História Racismo de sangue. - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom a nossa personagem principal, já está com a mente dividida pelas dúvidas, será que ela vai aceitar a ideia de seu pai?

Capítulo 2 - Quero ajudar


 

Por mais que soube se que não seria louca de aceitar a ideia proposta pelo meu pai, não da minha mente os rostos tristes dos amigos de minha família a o fato deles poderem ir a falência por causa do tipo de sangue que carregam me assusta.

Como já havia perdido o sono, me encaminhei para o banheiro, tomei um banho frio, precisava de um choque. Depois que cuidei da minha higiene matinal, fui para o guarda-roupa, todos aqui tem um closet, mas no internato não tínhamos esse glamour, não era tratada tão bem, sofria por ser "riquinha" segundo eles. 

Estou acostumada a usar roupas sociais, para ser mais exata terno, meu cabelo está bem longo, as vez só o quero o corta e parecer uma garota de vinte e dois anos e não uma mulher de quarenta. Após vesti um terno preto e uma blusa branca por baixo dele, peguei o salto, outra coisa da qual queria me livrar.

Sai do quarto e deci as escadas, não vi nenhum sinal de meus pais ou do meu irmão, afinal era cinco da manhã ainda. Mesmo sabendo do horário peguei a chave do carro e dirigi até a empresa do amigo do meu que ficava a uma hora da minha casa, não entraria nela antes das sete, esperaria em algum café ou lanchonete perto dela. 

Ao chegar em uma cafeteria, mandei mensagem para Sol falando que assim que ela e meu pai chegassem perto da empresa para me ligarem que eu aparecia lá.

Por volta das seis a cafeteria começou a encher, as poucas mesas que tinham foram sendo ocupadas. Estava sentada em um cantinho afastado da entrada lendo alguns papeis quando ouvi alguém me chamar.

- Bom dia. - Olhei para cima e me deparei com um rapaz "parece com os amigos do meu pai."

- Olá?

- Será que eu e meu namorado podemos podemos nos sentar aqui.

- Podem.- Ele sorriu e saiu voltado em seguida acompanhado de um garoto mais alto, de olhos azuis claros e cabelo loiro, provavelmente descoloridos, eles combinam com sua pele morena. Os dois se sentaram e conversavam baixo entre si.

- Você é uma advogada? - Os olhei, o mesmo que me desejou bom dia perguntava.

- Não, sou formada em administração.

- Isso é bem chato. - Ri.

- Meu bem não fale assim.

- Tudo bem.- Disse para o alfa que parecia preocupado com a atitude do namorado.

- Por que vocês alfas tem que sempre fazer esses cursos? - "Alfas?"

- Eduard ela é uma ômega. - Os alfas sempre tem mais facilidade em detectar o cheiro dos ômegas.

- Oh desculpe me, eu nem senti seu cheiro e já fui falando besteiras...

- Tudo bem, eu não tenho traços que ajudem a perceber.- Sorri para eles.

- Qual é o seu...- Antes que ele completa se a frase meu celular tocou, era meu pai.

- Estou indo.- Disse ao atender a ligação. Quando desliguei dei um longo suspiro.

- Vai para um entrevista de emprego? - O alfa perguntou, mas com certeza ele sabia que não.

- Uma reunião.

- Não parece animada para ela.- O ômega disse baixo.

- É porque talvez eu não volte dela.

- Ah meu Deus, eles vão te matar? - O ômega perguntou gritando.

- Talvez eu me mate só que de outra forma.

- Existe outra forma de morrer?

- Se você perde o amor por exemplo... - Disse olhando para os dois que me escutavam atentamente. - Você morre por dentro. Bom tenho que tenham um bom dia. Ah por sinal vocês são um lindo casal.

- Obrigado! - Os dois acenaram para mim.

 

As sete em ponto já estava na sala de reunião, podia ver o amigo do meu pai e mais dois homens de outra empresa, sentei me mais distante do lado de Sol.

- Por que saiu mais cedo? - Ela me perguntava baixo.

- Por nada, aonde estão os outros negociadores?

- Acho que eles não vêm. - Podia ver a expressão de decepção do meu pai e do senhor Blanc estava da mesma forma, aquilo estava me irritando. Quando pensei em pronunciar me, uma mulher entrou na sala e foi até o amigo do meu pai e cochichou algo em seu ouvido, fazendo ele se levantar.

- Infelizmente os outros negociadores não iram comparecer senhores e senhoritas.

- Entendo então devemos ir.- Os dois alfa começaram a levantar inclusive meu pai.

- Apresente me o produto senhor Blanc, não importa a quantidade de membros, uma reunião não deve ser perdida não acha? - Todos encaravam me curiosos.

- Não séria perda de tempo? - O alfa de cabelos grisalhos falou.

- Para ganhar dinheiro não, nós apresente da melhor forma e depois diremos se nosso tempo foi perdido.- Os alfas voltaram a se sentar e o Sr. Blanc começou a apresentação. Não entedia o motivo, mas a cada fala sua, mais a mercadoria parecia boa aos meus olhos e ouvidos. No final da reunião a única coisa que vi foi a cara de irritação dos homens presentes.

- Bom foi uma perda de tempo.

- Não espere uma ligação meu caro. - Os dois saíram da sala e deixando somente meu nós quatro.

- O que aconteceu aqui?

- É o preconceito minha filha, você viu como o produto é bom? - Afirmei.

- Eles são idiotas. - Sol exclamou alto.

- Sinto muito senhor.

- Está tudo bem querida, as vezes o que construímos simplesmente se desfaz nas nossas mãos.- Os dois se retiraram da sala.

- Ele era tão feliz agora está assim, tenho pena dele.

- Eu também Sol.

 

Quando chegamos em casa depois de um longo dia de trabalho chamei meu para conversar em seu escritório.

- O que foi filha?

- Eu não sei...

- Filha esquece aquilo que falei ontem é melhor.

- Você me joga uma bomba e depois fala isso? Você os trouxe aqui, me levou até lá, me expôs a toda situação pai! E agora parece que não consigo larga isso!

- Desculpe me. - Pediu me abraçando.

- Seu amigo sabe dessa sua ideia?

- Ninguém sabe, eu falei com você primeiro.

- Tem algum problema se eu não for marcada se me casar?

- Bom alguns, vai aceitar?

- Eu não falei isso pai, eu quero ajudar, mas dessa forma não dá.

- Então encontre uma forma e me diga filha ou tome sua decisão.

- O problema é que acho que já sei qual é.

 

 


Notas Finais


Hello, então o que acharam? Tem alguma dúvida ou crítica construtiva, deixa elas aqui nos comentários e eu converso com você. 😄🌙


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