História Race of love - Corrida do Amor. - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, A Culpa É Das Estrelas, Ansel Elgort, Justin Bieber, Miley Cyrus, The Vampire Diaries, Um Amor para Recordar
Personagens Personagens Originais
Tags Corridas, Love, Race, Racha
Exibições 39
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, pessoas lindas e maravilhosas do meu coração.
Estou aqui para convida-las para um grupo no Whatsapp. Sei que são poucas as que comentam aqui e tal, mas eu acho que seria bom para todas nós se existisse uma comunicação maior.
Enfim, se estiverem interessadas deixem o número de vocês junto com o comentário e eu estarei criando o grupo.
Agora vamos ao capítulo que está bombástico.

Boa leitura,
Beijos e mais beijos.

Capítulo 18 - Uma dose de vingança.


— Quem você pensa que é? - Ashley gritou e eu me fiz de desentendida. Olhei para um lado e para o outro fingindo ver se tinha mais alguém e depois apontei para mim mesma.

— Desculpa. Ta falando comigo? - Ela riu falso e eu revirei os olhos. Quanto drama.

— Loira é burra mesmo, meninas. - Ela falou para as amiguinhas dela que riram. — Claro que é você, querida.

— Ata. - Sorri para ela. — Respondendo a sua pergunta anterior: Eu não penso que eu sou ninguém, flor. Eu tenho certeza que sou Hailey Richards, a "loira burra" que arrasa contigo na hora que quiser. - A festa toda havia parado para prestar atenção em nós duas. O murmúrio sobre o que estava acontecendo era alto. 

Nesse momento Becca surgiu ao meu lado como uma aparição e se eu não estivesse tão focada no projeto mal feito de Barbie na minha frente com certeza teria tomado um susto.

— O que essa vagabunda ta querendo com você, amiga? - Perguntou ela.

— Sei lá, Becca, eu não entendo idioma de piranha. - Assim que eu falei isso ouvi um coral "uuuuuu" e risadas das pessoas que estavam prestando atenção. Ouvi até um "arrasou" de uma menina que estava perto de nós.

— Piranha aqui só tem você, querida. - Ashley falou, mas eu percebi que ela havia se sentido ameaçada com as minhas palavras.

— Vamos lá, então! Já que você diz tanto que sou piranha, me explica o motivo! - Falei e ela ficou nervosa.

— Mal chegou na escola e foi logo dando para o popular só pra ficar polular também, ridícula. - Ela fez uma cara de nojo e eu vi Becca se segurar para não voar na garganta dela. — Ganhou seus quinze minutos de fama, agora já pode se retirar.

— Sabe o que eu sinto por você, garota? Eu sinto pena, sério. - Naquela hora eu não me segurei, falei tudo que estava preso na minha garganta. — Está toda bravinha ai porque o Kyle terminou com você e agora você não pode ver ele com ninguém que fica com ciúmes. Kyle e eu não temos nada, mas isso não é da sua conta, não é? Afinal ele é solteiro e livre para ficar com quem ele quiser, meu amor. - Eu ri e ela soltou um som meio estranho, quase um rosnado. — E para sua informação eu não preciso de quinze minutos de fama, eu não sou que nem você que faz tudo por atenção.

— Você é uma vagabunda, garota!!! - Ela gritou. — Eu vou matar você!!! - Eu ri de deboche e nessa hora ela voou em minha direção com uma fúria irredutível, mas um garoto do terceiro ano que eu não sabia o nome segurou ela pela cintura antes que ela chegasse perto de mim. Ficamos cara a cara e eu sussurrei para que só ela ouvisse.

— E eu sou tão importante para ele que andei no carro que você nunca andou, querida. - Mandei um beijo para ela e nesse instante, eu não sei como, mas Ashley se soltou do garoto e me derrubou no chão, ela caiu junto comigo e nós rolamos pela grama úmida.

Eu ria enquanto ela tentava enfiar a unha no meu rosto - um sinal claro de que eu não estava nada sóbria -. Em um simples golpe fiquei por cima dela, me sentei encima de sua barriga e segurei suas mãos. Ela tentava sair de qualquer jeito, mas eu a prendia.

— Você queria me matar? Por causa de homem? Sério isso? - Eu ria. Estava bêbada, então não tinha muita consciência do que eu estava fazendo. — Mata agora, vadia!!! - Cuspi na sua cara.

Nesse momento eu senti meu cabelo ser puxado e me arrancarem de cima dela. Havia sido aquela amiga da Ashley, descendente de japonês - cujo o nome eu desconhecia -, que tinha me puxado.

Vi Becca ir para cima dela, mas não vi nada da briga delas porque logo em seguida Ashley me derrubou no chão novamente e conseguiu acertar um soco no meu rosto, porém eu não fiquei por baixo muito tempo e logo estava por cima de novo. Fiquei em pé e esperei ela levantar, estávamos perto da piscina então resolvi que minha vingança seria naquela hora.

Empurrei ela para dentro da piscina com toda a força que eu ainda tinha.

— Toma seu banho ai, vadia! - Gritei quando ela submergiu e mandei dedo do meio para ela.

Kyle estava vindo em minha direção - parecia preocupado -, mas eu o ignorei.

De repente as coisas começaram a ficar lentas em minha frente, as batidas do meu coração se aceleraram e eu não vi muita coisa depois disso, porque tudo em volta de mim começou a rodar e girar, minha cabeça doía muito e a última coisa que eu vi antes de desmaiar foi Kyle me pegando no colo antes que eu atingisse o chão e em seguida tudo ficou preto e eu desmaiei.

***

Abri os olhos e fitei o teto branco acima de mim. Eu sabia que não estava em casa por conta do barulho dos aparelhos em volta de mim, mas eu preferi não olhar.
Achei que se eu não visse eu podia fingir que não estava em um hospital, mas não funcionou muito bem porque logo uma enfermeira entrou no quarto para me examinar.

Ela disse que eu havia desmaiado por não ter ingerido nenhum tipo de alimento antes de beber e também pelo estresse ao qual eu passei com a briga que tive com a Ashley.

Eu só precisaria ficar uma noite no hospital em observação para ver se eu teria alguma reação alérgica aos remédios que eles haviam me dado e na manhã seguinte estaria liberada para ir para a minha casa.

Minha mãe, Suzan, havia passado a noite no hospital comigo e ela me contou que Kyle não tinha saído um segundo sequer da sala de espera enquanto esperava por qualquer notícia minha e ele só havia ido embora depois que minha mãe o convenceu que eu estava bem, mas que ligaria caso acontecesse qualquer coisa.

Quando voltei para casa no dia seguinte encontrei meu quarto infestado de buquês de rosas brancas maravilhosas. Era minha flor preferida.
Havia um cartão em meio as flores, eu o peguei e abri.

" Espero que esteja melhor, baby.
Você é muito especial para mim, não esquece disso nunca!

Kyle."

O conteúdo era pequeno, mas o significado daquele cartão e de todas aquelas flores era muito maior do que parecia, eu só não entendia ainda.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar.
Beijos e mais beijos :*


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