História RafaLili - Atração irresistível - Capítulo 13


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Personagens Liliane "Lili" de Bocaiuva Monteiro, Rafael Guerra
Tags Rafalili Viviel
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Palavras 2.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola, meninas! Aqui tem um novo capitulo. Espero que gostem e desculpem a demora. Boa leitura!

Capítulo 13 - "Eu sempre te amei!"


POV RAFAEL

Que bom e acordar todas as manhas com a Lili nos meus bracos, ver ela dormir serena, feliz. Ainda nao posso acreditar que ela e minha e que em breve vamos formar uma familia junto com o nosso filho. Essa mulher e tudo que poderia desejar na vida, nunca imaginei que seria capaz de amar tanto.

POV LILI

Gemi ao sentir labios do Rafael depositando beijos molhados nas minhas costas, e surpreendente como meu corpo reage a caricias dele.

L: Que delicia...- susurrei como resposta, ele desceu os beijos ate minha coluna vertebral.

R: Bom dia, dorminhoca. - ele mordeu o laterao da minha cintura, causando arrepios por todo meu corpo.

L: Bom dia. - virei de frente encarando-o, o puxei para um beijo profundo, de linguas.

R: Dormiu bem?

L: Muito bem!

R:  E voce, filhote, dormiu bem? - Rafael alisou minha barriga.

L: Ja comecou! - senti o bebe se mexer. - Ele ja conhece a sua voz!

R: Claro que conhece, neih, filho? - beijou a minha barriga.

L: Rafael!

R: Desculpa, meu anjo. - ele alisou minha barriga. - Filho, deixa a mamae sosssegada, vai. - bebe parou de chutar. - Vamos tomar cafe?

L: Uhum...- me espreguicei. - Deixa eu me arrumar rapidinho e vamos. - tomei banho, me arrumei de descimos para tomar cafe com o Fabinho.

R: Bom dia!

F: Bom dia!

L: Bom dia, filho! - beijei o Fabinho na bochecha e me sentei no meu lugar. - Que delicia! - disse olhando na comida.

F: Ta com fome, mae? - gargalhou.

L: Muita e de todo tipo. - olhei pra Rafael, ele sorriu.

F: Vamos parar, gente? Nao preciso sabes desses detalhes! - os três gargalhamos. - Mae...

L: Sim, filho.

F: Falei com o meu pai, ele pediu vir hoje pra falar com voce.

R: A que horas? Eu quero estar em casa. - eu peguei a mao do Rafael e sorri.

L: Ele pode vir as 5 horas da tarde, filho?

F: Acho que sim, ele disse voce escolher a hora.

R: Entao diga pra ele vir as 5! - disse Rafael serio.

F: Calma, Rafael! Ele so quer conversar com a mae.

R: Voce me desculpa, Fabinho, eu entendo que e seu pai mas nao confio nele. Esse cara ja maguou a Lili no passado...

L: Nao se preocupe, meu amor, eu vou falar com ele e se ver que esta se exaltando, eu chamo voce. Ta bom?

R: Muito bom! - Rafael beijou minha mao.

F: Bom, vou ligar o pai pra pedir ele vir nas 5 horas.

L: Ta, filho.

R: Meu anjo, voce promete nao ficar nervosa quando falar com Germano?

L: Prometo! Nao vou deixar ele me magoar, fica calmo. - depositei um beijo nos labios do Rafael. - Eu te amo. - disse com nossas testas coladas.

R: Eu mais, meu anjo! Bom, eu tenho que ir pro estudio, tenho uma sessao de fotos daqui a 30 minutos. Mas eu volto antes das 5 horas. - me deu um selinho.

L: Ta bom.

R: Tchau, filinho do papai. - alisou a minha barriga, o bebe respondeu com um chute.

L: O papai lembra que eu ainda nao tenho nome? - coloquei a mao na barriga.

R: E verdade! A gente precisa escolher um nome pra ele.

L: Eu tenho varios nomes na mente, a gente fala sobre isso mais tarde. Mas agora vai pro trabalho, vai chegar atrasado.

R: Ta bom! Beijo pra voces!

HORAS DEPOIS...

Estava no meu quarto lendo quando o Fabinho me avisou que o Germano chegou pra falar comigo.

F: Mae, ele ja esta aqui.

L: Ja vou, meu filho.

NA SALA

L: Boa tarde, Germano! - disse seca descendo as escadas.

G: Boa tarde, Lili! - disse-me, ele estava com uma foto da nossa filha Sofia nas maos. - Ultimamente penso muito nela. - disse olhando na foto.

L: Eu tambem! Sempre penso nela.

G: Tambem penso muito na nossa familia, nos...

L: Nao tem “nos”, Germano. Tem eu e voce por separado.

G: E, voce tem razao, sobre isso mesmo que eu vim falar. Sobre o fato de nao existir mais um “nos”.

