História Rabiscos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom), Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Karma Akabane, Kuroko Tetsuya
Tags Akakuro, Fuffly, Karma, O Shipp Não Tá Morto, Romance
Visualizações 61
Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu tinha comentado que pretendia fazer uma continuação para Traços, CHAAAA, aqui está ela! <3

E, vamos aos avisinhos e pequenas informações para vocês se situarem aqui:

∆ O capítulo de hoje é uma mera introdução, não tem tanta coisa acontecendo, MAAAAAAAAS, leiam amores, é importante! E você vai boiar nos outros capítulos se não ler esse, eheh.

∆ A ideia de enfiar o Karma aqui veio depois de eu ver uma fanart deles juntos. Eu achei que ficaria legal colocar o senhor Akabane aqui, ainda mais provocar uma rivalidade neles, por que né, da mais uma incrementada na história e eu não quero que ela acabe muito cedo. E sim amores, o Nagisa também vai aparecer, mas como ele não é principal na trama, eu decidi não colocá-lo nas tags nem personagens.

∆ Eu irei tentar, faça chuva, faça sol, eu gostando ou não do capítulo, postar toda semana! Irei tentar arrumar um dia certo e específico para isso, mas por enquanto, vai ser toda semana, tá? Eu vou me segurar com esses capítulos, se não eu posto toda hora, um em cima do outro, shikushiku.

∆ Esse capítulo foi escrito pelo celular, então ele pode tá uma merda a formação, amanhã eu irei revisar isso e ajeitar assim que ligar o meu computador.

∆ Vai ter lemon? Vai, eu decidi depois de muito tempo que vai! Eu JURO que vou tentar escrever um, mas saibam que vai ser lá pro final da fanfic, como se fosse um capítulo bônus. Tá? Mas lembrem-se: essa fanfic é focada em diabetes e em comédia.

∆ Sobre a capa, eu vou fazer uma amanhã, tá? Eu me recuso a editar algo por celular, por que eu posso saber TUDO de Photoshop mas me recuso a editar qualquer coisa por celular, computador > celular.

∆ Queria agradecer aqui pelos favoritos que vocês me deram em Traços, eu achava que ia flopar geral, mas não, eu fui recebida com muito carinho. <3 Inclusive, queria agradecer também aos que comentaram, vocês não tem ideia do quanto me motivou e do quanto foi crucial para eu tomar essa decisão! Então, o meu mais sincero obrigado! <3

E, no mais, boa leitura! ^^

Capítulo 1 - .depois do romance


Akashi estava nervoso, embora não houvessem motivos 'concretos' para isso, o garoto de madeixas ruivas não deixava de pensar em como ele estava lascado. O que aconteceu foi simples: Kuroko se declarou para ele e Akashi aceitou seus sentimentos, tal como confessou os próprios. Isso era muito bom, saber que era recíproco, mas ainda tinha um ponto negativo: nenhum dos dois tinha mencionado nada sobre namoro. Seijuurou não pediu o amigo-amante em namoro por pura vergonha e achar que uma quadra não era o lugar ideal... Tá, não foi por isso. O zelador viu os dois agarrados e quando o ruivo estava prestes a pedir o amante em namoro, o senhor gritou com eles, tanto que os dois saíram constrangidos daquela quadra. Depois não teve clima pra fazer isso, e ele nem ao menos conseguiu ficar sozinho com o garoto — a desgraça da Satsuki estava lá para impedi-lo, aquela garota irritante grudava que nem carrapato no azulado.

Akashi ficou limitado em apenas admirá-lo no resto daquela sexta-feira, e sem opções, estava passando o seu final de semana sem poder chamar Kuroko de 'meu namorado'. Exatamente por isso estava nervoso e ansioso. Amanhã veria o garoto, e não saberia o que dizer! O que faria? Como agiria? Como trataria Kuroko? Iria pedi-lo em namoro? Sem perceber, Seijuurou estava metido em um dorama do qual ele não era um protagonista decidido. Agora, ele encontrava-se agarrado ao travesseiro, o apertando e girando pela própria cama, enquanto esperava alguma empregada avisar-me sobre a chegada de seu primo a Tóquio, ou sobre a janta. E se tinha algo que estava doendo tanto quanto a sua cabeça, era a sua barriga. O de olhos bicolores estava morrendo de fome.

