrás da casa no escuro, sobe estas escadas até o topo, onde você não pode ver nada?
Eu me virei para olhar para ele. 
- Sim.
- Saia da frente. - Ele ordenou bruscamente, deslizando em torno de mim para que pudesse ir primeiro. - Que porra, Sakura.
Ele parecia mais irritado do que bravo. Eu não via o problema.
- Quão estúpida é você?
Qual era a resposta correta para isso?
Ele subiu na minha frente, pegou as chaves e abriu a porta. 
- Você está de sacanagem comigo? - Ele perguntou quando a porta se abriu para revelar uma parede e escadas para a esquerda.
- Por quê? O que foi agora?
Ele deu um passo para o lado para olhar para mim.
- Você não pode nem mesmo ver o que há acima.
Meu apartamento, onde eu morei nos últimos dois anos, tinha sido originalmente convertido a partir de um sótão de uma residência. Para fazer uma entrada separada, o proprietário tinha feito basicamente um furo no lado da parede que conduzia ao andar superior sob o telhado. Não havia, no entanto, espaço para uma porta abrir para dentro, de forma que se abria para fora, como um armário gigante. A primeira coisa que se via, porque era tudo o que poderia caber, era um cabideiro. Havia oito degraus para a esquerda que abraçavam a parede e desemborcavam em minha pequena sala de estar.
Era basicamente um pequeno espaço onde a minha TV e mesa de café estavam encostadas em uma parede, e a pia da cozinha na outra. Eu podia lavar a louça sob uma pequena janela redonda com vista para o quintal, o fogão tinha apenas uma boca, e não havia prateleira dentro do forno. Meu pequeno microondas estava sobre o único pedaço de balcão do apartamento e, sobre ele, um armário. Minha mesa da cozinha era uma pequena mesa dobrável e as duas cadeiras que formavam o jogo, minha amiga tinha pintado com esponja com tinta dourada sobre o fundo preto. Parecia estranho, mas eu gostei. Meu colchão queen size ficava no chão em vez de em uma cama, então eu estava constantemente colocando-o no lugar quando ele se movia. A estrutura da cama estava perto do topo da minha lista de coisas para comprar. O edredom de plumas tinha sido meu presente de Natal para mim mesma, e só de olhar para ele me fazia querer trocar de roupa e me enterrar sob ele.
- Ok, eu entendo. - Detetive Uchiha respirou. - Você vive sozinha.
- Sim. - Eu disse alegremente. - Qual foi a sua primeira pista?
E ele partiu para cima de mim sobre como eu nunca saberia se alguém estava subindo as escadas do lado de dentro e muito menos de fora. Eu cometi o erro de revirar os olhos e ele agarrou meu casaco e me puxou para frente, nos deixando face-a-face.
- Este lugar é uma piada, Sakura. Qualquer pessoa com um clipe de papel pode entrar aqui.
- Eu discordo.
- Você discorda? - Ele ergueu as sobrancelhas.
- Porque você sabe tudo sobre invasão de propriedade.
- Acalme-se. - Eu disse a ele. - Tome um pouco de chá.
- Eu não quero merda de chá nenhuma, eu quero...
- Por que você está me seguindo por aí?
- O que? - Ele rugiu para mim, mas eu já estava ficando esperançosa novamente. Ele, obviamente, gostava de mim, gostava da minha companhia e estava me provocando, propositadamente, para ficar e discutir.
- Você me ouviu.
- Você é minha maldita testemunha, sua idiota de merda.
Eu balancei a cabeça. 
- Sente-se e pare de falar palavrão.
- Eu não quero sentar! Não quero chá... - Sua voz sumiu.
Eu sorri para ele, porque sabia que eu estava certa. Ele podia não saber o que queria, mas eu sabia.
- Sente-se. Vou fazer o chá.
- Eu não quero chá. - Ele repetiu pela terceira vez antes de se sentar.
Eu enchi a chaleira com água, mas deixei-a sobre o microondas antes de caminhar de volta para ficar perto dele. Ele olhou para cima lentamente, e quando eu me coloquei entre as suas pernas, ele não disse uma palavra. Caí de joelhos na frente dele e coloquei minhas mãos sobre a fivela do cinto. Eu verifiquei uma vez para ter certeza de que eu estava certa e eu o vi engolir em seco, tomar um fôlego, trêmulo. Quando eu o puxei para frente, ele me deixou movê-lo, deslizando para baixo de forma que suas coxas musculosas estavam me envolvendo. Quando eu empurrei sua camisa, eu me inclinei e beijei seu abdômen, meus lábios roçando seu umbigo. Ele estremeceu fortemente e eu sorri porque o tempo de protestar já havia passado.
