História Rainbow in The Dark (Hiatus) - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiro lugar. Desculpem pela a demora juro não demorar para postar o próximo! Esperto que gostem do capítulo.

Capítulo 7 - Capítulo 7. Pelo menos você esta a salvo


Tintim 

Depois de ter aceitado a ajuda de Chang me senti culpado, estava preocupado que algo de ruim acontecesse a ele e se isso acontecer eu nunca me perdoaria provavelmente Senhor Wang iria me caçar e me prender para não falar coisas piores, como já disse eu o entendia nem mesmo eu conseguiria imaginar a dor de perder um filho.  

Milu se senta ao meu lado e se esfrega sobre mim até conseguir subir no meu colo, acaricio seu pelo e tento relaxar mesmo sabendo que seria uma tarefa impossível. Tinha que pensar como eu poderia para o trafico, e aqueles homens que estavam com Mitsuriato, agora ele sabe que alguém está atrás dele, eu e Didi estávamos ajudando a policia. E a policia de Xangai parece não se importar. Fico surpreso como ainda não aparecendo aqui fazendo perguntas. Sempre era sim, agora tudo estava quieto demais.  

Eu vou sair e investigar para ver se consigo encontrar alguma coisa que me ajude nesse caso, eu não conseguiria fazer progresso sentado na cama com Milu, mas por onde começar?

Ouso batidas na minha porta, Milu desce do meu colo e me acompanha até a porta. Abro a porta era um dos empregados do Senhor Wang.

-Senhor Tintim, Senhor Didi quer falar com você. – O homem usava um quimono verde claro e tinha uma expressão calma no rosto. Fico curioso, Didi ter algo para me falar com certeza era algo sobre o caso. – Pode me acompanhar? 

-Sim, claro. – Saio e fecho a porta antes que Milu pudesse sair. 

O sigo sem dizer uma palavra apenas observo tudo em minha volta, tudo estava calmo nenhum empregado passando pelos corredores da casa e eu não tinha visto Chang posso ter ficado anos sem o ver, mas sei que ele está no mínimo ansioso para essa aventura, pude perceber que Chang não era alguém que gostasse de ficar parado vendo as coisas acontecerem e sim aquele que faz essas coisas acontecerem. A alma de um aventureiro aquele garoto tinha igualmente a minha.

Chego ao quarto e Didi, o empregado se despede e pede para que eu entre, abro a porta um pouco receoso imaginava varias coisas que Didi poderia me contar. Dou o primeiro passo para dentro do quarto e lá estava Didi estava deitado na cama coberto com um cobertor até a cintura e sentado com papeis em suas mãos, seu olhar era de seriedade me analisando como fazia em todas as vezes que nos encontramos.

Fecho a porta devagar, os raios de sol entravam pela pequena janela do quarto trazendo uma luminosidade amarelada para o local. Didi aponta com a mão uma cadeira ao lado de sua cama, caminho até ela e me sento sem tirar os olhos de Didi, ele parecia mais pálido e a aparência cansada, mas ele tinha levado um tiro de raspam que fez algum estrago e ele tinha perdido muito sangue. 

-Bom dia Tintim. – Sua voz sai mais fraca do que o normal, se eu não estivesse ao seu lado eu provavelmente não o teria ouvido.

-Vejo que está bem melhor. – Tento ser simpático. 

-É pode dizer que sim. Meu pai tinha razão o perigo anda ao seu lado Tintim, em todos esses anos nunca tinha levado um tiro nem mesmo de raspam e agora, bem você sabe. – Engulo seco, Senhor Wang tinha respeito por mim isso eu não tinha duvidas, mas parece que ele não confia em mim o suficiente.

Essas acusações que ele fazia contra mim não era uma grande surpresa, tinha percebido há muito tempo que eu estava vivendo em perigo 24 horas por dia, minhas aventuras sempre envolviam gente perigosa e eu não queria colocar alguém em risco e se essa pessoa se ferir eu nunca me perdoaria. Agora Chang é minha responsabilidade. Juro que não sei o que deu em mim àquela hora e eu cedi, Chang ainda descobrirei que efeitos são esses que você tem sobre mim. 

-Talvez ele tenha. – Respondo ríspido. – O que são esses papeis em sua mão?

Didi fica em silencio e folheia os papeis, ele retira um papel e me entrega, lá avia algumas instruções e endereço que eu conhecia: o endereço do Café Royal. As instruções era basicamente eu seguir Mitsuriato quando ele saísse do Café e fosse para um local onde eles se encontravam, além do porto. 

-Os policiais já foram investigar o porto, aquele navio não pode sair de lá, deve estar carregado com toneladas de drogas. – Falo me lembrando do ocorrido e também como Didi avia conseguido ser quase baleado. 

-Foram e não encontraram nada lá. 

-Estranho. – Comento. - Como eles se livrariam de todas aquelas drogas em tão pouco tempo?

-Também achei estranho, bom eu vou tentar descobrir mais coisas, enquanto você vai ao café. – Didi se arruma tentando encontrar uma posição agradável e solta alguns gemidos de dor. – Droga...

-Quer ajuda? 

-Não! Vá logo, eu não sou fraco consigo me virar. – E como eu já havia percebido Didi tinha um ego enorme e também orgulho que maioria dos homens tem e que fazem eles não querem ajudo em nada, eu não podia julga-los. Também tinha esse ego e personalidade independente que todos que me conhecem sabem disso. 

Retiro-me do quarto e volto para meus aposentos pegar meu casaco.