L: Que bom que voce entendeu isso. - sentei-me no sofa e fiz um gesto com a mao pedindo a ele se sentar tambem.

G: Eu pensei muito, Lili, e admito que no comecou fiquei com muita raiva de voce por se envolver com o Rafael.

L: Mas voce e cínico mesmo, neih Germano?!

G: Deixa eu terminar, porfavor. - fiz um gesto positivo com a cabeca. - Entao, eu fiquei com raiva de voce por ter seguido a sua vida, arranjado um outro homem, decidido ter um filho com ele, uma familia... Mas o culpado de tudo isso sou eu, a culpa de voce ter desejado ter um outro homem na sua vida foi minha por eu nunca ser um homem que voce merecia.

L: Germano...

G: Porfavor, deixa eu falar. - pegou-me pela mao. - Mas eu quero que voce saiba que apesar de tudo, eu sempre te amei! Do meu jeito torto, mas sempre te amei, Lili! Nunca amei a ninguem na vida como amei voce. Voce me deu os melhores anos da minha vida, contigo tive tudo que um homem pode desejar e mais. Nunca duvidei que fiz a melhor escolha quando te escolhi pra ser minha esposa e mae dos meus filhos.

L: Nossa, Gemano, nunca pensei ouvir isso de voce. Voce nunca foi homem de mostrar os seus sentimentos, nao lembro ter te ouvido falar assim.

G: Eu sei, tambem e um dos muitos erros que ja cometi com voce, nunca te falei o quanto te amava. Mas eu quero que voce seja feliz, Lili. Eu sei, eu vejo que voce e feliz com o Rafael.

L: Eu sou mesmo, Germano. Mas isso nao quer dizer que eu nao fui feliz com voce. Eu sempre soube que voce nao era homem de mostrar seus sentimentos, que as vezes e grosso, mas isso nunca me incomodou muito. O que me magouou foram as suas traicoes, a morte da nossa filha...

G: Eu sei, tudo isso matou o amor que voce sentia por mim. Por isso eu nao vou impedir a sua felicidade com o Rafael, voce merece ser feliz, Lili.

L: Espero que nao seja mais alguma das suas artimanhas...- o olhei desconfiando.

G: Fique tranquila, tudo que eu falei foi de coracao. Nao e nenhuma artimanha.

R: Com licenca! - Rafael entrou na sala. - Boa tarde, meu anjo! - beijou-me na testa. - Desculpa o atraso.

L: Ta tudo bem. - sorri. - O Germano e eu ja falamos tudo o que tinhamos que falar. Nao e Germano?

G: E verdade. Vou estar esperando os papeis, entao. - respondeu seco.

L: Amanha mesmo mando o meu advogado na sua casa.

G: Perfeito! Vou indo entao. Tchau!

L: Tchau...

R: Ele estava falando dos papeis do divorcio?

L: E, aceito assinar a separacao!

R: Que noticia boa! - Rafael me abracou e me ergueu. - Agora podemos marcar a data do nosso casamento! Mas nao sera alguma artimanha do Germano?

L: Eu tambem pensei isso, mas ele jurou que esta sendo sincero. Ate falamos do nosso passado...

R: Sei...

L: Que foi, meu amor?

R: Não será que agora está bancando o bonzinho com você pra ver se te conquista de novo?

L: Claro que nao! - gargalhei. - E mesmo que assim fosse, meu coracao ja tem outro dono.

R: A, eih? E quem e esse sortudo?

L: Um rapaz lindo, carinhoso, fogoso...- o abracei pela cintura, acariciei as suas costas por debaixo da camisa, o beijei no pescoco.

R: Tudo isso? - me envolveu pela cintura, uma das suas maos apertou-me na bunda, soltei um gemido.

L: Sabe, me deu uma fome. - susurrei no ouvido dele, acariciando as costas dele.

R: E que quer comer? - mordeu o lobulo da minha orelha.

L: Vamos no quarto e eu te mostro... - ele me pegou no colo e subiu para o quarto. Me deitou na cama e se pocisiono sobre mim, me beijou nos labios e desceu ate o meu pescoco.

R: Que cheiro gostoso. - disse-me. - A sua pele e tao cheirosa, macia...como eu amo esse corpo. -   suas maos acariciavam as minhas coxas.

L: Entao, me mostra... - entrelacei os dedos nos seus cabelos e o puxei pra me olhar. Ele sorriu e tomou minha boca num beijo quente. Com a ponta da lingua passou no meu pescoco descendo ate o colo.

R: Que delicia essa sua pele! - suas mao achou o ziper do meu vestido e o puxou pra baixo, sua boca quente depositava beijos nos meus ombros. - Deixa eu tirar seu vestido... - me puxou pra sentar, eu inverti as posicoes e me sentei no seu colo com pernas de cada lado, tirei o vestido ficando so de lingerie. Ele se sentou me abracando pela cintura, abriu o fecho do meu sutia e o tirou. Eu o livrei da camisa e grudei os nossos corpos, gemi na sua boca quando senti o contato das nossas peles nuas. Minha mao foi a direcao da sua cinta, o fiz deitar na cama, passei as unhas  sobre seu peito fazendo sua pele arrepiar. Abri o fecho da sua calca e comecei a rebolar no seu membro. - Lili! - o senti me segurar na cintura.

