História Radioactive - Capítulo 42


Escrita por: ~

Exibições 10
Palavras 848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 42 - Apologies


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 42 - Apologies

Ele estava com um corte que se estendida de seu olho esquerdo até seu pescoço, um corte que parecia ser recente. Ele ainda me olhava meio desconfiado, enquanto eu, estava surpreso. Ele foi abaixando a arma lentamente. Até que Luiz, apontou sua arma na cabeça dele

— Mais que palhaçada é essa? — Perguntou Fernando ainda com a mão na arma

Eu peguei a besta então todos nós apontamos as armas um para o outro. Eram 6 contra três. Não tinham escolhas, eles deveriam nos obedecer

— Dá pra abaixar essas armas? — Disse Fernando calmo

— Acha que dá pra confiar em você depois de tudo o que rolou? Acha que a gente vai confiar em você? — Eu perguntei me preparando para dar um tiro

— Não cara! EU MUDEI! tá legal? Agora você pode confiar em mim! Acha que foi fácil vir nadando até o litoral? Eu pensei em mim mesmo, agora sei em quem confiar! Agora eu sei o que fazer! — Ele disse assustado

— A é mesmo? — Perguntou Bianca — Então larguem suas armas, dê para nós! 

Fernando olhou para o sujeito magrelo e para a garota. Então todos eles largaram suas armas e facas. Alan pegou tudo e colocou dentro de uma mochila. Eu ainda estava pensando, não sabia o que fazer com eles. Então não tive outra escolha a não ser interroga-los. Eu me agachei perto da garota, ainda assustada, e comecei a fazer perguntas

— Nós estamos em em 6, vocês são apenas 3! Nós pegamos suas armas! Então acho bom pensar bem antes de me responder! Vamos lá, eu quero que você diga tudo! Se dá pra confiar no Fernando, quero que me diga como arranjaram esse ônibus, como fizeram para ligar, de onde vieram e pra onde vão!

— Não, não fala nada não Laura, não confia nele! — Disse o sujeito ao lado dela

— Cala a boca! — Eu disse irritado — Agora, fale!

— Tá bom... nós estávamos fugindo daquele grupo do shopping. Eles queriam nos levar para lá também! Nós roubamos esse ônibus e estávamos indo para fora da cidade! Mas aí o Fernando resolveu parar porque ele disse que ouviu um tiro! Dá pra confiar nele! Ele está fraco, ele precisa de ajuda! Não faz muito tempo que nós salvamos a vida dele. Tinha um pedaço enorme de ferro atravessando sua perna. Ele mal consegue andar.

— Ótimo! Então vamos fazer o seguinte. Você! — Eu apontei para o sujeito — Vai nos levar para fora da cidade. Enquanto vocês dois, vão ficar no fundo do ônibus! Jefferson, você aponta a arma pra esse sujeito. Carlos e Alan, vocês podem apontar as armas pro Fernando e pra essa... você se chama Laura é?

— Não é da sua conta! — Ela respondeu

Eu não fiquei irritado, muito pleo contrário apenas dei uma risada. Então o garoto começou a dirigir, para longe. Eu ainda estava com muito sono, faziam dias desde que não conseguia dormir. Eu me sentei e tentei não dormir, mas infelizmente não aguentei, e dormi.

*     *     * 

Eu acordei com o som de um tiro, assustado. Olhei para o ônibus, não havia ninguém. Fui até as janelas do ônibus, o lugar era escuro, não conseguia enxergar nenhum palmo a minha frente. Eu tentei abrir a porta do ônibus, mas não consegui, estava trancada. Quando pensei em gritar o nome de alguém. As luzes do ônibus ascenderam, eu olhei para as janelas e vários infectados começaram a dar cabeças nas janelas do ônibus, eles me viram. Eu procurei qualquer arma, mas não havia nada. Então arrancei um pedaço de ferro do teto do ônibus, um pedaço de ferro bem afiado e me preparei. Enquanto eles não conseguiam entrar, tentei quebrar o vidro da frente do ônibus. A cada pancada que eu dava no vidro, ele apenas trincava, mas nunca se quebrava. Até que olhei para trás e vi que um infectado conseguiu abrir um buraco no vidro do ônibus, fazendo com que vários infectados conseguissem entrar. Eu enfiei o pedaço de ferro na cabeça dele. Por sorte, o vidro já estava fraco, então peguei o corpo desse infectado e lancei contra o vidro da frente do ônibus. O vidro se quebrou, então eu me joguei para fora do ônibus.

O veículo foi tombado, eu estava em um penhasco, e no momento em que me joguei para fora do veículo, fui caindo em um barranco ao lado de 3 ou 2 infectados. Até que acabei caindo em um lago. Eu saí e fui andando pelo lugar sem enxergar direito. 

Eu mal conseguia andar minha pernas doíam muito. Até que eu vi alguém, um homem no meio de algumas árvores. Eu fui andando na esperança de encontrar Jefferson ou Alan. 

— S... s... socorro! M... me... a... ajudem!! — Eu dizia

— Olha só o que temos aqui! — Disse um homem ao lado de um garoto que comia algum pedaço de carne

— Me ajudem, por favor! Me ajudem! — Eu disse

— Ah, eu vou te ajudar sim! Eaí filho, esse serve? — Ele perguntou olhando para o garoto

— Serve papai! Eu estou morrendo de fome!

— Ué, então vamos nos servir!

O homem pegou um facão e mirou em mim



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...