Eu desafivelei seu cinto e, quando abri o zíper de seu jeans, percebi o quanto ele estava duro. Assim que eu puxei sua cueca e coloquei o preservativo. Ele observou minhas mãos sobre ele, suaves, porém firmes, sem um pingo de hesitação. Quando ele levantou seus olhos e os fixou nos meus, eu vi como eles estavam vidrados, cheios de desejo. Eu sorri antes de abaixar minha boca sobre ele e ele deslizou para dentro do calor úmido da minha boca. Eu amava o que estava fazendo, sempre gostei com todos, do poder que me dava, a forma ficavam enquanto eu fazia isso. Mas dessa vez era diferente por causa do homem. Tinha que ser perfeito para ele, perfeito para o detetive Uchiha Sasuke que – seja qual for o motivo – confiou em mim nesse momento. Então, eu me entreguei completamente ao seu prazer, atrasando por longos minutos, quando sua respiração ofegante começou. Era bom; eu sabia que era porque eu já tinha ouvido muitas vezes que minha boca era incrível. Enquanto eu o tocava e acariciava, ouvia os sons que escapavam dele.
Com a cabeça para trás, os olhos fechados, o lábio inferior tremendo, eu tomei um segundo para me banhar naquela visão, dele perdido no que eu estava fazendo. Era gratificante saber que eu podia fazê-lo se sentir assim. Sua respiração estava entrecortada, seus quadris balançando para frente, e depois de mais alguns segundos ele gemeu, seus dedos se enredaram apertado no meu cabelo. Eu continuei, firme, meu ritmo constante até que ele amaldiçoou, murmurou. Eu esperei sua respiração se acalmar antes de me afastar lentamente, tomando cuidado para não assustá-lo, enquanto eu me acomodava sobre meus joelhos entre suas pernas.
- Deixe-me ajudá-lo, tudo bem? - Eu disse suavemente, esperando o leve aceno.
Ele observou cada movimento meu enquanto eu pegava a caixa de lenços de papel da mesa de café. Ele parecia drogado com seus olhos de pálpebras pesadas e reclinar lânguido.
Quando todas as evidências se foram, eu coloquei minhas mãos em meus quadris e esperei.
- Eu não estou doente. - Ele falou arrastadamente.
Havia várias maneiras de entender aquilo. Eu decidi esclarecer.
- Isso significa?
- Que aquele preservativo foi um desperdício de tempo.
Oh. 
- Eu sempre uso um.
- Do que você precisa, um exame?
Conversa estranha. 
- Sim.
Ele acenou com a cabeça, e de repente percebeu que estava sentado nu da cintura para baixo. Se colocando e pé rapidamente, ele colocou a cueca e calça jeans de volta, recolocando o cinto, tateando ao redor, fazendo a fivela tilintar.
Eu decidi ter pena dele e permitir-lhe uma saída rápida. 
- Estou tomando chá. - Eu anunciei no silêncio sufocante. - É melhor ir para casa, Detetive.
Ele apenas ficou lá, olhando para mim.
Eu não tinha ideia do que ele queria e parecia que ele também não. Virei-me para me dirigir para o fogão.
Ele se moveu tão rápido, agarrando um punhado de meu cabelo e me puxando de volta contra ele. Envolveu seu braço em volta do meu pescoço para que eu não pudesse me mover.
- Ok. - Eu respirei, porque com essa reação eu poderia lidar.
- Eu não sei o que... Eu não sei o que fazer. - Sua voz estava crua e rouca.
- O que você quiser. - Eu disse suavemente quando ele puxou minha cabeça para trás, cada centímetro da minha pele quente, pronta para ser tocada. - Só... está tudo bem, o que você fizer. Você não vai me machucar. 
Seu queixo desceu até minha clavícula e depois subio de novo ao meu rosto, indo até minha orelha. Meu ponto fraco sempre foi a orelha. Não tinha como não arrepiar. Esqueci que tinha pernas na hora. 
Ele puxou meu lódulo com os dentes, mordeu e depois beijou. Sua respiração estava tão perto. Tão afobada. Ele tirou minha blusa rapidamente e meus seios ficaram à sua disposição. Gemi quando suas mãos fortes seguraram meus peitos e o apertaram. Sasuke começou a chupar os bicos dos meus seios com tanta vontade enquanto outra mãos os massageavam. 
- O que você quer? - Ouvi sua voz rouca sussurrar pra mim.  
Mas eu não podia falar. Era impossível.
Em seguida, me empurrou para a cama. Foi uma corrida para me despir e ele puxou e rasgou até que eu estivesse nua. Eu fui forçada a ficar de bruços no meu colchão e puxado para a borda. Eu ouvi a fivela de seu cinto e, um segundo mais tarde, ele estava pressionado contra mim. E então penetrou devagar, dizendo perto do meu ouvido coisas sujas enquanto colocava cada um dos trinta centímetros dentro de mim. Pegou-me pela cintura e daí em diante não parou os movimentos, quase involuntários, de meter e tirar. Às vezes ele tirava completamente o membro e me observava, quando não me penetrava com força ele levava a mão até meu clitóris e pressionava com o polegar. Eu explodia com os seus movimentos. 
