História Racismo de sangue. - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
Visualizações 21
Palavras 993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Algumas decisões precipitadas começaram a mudar a vida dos nossos personagens.

Uhhh espero que gostem!

Capítulo 4 - Eu aceito


Mattheo Blanc

 

Depois que a filha do senhor Berttini saiu da sua própria sala se alto demitindo, coisa que eu sabia ser impossível, porque ela é a primogênita e a futura dona de tudo ainda mais nós dia de hoje em que ômega ou alfa podem assumir a presidência da empresa sem problemas, mesmo os ômegas tento tendência a sofrer mais no cargo.

- Senhor?!

- Por favor Mattheo, depois conversamos agora só me ajude a achar minha filha ela não conhece nada por aqui, não mais.- Concordei e sai com ele da sala de sua filha. - Sol você viu para onde foi minha filha? - Ele perguntou para a mesma secretária que me atendeu antes.

- Como assim senhor? Ela não está com vocês? 

- Você não a viu sair?

- Eu fui pegar alguns documentos senhor, voltei agora. - Ele suspirou.

- Tenho que rastrear o carro dela então.

- Isso não será possível ela me emprestou a chave do carro mais cedo para ir comprar café e eu ainda não a devolvi. O que aconteceu senhor ela...- A ômega parou de falar ao me ver. - O senhor pretende seguir com essa ideia? Já não acha que interferiu de mais na vida dela?- Ela dizia triste.

- Não quero receber broncas Sol, não agora.

- Então quando senhor? - Ele perguntou se retirando e indo até o escritório de qual saimos. - O palito dela, vocês podem rastrear o cheiro. - Disse me entregando. Levei a roupa para perto do meu rosto a farejando. Senti uma extrema paz e calma ao ser tomado pelo cheiro da ômega.

- Conseguiu sentir?

- Sim senhor.

- Okay leve ele com você, eu e Sol vamos chamar dois seguranças para nós ajudar, se a achar não exite em me ligar.

- Estou indo.

 

Quando já estava na rua fora da empresa fechei meus olhos e tentei sentir novamente o cheiro da filha dos Berttini, mas a fragrância estava fraca de mais. 

 

Não sabia por quanto tempo andei, mas o céu escurecia e nem ao menos o seu cheiro conseguia sentir. Já encontrava me em um bairro distante. "Ela não está aqui." pensei fechando meus olhos novamente.

- Você se acha não é mesmo ômega de merda. - Ouvi uma voz mais a frente.

- Só porque seu sangue é puro acha que pode agir assim? - Outra voz "Sangue puro." Será que é ela? Comecei a correr em direção as vozes e me deparei com a cena. Havia dois alfas caídos no chão ao redor da filha do senhor Berttini. "Ela bateu neles?"

- Vocês vão continuar me provocando? Hum? DIGAM! - Ela gritava. - Vocês acham mesmo que eu me importo com a MERDA DO MEU SANGUE?! SAIAM DAQUI ANTES QUE ARRANQUE A CABEÇA DE CADA UM! 

- Você não faria isso sua vadia! - Um dos alfas se levantou falando e ela riu "Ela quer morrer?" 

- Como vocês disseram antes, pessoas de puro sangue podem tudo eu posso muito bem matar vocês e sair como se nada tive se acontecido.

- Sua...

- Já chega! Saiam daqui, não acham que já apanharam de mais? Eu vou chamar a polícia. - Uma garota menor que a ômega briguenta falou.

- Isso vai ter volta sua ômega inútil.

- Quando quiser.

- Pare de provocar eles você está machucada, saíam daqui logo.- Os dois alfas correram até sumirem de vista.- Venha eu vou cuidar do seu braço. - Olhei para ômega e vi o seu braço esquerdo sangrando. As duas começaram a andar e eu as segui de longe até elas entrarem em um pequeno restaurante. 

A garota arrastou a filha dos Berttini até uma porta e as perdi de vista. Decidi entrar no estabelecimento e esperar que ela aparece se, mas duas não davam as caras.

- Senhor uma garota trouxe um ômega ferida para cá, poderia me levar até 

ela? - Perguntei para o homem da recepção.

- O que você é dela?

- Um amigo.- Ele analisou.

- Venha comigo. - O segui até a mesma porta em que os elas entraram. A porta dava acesso a uma casa que provavelmente ficava atrás do restaurante. Subimos uma pequena escada, que acabava em corredor. - E na segunda porta do corredor.

- Obrigado. - Cheguei de frente a porta e bati.

- Entre. - É assim fiz.- Você não é meu pai. - A mesma garota de antes disse assustada.

- Eu o conheço. - Olhei, para filha do amigo do meu pai, seu braço já estava enfaixado.

- Agatha seu pai está te procurando igual a um louco.

- Meu nome não é Agatha é Huna.

- Seu pai...

- Mentiu para você, você nem sabia meu sobrenome ao entrar no meu escritório.

- Por que seu pai mentiria?

- Você acha que eu sei? 

- Preciso te levar até ele.

- Eu sei.- Ela se levantou quase caindo.

- Coma alguma coisa antes de ir você me salvou hoje Huna. -A menina que cuidou dela pediu.

- Não precisa.

- Por favor senhor deixe ela comer antes de a levar. - Não sabia se ela me escutaria.

- Coma algo, você se machucou.- Ela não disse nada apenas concordou.

 

Já na cozinha, nós dois estávamos sentados nas cadeiras de frente ao balcão que dividia o cômodo da sala esperando a garota que se apresentou como Eve preparar algo para comermos.

- Você não deveria ter batido em dois alfas.

- O senhor estava vendo e não fez nada?

- Eu não tive reação na hora Eve.

- Entendo.

- Mas eu não, qual motivo a levouta lutar com eles?

- A senhorita Huna me defendeu, eu estava voltando do mercado quando eles apareceram, se ela não tive se aparecido algo bem ruim poderia acontecer.

- Mesmo assim foi perigoso de mais não acha? - Ela afirmou. - Huna sobre a ideia do seu...

- Eu a aceito.

 

 


Notas Finais


Hello o que acharam hum?
Acham que ela foi doída ao aceitar?


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