História Rain Sound - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Banglo, Bap, Daehyun, Daejae, Himup, Youngjae, Zelo
Exibições 105
Palavras 3.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteiiiii
Cara, muito obrigada pelos comentários.
Eu quase cai da cadeira com todas as notificações que eu tinha.

Vocês são uns amores *-*
E agora vamos ler.
Leggo

Capítulo 7 - Nós dois...


 

Passei praticamente toda a manhã de domingo deitado na minha cama, encarando o teto e reprisado um zilhão de vezes o que tinha acontecido ontem à noite.

Cara, eu beijei o Dae Hyun...

E foi o melhor e mais quente beijo da minha vida. Babo, foi o seu segundo beijo.

Tá tudo bem que eu não tenho nenhuma experiência com beijos, ainda, mais com certeza aquele foi de tirar o fôlego.

E ás vezes, - quando não estava inconsciente – ficava me questionando se ele estava na mesma situação que eu, se estava gastando horas do seu tempo pensando em mim. Tal fantasia fazia meu peito se encher de esperança.

E pela centésima vez, toco meus lábios carnudos, me questionando se tudo aquilo tinha mesmo acontecido. Foi mesmo real?

Batidinhas na minha porta me tiram dos meus devaneios.

 - Entre!

A porta se abre e a minha tia passa pela mesma, seu habitual sorriso tranqüilo estava ali, mais não refletia em seus olhos. Ela estava preocupada.

 - Jae, você ainda não saiu dessa cama? Já está na hora do almoço, por que não toma um banho quente e come um pouco?

Sua preocupação era papável e a sua curiosidade também. Bato no colchão do meu lado e falo.

 - Sente-se aqui mocinha, eu sei que você está morrendo de curiosidade para saber o que aconteceu.

Ela sorri e se senta imediatamente. Não disse?

Mesmo morrendo de vergonha, conto tudo que aconteceu do começo ao fim inclusive do beijo ardente entre mim e ele. Quando termino, finalmente a encaro, sua boca fina formava um “O” perfeito e seus olhos estavam arregalados. Passo a mão na frente do seu rosto, tentando acordá-la.

 - Tia, está tudo bem?

 - Sim, mais meu Deus Jae, eu imaginei que essa festa seria legal e que você iria curtir... Mais não imaginei que fosse tanto. E esse foi seu primeiro beijo, né? Nossa, fiquei quente só de imaginar.

 - Tia...

Falo com o rosto mais vermelho que um tomate. Oculto a parte, que na verdade, o meu primeiro beijo tinha sido com o Zelo. Se eu contasse, ficaria estranho.

 - Você não se incomoda de saber que eu fiquei com outro homem?

 - Jae, eu nunca fui preconceituosa, como a sua mãe... – Eu arregalo os olhos e meu coração vai a mil, ela me olha mais assustada ainda. Como se só agora notasse o que tinha falado. – Sim, eu nunca te contei isso... Mais, a sua mãe costumava dizer que se chegasse a ter um filho homossexual, expulsaria de casa.

Abaixo o olhar, ela nunca havia me contado sobre isso antes... Mais eu me lembro o quanto a minha mãe era rígida – mais do que meu pai – principalmente em relação ao cuidado de seus dois filhos.

Mais não imaginei que era tanto...

 - Desculpe Jae, acho que não devia ter te contado...

Balanço a cabeça tentando afastar a tristeza que começava a tomar forma em meu peito.

 - Tudo bem, mais eu não sei se posso me considerar gay, tudo bem que eu gosto dele, mais já gostei de uma garota também... Ah, não sei, estou confuso.

Ela solta uma leve risada, e se vira na cama ficando sentada do meu lado com as costas apoiadas na cabeceira.

 - É normal na sua idade, termos essas confusões, você é adolescente ainda e os seus hormônios estão à flor da pele...

 - Agente não vai ter aquela conversa agora, né?

Ela solta outra risada.

