História Raios & Runas - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Evergreen, Freed Justine, Gajeel Redfox, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar
Tags Fairy Tail, Fraxus, Freed, Laxus, Yaoi
Exibições 17
Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Magia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


GENTE
ENFIM, VOLTEI!
Foi mal pela ausencia, pessoas do meu coração.
Semana de provas e trabalhas na faculdade, somado ao inferno que é trabalhar num shopping numa Black Friday, tomaram muito de meu tempo, mas cá estou :v

Capítulo 6 - Lembranças e confissões


Laxus

Laxus estava inquieto, não conseguia parar de tocar Freed, suas mãos desciam enlouquecidamente e exploravam o corpo do outro. Sua sanidade? Ela deve ter sido esquecida lá atrás, nos copos vazios de bebida que ele deixou no bar. Ele puxava o outro para debaixo d’agua, porque perdoar a roupa não era preciso. Aproveitar o calor do momento era o tópico em questão. A resposta corporal de Freed o incitava, o grandalhão sabia que estava fazendo um bom trabalho. Os longos cabelos do outro fora jogada todo para somente um lado, assim Laxus teria a visão do pescoço de Freed e lá mesmo, ele começou a beijar, a mordiscar, a fazer tudo que ele sonhara em fazer quando estava longe...

Longe... – Laxus-san, você já encontrou algum trabalho? Precisa pagar seu aluguel logo. – A moça boazinha, filha da dona do quarto em que Laxus estava morando desde que fora expulso da guilda, sempre o tratou muito simpaticamente. Mas era difícil para o Laxus, mesmo com toda a fama de seu imenso poder, ele não conseguia pegar missões, já que se recusava a entrar para outro guilda. Ainda assim, ele precisava de um tento então tentava ser gentil com a moça, pelo menos o máximo que conseguia.

Ele não sabia o nome dela, isso era fato, mas um dia, em um de seus terríveis dias bêbados, ela lhe chamou de “Vaga-lume”. – Acho que nunca fui chamada assim, mas se isso é algo bom, não tem problema... – A menina sorri de um jeito meigo, ela claramente estava encantada pela beleza do dragon slayer, mal sabendo que ele só a havia chamado assim, porque em sua tontura, ele reparou nos cabelos verdes e longos da moça e se lembrou de seu fiel escudeira.

- Não chamaria mais ninguém de “vaga-lume”, aliás, faz tempo que não chamava o Freed assim. – É uma lembrança bem agradável, do tempo que a Raijinshuu havia acabado de ser criada e todos eram ainda novos, mas surpreendentes. Freed vivia sorrindo, havia há pouco tempo aprimorado sua magia para voar, e naquela época o líder deles o chamava de vaga-lume, porque toda vez que ele voava com seus cabelos ao vento, aquilo parecia brilhar e brilhar. - Acho que fui eu quem apagou a luz dele, afinal...

O loiro estava deprimido e sozinha naquela época, não sentia seu dia avançar e vivia imerso em memorias. Selecionava as melhores, as mais divertidas e as mais perigosos. Enchia o ouvido de qualquer pessoa que via pelo bar para contar com orgulho as histórias de seu grupo, as histórias de sua guilda. Ele contava e escutava sobre as diversas coisas que aconteciam e onde a Fairy Tail havia acabado de destruir, ele não podia negar que sentia falta disso. Mas seu ego estava ferido, ele dizia que iria voltar para casa só quando seu avô o chamasse de volta.

Mal sabe Freed que Laxus voltou porque todo o charme que ele lançava na filha da dona da pensão acabou, e o pobre dragon slayer se viu obrigado a pedir ajuda aos seus amigos. Não esperava encontrar aquilo que viu quando voltou repentinamente, não esperava por nada demais. Só uma cama e um pouco e comida, até se restaurar e encarar seu destino.

Mas ele voltou e viu seu avô ferido, voltou e viu seu melhor amigo inconsciente. Aquilo tudo era demais, não dava para ficar longe, ele sentia que deveria guardar para si tudo que era seu por direito.

Ele não sabe onde foi que tudo isso começou, mas sabia que já era hora de extravasar. Não queria que esse seu lado se mostrasse no momento bêbado da vida, mas ele se sentia sóbrio. Ele sentia o toque de seus lábios causar arrepios na pele do outro, ele sentia suas mãos correndo pela extensão do corpo dele. Aquilo já havia deixado de ser um beijo repentino, a vidraça do box do banheiro já estava embaçada há tempos.

