História Racismo de sangue. - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 870
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Está me dando uma dó da Huna, mas ela e Mattheo parecem bons amigos agora.

Capítulo 12 - Eu posso


 

Huna Blanc

 

Ainda não tinha o número de Mattheo então assim que cheguei em casa entrei em contado com sua secretária dizendo que queria marca uma reunião e precisava falar com ele, no final ela o me deu sem muitas cerimônias e agora estou indo encontra ló na casa de Eve.

— Aonde você vai filha? Você acabou de sair do hospital.

— Só preciso pensar um pouco pai.

— Por que sinto que está escondendo algo de mim?

— Bom seu eu estivesse não séria a única a esconder algo não é pai? — Ele ficou quieto.— Estou indo.— A única coisa que levei comigo foi dinheiro para a passagem e  meu celular.

Assim que desci do táxi vi um carro preto parado de frente ao restaurante em que estive da última vez.

— Você deveria estar descansando em casa.— Mattheo disse saindo do carro que olhava.

— Eu sai do cio não de uma luta.— Ele ainda mw olhava preocupado, talvez eu senti se menos dor em uma luta. — Estou bem, agora vamos entrar não comi ainda.

— Imprudente.

— Huna! — Senti Eve me abraçar assim que entrei no local.— Oi Mattheo.

— Oi Huna será que pode pegar o papel? - Ele a pediu.

— Claro sentem em uma mesa ali no canto a casa está cheia hoje.

— Obrigada. — Quando a perdemos de vista nos dirigimos ao uma mesa perto dos fundos do restaurante.

— O que vão querer? Temos disconto para casais. — Olhei para cima e vejo Carlos rindo de nós.

— Ah muito engraçado, mas v aceitar o desconto. — Fiz meu pedido e esperei meu Mattheo fazer o dele também.Depois de alguns minutos Eve veio até a nossa mesa com uma pasta.

— Aqui a certidão de casamento de vocês.

— Obrigado.

— Já fizeram os pedidos?— Afirmamos e ela puxou uma das cadeiras que estava sobrando na mesa e se sentou do meu lado. — Então como foi a reação de seus pais ao descobrirem o casamento?

— Aqui estão os pedidos. — Carlos colocava os pratos na mesa e logo após puxando uma cadeira assim como Eve e se sentando do lado de Mattheo que o olhou assutado. — O quê? Sou o dono daqui.

— Respondendo a pergunta de Eve, eles não sabem ainda.

— Como não?

— Fui no cartório e parece que eles nao mandaram a cópia da nossa certidão para as empresas.

— Por quê? 

— Disseram que a demanda de uniões foi bem grande, o que fez as coisa saírem da ordem, temos mais suas semanas.

— Então como você vai ajudar ele Huna?

— Vou me apresentar como uma amiga, o pai dele provavelmente nem sabe o que ocorreu na reunião que ele teve na empresa do meu pai, posso inventar algo, ai apresento para eles investidores fora do pais, pelo que pude avaliar os negócios sempre são feitos em solo nacional. 

— E seu pai?

— Ele vai ficar desconfiado, mas eu disse que daria um jeito de ajudar, posso me passar por Huna Blanc lá fora, mas aqui dentro continuar como Huna Berttini até que eles descubram ou até possamos contar sem correr o risco do pai de Mattheo passar mal.— Disse olhando para o alfa que me observava.

— Você é bem precavida.

— Não é por mal, mas ainda acho que Huna vai sair perdendo nessa história.

— Eu tenho vinte dois anos Eve, posso sair ganhando algo depois.

— Como o quê? — Mattheo perguntou levando as sombrancelhas.

— "Meu bem" quando as duas empresas estiverem bem e você ter acabado a faculdade eu vou tirar férias durante um ano.

— Nos parece que nunca tirou férias. — Carlos riu.

— Mas eu nunca tirei. — Eles me olharam assustados. Não era mentira não era só a dor do cio que poderia me matar meu estresse era liberado quando ele chegava e tudo ficava pior.

— Então faça isso pelo amor dos céus, não quero me sentir culpado se um dia você desmaiar por ai.

— Pode deixar, agora se me permitirem irei comer, porque as próximas semanas não serão tranquilas.

Os dois continuaram na mesa falando sobre várias coisas com Matthew, tentava entender mas eu cresci no meio do que eles cresceram.

No final da noite Mattheo quis me levar para casa, porém seu cheiro de alguma forma ficaria em mim.

— Eu posso chamar um táxi sabe.

— Eu sei. Vou esperar ele aparecer e depois vou.

— Não precisa cuidar de mim Mattheo.

— Não estou, sabe o seu médico falou comigo, ele estava preocupado.

— Ah eu conversei com ele também, ele vai procurar remédios que tenham um efeito melhor.

— Remédios? Sabe que isso perde o efeito não é?

— Eu sei.

— Nós estamos casados eu posso, sabe.

— Não precisa, vamos mudar de assunto isso é vergonhoso, tanta coisa que podia acontecer com a nossa genética tínhamos que ter um ataque se não durmimos com alguém? Fala serio. — Ele riu.

— Seria legal se virasemos lobos, imagina seria ótimo.

— Você gostaria de virar um?

— É um sonho, quando era pequeno acreditava nisso.

— Eu também. — "Até descobri que poderia virar um." — Oh o táxi que chamei chegou. Até algum dia.

— Vou voltar para faculdade semana que vêm.

— Isso é ótimo. — Gritei da janela do carro enquanto acenava.

— Huna!

— O quê?!

— Obrigado! — O vi sorri e aquilo me alegrou, seu semblante já não era de uma pessoa triste. "Só preciso aguentar um pouco mais, mas será que consigo?"

 

 


Notas Finais


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