 - Não, não vamos. Mais eu quero que você saiba que tem todo o meu apoio se quiser seguir em frente com esse garoto, está mais do que óbvio que você gosta dele. Eu sei que você tem seus medos, e um passado dramático... Mais em minha opinião, vale à pena prosseguir.

Mordo os lábios refletindo nas suas palavras, mais a minha cabeça ainda se encontrava confusa.

 - Por um lado eu também penso assim, mais ainda estou confuso com os meus sentimentos... Eu não sei o que ele sente por mim, de verdade.

 - Olha, eu acho que ele deixou bem evidente o que ele quer... Mais okay, tudo no seu tempo, agora vem, vamos comer alguma coisa.

Sorrio e me levanto ido até a cozinha para comer.

Já se passava das cinco da tarde, quando recebo a visita de um loirinho risonho e meio corado... Hmn, suspeito.

Depois de cumprimentar a Hyosungie, levo o Zelo até o meu quarto.

 - E por que você está assim?

Pergunto vendo o mesmo se sentar na minha cama, sem rodeios e sem pedir licença. Bem estilo Zelo mesmo.

Ele dá de ombros, mais os seus olhos negros não demonstravam a mesma indiferença.

 - Como assim, Hyung?

 - Não se faça de inocente, mocinho. Aconteceu alguma coisa com você, e eu quero saber o que é.

 - Nossa como o meu Hyung é curioso... – Ele não se agüenta, e começa a rir. Sorrio também e fico esperando o ataque de riso dele acabar. – Mais você tem razão, aconteceu uma coisa maravilhosa comigo ontem. Nossa! – Ele suspira. – Nunca vou esquecer essa festa. Eu cumpri a minha promessa, é só bebi o meu segundo copo depois das nove, mais como era uma bebida doce, pegou muito rápido e eu comecei a passar mal. O Bang, como é sempre tão educado, perguntou o que podia fazer para me ajudar, eu claro aproveitei a chance. Falei pra ele que estava com dor de cabeça e estava enjoado – o que era verdade, em parte – daí ele disse que ia me levar para casa, mais eu contornei a idéia e disse que meus pais tinham saído e só voltaria hoje. E que eles disseram que eu podia dormir ou aqui ou na casa dele. E adivinha para onde ele me levou?

 - Só pela sua carinha, já sei a resposta.

Ele ri e as suas bochechas ficam mais coradas.

 - Pois é, meu caro Hyung... Ah, como é bom dá adeus para virgindade...

Acabo rindo.

 - Mais e ele? Cedeu assim, tão rápido?

 - Ah, ele tentou me afastar, usando a desculpa de que eu era bem mais novo e blá blá blá... Mais eu via que ele queria, então depois de provocá-lo muito e de, praticamente, me sentar no colo dele, aquele Moreno Perigoso finalmente foi meu.

Arqueio uma sombracelha diante daquele apelido, mais ele simplesmente dá de ombros.

 - E depois?

 - Dormi na casa dele, obviamente. Hoje de manhã acordei meio dolorido e sensível sentimentalmente, achei que ele ia me dispensar. Que não queria mais me ver, ou me deixar de castigo igual uma criança que fez alguma arte... Mais não, ele disse apenas que o fato de nós dois termos transado, muda tudo, e que estava preparado para um relacionamento.

Sorrio com aquilo.

 - Que bom Jun, fico feliz com isso...

 - Mais chega de falar de mim, e você? Como foi a sua festa?

Minhas bochechas ardem de novo, e eu começo a contar o que rolou entre mim e o Dae. Quando termino, encaro a sua face de surpresa.

 - Caramba, e eu achando que você era todo tímido e recatado, pelo visto me enganei...

Sorrio de lado, envergonhado.

 - É, e amanhã terei que “enfrentá-lo” na aula de canto, estou meio receoso...

 - Se arrependeu?

Balanço a cabeça, se tem algo que eu não me arrependo, é daquele beijo.

 - Não é isso, é que eu não sei como ele ficou depois. E se ele estiver... Com nojo de mim?

Meu estomago gela só de pensar nessa hipótese, não sei o que faria se ele me ignorasse.

