História Radioactive - Capítulo 46


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 46 - Standing in the Rain


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 46 - Standing in the Rain

No dia seguinte, as buscas continuavam, desta vez fui com Victor e Luiz no carro, enquanto Willian, Hugo e Sarah iam na camionete. Agora, tínhamos um grupo, tínhamos um refúgio e agora, estávamos a salvos. O céu estava diferente do seu cinza amarelado, agora estava negro, tão negro quanto o carvão, mal conseguíamos ver a luz do Sol. 

Paramos nossos carros em frente a um cinema destruído, de longe víamos alguns infectados, nada com o que se preocupar. Hugo era o líder do grupo de buscas, então ele quem nos ordenava para onde ir.

— Tudo bem, Pedro... Victor, Luiz, vocês podem ir pro segundo andar, Sarah e Willian, vão pra sala principal, deixa que eu vou pro subsolo.

Subimos nos terceiro andar deste cinema, olhamos algumas salas, haviam corpos de muitas pessoas, pegamos somente o necessário, como roupas e mochilas. 

— Bom, e aí Luiz, como é que vai seu relacionamento com a Bianca? — Perguntou Victor a Luiz

— Ah, você sabe, vai tudo muito bem! — Ele respondeu

— Ah, e vocês já... fizeram aquilo? — Perguntou Victor

— Nossa Victor, que nojo cara! — Eu disse fazendo careta.

— Nojo? Por quê? — Perguntou Luiz rindo

— Ah, bem... porque-

— Ô! PESSOAL! Vem ver isso AQUI! — Gritou Willian na porta da sala do cinema

Fomos até Willian e Sarah, eles haviam encontrado alguns corpos de infectados "semi-mortos" estavam largados no chão, movimentando apenas os dedos e os pés. 

— Tá cara, por que é que a gente tá olhando esses zumbis? — Perguntei a ele

— Não são os zumbis! É o que tá nas mãos deles! — Ele respondeu

Eu me agachei e peguei lentamente o papel entre os dedos de um dos infectados. Eu me levantei, abri um dos papeis. Havia um desenho semelhante a uma âncora e algumas palavras: "ordem" "paz" "salvar". Noutro papel haviam outras palavras "escola" "consolações" "venha"

— Mas o que significam essas palavras? — Perguntou Sarah

— Isso... é um endereço! — Respondi

— Endereço? pra que? — Perguntou Victor

— Não sei, acho que pra algum outro grupo! Acha que Miguel vai se incomodar se fomos até lá? 

— Ele não se importa com o lugar que a gente vai! Ele só quer que cheguemos seguros no refúgio, qualquer sobrevivente é aceito!

Então resolvemos ir a qualquer escola próximo ao lugar, entramos nos carros e procuramos uma escola.

Já estávamos a uns 15 quilômetros do refúgio quando vimos uma placa com o símbolo de uma âncora por cima do nome de uma escola. Passamos por mais algumas estradas e finalmente chegamos a uma escola. A entrada estava vazia, abandonada. Hugo balançou um sino no portão, e uma mulher e um homem de cabelo preso surgiram.

— Que fazem aqui? Precisam de ajuda? — Perguntou a mulher

— N.. não! nós só queremos saber quem são vocês! — Respondeu Hugo

— Nós somos os Tanismucos! Somos um grupo de sobreviventes em busca de organização! — Respondeu o homem de cabelo preso — E vocês... quem são?

— Somos só alguns... sobreviventes! — Disse Sarah

— Mentira! — Disse a mulher — Essas mochilas, esses carros, essas armas, tenho certeza que fazem parte de algum acampamento! 

— E isso importa pra vocês? — Perguntou Luiz

— É, importa sim! — Disse o homem — Pessoas como vocês que atraem os doentes, hm, foram vocês que os criaram né?

— Não! Foi a ignorância do homem! — Eu respondi meio irritado — Somos todos culpados

— Pedro... vamos embora! — Disse Willian a mim

Então entramos nos carros e fomos de volta ao refúgio. Os trovões e raios começaram a surgir nos céus, não eram como os comuns, os sons desses trovões e raios era extremamente alto, a ponto de fazer nosso ouvidos doerem. Quando estávamos chegando no refúgio, uma chuva de cor verde começou. A princípio parecia normal. Mas quando Sarah foi sair da camionete, um pingo em sua mão fez todos pensarem diferente. Assim que o pingo tocou em sua mão, uma ferida enorme surgiu, ela gritou de mais. o pingo de chuva atingiu sua carne, a dor era insuportável.

Era uma chuva ácida



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