História Racismo de sangue. - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
Visualizações 2
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Alguns sentimentos aperecem e as coincidências acontecem.

Capítulo 10 - Quase toda verdade - Parte 2 -


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 10 - Quase toda verdade - Parte 2 -

Mattheo Blanc

— Como assim?! — Perguntava já dentro  do carro meu irmão.

— Eu fique preocupado  de você marchar mais ainda o nome da nossa família com um caso, então pedi para Simon vigiar a ômega, para descobri quem ela era, mas ninguém comentava nada naquele hospital nem os parentes dela apareceram. 

— Não?

— Não, mas isso não vêm ao caso o cio dela ainda não acabou e parece que o cheiro dela se espalhou por todo  lugar e um alfa louco está tentando entrar no quarto e a tomar para si.

— Pisa logo nesse acelerador.

— Pode deixar.— Depois que Ed estacionou de qualquer jeito de frente ao hospital corremos para a recepção.

— Boa tarde gostaria de ver a paciente Huna Eldora Bla... Berttini.

— O que o senhor e dela?

— Marido.

— Oh graças a Deus, sigam para o nono andar e a última porta isolada no corredor, vou avisar o doutor e os seguranças, mas vá. – Assim que a ouvimos corremos para o elevador.

— Mattheo e se o alfa já ter entrado?

— Ele vai morrer. – Apesar de Huna ser minha no papel, não poderia brigar por ela se alguém a marca se, a marca vale mais que qualquer documento ou palavra.

— As portas vão se abrir. — Como Itam disse elas se abriram e eu corri para o último quarto no corredor.

— Saia daqui alfa idiota, aquela ômega é casada.– Um segurança explicava enquanto segurava um homem moreno de cabelos claros.

— ME DEIXEM ENTRAR!

— Saia daqui! — Outro segurança o arrastava, mas ele se soltou e correu até a porta.

— Mattheo! — Eu não sei como o alcancei tão rápido, quando olhei em seus olhos vi sua íris vermelha.

— MINHA ÔMEGA.— Falei usando a voz de alfa e o joguei longe. — SAIA DAQUI E NUNCA MAIS TENTE TOCAR NELA!— Ainda sentia toda a adrenalina no meu sangue não conseguia me acalmar, estava com raiva.

— Irmão se acalma, ele já foi ela está bem olha. — Ele apontou para porta que estava aperta havia uma enfermeira nós encarando e atrás de si uma cama com Huna em cima dela.

— O cio dela acabou agora senhor, pode entrar. já a demos banho e a recepção falou que você vinha, o Dr.Romy vai chegar daqui a pouco.

— Vamos Mattheo, quero conhecer minha cunhada. — Ele me puxou e cheguei perto da cama.

— Por que ela parece tão frágil? — Perguntei a enfermeira.

— Ela sentia dor mesmo com os sedativos, por isso o cheiro não sumia completamente. Eu não aguentaria um dia da dor que ela sentiu desde sábado passado.

— Coitada. — Meu irmão disse mexendo no cabelo da ômega.

— Oh o doutor chegou. 

— Boa tarde eu sou o médico que  atendeu sua esposa. — Um alfa? – Eu preciso falar com o senhor sobre o estado dela. 

— Meu irmão pode ir junto?

— Depois você me conta eu vou ir ver Simon e volto para cá. – Ed se justificava saindo da sala.

— Okay me siga, vamos conversa lá fora.

— Pode falar doutor já estamos fora do quarto.

— Você tem ideia da dor que sua ômega sentiu? Ela poderia ter morrido senhor, ela me disse que os cios dela ocorrem desde os dezasseis anos. Ela se nega a fazer algo natural para nossa espécie a sete anos, o corpo dela está no limite. Se ela não passar o próximo cio com um parceiro e se sedar ela morre entendeu?

— É tão grave assim?

— Ela sente duas vezes mais a dor de uma ômega comum as ômegas lúpus três vezes mais. Ela pode ser a "abençoada" com sangue puro, mas isso não é nada se comparado a dor. Não sei qual o significado da aliança que carregam, mas espero que esteja consciente, que se não for você será outro alfa, e durante o ato ele pode marca lá, ou ela se nega e não sobrevivi. 

— Senhor a paciente acordou.

— Vamos. — Entremos novamente no quarto, o cheiro de Huna já estava normal, mas me trazia uma sensação boa da mesma forma.— Bom dia senhorita Huna. — O médico foi para perto dela. – Consegue mexer seu corpo? — Ela negou e eu me assustei. — Isso é normal daqui a pouco os movimentos voltam, vou checar seus batismos e sua pressão. — Ela se mantinha calada e com os olhos fechados. — Não a nada de errado, mas você só poderá ganhar alta quando eu receber o resultado da amostra de sangue que tiramos de você ontem. Vou deixar vocês sozinhos.

— Huna? — Fui até ela que agora encarava o teto.

— Oi.

— Meu irmão descobriu que casamos, mas é só isso.

— Tudo bem, todos devem descobri hoje Mattheo, meus pais viram me buscar daqui a pouco.

— Mattheo? — Ed apareceu na porta.

— Entra. — Quando ele entrou ela o olhou.

— Você não é o menino do...

— Café? Sou sim, também sou irmão do seu marido.

— O que?! Aí... Me ajuda a sentar na cama por favor? 

— Pronto.

— Obrigada. Então é por isso que o achei tão familiar, vocês são idênticos aos seus pais...

— Com licença, eu trouxe o café da tarde da paciente e algumas vitaminas. — Uma enfermeira baixinha dizia entrando no quarto, ela colocou a bandeja no colo de Huna. — Você já consegue mexer os braços? — Ela 

negou.— Quem é o marido dela?

— É ele.— Eduard apontou para mim.

— Ótimo a alimente. — Entregou me uma colher junto de um potinho com salada de frutas e saiu.

— Escutou a dona, anda é bom que vocês me contam tudo.

A medida que ajudava Huna a comer íamos contando a Ed desde o princípio sobre o acordo, que inicialmente começou com a regra que ninguém de nossas familias deveria saber dele. Bom essa já foi quebrada e eu temo que mais duas sejam.

— Não acredito nisso... Eu sei que nossos pais sempre quiseram unir a famílias Blanc e Berttini, mas eles nunca o obrigariam Mattheo, pelo menos não agora.

— Eu sei, mas não tinha nada a perde.

— E meu pai já me pressionava para isso, porém ele não sabe que levei a ideia a frente, na cabeça dele eu ainda nego tudo.

— Mas eles vão descobri semana que vêm Huna ou pior eles já sabem. Como vão lidar com isso? Não foi precipitado de mais? Vocês nem sabiam quem era quem... Oh talvez isso ajude.

— Como assim?

— Vocês já estão juntos no papel, mas não tem marca ou seja vocês podem se separar.

— Nós sabemos disso, mas nós unimos para ajudar a empresa Eduard, como é que vamos abandonar o barco agora em?

— Eu sei, mas nosso pai, a saudade dele está ruim, se ele ficar triste e achar que você fez isso porque ele não é capaz de mudar o sangue que carregamos? Vocês precisam esconder isso mais um pouco.

— Eu entendo você Eduard, mas eu pensei bem não aceitei isso só para ajudar sua empresa. Como disse a seu irmão antes eu poderia muito bem deixar tudo do modo que está e seguir.

— Então qual é?

— Eu não...

— Senhorita Huna, seus pais já estão aqui.



Notas Finais


O que acharam? Será que Mattheo vai se apaixonar primeiro? Comenta aqui!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...