História Rainy Days - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Paul Wesley
Personagens Paul Wesley, Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem pela demora para postar, o cap está meio curto porque queria parar numa parte mais emocionante, pra deixar gostinho de quero mais. kkkkk
Enfim, espero que gostem e desde já me desculpe pelos erros.

Capítulo 2 - 711


Fanfic / Fanfiction Rainy Days - Capítulo 2 - 711

-Marco-

 No segundo em que me despedi dela senti que precisava ficar mais. De alguma forma ela me fez me sentir como ninguém fazia a anos. Peguei o carro fui pro meu apartamento mas minha mente ainda estava perdida nela.

 Sou um monstro, um assassino, mas perto dela me sinto um cara normal. Talvez seja sua ingenuidade, sua inocência, ou apenas seu olhar. Ela era linda, mas nada que saltasse aos olhos, não sei ao certo o que me atraía nela. Sei que me sentia culpado por ter contado tantas verdades cruéis a uma menina tão doce. Ela não merecia isso, deveria viver normalmente, fora do mundo em que acabei de colocá-la.

 O dia passa rápido e eu dou o último gole no meu café e vou deitar.

 

-Ana-

 Acordo de manhã e os meus olhos pesam, mas pulo da cama pois tenho que me arrumr e levar uma roupa pra usar hoje e eu havia me esquecido totalmente. Como o meu uniforme é a blusa do colégio e calça preta, eu apenas escolho uma blusa branca curtinha e uma camisa xadrez, e coloco na bolsa.

 Cada aula passava como uma eternidade. Mesmo eu estando muito nervosa e até com um pouco de medo, eu estava até que ansiosa para conhecê-los. Eu me sentia insegura só de pensar no que estaria por vir quando saísse da aula. Conhecer meus pais biológicos vampiros.

Isso não é uma coisa que se ouve todo dia,  bom pelo menos não no meu mundo. Minhas emoções borbulham e eu não tenho controle sobre elas.

 Saio do colégio conversando com as minhas amigas e logo vejo o Marco me esperando, ele estava de calça jeans e um casaco de moletom preto, de um jeito descontraído, diferente de ontem. Me despeço delas e vou até ele.

-Oiii - digo sorrindo.

-Oi! Você tá mais animada do que eu imaginei... Você falou algo com seus pais?

-Achei melhor não... Minha mãe achaque vou fazer um trabalho em grupo hoje, prefiro que eles não saibam ainda.

-Entendo... Você já almoçou?

-Não, mas não precisa - digo mesmo morrendo de fome.

-Claro que precisa, e eu estava te esperando pra almoçar!

-Ok então vamos comer aonde?

-Que tal um hambúrguer?

-Eu amo! Mas... Você come comida normal? - a curiosidade me obriga a perguntar.

-Não é necessário mas ajuda a controlar a fome real.

-Entendo... Se vamos comer no BK temos que pegar ônibus em frente à igreja. Bem ali - digo apontando.

-Eu vim de carro bobinha - ele diz e eu sorrio. 

-Esqueci que você é mais velho. - ele me olha e ri - Ok... bem mais velho -falo ainda rindo.

 Nós continuamos conversando coisas aleatórias para descontrair o clima estranho e seguimos para o carro. 

-Tenho que dizer. Estou muito nervosa... - olhei pra ele e as minhas mãos estavam suando frio.

-Imagino... Mas eu vou ficar com você e vai dar tudo certo. - disse ligando o carro

-Estou com medo sabe... Não é todo dia que você conhece seus pais biológicos e eles ainda por cima são vampiros. - ele deu um sorrisinho 

-Não precisa ter medo, eles não mordem. - ele disse e eu acabei rindo, como ele conseguiu me acalmar com essa piada? Que por sinal era péssima. Não queria admitir mas ele mexe comigo.

  Chegamos rápido na lanchonete e enquanto ele faz os pedidos enquanto eu troco de roupa no banheiro. E logo lanchamos e seguimos para um bairro afastado do centro.

-Estamos quase chegando - Marco diz e me tira de meus pensamentos. - É bem aqui! - ele fala parando o carro.

  Eu coloco as mãos na maçaneta do carro e respiro fundo buscando coragem dentro de mim e ao colocar os pés pra fora do carro sinto tudo desabar, uma dor aperta o peu peito e é como se eu não pudesse me mover.

-Está tudo bem? Se quiser podemos vir outro dia - ele diz 

-Está sim... é só que... - as palavras não saem da minha boca e meus olhos se enchem de lágrimas, então ele me abraçou e uma lágrima rolou pelo meu rosto.

-Eu me sinto a pior pessoa do mundo por te deixar chorar.

-Não é culpa sua... Nem de ninguém essa situação existe desde que eu nasci... - digo com voz de choro 

-Eu sei... Mas você não merecia viver momentos como esse - ele começou a falar e nós desfizemos o abraço - você é uma menina boa e está agora sofrendo por erros dos outros... - ele diz olhando nos meus olhos.

-Está tudo complicado, mas acredite em mim quando digo que vou ficar bem -  seco meus olho. - Agora vamos logo acabar com isso de uma vez - falo e o puxo para dentro do prédio.

  Entramos no elevador que nos leva ao sétimo andar, a porta abre e seguimos pelo corredo até o número 711. Paramos em frente à porta e eu respiro fundo.

-Está pronta? 

-Acho que sim - digo e ele toca a campainha.

 


Notas Finais


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