História Racismo de sangue. - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"O amor verdadeiro mantém um lobo vivo."

Capítulo 13 - Saudade


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 13 - Saudade

Huna 


Após uma semana consegui convencer o senhor Blanc a aceitar minha ajuda, aos poucos novas reuniões foram marcadas, sempre que tinha tempo comparecia afinal os empresários estrangeiros me conheciam pelo sobrenome do meu marido, falando nele nem o vejo, as vezes vejo Eve e seu pai porque fugo de casa para comer lá, a comida de Carlos e melhor que a da minha mãe que inclusive está m perdendo dentro de casa agora.


— Você precisa parar filha.

— Não posso tenho reuniões nas suas empresas hoje.

— Por quê? Os Blanc são nossos amigos, mas não  precisa se esgotar por causa deles. 

— Mãe a empresa deles deu um grande aumento na entrara de lucros na última semana. Sabia que alguns funcionários ganharam até aumento?

— Só por hoje para.

— A reunião é as nove, não posso parar.

— Vêm. — Ela pegou minha mão e me levou até o jardim. — Quando os seres humanos começaram evoluir geneticamente não sabíamos no  que íamos acabar nós  transformado, alguns viram betas, outros alfas e nós...— Me encarou e sorriu. — Ômegas, achávamos que era só isso, mas então veio a diferença de  sangue, alguns acham que só os ricos são puros, sabemos que não é verdade a...

— Família Blanc não é.

— Isso, mas nós só somos um pouco mais fortes, estamos no muro entre os comuns e os lúpus. Os lúpus podem virar lobos feras e nós por algum motivo puxamos isso. Você sabe que os de sangue puro não podem, esse tipo de sangue só nós permite ser mais forte, ágeis e nós faz sentir mais dor. — Gargalhei.

— É como.

— Mas também faz com que nossos sentimentos sejam sentidos em dobro.

— Eu sei.

— Então aproveita que seu pai e seu irmão não estão e se transforma.

— Vou me atrasar mãe.

— Vamos! — Concordei indo até um pequena casinha no canto do jardim, se me transforma se com minhas roupas as perderia então assim que fechei a porta as tirei.

Aos poucos sentia as batidas do meu coração aumentar e o sangue correr mais rápido em minhas veias. Ouvia meus osso se contorcerem, mas não doía meus músculos apenas relaxavam. Tudo em minha volta ficou maior então sai daquele lugar.

— Ah que saudade de ver essa bolinha de pelo.— Fui até minha mãe sentado me na sua frente. Ela fazia carinho em meus pelos negros enquanto me abraçava. — Eu senti saudades de você. — Lambi seu rosto. — Ah que nojo filha isso não, você vai encovar esses dentes. Depois de alguns minutos brincado, voltei a minha forma humana e já vestida sai a deixando no quintal como da última vez em que soube que iria para outro pais estudar porque ela e meu pai, não tiveram coragem de me falar a verdade.




Notas Finais


Particularmente imaginar a transformação dela é a maneira fofa que ela e sua mãe brincaram nesse capítulo, deixou me bem feliz e vocês? Como ficaram?


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