História Química - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chris Evans, Scarlett Johansson
Personagens Personagens Originais
Tags Capitão América, Romance
Exibições 41
Palavras 1.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - 5


Vesti uma calça jeans, a primeira camiseta preta que vi é uma sapatilha, peguei minha bolsa e sai do closet. D já estava vestido, fala ao telefone com alguém. Não estava gostando nenhum pouco de vê-lo daquela forma. Ele estava pálido, nervoso.O esperei desligar o telefone e fui até ele.
- Então o que ela teve?
- Um pré infarto.
- Mas ela está bem, não está?
- Minha irmã falou q os médicos já fizeram todos os procedimentos, agora ela está descansando.
- Tá vendo, ela vai ficar bem- Coloquei a mão em seu rosto,D estava gelado.- Se acalma por favor.
- Só vou me acalmar quando eu vê-la.
- Então vamos.- Segurei sua mão, descemos as escadas e saímos do apartamento.
Apertei o botão do elevador e ficamos esperando, não soltei sua mão por um segundo. Entramos e eu o abracei.
- Está me incomodando te ver assim.- Falei baixinho.
- Obrigado por tudo.
- Não me agradeça.-Dei um beijo em seu rosto.
Saímos do elevador e fomos em direção ao meu carro. Entrei no lado do motorista e ele do carona.
- Qual hospital ela está? 
- Hospital público São Gabriel.- Ele falou baixo. Era do outro lado da cidade, ficava em uma zona mais periférica.
Liguei o carro e dei partida. Durante o caminho D pareceu mandar algumas mensagens, ele foi me dando às instituições para chegarmos ao hospital. Era bem diferente o ambiente. Casas mais simples, o bairro bem populoso.
Em vinte minutos chegamos. Estacionei o carro perto do hospital, saímos.
- Eu não queria que viesse aqui.- Ele disse.
- O que? Por que? Eu só quero ajudar.
- Isso não é o seu mundo.- Ele fala cabisbaixo. Cheguei perto e segurei sua mão.
- Meu mundo? O que me faz diferente ou superior a qualquer pessoa aqui. Como eu te disse, só tenho a vida que tenho hoje porque batalhei, estudei.- apertei sua mão.- Eu tenho sentimentos D, não sou de ferro. Eu gosto de você, só quero seu bem, eu quero estar aqui com você.- Ele me deu um sorriso.
- Não sei como te agradecer minha Rosa.
- Não precisa agradecer. Vamos entrar.- 
Entramos no hospital de mãos dadas, fomos até a recepção. D informou a recepcionista o nome de sua mãe. A mulher muito sem educação nos enformou que ela estava na emergência, que só um de nós poderia entrar e mesmo assim quem estava com ela teria que sair. Nos afastamos da recepção, D mandou uma mensagem pra sua irmã.
- Você se importa se eu for lá? 
- Claro que não, pergunta mais besta.- Ele riu.
- Minha irmã vai trocar comigo, quero ver como minha mãe está.
- Eu te espero aqui, prometo.- D me deu um celinho. 
- Ninho...- Uma jovem veio até nós.
D a abraçou forte , ela começou a chorar.
- Calma Ninha, a mamãe vai ficar bem.
- Eu levei um susto.
- Imagino.- D esperou ela se acalmar. A jovem olhou para mim.
- Desculpa nem me apresentei.- Ela enxugou as lágrimas.- Prazer Ana Bela, mas me chama de Ninha. - Ela me deu um abraço.
- Prazer, me chamo Rosa.
- Eu sei...
- Vou entrar- D falou e se retirou.
- Como sabia o meu nome?
- O Ninho me falou de você, sei que é q delegada chefe, aonde o Ninho trabalha.
- Ata...
- Relaxa, eu sei de vocês.
- Sabe?- fiquei corada.
- Sei, eu e meu irmão não temos segredos um pro outro, o Ninho e como se fosse meu pai. Eu sei que ele estava doido em você desde o dia que entrou na sua corporação e ele me falou que vocês ficaram juntos.
- Ele não te contou os detalhes né?
- Claro que não.- ela riu.- eu nem quero saber.
- Que alívio.- Ninha era uma jovem muito bela, cabelos castanhos bem cumpridos, olhos escuros, era uma simpatia.
