História Radioactive - Capítulo 41


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 41 - That's not how things are


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 41 - That's not how things are

— P... Pedro...

Eu olhei para Thay, ela estava com sangue em sua boca. Fiquei muito preocupado, então quando prestei mais atenção vi, que ela havia sido baleada, levado um tiro em sua barriga. Não havia como ela correr, então tive de carrega-la. Eu estava tão preocupado com ela, que a única coisa que vinha a minha cabeça era culpa. Talvez eu quem tenha atirado nela. Talvez não. A essa altura tudo estava fora de controle. Fomos até os destroços do que parecia ser um vagão de trem destruído. Bianca começou a tratar da ferida. Nenhum de nós tinha experiência em primeiros socorros. Ninguém a não ser Bianca. Era um mundo pós apocalíptico, por isso as coisas eram mais dolorosas. 

— Hey, shh!!! Escutem! — Disse Luiz pedindo silêncio — Ah não... parece um infectado

Luiz pegou seu rifle, foi andando para fora do vagão e deu um grito. Jefferson correu até ele. Luiz fora atacado por algum animal infectado, um animal bem semelhante a uma capivara, ou lobo. Ambos começaram a atacar o animal. Era muito coisa acontecendo e muito pouco tempo. Enquanto o resto de nós ajudávamos Luiz e Jefferson, Bianca tirava com um alicate a bala da barriga de Thay.

Depois de muito tempo, finalmente matamos o animal. E Thay.. bem ela desmaiou. 

— Foi muito doloroso... ela não morreu, mas.... vai demorar bastante até ela acordar. Talvez alguns dias — Disse Bianca manchada de sangue

— Você fez o que podia! — Disse Luiz — Mas e agora Pedro? Vamos ficar aqui parados, ou vamos fugir... DE NOVO? 

— Acho melhor o... Carlos decidir, sabe, eu não to com cabeça pra essas coisas agora! 

— Vamos ficar longe da cidade, aquele pessoal vai nos procurar daqui a pouco! — Disse Carlos

— Ah, bora pegar um carro e vazar! — Disse Jefferson

— Pegar um carro? — Perguntou Alan — A gasolina de todos os carros e postos de gasolina já estragaram a MESES, você não achava que gasolina durava pra sempre né guri? 

— Ah.... então vamos andando pela estrada, até achar um lugar seguro, tipo uma fazenda

— Uma fazenda é o último lugar em que penso estar! — Disse Alan — As fazendas já devem estar todas sem água e com os alimentos podres. Vamos pegar a estrada mesmo, vai que a gente encontra alguém bem de boa, pra ajudar a gente!

Então tomamos essa decisão e fomos andando pela estrada. Thay ainda não acordava e isso me preocupava de mais. Até que, em certo ponto da estrada ela começou a se mexer um pouco. Eu parei e coloquei ela no chão. Então todos nos preocupamos.. ela estava se transformando em uma infectada. 

— Ah não.. droga! Droga! droga! MAIS QUE MERDA! — Eu gritei irritado 

Nós ficamos tanto tempo seguros no mar que eu esqueci das consequências da radiação. O sangue dela entrou em contato com  muitas bactérias. E isso só ajudou no processo de transformação. 

— Beleza.. deixem isso comigo, você... podem ir, deixa que eu.... termino isso! — Eu disse a todos eles.

Então eles foram caminhado lentamente sem olhar para trás. Quando eu perdi eles de visão. Peguei uma pistola, e apontei para a cabeça dela.

— Ah não droga... eu não consigo! — Disse a mim mesmo em voz alta — Por que.. tudo isso tem que acontecer comigo? Por que todos nós devemos passar por isso ? Olha... você a essa altura não deve estar mais me ouvindo, e... eu não sei o que fazer... Será que eu devo me matar também? E acabar com todo esse sofrimento... NÃO PEDRO! que que você tá pensando! Tudo bem... eu tenho que ter calma, e tratar disso!

Então peguei a pistola apontei para a cabeça de Thay, já com a pele um pouco esverdeada em convulsão. Segurei em seu pescoço e atirei. A única coisa que vi foi seu sangue espirrar em todo meu corpo. Larguei a pistola ali, no chão. Peguei suas coisas e continuei caminhando. Andei um pouco mais acelerado do que o normal, e a minha frente vi o pessoal. Eles se assustaram quando me viram todo ensaguentado. 

De longe vimos um ônibus, e por incrível que pareça funcionando, ele estava parado, mas com o motor ligado e faróis acesos.

— Vamos invadir? — Perguntou Luiz

— Temos munição pra quase 1 semana, acho que agora somos nós os caras maus. — Eu respondi

Tudo agora era uma questão de sobrevivência, então, fomos andando cautelosamente para perto do ônibus. Haviam algumas pessoas lá dentro. Entramos e apontamos nossas armas para eles.

— OPA! OPA! OPA! Calma ai pessoal. podem pegar o que quiser! — Disse um sujeito largando a arma no chão e colocando as mãos para cima

— Foi mais fácil do que eu pensei! — Disse Alan

— Esse ônibus.. quando foi que fizeram ele funcionar? Pegaram ele aonde? — Perguntei a uma garota assustada

— A gente achou ele na estrada, a gente roubou ele de um cara gordão. 

— Se for pra roubar esse ônibus rouba logo antes que nosso chef apareça! — Disse o sujeito

— Chef? QUE CHEF? — Gritei 

Então senti uma arma em minha cabeça. Eu larguei a besta no chão, coloquei as mãos para cima e me virei para trás lentamente. Abri os olhos e tive uma surpresa.

— Fernando?



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