História Radioactive - Capítulo 45


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 45 - Put a Flower in Your Pocket


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 45 - Put a Flower in Your Pocket

Depois de trocarmos de roupas, tomar um banho, passamos horas dormindo, eu fui o primeiro a acordar, o refúgio estava bem vazio, sem ninguém. Eu fui até um salão vazio, me sentei em uma das poltronas de veludo e fiquei pensando nas várias coisas que aconteceu. Então escutei passos, alguém surgiu e se sentou a algumas poltronas de mim. Era Victor.

— Dá pra acreditar mesmo nisso Pedro? O mundo acabou, e nós... estamos sobrevivendo! — Ele disse em um tom de voz calmo

— As vezes eu vou dormir pensando em acordar de volta no passado, e imaginar que tudo isso não passou de um sonho

— Se lembra na escola? Quando conversávamos sobre apocalipses? É difícil acreditar nisso!

Então escutei o som de pessoas conversando, eu e Victor saímos do salão e fomos até o Lobby do lugar. Miguel estava instruindo alguns homens e mulheres. Eu fui até eles e Miguel começou a dizer

— Ora, ora, Pedro e... Victor? né? Então... esse aqui é a "busca diária" Nós levamos nosso pessoal até lá fora, pra procurar comidas, roupas essas coisas... 

— Ótimo, deixa eu ir então! — Eu disse com as mãos na cintura

Algumas pessoas riram, outras olharam para mim. Miguel se aproximou de mim, com uma cara de dúvida e disse

— Você acaba de chegar em um lugar seguro e quer mesmo ir lá pra cima? — Ele perguntou bem próximo de mim

— Quero! — Respondi

— Ótimo, você pode ir no grupo 3, e você Victor? Quer ir também?

— Não! Eu não! — Ele respondeu

Peguei a besta, algumas flechas, uma mochila, um casaco e entrei no elevador com os outros. O outro grupo continuava a rir de mim, mas eu, fiquei quieto, não disse nada. No solo, haviam 4 camionetes, os grupos se dividiram e eu entrei na camionete do grupo 3. Um sujeito de óculos, ao lado de um homem gordo comentou

— É cara... mal te conheço e já vi que você é paciente mesmo ein! Sou o Hugo, prazer!

— Pedro, prazer. Hm, só de olhar pra eles já deu pra ver que são uns babacas, então, pra onde vamos? 

— Aí, Pedro, pode me chamar de Willian, essa aqui é a Sarah! — Disse o homem gordo — Semana passada encontramos uma galeria abandonada, vamos voltar pra terminar de pegar mais alguns enlatados, e mais armas! 

Foram uns 30 minutos até chegarmos nessa tal galeria, que ficava bem próximo de uma cidadezinha destruída. Eu saí do carro e vi que o lugar já estava sem infectados algum ou corpos. Entramos na galeria, fomos até o quatro andar do lugar e começamos a pegar tudo o que precisávamos, o lugar era muito escuro, usávamos lanternas. Então escutei o som de algum gemido, apontei a lanterna para outro lugar e fui andando lentamente, apontando a besta para qualquer coisa que fizesse som

— Hey, pra onde você tá indo cara? — Perguntou Wilian

— Shhh! Eu escutei alguma coisa!

— O quê? zumbis? Nós já o tiramos daqui faz tempo

Ignorei ele e continuei andando lentamente. Eu coloquei meu ouvido sobre uma porta e escutei o sons de gemidos, coloquei a mão na maçaneta, assim que ia abrir a porta um infectado me atacou por trás. Eu o joguei para longe de mim e dei duas flechadas em seu corpo, mas o infectado continuou vivo, então corri. Corri até uma porta, mas para o meu azar, não havia mais corredor depois da porta, e sim a rua! Eu caí do quarto andar em cima de uma pilha de lixo. E o infectado, em uma pilha de escombro, seu corpo atravessou uma das vigas, por pouco não era eu ali. Minhas costas estava doendo e meu braço, estava com um arranhão. Eu olhei para cima e vi Sarah, Willian e Hugo me olhando. Eu me levantei e vi a minha esquerda um carro antigo, fosco, com duas faixas brancas.

— Aí! Pessoal! Olha só isso aqui! — Eu gritei

Eu fui até o carro e encontrei a chave largada no chão do carro. Espereis o três descerem, então perguntei

— E aí? Levamos ao Miguel? 

— Miguel? — Dizia Sarah, rindo — Claro que não! o carro é seu, foi você que encontrou

— Mas... você sabe dirigir? — Perguntou Hugo

— É. mais ou menos... bom, a gente pode fazer um puxadinho, e puxar o carro com uma corda de aço. 

Então pegamos uma corda de aço e fizemos um puxadinho com a camionete. Chegando lá, o grupo 1 e 2 já estava lá. Os garotos que riam de mim começaram a me olhar espantados. 

— Uoal! Nossa, vocês que acharam esse carro? — Perguntou Miguel sorridente

— Na verdade, foi o Pedro, que achou — Disse WIlian 

Todos entraram no refúgio e eu fiquei dando uma olhada no carro, então de longe vi uma flor de cor roxa em meio a alguns escombros. Eu peguei a flor e coloquei em meu bolso, aquela flor, para mim, simbolizava que um dia, poderíamos estar a salvos deste mundo destruído pela ignorância do homem. 

Mas talvez, eu esteja errado...

 



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