Aquilo persistiu, até ele finalmente tomar vergonha na cara e ir até a sala. Akashi estava tão de um jeito, que até as escadas 'infinitas' de sua casa ele praguejou. Quando chegou de lá, pode notar a presença de Masoami — diga-se de passagem, seu pai —, seus tios e seu primo. A quanto tempo não via os comerciantes internacionais? Se não estava enganado, o último local que 'visitaram' foi a Índia. É isso fazia quatro anos, Seijuurou não via o único primo há tanto tempo, se perguntava se ele ainda tinha cara de capeta — por que fato, Karma Akabane parecia um demônio em diversas ocasiões, na maioria delas na verdade. Mas isso não importava, quem se importa com visitas quando seu alvo é a cozinha? Ainda mais uma visita que misturou no seu shampoo tinta de casa e fez seu cabelo ficar duro e verde musgo por uma semana.

O garoto andou de fininho pelo canto da sala, tentando ocultar os olhares deles. Era nesses momentos que a habilidade do seu (futuro namorado) amigo-amante faziam falta, ainda mais quando o de olhos bicolores tinha certeza que o primo-traiçoeiro tinha lhe visto. Quando chegou na cozinha, viu que as empregadas estavam comendo já, e ele ligou os fatos: seu pai e suas empregadas tinham esquecido de lhe avisar sobre a comida. O sangue ferveu a cabeça e ele teria agido de uma forma muito ridícula se não tivesse contado até dez. Então, ele andou ate a governanta da casa e forçando um sorriso ele tentou ser no mínimo educado em sua pergunta.

— O jantar, Chiyo-san, ele já está pronto? — embora qualquer um percebesse toda ironia carregada nessa frase, foi o máximo que conseguiu.

— Você ainda não jantou, querido? — a velha senhora perguntou, e olhando para cara dele, ela constou que seu neto não tinha comprido o trabalho de chamar o ruivo. — Eu vou fazer alguma coisa para você agora filho, o jantar acabou por que o seu primo comeu quase tudo. Meu neto maldito deveria ter lhe chamado, sinto muito. — a raiva não persistiu depois dessa, Akashi gostava daquela senhora, ela era a mais legal e a única que não era falsa das empregadas de seu pai.

Akashi se sentiu satisfeito com isso, sorriu verdadeiro logo após. E, evitando ao máximo ir para a sala, ele ficou pela cozinha mesmo. Pegou uma cadeira da mesa e a colocou perto do fogão onde Chiyo fazia sua comida. Então iniciou-se uma conversa que o garoto deveria ter talvez com sua avó, mas nunca a teve pela senhora não gostar nem um pouco de si.

— E então, Seijuurou-san, como vai sua vida amorosa? Já encontrou uma garota? Ou, como meu neto, encontrou um garoto? E suas notas? Como estão? — ela perguntou sem parar, os dois eram um tanto 'amigos', dessa forma a senhora tinha liberdade para perguntar qualquer coisa e Akashi responderia sem dar desfeita. — Não sei por que pergunto sobre suas notas, eu sei que sempre tira uma nota perfeita. — a de cabelos grisalhos riu como sempre.

— Vamos dizer que eu encontrei uma pessoa. — o ruivo não especificou, apenas pelas outras mulheres na cozinha. Fofoqueiras de primeira, ele não queria que fosse assim caísse na boca de pai.

— Hummm... e você já falou pra ela? Também gosta de você? — a velha perguntou enquanto pega um tempero vermelho com um cheiro bom. Aquele era o preferido do Akashi.

— Sim, e... sim também. — o sorriso do garoto ficou de um lado ao outro do rosto, lembrar do acontecimento da quadra lhe deixava feliz, extremamente feliz.

Depois desse diálogo, os dois passaram a conversar sobre o neto da mulher — que não era muito chegado em Seijuurou, mas, mesmo assim, Chiyo queria saber se o neto estava estudando na escola, e não dormindo como fazia quando estava em casa. Depois de um tempo, Akashi finalmente pode sentir o cheiro de comida pronta. Só aquilo já lhe dava uma água na boca... ele realmente estava morrendo de fome mesmo. A senhora então pegou o prato dele e colocou em cima da mesa para empregados, e convidou as outras a se retirarem do cômodo — as expulsou mesmo.

— Isso tá muito bom, Chiyo-san! — elogiou a comida da senhora, ela não costumava cozinhar, havia outra encarregada disso, mas para o garoto a de cabelos grisalhos era a melhor cozinheira. — Acho que desse jeito vou comer tarde todos os dias, só pra você cozinhar pra mim. — brincou, a intimidade o fazia tornar-se mais amigo e mais brincalhão com as pessoas, embora não fosse tanto de brincadeiras. Akashi era um pouco mais ligado a sarcasmo.

— Oh, que isso. Eu já sou uma velha com um pé na cova não posso fazer isso o tempo todo para você. — devolveu no mesmo estilo, rindo logo após. — Garoto ou garota?