 - Bem, a resposta definitiva você só terá amanhã.

Confirmo com um aceno e trato logo de mudar de assunto, não podia ficar me remoendo por algo que ainda nem aconteceu.

 

>>>>>>>>> 

 

Segunda-feira chegara comigo acordado antes do meu despertador, havia passado boa parte da noite acordado.

Faço a mesma rotina das semanas anteriores, e por fim espero o Zelo no elevador. Na chegada da escola, meu coração se encontrava disparado, na expectativa de vê-lo novamente. Algo que não acontece.

E fico ainda pior quando não o encontro no refeitório.

 - Parece que ele faltou, Hyung.

Comenta Junhong, aparentemente triste também. Tento sorrir em resposta, mais a única coisa que sai é um esticar de lábios. Mais ainda restava um fio de esperança...

Que foi cortado rudemente pela ausência de Dae Hyun na aula de canto.

No caminho de volta para casa, sentia meu coração ficar cada vez mais pesado. O meu pior pesadelo tinha se concretizado.

Dae Hyun não queria mais me ver.

>>>>>>>>> 

 

Tentava a todo custo presta a devida atenção na aula de terça-feira, mais estava sendo praticamente impossível.

Quando cheguei com o Zelo hoje mais cedo, eu não o vi de novo, igual ontem. E aquilo me deixou triste e decepcionado. Será que ele se arrependeu?

Tal pensamento me deixava ainda pior.

O sinal tocando me tira dos meus devaneios melancólicos. Antes de sair, guardo meu material, não estava com fome, mais iria mesmo assim para não preocupar o Zelo e o Up.

Quando entro no refeitório, varro o lugar e meu estomago vira o pólo norte e meu coração vai a mil quando vejo o Dae Hyun, ele estava sentado junto com os seus amigos populares, como de costume.

Abaixo a cabeça quando passo perto da mesa deles e dirijo rapidamente para onde meus dois novos amigos estavam e me sento. Poderia dizer que estava aliviado por vê-lo ali, e em parte estava mesmo, mais também senti uma tristeza enorme preencher o meu peito.

E parecia que tinha voltado no tempo.

 

E novamente, mais um dia se arrasta lentamente, mais hoje teria aula de canto. Um frio subia pela minha espinha só de imaginar e uma súbita vontade de matar aula pesava no meu peito, mais eu não faria isso... Será?

Decido por participar da aula e quando chego, ele já estava lá, engulo seco e a tensão toma conta do meu corpo quando me aproximo. Abaixo a cabeça e sento no meu lugar de costume, do lado dele. Pelo menos ele não se sentou longe de mim... Murmura minha mente suspirando aliviada.

Mais mesmo comigo do seu lado, ele não me cumprimenta, prefere ficar olhando a tela do celular. O alivio momentâneo desaparece e a única coisa que sobra é o vazio.

A professora Kang entra na sala.

 - Boa tarde a todos!

O meu “vizinho” resolve guardar o celular, mais ainda sem me olhar. Se é assim...

A sala respondeu em uníssono arrancando um sorriso meigo da mulher.

 - Bem, a apresentação está próxima, mais ainda tem alguns alunos que ainda não me apresentaram a canção. Para quem ainda não tem, peço que se aprecem, por favor.

Assusto-me quando Dae levanta a mão, e de novo as borboletas resolvem dançar tango no meu estomago.

 - Sim, Dae Hyun...

Diz a professora lhe autorizando a falar.

 - Eu e o Young Jae já temos a canção.

Franzo o cenho, hã? Como assim? Acho que perdi alguma coisa...

 - Ótimo, então me passe o nome e a letra depois, mais alguém?

Alguns alunos levantam a mão, mais eu não presto a devida atenção. Percebendo o gigante ponto de interrogação na minha cara, ele finalmente me olha. As memórias que eu lutei tanto para apagar, retornam como uma bomba nuclear.

Os beijos que trocamos, os toques, as suas mãos no meu corpo, seus lábios mais macios do que seda...

E de novo engulo seco e expulso tais lembranças para alguma área do meu cérebro.

