História Raio de Sol - Capítulo 1


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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Bianca di Angelo, Calipso, Hades, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper McLean, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Will Solace
Tags Jercy, Percabeth, Solangelo
Exibições 46
Palavras 464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Amo Solangelo, mas até então não tinha tido nenhuma boa ideia para escrever sobre esses dois, mas cá estou finalmente na minha primeira. Desculpem-me qualquer erro, e espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Raio de Sol - Capítulo 1 - Prólogo

O amanhecer fora chuvoso – não muito diferente da tempestade caótica em que se encontrava o interior de seu ser; seus pensamentos, os sentimentos. Nunca fora um bom nadador, então em nada o surpreendia que em meio aquela torrente, estivesse a afogar-se.

Hades estava à seu lado – o que embora fosse raro, também não o surpreendia quando tão pouca coisa lhes havia restado –, parado e em silêncio, os óculos escuros apesar da ausência do Sol, escondendo as prováveis olheiras e vermelhidão em seus olhos.

Quando mais novo, costumava comparar os frios olhos do pai com abismos: escuros, vazios e misteriosos, algo impossível de ser decifrado. Imaginava se alguma coisa poderia mesmo sair dali, sejam lágrimas ou demostrações de afeto. Duvidava disso – mesmo que o assunto em questão, fosse a morte.

No entanto, embora detestasse a comparação, não podia evitar a ideia de que os seus próprios olhos provavelmente eram reflexos dos de Hades. Assim como seu rosto, que apesar da dor a corroer-lhe o coração, nada transparecia.

A morte, era algo brutal. Não havia outro modo de descrevê-la. Abrupta, e indesejada, não avisava quando sua visita estava próxima; cruel e irrevogável, não havia como escapar dela. E em sua partida, deixava apenas o oco da perda, a angústia de uma saudade que jamais poderia ser suprida.

O vento frio da manhã chuvosa açoitou-lhe o rosto desorganizando completamente os fios negros de seus cabelos, os pingos violentos tamborilavam freneticamente no guarda-chuva sob sua cabeça, quando desceram os caixões.

Ele não ouvira nada de toda a besteira habitual a ser dita em funerais – sobre como deus é misericordioso, e “Do pó vieste e ao pó retornará” –; estava mais ocupado pensando em como tudo aquilo acontecera, como chegaram àquele ponto e por que?!

Era injusto. Injusto que sua amável mãe e sua meiga e sempre tão animada irmã, estivessem naquele momento lividas e frias, imóveis dentro de caixões. Era quase inacreditável.

Nico ainda podia ouvir a risada alta e indiscreta de Bianca ao andarem para fora do parque. Ainda conseguia sentir o calor dos dedos longos de sua mãe ao acariciar-lhe delicadamente os cabelos, a voz suave mandando-os colocar os casacos por causa do frio do fim de uma noite feliz e tranquila.

E no entanto, elas já não estavam mais ali, à seu alcance. Com ele. E era terrível a forma como sentia-se só, muito mais que em qualquer outro momento de sua vida – embora jamais houvesse gostado de multidões.

O primeiro caixão à descer foi o de Maria. Logo depois, o de Bianca. Em seguida a terra, escura e insensível. E mais nada.

Nas lápides, os nomes reluziam mesmo na chuva, como um último adeus.

Nico fechou os olhos fortemente, sentindo o amargo sabor do que parecia ser o começo do fim.

O seu. 



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