— Garoto. — respondeu, ele não tinha medo de falar aquilo para a mais velha, até por que, se não falasse com ela, com quem falaria. — E então, Chiyo-san... — o garoto resumiu de uma forma bem simples o que tinha acontecido e também seus sentimentos e dúvidas. — E aí, o que eu faço?

— É simples, se estiver com medo ou nervoso com o que falar faça uma carta. — ela sorriu e Akashi tratou de anotar mentalmente que precisava fazer uma carta. — Se isso não dê certo, você pode tentar pedir ajuda a um amigo seu, ou então pedir ele em namoro normalmente. Embora eu ache brega. — limpou a boca com um guardanapo, nem tinha percebido que comeu muito rápido. Mas não se importou tanto naquela hora.

— Obrigado, Chiyo-san! — falou e em seguida levantou-se da mesa. Deixou o prato na pia e escutou a senhora dizer que alguma servente aleatória viria lavar aqueles pratos.

Tudo estaria maravilhoso, ao menos se o ruivo tivesse conseguido voltar para seu quarto sem que os tios doidos o vissem. — Aí, o Seijuurou-chan está tão crescido, da última vez que o vi ele era tão baixinho... — sua tia fez o favor de comentar, ele pode até mesmo escutar uma risadinha de seu primo, que sempre foi mais alto que si, mesmo sendo mais novo. Ele esperava que aquela peste não tivesse crescido nada.

— Venha falar com seus tios, Seijuurou. — o homem também ruivo pediu, maldito fosse seu tio. Seu nem ia se importar se ele saísse e fosse para o seu quarto descaradamente.

— Boa noite tio, tia. — respondeu quase obrigado. Não gostava dos Akabane. Sangue do mesmo sangue, mas ainda eram odiosos. Ao menos no seu ponto de vista.

— Boa noite primo. — Karma falou com um sorriso amarelo também. E em segundos, o garoto fez alguns sinais com as mãos, "me tira daqui", em libras o outro ruivo pedia socorro.

— Acho que temos tanta coisa pra colocar em dia... — sua tia falou docemente, sorrindo e apalpando o lugar ao seu lado no sofá de couro, pedido silencioso para ir sentar-se lá.

 — Desculpe tia, mas eu tenho um trabalho enorme pra fazer. — o garoto suspirou fingido. — Talvez em uma próxima, foi bom ver vocês de novo, ao menos. — sorriu completamente falso, tão falso quanto os peitos de uma das veteranas de sua escola.

— Oh, que pena... — o tio se lamentou junto da esposa.

— Karma, Karma, vá ajudar seu primo. Assim ele pode descansar um pouco, veja isso como uma forma de agradecer pela hospitalidade. — a mulher de olhos cor de mel falou, e em seguida lá estava o ruivo levantando-se, suspirando em completo alívio.

Akashi e Akabane sumiram pela escada, em direção ao quarto do mais velho. Karma basicamente praguejou seus pais e seu tio em um idioma desconhecido para Seijuurou, o que não importou tanto, mas, ele não estava disposto a deixar o primo entrar o no seu quarto.

— Não se preocupa, eu não vou fazer nada. — a voz manhosa, arrastada e irritante de Karma fez-se presente, estava mais grossa agora, mas continuava igualmente irritante. É, ele realmente não se dava bem com o primo.

Akashi não se deu o trabalho de responder, se o fizesse a terceira guerra mundial aconteceria agora em sua própria casa. E se tinha algo que Akashi não queria hoje era mais dor de cabeça. Já bastava o pedido de namoro que teria que fazer a Tetsuya e nem sabia como, aguentar o seu primo era castigo demais até para o próprio Lúcifer. 


Notas Finais


só pra falar, deu três notas do meu celular esse capítulo cara, meu Deus, eu nem imagino o tamanho djsjajaja

Enfim, espero que tenham gostado. <3
E, ah, pra quem não leu a one, eu vou deixar o link no final das notas.
Eu adorei essa briguinha entre esses dois. Tipo, eles tem o mesmo gênio, iria bater de frente com certeza.
E, não me perguntem por que, mas eu queria MUITO enfiar referência a Naruto e a SasoDei, se você percebeu, só casa comigo. Melhor shipp daquele anime. <3
Então, até o próximo capítulo? Ou até os comentários?

Traços (one diabética delicinha): https://spiritfanfics.com/historia/tracos-10527116

Me mandem reviewwwwwws, tipo, me digam o que gostaram, dicas, ideias, criticas (construtivas tá? eu não quero chorar mais no banho HASUHAHAHSB) e, me dêem boa sorte com a minha inscrição para uma escola aí, pras provas também, por que eu preciso. Aí, aí.

Beijos e muito obrigada por ler. Amo você! <3


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