História Quiet trespass - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Tags Hoseok, Hyungwon, Hyunwoo, Jooheon, Kihyun, Kpop, Minhyuk, Monbebe, Monsta X, Shownu, Wonho
Visualizações 18
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction Quiet trespass - Capítulo 1 - 01

— Que cara é essa, soju? — disse Minmi atravessando o balcão indo em direção à Seulgi que estava apoiada com os braços no balcão. Sua expressão era vazia e ela claramente estava estressada com algo. — Acordou com o pé esquerdo? 

Como não obteve nenhuma resposta, continuou implicando com a amiga só para vê-la explodir. 

— Ou o Minhyuk não te deixou dormir? — seu tom de voz deixava explicito o deboche que queria passar.

— Cala a boca, Minmi! — Seulgi respondeu arduamente ao ouvir a amiga tirando sarro do seu estado deprimente. — Eu só tô muito cansada... — fez uma pequena pausa e então continuou. — Sabe do que eu preciso? Eu preciso de uma festa!

— Ué, e você vai descansar dançando e bebendo a noite inteira? — Minmi também adora ir a festas, mas nunca conseguiu entender todo o fogo no rabo de Seulgi. — Caramba, você tá realmente cansada, ein.

— Eu tô cansada da minha rotina e eu sei que você também tá, querida. — Seulgi retrucou, se levantando logo após ouvir o barulho da porta da gráfica abrir.

— Bom dia, flor do dia! — Minhyuk se aproximou do balcão e deu um beijo na bochecha de Seulgi. — Bom dia, Minmi! Seu cabelo está lindo nessa morna manhã de primavera. — disse ao ver Minmi mexendo em alguns papéis, distraída.

— Bom dia, Minhyuk. Dormiu bem essa noite? — Minmi volta a provocar Seulgi, que olha na mesma hora cerrando os olhos de raiva. 

Minhyuk conheceu Minmi e Seulgi no colegial e assim se tornaram grandes amigos. Desde aquela época Seulgi mantém uma amizade colorida com Minhyuk. Eles mais parecem como irmãos do que qualquer outra coisa, pois nunca desgrudam um do outro. Não passam um dia sequer sem trocar mensagens e quase sempre saem para tomar café e manter a conversa em dia.

— Dormi pouco, mas bem. Não é, Seulgi? — Minhyuk entrou na brincadeira de Minmi, percebendo o desconforto de Seulgi com a situação. 

Seulgi, na verdade, não se sentia desconfortável com a situação em si. Ela já estava acostumada com os dois pegando em seu pé o tempo todo. O que acontece é que naquela manhã ela estava realmente um trapo, sem paciência pra nada, muito menos brincadeirinhas.

— Que bom que você conseguiu dormir, Minhyuk! — Seulgi o respondeu com um sorriso forçado no rosto. — Meu humor estaria melhor se você não tivesse roncado como um porco. Nunca mais me chame pra sua casa enquanto você estiver com o nariz entupido, é sério. 

— Eu ronquei mesmo? — Minhyuk perguntou indignado, levando uma das mãos a boca. 

Minmi, satisfeita com a discórdia que acabara de causar, começa a dar risadas dos dois.

— Então eu acertei quando deduzi que vocês dormiram juntos! Eu sabia, eu sei de tudo. — Minmi disse se gabando de sua iluminada sabedoria.

— Ai, vocês dois deveriam calar a boca. — Seulgi atravessou o balcão e foi de encontro a Minhyuk. — Que pendrive é esse na sua mão? — perguntou puxando o mesmo, analizando-o.

— Eu vim aqui pra revelar algumas fotos da última festa que eu fui pra fazer um freela — respondeu. — Elas ficaram muito boas e eu pretendo fazer um photobook.

— Então quer dizer que além de trabalhar na creche, você ainda tira fotos em eventos? — Minmi perguntou, estranhando o fato de Minhyuk saber fotografar. Ela já sabia da sua habilidade para cuidar de crianças, mas fotografia???? Tá aí uma coisa nova.

— Tirar fotos na verdade é um hobbie meu. — Minhyuk respondeu. — Quanto tempo vai demorar pra ficar pronto? Tenho que ir agora, não posso me atrasar hoje, as crianças vão fazer uma apresentação e eu que organizei metade dela.

