História Racismo de sangue. - Capítulo 15


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello mais um capítulo prontinho.

Capítulo 15 - O talvez pior jeito de saber


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 15 - O talvez pior jeito de saber

Huna 


Assim que deixei a empresa dos Blanc me d sqirigi até um ponto onde poderia pegar um táxi senti uma extrema sensação ruim, não sabia o motivo, meu peito doida e minha mãos se tornaram frias. "Será que devo ir para casa?"

- Senhorita! - Olhei para o lado um homem alto estava falando comigo, mas ele não usava sua voz de alfa.- Seu táxi chegou. - Olhei para rua e vi que o motorista dentro do carro estava esperando.

- Ah obrigada.- Entrei no táxi tentando me acalmar.

- Para onde vai.

- Restaurante Hopes. 

- Okay.- Mesmo após já estar sentada no carro sentia a sensação em meu peito aumentar. " Espero que Eve me distraía.


Théo Berttini


Estava de frente a empresa do meu pai esperando Sol, sair para almoçarmos, minha ômega reclamava que não estava recebendo atenção da minha irmã que então decidi acompanhar mais um pouco durante o dia.

- No que está pensando? - Ela perguntou me beijando.

- Em você em Huna.

- Nem me fala, hoje nem a vi seu pai seu folga para ela, achei que depois que ela volta se íamos poder ficar próximas de novo.

- Ela mudou muito não é? - Ela confirmou me puxando para o restaurante do outro lado da rua.

- Eu não sei as vezes ela parece um alfa, nem maquiagem ela passa sabia? - Sol reclamava enquanto esperávamos os pedidos chegarem.

- Aquele internato mudou minha irmã, sabe as vezes fico pensando se eu fosse o primogênito provavelmente não teria sido mandado para aquele lugar como ela foi só porque meus pais ficariam com medo de sofrer com a doença da minha mãe.

- Você é um alfa meu amor é mais forte por natureza e você sabe que seus a mandaram para lá, porque a ligação que Huna tem com sua mãe a deixaria abalada de mais ao ver a mais velha sofrendo.

- Eu sei, mas ela sofreu mais lá do que sofreria aqui, não tendo ninguém com ela, agora que voltou não para um minuto.

- Não fica mal hum, olha a comida chegou. - Olhamos para o garçon que sorria gentilmente. Ao longo do jantar falamos de tudo um pouco, as vezes Sol voltava a falar de Huna, amo o jeito que ela quer proteger minha irmã, mas nós dois sabemos que ela é forte.

- Amor seu celular não para de tocar, está me trocando em?- Brinquei e recebi um beijo em resposta.

- Como posso troca o amor da minha vida.- Sorri e ela atendeu o telefone.- Oi. ..Ham?... Okay estou voltando imediatamente.

- O que foi?

- Parece que o telefone do escritório da Huna não para de tocar, querem que eu vá logo ver porque tenho a chave extra.

- Tudo bem eu vou com você e aproveito e vejo meu pai, quero conversa com ele.- Paguei a conta e a levei até o prédio do nono andar conseguia ouvir o som do telefone de Huna. - Por que não para de tocar? 

- Eu não sei.- O prédio tem onze andares, o andar do meu pai é o ultimo Huna fica logo abaixo.- O telefone parou.

- Devem ter desistido.- Mesmo pensando isso seguimos até a sala da minha irmã, a sala estava aberta.

- Pensei que só você tinha a chave.

- Tirando eu só seu pai e Huna tem.- Sol explicou entrando na sala e eu a segui logo atrás, encontrando meu pai mais pálido do que nunca carregando uma expressão de espanto e medo. Não tivemos tempo de perguntar quando vimos o alfa mais velho já havia ido ao chão com o telefone que atendia.

- PAI!

- SENHOR BERTTINI!


Eduard Blanc


Depois que meu irmão saiu para ir em uma reunião com meu pai, após passar a manhã toda estudando para uma prova na faculdade, fiquei sentado no sofá pensando nele e em Huna. Os dois nem se viam mais, eu sei que se uniram por um contrato, mas poxa eles nem conversam, ninguém sabe que estão juntos, parece que nem estão ligados pela lei.

- No que está pensando?- Senti braços rodearam e me assustei.

- Ah Simon que me matar?! Como entrou aqui?

- Sônia abriu a porta para mim porque meu namorado estava no mundo dele. - Sônia é uma amiga da família apesar de ser a faxineira que trabalha aqui duas vezes na semana. 

- Mas não chega assim do nada!

- Não cheguei do nada, fiquei cinco minutos ali parado e você não nem notou, no que está pensando meu amor.- Deu ênfase no "meu amor." 

- Estava pensando no meu irmão, ele parece tão frio em relação ao casamento dele com a Huna.

- Os dois não estão se falando?

- Não e eu não consigo entender isso afinal os dois se casaram.

- Quem diria Mattheo Blanc casado.

- O QUÊ!? - Ouvimos um grito e pulamos do sofá.

- Mãe... Eu... Eu achei que estava dormindo.

- Seu irmão se casou? Me responda Eduard!

- Sim mãe.

- COM QUEM? - A mais velha usou sua voz de alfa.

- Com a filha Do tio Tomás.

- HUNA?! - Após gritar o nome de dela minha mãe foi até o telefone e discou algum número. - Alô? Ella eu tenho que conversa com você... O quê? 

- O que foi mãe?- Perguntei preocupado.

- Ligue para seu irmão o "sogro" teve uma ataque cardíaco.

- TIO TOMÁS!?

- Sim Eduard, anda vamos para o hospital, você também Simon.- Eu e ele concordamos seguindo para o carro. - E não pensem que vão sair impunes por me esconder que ganhamos mais um membro na família.

- Foi um prazer te conhecer amor. - Simon sussurou em meu ouvido.




Notas Finais


O que acharam?


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