- Laxus-san... – Freed dizia o nome dele e gemidos escapavam de seus lábios, aquilo causava toda sorte de loucuras ao loiro. O menino dos longos cabelos verdes corava incessantemente e Laxus achava graça disso, achava algo bem íntimo. Ele se lembra de causar esse tipo de coisas nele quando era mais jovens e até quando ele ainda estava na Fairy Tail, não deve ser muito difícil concluir que toda a devoção que Freed sempre teve com ele, deveria ser por causa disso também. Ele se sente um pouco mal por concluir isso, porque sempre andou por aí com outras pessoas, ás vezes até costumava usar Freed como desculpa, quando não queria ficar com alguém.

É bem dolorido magoar alguém, não é nada como se espera. Todos os sentimentos que ele fez questão de bloquear, quando estava cego pelo poder, veio ao máximo no seu tempo de reclusão. Tocar a pele de Freed era estranhamente a coisa mais incrível que já fizera, mas isso não deveria ser estranho? Ele nem sabia como agir direito, não sabia se prosseguia. Talvez aquilo tudo começou de uma forma muito errada, talvez não, ele de fato não deveria ter avançado nele dentro do banheiro.

- Me desculpa. – Laxus interrompe e sessão de caricias e segura o rosto de Freed com as mãos, os dois se encaram brevemente.

- Mas você não fez nada de errado, Laxus...

- Como não? Olha o que estou fazendo com você agora? – O loiro percebe que seu amigo perdeu o brilho no olhar e quando abaixou a cabeça, ele sentia que se expressou de uma maneira muito errado. Levantou o olhar de Freed até que voltassem a se encarar e ele viu uma lágrima formar nos cantos do olho do outro. Não dava, aquilo estava incomodando demais dentro dele, ele detestava ser a pessoa a acabar com o brilho de Freed. – Lembra de quando te chamava de vaga-lume, de como adorava falar de como você voava?

O loiro envolve o outro em um abraço e quando aproxima sua boca no ouvido do outro, ele sussurra: - Acho que desde aquela época, eu já amava você. Mesmo sendo um garoto burro e tolo e agora um adulto burro e tolo, eu só consigo pensar no quanto estar perto de você me fez falta...

- Laxus...

- Freed eu voltei para cá para me aproveitar de sua hospitalidade, eu só queria um lugar para morar. – Ele aperta mais ainda o outro e sentia toda a reverberação que acontecia no corpo dele, todo o choro e Laxus até podia chorar também, porque ele há muito tempo não tinha esse sentimento tão bom dentro de sim. – Agora eu quero é me aproveitar de você... – Ele sorri, até porque sabia que é péssimo com palavras. – Digo, eu quero aproveitar cada momento ao seu lado, com você... se você quiser.

Freed

Bem, analisando do outro lados as coisas funcionavam de uma maneira um pouco bem mais lenta. Freed via o corpo nu de Laxus, depois via um beijo, uma espécie de exploração e agora, algo como uma declaração, talvez. Fica cada vez mais difícil de acreditar que está acordado, acho que nem o banho que levou o ajudou a crer que estava de fato acordado.

Ele só queria comtemplar todo aquele momento, me desculpem, mas isso é uma grande paixão reprimida e na cabeça de Freed, o outro ainda estava um pouco bêbado. Então ele aproveitou cada segundo, ele sentia o toque daqueles lábios um pouco ásperos contra a pele de seu pescoço. Sentia seu corpo tremer de pura excitação e tudo nele acordar.

Até ver o olhar perdido de Laxus, que logo depois virou um olhar de devoção. “Porque diabos ele parou? Será que o álcool já perdeu efeito?”. Não, meu queridinho, estava longe disso e Freed percebeu quando terminou de escutar o discurso.

Seu peito doía e ele chorava. Chorava e chorava porque ele sentia tudo reverberar dentro dele, todos seus sentimentos que ele lutava para guardar sendo puxado para fora, ele não queria ser inocente de acreditar logo de cara no que escutava. Não podia ser verdade, não podia...

Laxus o puxa para outro beijo, algo bem mais suave e mais tenro, carinho e agradável. Ninguém pronunciava nada ali, só o beijo á era capaz de deixar claro que algo estava crescendo ali, uma coisa nova. Ele sentiu uma lagrima quente, e ele sabia que essa não era dele. O que será que aconteceu com o dragon slayer durão?

“- Agora eu quero me aproveitar de você...” Essas palavras ficaram marcadas na cabeça de Freed. E até quando eles se separam e sorriem timidamente um paro o outro, ele escuta isso novamente em sua cabeça. – Eu quero você por aqui por todo o tempo, eu sempre quis isso...

Sentimentalismo a parte, saúde é uma coisa importante até entre os magos e eles terminam seu banho. Sem nada demais, eu juro, ainda há um pouco de vergonha entres esses dois.


Notas Finais


Isso aqui é meio que um teste de escrita, sabe? Ainda quero definir um tipo a seguir. Por enquanto, peço encarecidamente que lidem com minha escrita zoada :v


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