História Rain (JIKOOK) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Exibições 95
Palavras 2.078
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Policial, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Rain (JIKOOK) - Capítulo 1 - Capítulo Único

Pov. Jimin

Eu estava alí, cansado por ter corrido, machucado por aqueles monstros, mas feliz por estar longe deles.

Não sei exatamente onde estava, nem como cheguei alí ..

Deve estar se perguntando o quê aconteceu certo? Vou lhe contar ..

 

 

 Eu estava saindo da faculdade - fazia meu curso de advocacia de noite - meu apartamento era um pouco longe, mas decidi ir à pé mesmo. Porém no meio do caminho senti que estava sendo seguido, aquilo foi assustador, mas o pior foi quando olhei para o homem atrás de mim.

Ele parecia estar bêbado, cambaleava um pouco, aproveitei a situação e acelerei meu passo, mas o que não esperava era um outro homem à minha frente. Acabei por dar de cara com ele e cair. Fiquei assustado ele me puxou e me levou para um beco que alí tinha - o que nem tinha percebido, pois, estava assustado de mais para prestar a atenção a minha volta - ele me puxou e seu amigo sorriu malicioso para mim.

Me assustei saberia o que iria acontecer, então tentei grigar, o que não foi possível já que o cara mais alto tampou meus lábios, me impossibilitando de fazer tal ato.

Me estruparam.

Alí, sem dó e nem piedade.

Sentia nojo de mim, mas sabia que não era minha culpa. 

Quando ouviram um barulho, procuraram o que acontecia, aproveitei e fugi.

Mesmo com meu corpo dolorido, chorando, com medo, assustado, fugi.

Me escondi em outro beco, atrás de uma caçamba de lixo. Nem percebi que tinha adormecido, quando despertei parecia ser madrugada, estava chovendo, perfeito, além de não saber onde estava, agora sentia frio e estava todo encharcado.

Olhei ao meu redor e ouvi um barulho, assutado fiquei em silêncio - já que poderiam ser os homens que abusaram de mim - mas não era, era um moço lindo. Tinha cabelos cor castanho, e uma boca convidativa, um físico perfeito - mas não era momento de pensar nisso - olhei assustado para ele.

Naquele momento achei que morreria, que aquele homem faria algo de ruim para mim.

Ele me encarou, parecia me analisar até que perguntou.

- Você está bem, pequeno ? 

Que bela voz - se não estivesse tão assutado, poderia elogiar a mesma - porém me foquei em responder.

- N-não faça nada comigo, p-por favor. - implorei-o

- Acalme-se, sou um policial, meu nome é Jungkook, Jeon Jungkook, só quero saber se está bem parece estar machucado.

Policial - decidi confiar nele - apesar de que suas roupas não pareciam ser de um policial, uma camisa social branca, molhada pela chuva, e uma calça, também social - uma imagem belíssima.

Ele se abaixou e agachou em minha frente, olhei-o, ele sorriu - seu sorriso era lindo, dentes de coelhos, combinava com sua boca - sorri de volta, sem mostrar meus dentes.

- Eu fui estrupado.

Ele me olhou assustado, como se perguntasse se alguém tinha coragem de fazer aquilo comigo. O silêncio predominou, então continuei.

- Eu estava saindo da faculdade, e dois homens me encurralaram me levaram para um beco, no qual abusaram de mim.

Na frente dele eu desabei em lágrimas.

Ele me abraçou e me acalmou.

- Ei, fique calmo, vamos resolver isso. Está bem ? Onde você mora ? - me perguntou.

- Eu moro num apartamento no centro, mas eu não sei onde estou, então sinto muito. - lhe respondi, me sentindo um inútil.

- Acalme-se, vamos fazer assim, te levarei para minha casa, amanhã irei te levar até a delegacia e faremos uma queixa, depois chamaremos seus pais, tudo bem ? - ele propôs.

Acenei positivo. Ele não parecia ser alguém ruim. 

- Consegue andar, pequeno ? 

- Eu não sei, meu quadril está doendo muito.

Tentei levantar, tentativa inútil, pois senti uma enorme dor no meu quadril - em minhas partes íntimas, mais especificamente - gemi de dor e fiz uma careta.

O policial - cujo nome era Jungkook - me olhou assutado e me segurou, olhei para ele envergonhado e corei.

- Eu lhe carrego, pequeno.

