História Rap God - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Batalha De Rap, Hoseok!novato, Hoseok!top, Jikook, Songfic, Sope, Yoongi!bottom, Yoonseok
Visualizações 401
Palavras 11.889
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Terminando a fanfic com muito lemon >.<




Desculpem qualquer erro e boa leitura <3
Espero que gostem!!

Capítulo 4 - Capítulo 04


Min Yoongi já estava em seu quarto, deitado em sua cama enquanto encarava o teto, ainda indignado com o resultado da final – apesar de, no fundo, saber que havia sido justo – quando ouviu batidas em sua porta, fazendo-o revirar os olhos, pensando que era o melhor amigo esquecido. Ele sempre esquecia de levar a chave do quarto para onde quer que ia, chegava a ser irritante.

– Aish, já vai! – Gritou ao ouvir a campainha ser tocada diversas vezes. Levantou-se da cama e foi lentamente até a porta. – Taehyung, quantas vezes eu já te disse para levar a porra da chave quando for sair? – Murmurou irritado, abrindo a porta sem nem olhar quem era.

– Não é o Taehyung, bebê.  

Assim que Yoongi ouviu aquela voz arrastada e extremamente sensual, fechou a porta em um baque e a trancou novamente, bufando alto e voltando a deitar-se na cama, ignorando aquele idiota em sua porta. Quem ele pensa que é? Por que diabos estava na porta do seu quarto? Como é que ele sabe que aquele é o seu quarto? Era tudo que o rapper pensava, murmurando e bufando irritadiço, queria que aquela porta tivesse batido com força a ponto de quebrar o nariz perfeitinho daquele novato.

Ah, como o odiava. Nunca odiou ninguém, sempre achou essa palavra muito pesada para ser usada contra alguém ou algo, mas nessa situação, ele sentia como se “ódio” fosse pouco para o que sentia em relação à Hoseok. Ódio era apenas apelido. Queria estrangular o mais novo com todas as suas forças por ter tirado seu lugar como rei do rap, praticamente lhe humilhado nos últimos versos de sua rima e, ainda por cima, por ser tão fodidamente bonito ao ponto de deixa-lo sem palavras.

– Ah, vamos lá, bebê, abre a porta para mim, vai. – Pediu manhoso do outro lado, batendo na porta mais uma vez. Yoongi grunhiu tão alto que ele foi capaz de ouvir, fazendo-o rir baixo. – Por favor, bebê...

– Dá pra parar de me chamar assim, cacete? – Perguntou já impaciente. – Cai fora daqui e me deixa em paz, idiota. – Raiva era outra palavra que não era o suficiente para descrever o que sentia.

– Ah, mas eu quero falar com você, bebê. – Diz, provocando-o e, novamente, Yoongi grunhi alto, querendo abrir aquela porta apenas para soca-lo bem forte no meio do rostinho perfeito. – Me deixa entrar, vai.

– Não! – Respondeu alto, jogando o travesseiro conta a madeira. – Vai embora! – Gritou, recebendo uma resposta negativa. Hoseok continuou no corredor, insistindo para a abrir aquele pedaço de madeira para que pudessem conversar. Mas Yoongi sabia que ele não queria conversar; sabia que queria muito mais que aquilo. E por isso mesmo se negava a abrir a porta, pois também estava ciente do seu autocontrole quando estava ao lado do novato, este que praticamente não existia quando se tratava daquele moleque. – Se eu abrir essa porta vai ser para socar a sua cara, desgraça, sai daqui! – Gritou bravo, jogando seu chinelo na porta ao ouvir a risada alta do mais novo.

– Quanta agressividade, credo. Eu só querendo dar uns beijinhos em você e você querendo me bater... – Murmurou, sabendo que o outro ouviria. Riu baixo novamente ao ouvi-lo lhe xingando de todos os nomes possíveis. De certo modo, era fofa toda essa raiva, que poderia ser descontada de uma forma muito mais prazerosa caso ele deixasse de ser tão arisco. – Yah, você é muito chato. – Resmungou manhoso, dando-se por vencido. Claro que não ia força-lo a nada se tivesse entrado, mas pelo menos teria o visto todo corado e irritado, como tanto queria. Isso, sinceramente, já seria o suficiente.

Cansado de tentar, Hoseok se afastou da porta com um sorriso mínimo, pegando um pedaço de papel em sua carteira e uma caneta pequena que sempre carregava consigo para caso pensasse em alguma cifra enquanto estivesse na rua. Já que o birrento não abriria a porta, deixaria uma pequena carta para ele, afinal era tudo que poderia fazer antes de ir embora. Apoiou o pequeno bloco na parede branca e começou a escrever, mal notando o momento em que a porta do elevador foi aberta por um homem alto e bronzeado.

