História Radioactive - Capítulo 43


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 43 - Ignorants Die Early


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 43 - Ignorants Die Early

— Não! Espera aí um pouco, sou eu quem quero fazer isso, com minhas próprias mãos! — Disse Fernando com uma pistola na mão.

Eu tremia, ficava com medo, suava muito, eu estava sozinho próximo a um lago, algumas barracas de acampamento em meio a inúmeras árvores. Só era eu, o Fernando, e os canibais, um assunto que deveria ser resolvido a muito tempo.

— Hey, nós vamos ter a comida né? — Perguntou o pai da criança

— Vocês vão ter comida pra umas 7 ou 8 pessoas — Disse Fernando — Eu sei exatamente como dividir um corpo!

— Não... Fernando... pra que isso cara? Não... NÃO! — Eu gritava com medo

— Eu só tava tentando sobreviver, salvar minha mãe! E quer saber de uma coisa? Vocês atrapalharam tudo. E o castigo para isso é a morte!

Até que um som de tiro ecoou por entre as árvores. Eu olhei para Fernando, ele estava espantado, assustado. Ele levou um tiro em sua perna, ele caiu ao chão e começou a gritar de dor. Eu tentei enxergar de onde viria o tiro, mas não consegui enxergar nada. Pelo menos até Victor, Luiz, Bianca, Jefferson, Carlos e Alan, surgirem, armados até os dentes. 

— Finalmente te achamos cara! — Disse Jefferson

— Onde estavam?

— Enfrentando infectados! — Respondeu Bianca

— AH não... galera olha só o que temos aqui! — Disse Luiz olhando para Fernando agonizando no chão

— Fernando? A gente não vai matar ele vai? — Perguntou Victor assustado

— O que? Você tá doido? — Gritou Alan — Esse cara tava tentando matar o Pedro, você não viu?

— Sem falar que ele nos ameaçou! — Disse Carlos

— Matou muitos de nós! — Disse Jefferson

— Ele merece a justiça! — Eu respondi

— Estamos em um apocalipse, o que seria justiça? — Perguntou Luiz

— A lei de Talião, "olho por olho, dente por dente" — Eu respondi olhando para ele.

Luiz, muito irritado deu outro tiro na perna de Fernando, agora ele não podia mais andar, apenas gritar de dor. Carlos, lembrando da morte de vários de seus conhecidos amarrou Fernando com cabos de aço em um lugar alto, algumas partes de escombros espalhadas pelo lugar. Jefferson tirou todas as armas de Fernando, tiramos sua jaqueta e deixamos ele apenas com uma camiseta e um shorts.

— Vocês, não são os bonzinhos? Vão me largar aqui? Aposto que passarão o resto de suas vidas com o peso na consciência disso! — Ele disse bem irritado

— Eu não acho que vou ficar com peso na consciência? E você Pedro? Vai ficar? — Perguntou Luiz

— Não! haha, mas é claro que não! — Respondi

— E quanto a vocês? Vão ficar com algum peso na consciência? — Perguntou Luiz aos outros

— Muito pelo contrário! Estaremos nos sentindo bem! Bem, porque fizemos a justiça! — Respondeu Bianca

Então fomos andando, enquanto ele ficava pendura ali Fizemos a justiça, e agora estávamos nos sentindo bem. Tudo o que restava agora, era sobreviver! 

— NÃO! VOLTEM AQUI! ME AJUDEM! VOLTEM! — Ele gritava

— Amor! — Disse Luiz a Bianca — Ele tá enchendo o saco né? Se tem uma granada aí? 

— Ah, claro, deixa que eu jogo, isso com certeza vai atrair mais zumbis!

Ela jogou a granada, que explodiu bem próximo de Fernando. Então escutamos os gemidos dos zumbis correndo. E alguns segundos depois, os gritos de Fernando. Resolvemos sair logo de lá, antes que algum infectado nos encontre. Fomos até uma estrada haviam algumas palavras pintadas no chão:

SALVAR - ESPERANÇA - SOBREVIVENTES - CURA

As palavras terminavam quando um pontilhado começava. Era uma rota, um caminho, um caminho que possivelmente nos levaria a alguma salvação.

— Olha, eu acho que já vi séries o suficientes para dizer que isso! É uma armadilha! — Disse Victor 

— I daí? De qualquer jeito vamos ter que enfrentar alguém mesmo! Cedo ou tarde! — Disse Jefferson

— Qual é, gente? Vamos ter um pouco mais de esperança! Nós vamos sobreviver, encontraremos esperança no impossível! — Eu respondi.



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