História Racismo de sangue. - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Alfa, Beta, Casamento, Direitos Reservados, Gravidez, Ômega, Original, Romance
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Palavras 696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 5 - Viva aos noivos - Huna Berttini


Fanfic / Fanfiction Racismo de sangue. - Capítulo 5 - Viva aos noivos - Huna Berttini

Huna

Confesso que passei do limite ao sair da empresa correndo, nem ao menos sei aonde estou. Aos poucos enquanto caminhava via as luzes dos postes se acederem e o céu ganhar um tom mais escuro. Achei que poderia me livrar de toda responsabilidade que foram me dadas, se me desliga se da empresa, mas se realmente levar essa história a frente vou jogar tudo nos braços do meu irmão Théo não merece abdicar de tudo, não que eu ache que eu mereça, mas isso não importa mais.

“ Estou perdida." Pensei olhando para as ruas a frente que não conhecia.


— Socorro! Alguém me ajuda! — A voz vinha da mesma rua da qual tinha passado alguns minutos atrás, corri na direção dela e me deparei com dois alfas agarrando uma garota e fui ajudar. No final de tudo acabei na cozinha dela a esperando acabar de preparar o jantar e Mattheo entender o que acabei de falar.

— Você disse que vai casar comigo?

— Vocês são noivos? — Eve perguntou assutada quase deixando a colher que segurava cair.

— Eu só disse "eu aceito."

— Mas você tinha negado.

— Você também, porém mudou de ideia ao ouvir meu pai.

— Não quero te obrigar a fazer isso.

— Entenda a união ajudará a empresa do seu pai a crescer novamente aos poucos e depois consequentemente teremos que dar um neto aos nossos pais com esse casamento a uma chance muito grande do bebê nascer com sangue puro.

— Falando desse jeito parece que só um lado vai sair ganhado. — Eve murmurou.

— Eu não sei...

— Olha eu posso muito bem te mandar ir tomar em um lugar "melhor", e deixar a sua empresa falir sem ao menos ajudar.

— Você é muito arrogante.

— Deve ser por causa do cio dela. – Um homem disse entrando na cozinha.

— Pai não diga isso.

— Tudo bem ele está perto. — Não sabia que meu cheiro estava ficando forte.

— Você o passa com alguém?

— O passo sedada Eve.

— Oh.

— Então pelo que ouvi  vocês vão se casar? — O pai de Eve perguntou trocando de assunto.

— Depende, se ele aceitar minhas regras.— Falei apontado para o rapaz ao meu lado.

— É quais são elas? — Mattheo perguntou.

— Número um: não serei marcada, número dois: não passaremos os cios juntos, como disse antes eu o passo sedada e você também vai passar os seus assim, não quero ter que aguentar essa ideia de "traição."— Ele

riu .—  E por último, você terá que voltar para faculdade.

— Como você sabe que tranquei a faculdade?

— Seus pais jantaram na minha casa semana passada.

— Como vou ajudar na empresa assim?

— Você estudava em qual turno?

— Matutino, só faltava um ano para acabar.

— Ótimo, vou trabalhar na empresa Blanc durante a manhã e durante a tarde na do meu pai, até você acabar os estudos.

— É uma boa proposta. — O pai de Eve falou e ela concordou enquanto colocava os pratos de comida a nossa frente.

— E você tem alguma exigência?

— Vamos morar com meus progenitores, estou preocupado com a saúde do meu pai, assim posso ficar de olho nele, e eu quero um filho.

— Você terá, mas não agora. — Ele suspirou. — Você pode dizer não a tudo que eu falei, sabe disso.

— Você está fazendo isso pelo seu pai? — Ele perguntou baixo.

— Pergunto o mesmo a você, você sabe que nós primogênitos não temos muitas escolhas, não é? — O encarei.

— Nessas horas eu agradeço por não ser rica e nem primogênita! — Eve gritou jogando as mãos para o alto e eu ri.

— Senhor Blanc nesse momento o pai de Eve acabou de colocar água no copo. — Apontei para o pai dela que segurava o objeto do qual me referia, ele me encarava curioso na verdade todos ali me encaravam da mesma

forma. —  Se você não me disser ''não'' até ele acabar de beber todo o líquido , hoje mesmo nós procuramos duas testenhumas e nós casamos amanhã.

— Amanhã!? — Ele gritou, mas sem usar a voz de alfa.

— Eu já estou bebendo a água. — O pai dela anunciou.

— TIC...TAC.— Dois minutos depois não havia nenhum vestígio de água no copo.

— Viva aos noivos.— Eve gritou.

— Viva.




Notas Finais


O que acharam da Huna?


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