História Racismo de sangue. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
Visualizações 4
Palavras 683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem 🌙

Capítulo 3 - Não parece um alfa. -Mattheo Blanc


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 3 - Não parece um alfa. -Mattheo Blanc

Já havia passado uma semana desde a reunião na empresa dos Blanc, não tinha comentado mais nada com meu pai e nem ele comigo, porém pedi para Sol me passar a cada o dia os dados da empresa do amigo dele que ela consegui se recolher, devido aos inumeros contatos que temos, muita coisa foi obtida e cheguei a conclusão que os lucros deles só diminuíam a cada dia." Vocês vão falir mesmo."

— Senhora? — Será que ela não vai parar de me chamar assim?

— O que foi Sol?

— Tem alguém querendo vê lá, ele disse que o chefe mandou ele vim aqui.

— O deixe entrar. — Apoiei minha cabeça nas minhas mãos a observando sair do meu escritório abrindo espaço para que a outra pessoa entra se.

— Boa tarde eu sou Mattheo Blanc, vim aqui por que o Sr. Berttini disse que você estava interessada no produto que meu pai mostrou na reunião da semana passada.

— Por favor sente se.— Mesmo dizando  baixo, ele ouviu e atendeu minha fala.

— Eu trouxe os documentos.— O encarei, seu semblante era de alguém exausto assim como o do seu pai "O que está acontecendo com essa familia?"

— Eu realmente me interessei pelo produto, mas a empresa e de marketing e vendas senhor, não financiamos a fabricação de produtos. Compramos eles prontos.

— Eu entendo... Mas...

— O que está acontecendo com sua empresa? – Não conseguia guarda as dúvidas na minha cabeça.

— Como? — Ele não parece um alfa.

— Tenho acompanhado ela nessa última semana de lonje. – O entreguei a pasta com os dados.— Vocês vão falir, já comentaram comigo o motivo, mas já que está aqui gostaria de ouvir de você, o motivo disso.– Ele suspirou.

— Por causa do nosso sangue.

— Eu não consigo acreditar que as pessoas chegaram a esse nível.

— As pessoas chegaram a níveis piores não acha? — Sua presença de alfa começava à aparecer.— Eles acham que nosso sangue não é bom o suficiente, enquanto o de vocês... – Encarou me.— É considerado ouro agora. Isso irrita muito sabia, já ouviu falar dos índices de homicídio, os comuns estão matando os puros.– Ele falava aquela informação de uma forma tão calma e fria que me assustava.

— Para mim meu sangue não é nada Sr. Blanc.– Novamente sorriu sarcástico.

— Pelo que percebo não vou conseguir nada aqui, então der me licença, estou indo senhorita Agatha. — Ele já chegava na porta quando o chamei.

— Então foi assim que meu pai lhe disse para me chamar? — Agora era eu que carregava sarcasmo na voz e no sorriso.

— Então você é a filha excluída dos Berttini?

— Excluída?! Por acaso você está testando me?

— Não.

— "Não" Ah faça me o favor! Até parece que você não foi mandado aqui para me fazer aceitar a ideia que meu pai teve de juntar nossas famílias. — Já gritava em pé.

— O QUÊ!? seu pai quer juntar nossas familias?

— Você não sabia? – Ele negou. – Jura?

— VOCÊ ACHA QUE ACEITARIA UMA COISA DESSAS!? — Ele usou sua voz de alfa.

— NÃO USE SUA VOZ DE ALFA COMIGO SEU IDIOTA!

— IDIOTA? — Os olhos dele já estavam vermelhos.

— JÁ CHEGA VOCÊS DOIS! — Meu pai gritou também usando sua voz de alfa que tinha efeito efeito maior em mim. — Ele não sabia do que eu falei filha.

— Você quer juntar nossas famílias Tio?

— Tio?! — Perguntei para meu pai que sorriu.

— Eu queria Mattheo, assim poderia dar a chance da sua família ter alguém puro, não me entenda mal, eu respeito vocês, mas isso poderia mudar as coisas. Sua família seria beneficiada de várias formas.

— Entendo, eu... — Ele ficou um tempo em silêncio e depois se voltou ao meu pai.— Aceito isso.

— O QUÊ!? — Gritei recebendo a atenção dos dois.

— Eu aceito juntar nossas famílias. — Dizia para mim.

— Eu nego.

— Filha!

— Filha? Pare de me chamar assim, parece que nove anos que me manteve longe foram mais que o suficiente para esfriar o seu amor por mim pai, ao ponto de querer me usar como moeda de ajuda. Eu me demito! — Disse saindo do meu escritório.

— FILHA!




Notas Finais


Deixa aqui nos comentários o que acharam do encontro desses dois e da história ❤


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