Então ele me carregou no estilo noiva, vi o carro logo na entrada do beco, ele abriu a porta do passageiro e me colocou atrás, deitado - de lado, para nao sentir mais dor - me senti uma princesa. Agradeci ele.

Ele entrou no carro, ligou, e começou a dirigir. 

- Qual é seu nome pequeno ? - pergungou para mim, me tirando do meu transe.

- Jimin, Park Jimin. 

- Lindo o nome, combina com o dono. - e sorriu para mim.

Olhei-o envergonhado e agradeci.

- Disse que faz faculdade certo ? - Assenti. - Do quê ?

- Direito.

- Aah sim, quem sabe algum dia não possa te ver em um tribunal não é mesmo ? Só espero que seje apenas para resolver casos pequeno.

Gargalhei alto.

- Não se preocupe, não sou um delinquente.

Ele sorriu de volta.

- Seu carro ficará todo molhado, desculpe-me.

- Não se preocupe com isso.

 

 

Quando chegamos em sua casa, fiquei maravilhado, não era grande, mas também não era pequena. Era mediana, lindíssima. 

Me mostrou a casa inteira - me perguntei se seus braços não estavam doendo de me carregar, mas deixei isso quieto - me levou até o quarto de hóspedes, alegando que poderia passar a noite alí.

- Acho melhor ver se não tem machucados graves, certo ? 

Acenei positivo. Então saiu do quarto - me deixando sentado na grande e macia cama de casal que tinha alí. Logo após ele voltou com uma caixa de primeiro socorros. Ele pediu que retirasse a camiseta que estava. Assim fiz - com um pouco de vergonha, é claro - não tinha machucado algum apenas na face, no qual um dos estupradodes me deu um murro na bochcha. Nada de mais. Jungkook apenas passou uma pomada para que a dor passasse 

- Bom, pelo menos não está tão machucado. Você quer tomar um banho, Jimin ?

- Sim, por favor.

Me levou até o banheiro.

- Consegue tirar a roupa sozinho ? - notei um rubor em suas bochechas.

- S-sim 

Então ele saiu. Retirei minha roupa e fui para debaixo do chuveiro. Tinha quase terminado só faltava minhas costas. Gritei o Jungkook. Ele entrou e ficou de costas perguntando se estava tudo bem, respondi que sim e perguntei se ele poderia lavar minhas costas, respondeu positivo então virei de costas para o mesmo. Percebi um olhar dele sobre mim.

Quando ele foi pegar o sabonete cujo estava em minhas mãos. Senti sua ereção me cutucar - já que estava de costas para ele - gemi. Corei fortemente, ele não se afastou, mas também não fez nada.

Sentia sua respiração bater em minha nuca, estava pesada, assim como o clima.

Então ele fez algo que eu jamais esperei. Começou a roçar sua ereção em minha bunda - que modéstia parte, era enorme - apesar de estar com a calça sentia perfeitamente.

Comecei a arfar com o contato, então ele me virou e me pegou em seu colo, minhas pernas se entrelaçaram em sua sintura, ele me olhou nos olhos. Me perdi nas suas lindas orbes negras.

Ele me beijou, o melhor beijo de minha vida, nossas línguas lutavam numa batalha por espaço, e eu gemia entre aquele maravilhoso ósculo. Ele partiu para meu pescoço mordendo, chupando e lambendo. Poderia gozar apenas com aquilo.

- A-aah, Jungkook. - gemi.

Aquele simples gemido parecia ter feito um enorme estrago no policial. Me olhou, e então sorriu malicioso, foi até meu ouvido e chupou o lóbulo me minha orelha e sussurrou.

- Você gosta disso não gosta Jimin ? - então ele começou a roçar seu pênis em minha bunda.

Eu apenas gemi. Estava uma bagunça, então ele deu um tapa em minha bunda, no qual me pegou de surpresa.

- Responda, vadia.

Eu deveria xingá-lo e mandá-lo ir se foder, porém eu apenas gemi em deleite.

- S-sim, Jungkookie-ah, eh gosto.

Ele me olhou novamente. Mas agora parecia um olhar preocupado

- Tem certeza que quer isso Jiminie ?

O olhei admirado e acenei positivo,sorrindo sincero.

Ele sorriu maldoso e me levou para seu quarto.

Me colocou na cama, e retirou sua blusa em uma puxada só, na qual seu botões todos estouraram. Me surpreendi.