— Eu te entrego hoje à tarde depois do trabalho. — Seulgi respondeu, curiosa para ver como estariam aquelas fotos, pois duvidava que Minhyuk teria feito um bom trabalho. — Agora anda logo, não se atrase para a sua super apresentação com as crianças. — Ficou na ponta dos pés e lhe deu um beijo na testa, seguindo de volta para atrás do balcão. 

— Ok, obrigado meninas. — Se virou para ir embora mas deu uma parada brusca e se virou novamente. — Ah, mais uma coisa... — disse. — hoje à noite vai rolar uma festa que um amigo meu organizou. Começa às 20:00h, por isso estarei na casa de vocês às 19h para podermos ir juntos. Beijinhos, até mais tarde. — Minhyuk sai da loja sem nem ao menos esperar uma confirmação das meninas.

— Você não precisava de uma festa, soju? — Minmi se dirigiu à amiga, também curiosa para ver as fotos que continham naquele pendrive. — Tá aí a festa que você tanto precisa.

— Graças a deus! — Seulgi respondeu, erguendo as mãos para o céu, fingindo agradecer o milagre divino que acabara de acontecer. — Hoje a noite eu vou tomar uns drinks e dançar até não ter mais forças pra andar.

Seulgi plugou o pendrive no computador para transferir as fotos. Abriu a pasta com o nome "Fotos do Minhyuk" e percebeu que entrou na pasta errada, pois só tinha selcas de Minhyuk. 

— Aposto que você já viu todas essas fotos — Disse Minmi. — Minhyuk te envia pelo menos umas 10 fotos por dia.

— Minhyuk tem uma coisa chamaa "amor próprio", algo que eu queria muito ter também pra tirar 1000 fotos por dia e gostar de todas. — Respondeu Seulgi, concentrada em achar a pasta certa.

— Ali, é aquela ali! — disse Minmi apontando para a tela do computador. — "Festinha Gay do Wonho", só pode ser essa. 

As duas trocaram olhares e deram rápidas risadas antes de finalmente abrir a pasta. Para surpresa de ambas, as fotos estavam realmente incríveis e com a resolução ótima, dando pra ver todos os detalhes. 

— Não é que o menino manda bem mesmo? — Minmi disse encantada enquanto Seulgi passa as fotos rapidamente, analizando todas. — Quando Minhyuk disse que...

— Pera aí! — Seulgi interrompe Minmi, voltando duas fotos e ampliando no canto direito. — Quem é esse barman dono do sorriso mais lindo do planeta Terra? — Seulgi aproxima o rosto do monitor para analisar melhor.

— Achei que o sorriso mais lindo do planeta Terra fosse o do Minhyuk. — implicou Minmi pela terceira vez no dia.

Seulgi a ignorou completamente e começou a copiar as fotos da festa para seu próprio pendrive.

— O que você tá fazendo? — Perguntou Minmi. — É sério isso? Você vai copiar as fotos do Minhyuk pro seu pendrive só porque achou um barman bonito? Você é patética, Seulgi.

— Minmi, fica na sua. Toma, termina esse trabalho e revela as fotos pro Minhyuk. — Seulgi ordenou. 

— Você não é minha chefe, minha querida. — diz. — Mas eu vou revelar só de bom grado. 

Minmi se dirigiu ao computador para começar o trabalho enquanto Seulgi atende um cliente que acabara de chegar.

...MAIS TARDE...

— Seulgi! — Minmi gritou batendo na porta do banheiro desesperada. — Seulgi! O Jiyong!!! Acho que ele morreu! — Minmi se prepara pra bater na porta mais uma vez quando a mesma se abre. A cena a seguir foi um pouco desconfortável. Seulgi com os olhos arregalados, pelada e pingando.

— COMO ASSIM VOCÊ MATOU O JIYONG? 

— Eu não matei o gato!!! Ele tá no sofá, não se mexe e não come há algum tempo e eu tô com medo de mexer nele porque se ele estiver mesmo morto eu não sei o que eu faria! — respondeu, com a respiração alterada por conta do desespero.

Seulgi saiu correndo até a sala e ao chegar, se deparou com Jiyong imóvel, da mesma forma que estava quando tinha chegado do trabalho. A preocupação começou a se tornar mais real e Seulgi, ainda molhada e pelada, cutucou o gato com receio do que viria a seguir. Para o bem de seu coração, o gato moveu levemente a pata dianteira. Seulgi suspirou aliviada por saber que seu gato estava vivo. Muito quieto... mas vivo.

