História Racismo de sangue. - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Até que fim esse capítulo passou de mil palavras.Uhhhhh
Desculpa os erros de português pessoas.

Capítulo 16 - Confusões


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 16 - Confusões

Eduard Blanc 


Simon e eu tivemos que aguentar as reclamações de minha mãe, que realmente eram válidas, mas deveriam ser direcionadas ao meu irmão e não a mim. Nunca vi minha progenitora tão alterada as vezes ela chorava falando que eles deviam ter se unido na empresa em outras dizia que ia matar eles.

Após meia hora no trânsito quase sofrendo acidentes toda vez que mais velha avançava um sinal vermelho, chegamos ao hospital.

— Com licença queremos notícias do Senhor Tomás Berttini.

— Ele está no quarto, o médico ainda está o atendendo, vocês podem esperar no corredor do quinto andar alguns parentes estão lá senhora.

— Obrigada. — Entramos no elevador e depois seguimos para o lugar falado.

—  Ella! — Minha mãe correu é abraçou a Tia Ella, que estava chorando baixinho.

— O que aconteceu Théo?

— Ele teve um mine ataque cardíaco, mas não sabemos porque, ele desmaiou ao atender o telefone do escritório de Huna é o pior não conseguimos entra em contato com ela.

— Será que ela está bem? — Simon perguntou baixo.

— Não sabemos o senhor Berttini a liberou mais cedo não sabemos onde ela está.— Sol dizia chorosa.

— Ela quem? — Meu pai do nada apareceu nós surpreendendo. Simon ia o responder, mas o médico o cortou.

— O paciente está bem, porém mesmo sedado disse a seguinte frase " Filha... Sequestro levaram... Huna." Eu não entendi, mas parece que isso provocou o ataque. 

— Minha filha sequestrada?

— Isso pode ser verdade mãe! Não conseguimos falar com ela.

— Não, minha filha não, não podem ter sequestrado Huna! 

— Huna? Como assim? Não era o tio Tomás que está mal? Aonde está Huna!? — Meu irmão falava sem sair do lugar, provavelmente ele tinha ido pegar água já que segurava dois copos.

— Parece que alguém ligou para a empresa falando que Huna foi raptada e Tomás que atendeu e isso causou o ataque. — Meu pai explicava da melhor forma.

— Eu vou ligar para polícia.— Théo disse saindo de perto.

— Eu vou tentar falar com Huna de novo.

— Minha filha tem que está bem.

— Calma Ella, não sabemos se isso é verdade pode ser um trote.

— Quero minha filha aqui.— Meus olhos já estavam vermelhos por conta das lágrimas, era horrível ver todos dessa forma triste e apreensivos. Simon me abraçou apertado. Olhei para onde Mattheo estava mas não o vi.

— Aonde Mattheo foi?

— Acho que você sabe filho.— Meu pai me respondeu mostrando os copos de água que Mattheo segurava "Ele foi atrás dela."


Mattheo Blanc

Ji io

Não sabia porque havia saido correndo do hospital, mas precisava achar Huna, se não fosse um trote? Ela é rica é claro que atrai atenção de bandidos, não conseguia falar com ela pelo telefone então decidi ir ao único lugar que sei que ela gosta.

Dirigia igual um louco, com toda certeza iria perde pontos na carteira e ganhar muitas, mas não conseguia pensar "Merda." 

Quase bati o carro ao estacionar de frente ao estabelecimento no qual entrei rapidamente sem ao menos cogitar na reação das pessoas.

— Carlos aonde está Huna? — Perguntei assim que o vi.

— Ela saiu com Eve para ir até o mercado... Por que sua íris está vermelha? — Mal ouvi sua pergunta e sai correndo de lá até a rua do mercado.


Huna 


Eu e Eve passamos a tarde arrumando o estoque do restaurante até percebermos que alguns ingredientes precisavam ser repostos, então saímos para ir até o mercado que ficava a três quadras a pé.


