História Racismo de sangue. - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gosto de colocar a visão de outros personagens, espero que gostem.😁

Capítulo 14 - "Um velho"—Edmund Gorey Blanc


 

No início estranhei o fato da filha de Tomás querer ajudar em minha empresa ao ponto de se dedicar meio período a reuniões só para conseguir investidores. Fiquei realmente feliz por ver que o esforço dela estava fazendo as coisas andarem por aqui, mas mesmo assim decidir esclarecer algumas dúvidas. Peguei meu celular e disquei o número de quem poderia saber o que estava acontecendo.

 

— Tomás?

— Edmund? Aconteceu algo? — Perguntou do outro da linha.

— Sua filha está ne ajudando muito, mas eu queria saber por quê? Ela marcou uma reunião hoje as nove, com novos empresários. Isso é ótimo, porém não acha estranho?

— Eu também achei estranho, porém ela disse que queria ajudar.

— Você não a forçou não é mesmo? Não falou nada que a fizesse querer ajudar um velho né?

— Não vou mentir, eu falei algumas coisas com ela sim, estou até preocupado que ela tenha levado a idéias a frente, eu já a fiz sofrer de mais, no entanto minha filha não faz nada sem pensar, se ela está aí se esforçando é porque realmente quer ajudar.

— Espero que sim, ela é uma boa menina, meu filho voltou a frequentar a faculdade por causa dela, já que ela me ajuda ele estuda.

— Os dois andam juntos por ai?

— Ah não quando ele aparece ela já se foi.

— Entendo...

— Por quê? Acha que os dois estão juntos?

— Você não é bobo meu amigo também deve ter notado algo.— Suspiro alto.

— Espero que o que tenha notado seja bom Tomás.

— Eu também amigo, eu também, se não irei me culpar até a morte.

— Não seja dramático.

— Senhor a senhorita Huna chegou e já está indo até a sala de reunião. — Minha secretária me avisou da porta do escritório.

— Sua herdeira chegou.

— Ótimo, diga a ela que não precisa vim para empresa hoje.

— Tarde de folga?

— Sim, cuide de minha filha.

— Se ela cuidar bem do meu filho. — Rimos e eu desliguei o telefone indo até onde Huna estava.

— Bom dia senhorita Berttini.— Falei a vendo sentada na última cadeira da sala de reuniões, mas ela não me ouviu.— Bom dia Huna.

— Ah! Bom dia senhor Edmund.

— Está tudo bem? Seus olhos parecem estar brilhando. — Comentei ao ver o tom negro dos seus olhos ganhar um brilho diferente.

— Tive uma conversa com minha mãe.

— Isso é muito bom, podemos começar a reunião?

—  Claro. — Após duas horas conseguimos mais um investidor com sucesso. Aos poucos todos foram saindo da sala.

— Huna, seu pai disse que está liberada essa tarde.

— Entendo, que dia é hoje?

— Sexta feira, por quê?

— Nós últimos dois meses muitas coisas tem acontecido em uma sexta feira. — Disse sorrindo e saiu da sala. Olhei para o relógio em meu pulso que marcava onze horas, a hora exata em que meu filho disse que estaria aqui. Será que eles vão se esbarrar por aí?

 

 


Notas Finais


Ficou bem curtinho de novo, vou tentar escrever mais.


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