Depois retirou sua calça, ficando apenas de box. Oh, céus. Aquilo era um pecado. Sua box estava melacada com o pré-gozo, eu gemi, em aprovação.

Então ele a retirou, seu pênis pulou para fora, era enorme, perfeito para me foder.

Ele me chamou com o dedo, e eu fui engatinhando até ele. O policial me olhou, vi em seu olhar o desejo que ele sentia.

- Venha cá, minha putinha, vem se lambuzar com pau do seu Daddy.

Abri minha boca, coloquei minha língua para fora e lambi sua cabecinha. Senhor, seu gosto era delicioso. Não aguentando mais, coloquei todo seu pau em minha boca. Ele gemeu - rouco - puxou meu cabelo com toda a força e deu um tapa em meu rosto - aquele tapa doeu, mas no momento só pareceu ter aumentado minha excitação.

- Eu disse que era pra você me engolir vadia ? - me olhou raivoso.

- N-não Daddy.

- Você foi um Baby mau Jiminie. Merece uma punição.

Então ele me jogou de bruços na cama, e subiu em cima de mim. Oh, merda. Sentia seu pau no meio de minhas nádegas, joguei minha bunda para cima, em busca de mais contato. Então ele deu um tapa forte na mesma, e eu gemi.

- Você gosta de ser uma puta, não é mesmo Baby ? - disse rouco em meu ouvido.

- Aah D-daddy !! 

- Vamos fazer assim, não quero que me toque. Certo ?

Acenei concordando rapidamente.

Ele me virou - de frente para o mesmo - e prendeu meus braços, na cabeceira da cama.

- Vamos parar de enrolar Baby.

Ele me olhou e me fez chupar dois dedos seus. Logo depois colocou um em minha entrada, não era uma dor gigantesca, porém era um incomodo.

Depois que ele pareceu ter percebido que eu me acostumei com um dedo apenas, colocou o segundo fazendo movimentos de tesoura, me acostumei rápido com a invasão então ele tirou seus dedos. Ganhando de mim um gemido de reprovação.

Ele me olhou maldoso. Foi ai que percebi o porquê daquele olhar, ele entrou com tudo em mim. Gritei de dor. Ele esperou me acostumar.

Então começou a rebolar com seu pau dentro de mim. Oh, Deus. Isso é tão bom.

- D-daddy, mais rápido, por favor. Aaaah, Daddy.

Ele aumentou a velocidade, e droga, como aquilo era maravilhoso. Eu gemia cada vez mais alto, e revirava meus olhos, demonstrando quanto aquilo estava perfeito.

- Ooh Baby, você é tão apertado.

E estremci com suas palavras.

De repente ele para de se mover, eu gemo em protesto. 

- Vamos vadia, fique de quatro para mim.

Ele me soltou. Eu obedeci ele. Me virei.

Ele me penetrou com toda força, então ele estocou meu ponto doce. Gritei, revirando os olhos. Ele puxou meu cabelo, fazendo com que minhas costas formassem um perfeito arco. Me puxou com toda a força fazendo com que, minhas costas encontrasse com seu peitoral, e começou a bombear meu pênis.

Cheguei ao meu ápice, gemendo alto. Apertando-o, fazendo com que ele goze em mim.

Caímos exaustos na cama. Ele me olhou e sorriu.

Se abaixou e começou a me chupar. Merda, isso estava tão bom, então ele continou, estava tao perdido em tal ato que nem percebi que meu Daddy se excitou novamente.

- Daddy, me deixe sentar em você ? - o olhei inocente

- Você ama meu pau não é mesmo Baby ? 

Acenei positivo para ele. Então o mesmo se sentou encostando as costas na cabeceira da cama. Coloquei seu pau em minha entrada, e sentei com tudo. 

Ele gemeu rouco em meu ouvido e eu alto e claro.

Comecei a cavalgar nele. O beijei, ele batia em minha bunda, me xingava, puxava meu cabelo. E aquilo me fazia chegar mais perto do segundo orgasmo.

Gozamos juntos, eu em nossos peitorais e ele dentro de mim.

Deitei no seu peito, ofegante. Ele ainda estava dentro de mim quando perguntou 

- Sei que pode parecer clichê e também estranho, mas quer namorar comigo ?

Certo. Essa me pegou de surpresa.

Sorri para ele.

- Sim, eu aceito.

Nos beijamos.

- Terceiro round Baby ? 

- Terceiro round Daddy ! 

 

 

 

 

 

 

 



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