L: Que foi? - perguntei com voz inocenti, mas ele sabia que foi para provoca-lo. Me sentei justo na regiao do seu intimo.

R: Mulher malvada! - disse ele e inverteu as posicoes. Ele levantou pra tirar a calca ficando so de cueca box. Eu mordi meu labio inferior ao ver o volume formado dentro da sua cueca. Rafael voltou a se posicionar entre minhas pernas. - Agora sou eu quem vou te torturar. - disse passando a lingua no meu pescoco.

L: Quero ver...- disse provocando-o. Ele passou a lingua detras da minha orelha, mordiscando o lobulo da mesma. Desceu ate o pescoco, ombro tambem os mordiscando de leve. Sua mao acariciava a minha intimidade por cima da calcinha. - Rafael...- gemi. - Quero mais...- ele me livrou da ultima peca de ropa e penetrou dos dedos em mim, eu arfei e arquei as costas. Comecou a fazer movimentos lentos em mim. Ele abocanhou um dos meus mamilos ja rijido pela exitacao e eu gemi alto. Entrelacei os dedos nos seus cabelos, fechei os olhos. Quando estava prestes a gozar, Rafael parou os movimentos e retirou os dedos. Eu suspirei alto pela frustracao, ele sorriu e beijou meu rosto, beijou minha boca saboreando cada canto. Eu aranhei suas costas mostrando que quero mais. O senti me penetrando de uma vez, ambos gememos. Rafael comecou com mivomentos devagar, lentos, espalhando prazer pouco a pouco no meu corpo. Minhas maos passeavam por suas costas, ele depositava beijos molhados no meu pescoco. Nossos corpos se encaixavam tao bem, os movimentos tornavam-se cada vez mais rapidos e urgentes. Senti que nao ia aguentar por muito tempo, meu corpo pedia a gritos uma explocao de sensacoes, Rafael apertava minhas coxas cada vez mais forte para aumentar ainda mais o contato dos nossos corpos. - Rafael...- mordi o seu ombro sentindo meu momento chegar, meu corpo quebrou-se em mil pedacos.

R: Eu tambem, meu anjo...- gozamos no mesmo tempo, misturando o nosso prazer. Ainda com as respiracoes ofegantes e coracoes batendo num ritmo acelerado, Rafael retirou-se dentro de mim provocando uma nova onda de prazer nos ambos, arfamos ambos. Ele deitou-se ao meu lado, acaricio e beijo meu rosto, eu sorri.

L: Cada vez o prazer e mais intenso do que a vez passada. - disse ainda com os olhos fechados, respiracao acelerada.

R: Concordo! Contigo tudo e mais intenso. - ele me abracou, depositou um beijo na minha bochecha. Eu deitei no seu peito, meu corpo ainda estava mole, relaxado. - Desculpa pela bagunca, filho. - Rafael alisou a minha barriga.

L: Achou que esta desculpado. - o bebe respondeu imediatamente com um chute. - O papai e responsavel pela bagunca e os golpes os levo eu, neih? - gargalhei.

R: Precisamos escolher um nome pra ele. - beijou a minha barriga.

L: Eu ja pensei num nome, mas queria falar com voce pra ver se concorda.

R: Qual?

L: Joao Lucas.

R: Lindo nome, eu gosto. E se voce escolheu, eu concordo.

L: Gosta mesmo?

R: Muito! Voce gosta do seu, filho? - bebe mexeu outra vez. - Esta vendo? Ele gostou.

L: Entao, decidido. Vai se chamar Joao Lucas.

R: E agora so falta marcar a data do casamento.

L: Isso vai depender do meu divorcio. Deixa eu falar com meu advogado primeiro e depois voce marca a data.

R: Nos marcamos, neih?

L: Deixo voce escolher a data que quiser. - acariciei o rosto dele.

R: Eu te amo, sabia?

L: Acho que e mais que isso. Voce esta louco por mim! - mordi o labio inferior dele.

R: Quem disse? - desceu a mao ate minha bunda.

L: E precisa? - beijei o seu pescoco e o senti arrepiar.

R: Abusada!

L: Olha quem fala! - minha mao acariciava o peito dele. Ele beijou-me apaixonadamente, isso foi  suficiente para reacender o fogo e como nenhum de dois e de negar fogo quando se trata um do outro, nos amamos uma vez mais. Desta vez muito devagar, aproveitando e sentindo cada pedacinho um do corpo do outro, sem presa. As sensacoes voltaram a preencher os nossos corpos fazendo-nos explodir de prazer, os coracoes batiam no mesmo ritmo, as respiracoes se misturaram numa so...



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