— O sentimento ruim já foi embora Huna.

— Ainda o sinto, mas parece que ele nem é meu.

— Entendo. Oh olha o céu está bonito, pena que nossos celulares descarregaram se não podíamos tirar foto deles.

— A culpa é sua, pegou meu celular e tirou foto de tudo após usar o seu.

— Tirar fotos é divertido, tenta fazer isso.— Concordei. Passamos só vinte minutos comprando as coisas e já estávamos voltando para o restaurante com algumas sacolas nas mãos. — Aquilo é um homem correndo. — Ela parou e apontou para frente e aos poucos fui reconhecendo quem corria.

— Mattheo? — Em instantes a distância havia sumido e o alfa me abraçava fortemente.

— Por que não atende o telefone? Faz ideia de quantas vezes liguei Huna? Fiquei preocupado sua irresponsável! Todos ficamos.

— Mattheo o que aconteceu? — Perguntava me afastando um pouco do abraço.

— Alguns idiotas ligaram para sua empresa e seu pai atendeu o telefone, eles disseram que te sequestraram e seu pai passou mal, mas está bem, porém todo mundo está  preocupado no hospital.

— Oh meu Deus, me leva para lá agora.

— Eu vou, mas antes preciso parar um pouco. — Ele se sentou na calçada.

— Mattheo?— Os olhos dele estavam vermelhos.

— Você quase me mata sabia? Porra Huna era só atender o celular.

— Ele descarregou, desculpa. — Ainda estava preocupada com meu pai e minha família, porém o alfa sentado no chão a minha frente me intrigava.

— Nossa parece marido e mulher. — Eve falou rindo baixinho, então acordei para a vida, estava tão ocupada que esqueci que desse grande detalhe.

— Mattheo, me leva para o hospital, por favor hoje todos vão saber de tudo.

— Tudo bem, vou ligar para Ed e falar que você está bem. Vamos. — Ele se levantou puxando minha mão e olhei para Eve preocupada.

— Tudo bem eu vejo vocês depois.— Ela acenou e eu fiz o mesmo. No caminho até o hospital nós dois permanecemos quietos em um silêncio massacrante que só aumentava a a cada passo que dávamos já no hospital até nossa família. A primeira pessoa que nós viu foi Sol que correu aos platôs para me abraçar, fazendo os outros terem a mesma reação.

— Seu precisa de ouvir. — Minha mãe dizia me envolvendo em abraço apertado. 

— Vou até ele.— Sai do meio de todos e entrei no quarto, vendo meu psi ligado a vários aparelhos. — Pai.— Sussurei. — Eu estou aqui pai, estou bem. — Segurei suas mãos na esperança dele acordar, mas ele permanecia inconsciente. Sai do quarto com algumas lágrimas que não deixei caíram e fui encarada por todos.

— Você se casou?! Jura Huna? Me diga seu pai a obrigou?!  COMO PODE FAZER ISSO DO NADA?! — Minha mãe gritava.

— VOCÊ NÃO TEM DIREITO DE RECLAMAR OU OPINAR SOBRE A MINHA VIDA DESDE O DIA QUE ME JOGOU NAQUELE INTERNATO! 

— Foi pro seu bem!

— Esconder de mim sua doença me mandado para outro país foi pro meu bem? 

— Filha.

— Eu vou embora. — Fui andando até o elevador e vi Mattheo me seguir.


Ella Berttini


— Filha! 

— Ella acalme se, no final eles fizeram o que nós pensávamos em fazer no futuro, juntar eles.

— Eu queria que eles se amassem e depois se unissem Edmund, Huna já se machucou demais por nossa causa e muito para minha pequena ômega.

— Deixa o tempo dizer isso uma hora eles iam ficar juntos está no verdadeiro contrato que fizemos a três anos. Eles seriam um do outro de alguma forma.




Notas Finais


Eita olha as verdades aparecendo em. O que acharam?


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