 - Como assim, já temos uma música?

Ele sorri, e de novo aquele Dae Hyun lindo, gentil, tímido e que me beijou com tanto tesão finalmente está de volta.

 - Um amigo meu que é compositor conseguiu escrevê-la, é muito bonita. Se quiser podemos ir na sua casa, sabe... Para ensaiar.

Ele termina graciosamente corado. Sinceramente, esse garoto consegue ser mais complicado do que eu, há alguns minutos atrás ele me ignorou e nem me cumprimentou, nem no refeitório se quer lançou um daqueles sorrisinhos tímido dele... E agora está aqui, todo lindo e fofo se oferecendo para ir na minha casa me ajudar.

Eu poderia recusar, pedir a letra e ensaiar sozinho em casa, como estava acostumado a fazer. Mais simplesmente, não conseguia dizer não para Jung Dae Hyun.

 - Tudo bem.

Respondo baixo e desvio a atenção para professora.

Na saída, me encontro com o Zelo, o mesmo sorri quando vê o Dae junto comigo. Explico que ele ia conosco por que tínhamos que ensaiar para a apresentação, ele confirma com um aceno mais eu notei o seu sorrisinho malicioso.

Deixamos Zelo na tal cafeteria que Bang trabalhava e depois fomos sozinhos, um silencio estranho se instalou entre nós, eu queria falar, fazer as perguntas que estavam entaladas na minha garganta – e sentia que isso era recíproco – mais não estava com coragem, pelo menos não agora.

Quando chegamos, sentia o olhar do maior em cada canto do apartamento, analisando. Fiquei tenso e senti as minhas bochechas arderem. Agradeci mentalmente pela minha tia está no trabalho.

 - Quer beber alguma coisa? Água, suco...

 - Um suco está ótimo.

Sorrio de lado e vou até a cozinha, servindo os dois copos de suco de Laranja e voltando.

 - Cadê a letra da música?

Pergunto me sentando no sofá, ele faz o mesmo e senta do meu lado, tão perto que eu sentia sua respiração.

 - Aqui.

Ele abre um dos zíperes da sua bolsa e tira de lá um papel dobrado ao meio. Ele me entrega a folha e eu começo ler a letra, realmente era linda e o nome também.

 - Vamos fazer assim, nós dois gravamos cantando e depois ficamos ouvindo no nosso celular, eu acho que ficaria melhor para memorizar.

Comento vendo o mesmo confirmar com um aceno. Então, pegamos nossos celulares e começamos a cantar. No fim escutamos a gravação e realmente ficou ótima, a minha voz combinava com a dele, fazendo assim uma harmonia perfeita.

 - Jae, acho que precisamos conversar, e você sabe sobre o que.

Faço um sim fraco com a cabeça.

 - Sobre o beijo, certo? – Não precisava dizer, isso já estava mais do que explicito mais não custava nada falar. – Acho que te devo um pedido de desculpas...

 - Por quê?

O encaro com o cenho franzido.

 - Não é óbvio? Eu que iniciei aquele beijo e depois fugi quando as coisas ficaram mais intensas, igual a um idiota...

Abaixo a cabeça, envergonhado por dizer isso em voz alta. Ele ri de leve e segura no meu queixo erguendo meu rosto.

 - O idiota mais belo que eu já vi. – Arregalo os olhos e sinto meu rosto esquentar. – E não precisa se desculpar, se eu não quisesse aquele beijo eu teria te afastado, e sobre o fato de você ter fugido... Bem, fiquei chateado, claro, mais a lembrança de nós dois juntos foi maior do que a minha raiva. Jae, aquele beijo não sai da minha cabeça.

 - Ma-mais, você faltou segunda e ontem e hoje me ignorou... Por que você fez isso?

Estava a um passo de chorar e isso era patético.

 - Na segunda eu faltei, por que precisei ir na casa desse amigo para pegar a música e depois passei o resto do dia lendo e relendo essas letras, bem ontem e hoje eu não te ignorei e sim fiquei te observando a distancia, vendo como você estava, e então notei que você estava igual a mim.