O mais velho voltava a se deitar na cama ao ter novamente aquele momento de paz, agradecendo mentalmente pelo novato ter desistido e ido embora. Queria ficar o mais longe possível do mesmo, não daria certo ficar juntos no mesmo cômodo por mais de cinco minutos. Isso porque o dançarino metido à rapper – como Yoongi gentilmente o chamava – lhe tirava do sério de uma maneira que ninguém nunca foi capaz: lhe deixava deveras irritado ao mesmo tempo que insuportavelmente excitado. Para ele, se deixasse-o entrar, estraria ele mesmo abrindo a porta ao demônio e dando boas-vindas ao inferno, afinal de duas uma; ou eles se matariam ou transariam até que não pudessem mais se aguentar em pé. E Yoongi não queria – ou não estava completamente preparado – para nenhuma das opções; o melhor para o seu autocontrole, era a distância do ser irritante.

Ele só não esperava que, assim como Hoseok, seu melhor amigo pensava o contrário. Quando ouviu a voz grossa de Taehyung chamando pelo novato no corredor, rezou para que ele simplesmente o mandasse embora. Mas, não, ele tinha que engatar em uma conversa humilhante demais para si sobre a vitória das finais nacionais. Revirava os olhos, contendo sua raiva, ao ouvi-lo parabenizar o novo ganhador ao invés de estar no quarto lhe confortando.

— Enfim... – Taehyung começa após elogiar o ex-dançarino, que sorria agradecido a cada nova palavra do mesmo. — O que está fazendo na porta do meu quarto? Isso é meio estranho, sabe, um desconhecido parado na frente da onde eu estou morando há uma semana. – Brincou, recebendo um par de olhos arregalados e um sorriso, que ele julgou ser, sinistro.

— Oh, você é o Taehyung? – Perguntou e o moreno assentiu, confuso. — Amigo desse rabugento? Sério? Como você aguenta? – Pergunta divertido, ouvindo claramente um bufar de dentro do cômodo, indicando que ele estava escutando toda a conversa. Taehyung ri das perguntas do novato, dando de ombros. — Vim aqui conversar com ele, mas ele não quer abrir a porta. – Revela, revirando os olhos.

— Conversar, sei... – Murmurou o bronzeado, rindo baixo e negando com a cabeça. Pegou a chave do quarto e balançou na frente do novato, arqueando as sobrancelhas. Yoongi não sabia o que estava acontecendo, mas ficou apreensivo ao ouvir o barulho das chaves do lado de fora. Ele não faria isso, faria? Perguntou-se. — Se quiser, eu posso abrir a porta para você.

— Taehyung! – O mais velho grita de dentro do quarto, grunhindo alto. Não podia acreditar que ele realmente faria aquilo consigo. — Não faça isso, não deixe esse... ugh, boboca entrar aqui.

Hoseok riu alto com o xingamento infantil que lhe foi direcionado. Já havia sido chamado de diversas coisas pelo baixinho nessa semana, com certeza ele estava ficando sem palavras para lhe xingar. Taehyung não conseguiu segurar a risada rouca, levantando seus lábios em um formato quadricular adorável. O Min poderia até dizer que era sacanagem deixá-lo entrar em seu quarto, mas seu melhor amigo apenas pensava no seu melhor.

— Qual é, hyung?! É só uma conversa. – Murmurou, rindo baixo junto ao novato, que gargalhou alto ao ouvi-lo dizer, do outro lado, que todos sabiam que não era conversa nenhuma. — Ok, são só alguns beijos então. – Reformulou, ouvindo um barulho alto de dentro do cômodo, como se algo tivesse sido jogado contra a porta.

— Vai se foder, Taehyung! Não deixe ele entrar, de jeito nenhum. – Respondeu contra a porta, batendo na madeira com força. O melhor amigo revirou os olhos enquanto o rapper mais novo ria baixo, apenas prestando atenção.

— Aish, tudo bem.... – Resmungou, fingindo dar-se por vencido. Hoseok murmurou algo e Yoongi suspirou aliviado, caminhando de volta para cama, até ouvir o barulho das chaves finalmente destrancando a porta. O mais velho arregalou os olhos e estancou no lugar, ouvindo o pedaço de madeira ser aberto. Sabia que Hoseok ainda estava lá, talvez não tão surpreso quanto si. — Pronto, pode entrar, novato.

— Obrigado. – Respondeu, rindo baixo, desviando os olhos para o baixinho que se virava lentamente, com fúria nos olhos.

— Kim Taehyung, mas que porra! – Gritou, assustando o amigo levemente. — Qual seu problema? Eu disse para não deixar ele entrar! – Choramingou, parecendo uma criança nos olhos do rapper inexperiente.

— Ah, hyung, vamos ser sinceros aqui: você precisa de transar urgentemente. – Disse direto, deixando o mais velho vergonhosamente corado, o que arrancou um sorriso suave do novato. Achava fofo aquele lado do outro. — E vocês têm uma química... sinistra. Todo mundo sentiu a tensão sexual que pairava no palco naquela última fase, estava escrito na sua testa que você estava excitado pra caralho! E ele também. – Diz, pegando na maçaneta e fechando a porta minimamente, ficando com metade do corpo para fora do cômodo. — Agora vocês descontem essa tensão e essa raiva aí na cama. Na sua, de preferência. Se bem que hoje é nossa última noite aqui, então pode transar em qualquer lugar desse quarto quantas vezes quiserem. – Pensou alto, deixando seu amigo ainda mais envergonhado e Hoseok ainda mais alegre e risonho. — Tô indo, amanhã a gente se encontra na estação. Boa foda, hyung!