— Mi, o Jiyong não tá morto. — gritou da sala para a amiga. — Mas acho que ele tá doente. 

Minmi apareceu na porta da sala, ainda preocupada com a situação do bichano. As duas dividem um apartamento pequeno, mas aconchegante. No mesmo dia em que se mudaram para lá, Jiyong apareceu no terraço, todo manhoso pedindo carinho. Minmi e Seulgi são completamente apaixonadas por felinos, por isso o adotaram sem pensar duas vezes. 

— Eu acho melhor levarmos ele ao veterinário — disse Minmi.

— Eu também acho. — respondeu Seulgi. 

Minhyuk nesse momento entrou no apartamento e se deparou com a cena mais aleatória de toda a sua vida. Minmi descabelada com uma expressão de espanto no corredor, encostada no vão da porta, um gato aparentemente confortável deitado no sofá e Seulgi, despida, pingando água de seus cabelos pelo chão. Ela parecia petrificada naquele momento, pois não moveu um dedo sequer.

— MINHYUK! — Minmi exclamou, assim que percebeu a situação constrangedora. — Você sabia que pode, sei lá... BATER NA PORTA ANTES DE ENTRAR? — correu para o banheiro, pegou a toalha da amiga, voltou para a sala e jogou a toalha na cara dela. — Toma, se cobre antes que essa situação fique mais estranha ainda.

Minhyuk ficou corado e se virou com um leve sorriso no rosto, ficando de costas para Seulgi. 

— Desculpa! — disse, num tom arrependido. — Achei que vocês já estivessem prontas. 

Seulgi finalmente enrolou a toalha em seu corpo e sentou ao lado do gato, acariciando-o levemente. 

— Minhyuk, fica de olho no Jiyong enquanto eu me arrumo. — pediu.  — Não tira os olhos dele! 

Minhyuk se dirigiu ao sofá enquanto Seulgi deixava a sala. Sentou ao lado do gato e o acariciou. 

— O que ele tem, Minmi? — perguntou, preocupado com a situação do bicho.

— Eu não sei! — respondeu, calçando o sapato. — Mas eu preciso levá-lo ao veterinário, tipo... agora!

— Eu conheço uma clínica veterinária que fica aberta 24hrs. Fica há uns 20 minutos daqui e os profissionais são ótimos. — disse Minhyuk. — Aliás, eu conheço um deles. Quer que eu vá com você?

Minmi pareceu satisfeita com a sugestão de Minhyuk.

— Tudo bem, você pode ir a festa com a Seulgi, eu sei me virar sozinha. — respondeu, sendo sincera. — Me diz o nome do seu amigo, vou pedir um desconto. — brincou.

— Procure pelo Kihyun. Baixinho de cabelo rosa, é fácil de reconhecê-lo. 

Minmi foi em direção ao sofá e pegou Jiyong, aninhando ele em seu colo. Pegou o endereço da clínica veterinária com Minhyuk e se dirigiu até a porta. 

— Aproveitem a festa por mim. — disse girando a maçaneta. — E fala pra Seulgi não extrapolar na bebida. Isso serve pra você também,  ok? — Minmi riu e fechou a porta.

Minhyuk permaneceu sentado no sofá até Seulgi retornar, dessa vez seca e vestida. Seus cabelos curtos e negros estavam soltos e úmidos, Seulgi vestia um vestido diferente, cheio de formas e cores, mas que caía bem em seu corpo e combinava bastante com sua personalidade. 

— Uau! — Minhyuk se levantou do sofá e caminhou em direção a Seulgi. — Eu estou impressionado! Desde quando você se veste bem assim? — Brincou.

— Tô aprendendo com você. — respondeu. — Aliás, você tá incrível também! 

Minhyuk vestia uma camisa tie-dye com um blaser verde escuro por cima, uma calça preta social e sapatos beges, normais. Minhyuk tem um ótimo senso de moda e com o tempo Seulgi foi adquirindo também, tudo por causa da convivência entre os dois.

— Minmi foi ao veterinário e disse pra nós não extrapolarmos na bebida. — Comentou. — Já são 20:17, que tal irmos andando? — Completou.

— HA HA HA — Seulgi achou graça do pedido da amiga. Pegou a mão de Minhyuk e o puxou, indo em direção à porta. — Minmi já está ciente de que eu preciso dessa festa e extrapolar é algo inevitável; Sempre acaba acontecendo, você sabe...


Notas Finais


Continuamos, sim ou não?


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