- Diga-me se esta gostando... - Disse ele, sua voz profunda.
- Eu... Jesus, eu não... mais fundo... Ah!
- Eu não quero te machucar.
- Você não vai. Agora me fode - Eu prometi.
Ele fez o que eu disse,se inclinou-se mais e aprofundou - se no meu interior enquanto as suas mãos deslizavam sobra a minha pele. Quando seus olhos finalmente se levantaram para encontrar os meus, suas pálpebras estavam pesadas enquanto ele alongava em minha mão, sua respiração instável. Virei e me inclinei sobre a cama, sentindo suas mãos deslizarem sobre o meu traseiro, me abrindo antes de deslizar novamente em meu interior. Eu trouxe sua mão de volta para mim e ele me acariciou ao mesmo tempo, o máximo de tempo possível.
- Você é tão apertada.
- É tão bom.
- Muito bom. - Ele gemeu, as mãos se movendo para os meus quadris, me segurando lá.
Não demorou muito para que ele urrasse meu nome, seus quadris impulsionando para frente antes que ele me prendesse sobre ele na cama.
- Puta merda. - Ele engasgou, deslizando para fora de mim delicadamente, com cuidado agora que ele podia pensar de novo. - Você está bem? - Perguntou - me suavemente,  enquanto eu alisava o seu cabelo para trás de sua testa. O jeito que ele estava olhando para mim fez meu estômago doer, tão confiante e tranquilo.
- Sim. - Eu acenei com a cabeça quando me levantei da cama.
Levei mais tempo no banheiro do que eu precisava, dando-lhe tempo para escapar, permitindo que fosse embora. Fiquei surpresa ao encontrá-lo imóvel, ainda de costas e olhando para o teto, quando eu finalmente entrei no quarto. Eu estava a meio caminho do sofá quando ele falou e me parou.
- Volte para a cama.
Eu fui para o lado oposto, perto da parede, e deitei de bruços. Eu estava tentando descobrir o que fazer a seguir quando senti seus dedos deslizarem lentamente pela minha espinha.
Eu o fiz se mover para a beira da cama e então levantei as pernas e as apoiei em seus ombros. Ele passou as mãos por minhas coxas até minhas panturrilhas e tornozelos; primeiro suavemente, depois com mais força, os dedos cerrados, os nós dos dedos brancos. Ele iria deixar hematomas na minha pele.
- Sinto muito por tê-la mordido.
- Eu não sinto. - Disse, guiando-o, dando-lhe permissão para fazer o que ele quisesse. Ele prendeu a respiração, com os olhos fixos nos meus enquanto ele empurrava para dentro de mim. Foi tão bom que eu gritei.
- Eu te machuquei. - Ele sussurrou, tentando afastar-se.
- Não... e sim. - Eu exalei, mantendo-o parado, apertando meus músculos.
- Você deveria ver os seus olhos.
Eu sorri para ele, seu membro entrava lentamente, depois mais rápido, empurrando profundamente para que eu pudesse sentir. Suas mãos e boca em meu corpo eram ásperas e duras, e quando eu deixei o gemido escapar, ele me levantou da cama e se sentou. Eu coloquei meus joelhos em cada lado de suas coxas e me abaixei sobre ele.
- Sakura... - Meu nome soou como uma oração.
Como a ascensão e queda de uma onda, eu estava fluido em seus braços, seus dedos traçando a minha espinha, suas mãos movendo-se sobre meus quadris, minha bunda, e sua boca chupando e lambendo meus seios. O jeito que ele olhava para mim, como se eu fosse uma revelação, um presente. Mas haviam limites loucos que, às vezes, não podem ser cruzados. Como foder, mas não beijar.
- Abra os olhos.
Eu não lembro de tê-los fechados. Olhando para o negro de seus olhos, percebi que ele não estava me apressando ou tentando fugir. Ele queria que tudo fosse lento.
- Sakura... me beije. - Ele suspirou, suas mãos deslizando até minha garganta, pegando meu rosto em suas mãos, tocando o meu cabelo. Quando a minha boca cobriu a dele, ele entreabriu os lábios para mim e eu o beijei profunda e completamente, explorando sua boca, deslizando minha língua sobre cada centímetro da sua, provando-o, devorando-o. Eu ouvi sua respiração falhar quando eu recuei.
- Detetive. - Eu comecei. - Eu...
- Sasuke. - Ele me corrigiu.
- Sasuke... - Eu disse lentamente, gostando do som de seu nome em meus lábios.
- Você é nova. - Ele disse para mim, e eu entendi o que ele quis dizer. -  Venha aqui.
O homem sabia beijar, eu senti sua ânsia e calor. Ele me reclamou para si; eu estava machucada, os meus lábios sendo atacados e mordidos. Facilmente, nunca me senti mais desejada e necessitada. Eu arqueei minhas costas e deixei minha cabeça cair para trás em suas mãos. Ele me segurou; eu não iria cair, o braço em volta da minha cintura me ancorava.

 



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