 - Mais... – Sua risada leve e sonora interrompe a minha fala. – O quê?

Ele não diz nada, apenas passa os dedos pelo meu rosto e afaga meus cabelos. Todos os pelos do meu corpo se arrepia quando sinto a maciez de seus lábios contra os meus, de novo. Mais dessa vez foi só um selar.

 - Sabia que você fica ainda mais lindo quando está confuso?

 - Fica quieto...

Ele ri e eu me aproximo um pouco mais, me deliciando com aquele som angelical. Ele percebi a minha aproximação e se aproxima também, fica me olhando no fundo dos olhos conforme ia chegando perto de meus lábios.

 - Eu quero te conhecer melhor Jae, melhor do que ninguém. Quero saber o que você guarda nesse coraçãozinho.

 - Você não sabe aonde esta se metendo.

Sua respiração ia de encontro ao meu rosto e se misturava com a minha.

 - Vou encarar esse desafio.

E assim sela nossos lábios, o beijo começa leve e saboroso, sua língua explorava a minha boca e acariciava o meu músculo em uma dança lenta e ritmada. Minhas mãos vão para seu pescoço e as suas para a minha cintura apertando levemente o local e descendo pro meu quadril.

O beijo já não estava mais lento, agora era intenso e maravilhoso, como o primeiro. Suas mãos apertavam firmemente a minha cintura, como se estivesse tentando se controlar. Já as minhas se encontravam em seus cabelos, bagunçando os mesmos e arranhando a sua nuca.

Nossas bocas se separam em buscar de ar, mais voltamos a nos beijar novamente, estava sendo difícil manter a sanidade com aquela boca maravilhosa.

 - Jae, eu não quero, te assustar de novo.

Diz ele com certa dificuldade por causa do beijo recém trocado, abaixo o olhar vendo seus lábios vermelhos e tão tentadores, acabo mordendo meus próprios. Ele tinha razão, tínhamos que parar antes que as coisas ficassem mais quentes, mais o gosto dele era tão bom...

Tiro as minhas mãos do seu pescoço tentando me afastar dele, suas mãos escorregam pela minha cintura e param na minha coxa apertando de leve o local, apenas para provocar.

O olho encabulado e ele sorri malicioso selando nossos lábios demoradamente.

Depois de uma discussão idiota do que iríamos assistir, resolvemos optar por um filme de Comedia romântica. Enquanto passava o trailer, vou para cozinha preparar alguma coisa para comer, resolvo fazer o mais simples: Pipoca e refrigerante.

Ficamos sentados no chão assistindo o filme, Dae passa o braço pelo meu ombro me assustando, mais eu logo me acomodo nele e apoio a cabeça em seu ombro sentindo o seu cheiro agridoce.

Ainda faltava meia hora pro filme acabar, quando sinto seus dedos massageando as minhas madeixas, sem querer fico sonolento.

 - Assim vou acabar dormindo...

Resmungo e ele ri, com a mão livre ele segura no meu rosto erguendo o mesmo até o seu, ele sela nossos lábios em mais um beijo – e ficava cada vez melhor – a minha mão direita apóia na sua cintura. Solto um suspiro entre o beijo quando ele mordisca o meu lábio inferior.

 - Acordou?

Passo a língua pelos lábios sentindo seu gosto.

 - E muito.

Ele ri e volta à posição inicial e eu também. O filme termina e começamos a conversar sobre coisas aleatórias e claro os beijos, que eu já estava ficando viciado.

Depois de me ajudar com a louça, ele vai embora prometendo que ia decorar a música. Aproveito para tomar banho e vou pro meu quarto fazer algumas tarefas atrasadas.

Mais a minha concentração era sempre desviada para o que tinha acontecido há alguns minutos atrás.

E um sorriso bobo bailava em meu rosto com cada lembrança.

O que você está fazendo comigo, Jung Dae Hyun?  

 

Continua...

 

 


Notas Finais


Entaaaao é isso, obrigada por lerem.
Até o próximo
Babys


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