- Quer sentar ali?- Tinha duas cadeiras desocupadas.
- Quero. - nos sentamos e voltamos a conversa.
Falamos sobre várias coisas, Ana me contou que D cuida muito Dela e da mãe, que se não fosse por ele, elas passariam fome. D sempre quis fazer de tudo pelas duas, que o sonho dele e terminar a reforma da casa da mãe. Me contou também que ele sempre a incentivou a estudar, que correu atras para pagar um curso de inglês pra ela, que ele a ajuda a pagar a faculdade dê Direito.
- Eu fiz direito na URRJ-Disse 
- Eu faço lá também.
- É uma ótima faculdade.
- Eu adoro o campus, os professores.
- O que você precisar de ajuda é só fala comigo.
- Nossa Rosa eu agradeço.
- Você está em qual período?
- Sétimo.
- Ja está fazendo estágio? 
- Já sim. E com esse dinheiro que eu pago a metade da mensalidade.
- Vou ver o que consigo fazer pra te ajudar, um estágio melhor.
- Sério?
- Sim, você parece ser uma garota muito responsável.
- Ninha...- D veio até nos. Voltamos nosso foco total pra ele. Nos levantamos.
- Então irmão como ela está?
- O médico disse que ela vai para o quarto, se ela reagir bem ao tratamento até domingo ela pode ir pra casa.
- Graças a Deus.
- Vai lá ficar com ela, eu vou acompanhar a Rosa até em casa. Daqui a pouco eu volto.
Começamos a escutar gritos, uma moça na recepção estava totalmente alterada.
- MINHA FILHA ESTÁ MORRENDO...- Ela gritava com a moça da recepção, em seus braços estava um bebezinho, parecia ser recém-nascido.
- Eu não posso fazer nada, está cheio de pessoas na sua frente, tem que esperar.
- MOÇA  ela está ardendo em febre.- Comecei a caminhar em direção a mulher, D segurou meu braço.
- Aonde vai ?
- Resolver isso.- Ele me soltou.
Cheguei até a mesa da recepcionista.
- como você está vendo essa moça está com um recém-nascido nos braços, é um caso delicado e exige uma certa urgência. Um bebê recém-nascido com febre pode ser algo fatal se não for tratado com urgência, então trate a mão de chamar um dos pediatras desse hospital.- Falei ríspida.
- Quem é você pra falar desta forma comigo?
- Eu sou a penas a delegada da vigésima sétima DP- Tirei meu distintivo da bolsa- Também tenho a carteira da OAB, posso muito bem entrar com um processo contra a prefeitura, contra o hospital por negligência médica.- A recepcionista engoliu seco.- Você não está falando com nenhuma qualquer, o que está esperando pra chama um pediatra.- A recepcionista pegou o telefone e pediu pra chamar um médico.
- Moça eu nem sei como agradecer.- Disse a mulher com o Nenem nos braços.
- Não precisa agradecer é um absurdo esse descaso na saúde.
- Obrigada mesmo, eu e minha filha agradecemos. Vou rezar sempre pela senhora.
- Cuida dessa princesinha, já vai ser um grande agradecimento.- me afastei Dela.
- Nossa Rosa, adorei sua atitude.-Disse Ninha.
- Só fiz a minha obrigação.-D não falou nada, só ficou me olhando, com uma cara estranha.
- Vou te acompanhar até sua casa.- Ele disse.
- Não precisa, fica aqui.
- Então te acompanho até o carro.
- Ta bom.
Me despedi da Ninha e eu e D saímos do hospital.
Chegamos até onde o carro estava estacionado.
- Me mantém informada sobre a sua mãe, qualquer coisa me liga.
- Vou ligar sim.- D me encostou na pista da caminhonete e colou seu corpo ao meu. - Garota eu estou encantado com você, com suas atitudes, você é incrível.
- Exagerado.
- Não sou, o que você fez hoje por mim, por aquela moça.
- Mostra que eu tenho coração.-Disse brincando.
- Mostra que você é um ser incrível.-Ele fez carinho no meu rosto.-Quero sempre ser o seu segurança.
- Sempre?
- Sempre.

 



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