Nessas horas que eu sentia falta do Capitão, ele certamente iria comigo nessa aventura, mas agora ele diz que está ficando velho para essas coisas, há algum tempo atrás nunca imaginaria o capitão dizendo uma coisa dessas, porem o tempo passa e temos que aceitar certas coisas. Senti saudade daquele rabugento.

A porta do meu quarto já estava entreaberta e eu já sabia quem estava lá a minha espera, termino de abri-la por completo e vejo a pessoa que já esperava. Chang desta vez esta com meu casaco na mão e com os olhos brilhantes e penetrantes, me deixando mais uma vez zonzo depois de viajar na escuridão de que eram seus olhos.

-Você precisa parar de entrar no meu quarto, sem eu estar aqui. – Chang abre um singelo sorriso envergonhado, riu fraco para mostrar que era apenas uma brincadeira. – Acho que nem preciso perguntar o que você está fazendo aqui, não é?

-Eu disse que quero ajudar e você concordou. – Me aproximo dele, pego meu casaco de sua mão e olho mais uma vez em seus olhos.

-Chang, não quero que se machuque, é perigoso. 

-Já tivemos essa conversa antes Tintim! E você não vai voltar atrás, não? – Minha consciência me castigava por ter aceitado a ajuda de Chang o sentimento de preocupação que tinha por ele era grande ele me parecia tão frágil. – Pare de agir como se fosse meu pai e confie em mim, por favor?

-Eu confio em você. – Coloco o casaco e me afasto dele. – Vamos se você quer tanto assim ir comigo.

Seus olhos brilham com intensidade e ele abre um belo sorriso, saímos da casa e dessa vez Milu foi com conosco investigar o caso, meu companheiro já estava ficando maluco de tanto ficar preso no quarto. Conseguimos sair da casa sem que ninguém percebesse Chang o que foi pura sorte. Explico resumidamente para Chang o que iriamos fazer, ele pareceu entender tudo e eu rezo para que ele tenha entendido embora não era uma tarefa difícil.

Olhava para Chang e o asiático estava com uma vontade enorme de investigar, Chang poderia ser um bom parceiro. Senhor Wang o trata como uma criança e olhando para ele posso ter a nítida certeza que ele não é mais uma criança indefesa e sim um belo rapaz, mas também podia entender o quanto vale para Senhor Wang ter o filho vivo e a salvo, mesmo que isso significasse que vivesse o resto da via em baixo de suas asas.

Chegamos ao café Royal, o estabelecimento estava como eu tinha visto antes alguns carros passavam na rua, me escondo com Chang em uns dos becos próximos e ficamos observando o movimento por alguns minutos até que um carro estaciona no outro lado da rua, o mesmo homem de casaco branco que vi há dias atrás sai do carro e vai para a porta do Café e entra. 

Eu e Chang continuamos observando, não poderia entrar lá e as instruções diziam para que esperarmos e depois o seguíssemos até um lugar que eles se encontravam. 

[...]

Quase uma hora passa e Mitsuriato sai do Café acompanhado com o homem de antes, os dois seguem para mais afrente, eles não entraram no carro e forem caminhando, espero um pouco e depois os seguimos se esgueirando para que eles não nos vissem Milu já estava acostumado com esse tipo e situação então ele sabia o que fazer para não chamar atenção.

Ouso passos vindos de trás de nos, não era apenas uma pessoa. Não me atrevo a olhar para trás. 

-Chang, ande mais rápido e se esconda! – Falo em seu ouvido, isso estava parecendo uma armadilha para mim. Oh, Que droga!

Andamos mais rápido, e Mitsuriato tinha sumido junto com os outros homens olho para trás em um breve segundo e não vejo ninguém, mas ainda consigo ouvir alguns barulhos de passos. Olho para os lados e seguro firme o braço de Chang, vejo um beco a dois metros de nós. 

-Chang, se esconda lá com Milu, rápido. – Aponto para o beco e Chang corre e some por dentro dele. 

Continuo andando, os passos parecem estar mais perto. Passo pelo beco que Chang avia se escondido e não tinha visto ele, apenas a voz de Chang dizendo em baixo tom meu nome, me certificando que ele estava ali. Isso não me parece nada bom, uma armadilha? O clima estava estranho e ainda escutava as pessoas até pararem e eu soube que não estavam longe de mim. 

-Ora, Ora. O que temos aqui? É um prazer reencontra-lo senhor Tintim. – A voz, essa voz era de Mitsuriato, ele estava atrás de mim. Viro-me lentamente e o chinês estava com aquele sorriso maligno no seu rosto. 

-Mitsuriato...

-Eu mesmo, não esperava você aqui Senhor Tintim, ainda bem que percebi sua presença antes de você estraga meus planos, mais uma vez. – A raiva em sua voz era perceptível, se eu pude acabar com ele uma vez, posso muito bem acabar com ele novamente. – Poderia acabar com você agora, mas meu chefe quer falar com você. 

-O que? Seu Chefe... Ah... – Sinto algo batendo na minha nuca, perco o equilíbrio e uma dor latejante se espalha por toda minha cabeça me fazendo ficar zonzo. 

-Bons sonhos, Senhor Tintim.

Olho para dentro do beco antes que minha visão começasse a escurecer, consigo ver um pedaço do tecido verde do quimono de Chang. Depois apenas sinto ser puxado e “Pelo menos Chang está a salvo.” Penso antes de desmaiar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Desculpe por.demorar para postar! Quase um mês. Mil desculpas.
Comentem o que acharam. Comentários são sempre bons!
É tbm se o capitulo não ficou muito bom, mas logo talvez no próximo Chang e Tintim fiquem bem mais próximos.
Beijos e ate mais.


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