— Eu te odeio, Kim Taehyung! – Yoongi finalmente responde em um grunhido indignado ao ter a porta fechada e trancada, fazendo com que Hoseok desse um leve sobressalto com o grito. — Essa peste sempre esquece a chave e justo hoje, que você veio aqui, ele lembra. Que ódio! – Resmungou para si mesmo, indo até a cama e pegando um dos travesseiros macios dali, voltando com ele em mãos até que estivesse a meio metro de distância do mais novo, para logo acertá-lo com toda sua força no novato.

Ai! Oi pra você também, esquentadinho. – Murmurou.

— Que porra você está fazendo aqui? Como você sabe onde eu estou hospedado e por que caralhos você veio até aqui?! – Despejou as perguntas de uma vez, e o outro sorri.

— Um passarinho azul me contou. – Deu de ombros. — E eu vim porque eu queria te ver antes de ir embora, ué. Vou sentir saudade de você, bebê. – Provocou, arregalando os olhos ao vê-lo pegar um chinelo e jogá-lo em sua direção com uma força que nunca pensou que aquele baixinho pudesse ter. Abaixou-se rapidamente, evitando que o calçado acertasse seu rosto, olhando incrédulo para o mais velho. — Yoongi!

— Já falei para não me chamar de bebê, seu desgraçado! – Diz irritado. – Agora vai embora e me deixa em paz, eu não quero olhar para a sua cara ou ouvir a sua voz medíocre. – Continuou com a voz rouca.

Hoseok imediatamente arqueou a sobrancelha pelas ofensas que foram dirigidas a si, como se não fossem nada demais. Talvez, realmente não fosse, mas ele ainda não conseguia entender o porquê de tanto ódio voltado para si. Tudo bem, ele havia vencido a batalha, mas a vida é assim, não é? Um dia a gente ganha e no outro a gente perde; cresceu ouvindo e acreditando cegamente nessa pequena e importante frase. Mas parecia que Yoongi não pensava da mesma maneira.

Já havia notado que o mais velho era extremamente perfeccionista – em um nível que nunca viu antes –, além de levar praticamente tudo à sério. Hoseok só nunca pensou que uma competição o levaria a ser odiado por um rapper que passou a admirar, apesar não o conhecer pessoalmente até então. Simplesmente não conseguia entender o porquê de deixa-lo tão irritado com simples palavras e provocações, por mais que gostasse de vê-lo naquela forma.

Deu dois passos para frente, ainda perdido em pensamentos, vendo o Min dar os mesmos passos para trás, sem tirar aquela carranca da face. Outra coisa que Jung não entendia era como aquele baixinho magrelo e branquelo podia ser tão bonito com um semblante furioso no rosto. Não era normal; as pessoas não ficam atraentes quando estão tão raivosas quanto Yoongi estava só de vê-lo em sua frente. Mas mesmo assim, o pálido conseguia ser tão lindo e quente quanto um dia ensolarado, mesmo estando puto da vida – como Hoseok imaginava.

— Por que me odeia tanto, uh? – Perguntou curioso, parando onde estava ao notar que a cada passo dado por si, Yoongi fazia o mesmo ao se distanciar. — Por que eu te irrito tanto? – Continuou e o mais velho franziu o cenho, bufando alto. — Quer dizer, eu sei que te provoquei bastante na festa e hoje mais cedo, mas isso não explica o porquê de estar tão irritado ao ponto de quase me matar com uma chinelada no rosto. – Explicou-se.

— Cala a boca seu idiota, eu nem acertei o chinelo. Infelizmente. – Respondeu, sussurrando a última palavra, enquanto revirara os olhos impaciente. Só queria ficar sozinho, mas a cada nova frase que saia daqueles lábios apetitosos, mais raiva ele sentia. — Dá para você ir embora logo? Eu realmente não tô afim de conversar, muito menos com você.

— E por que muito menos comigo, Yoongi-ah? – Perguntou informalmente, recebendo outro revirar de olhos do mais velho. Ele só queria uma explicação decente sobre todo aquele ódio e raiva, não estava pedindo nada demais, em sua opinião. — Me diz, por que me odeia tanto se eu nunca te fiz nada?

Yoongi não conseguiu segurar a risada irônica com a pergunta. Nunca tinha feito nada, como ele podia ser tão cínico? Se perguntava. Ele apenas tirou seu título como rei do rap, o título que conseguiu após anos se esforçando e trabalhando duro todos os dias e noites, se privando de diversões banais e amizades íntimas, tudo para que um novato viesse e lhe humilhasse em uma final da nacional. E ele ainda tinha coragem de dizer que nunca fez nada. Idiota.

—  Você é um... ugh! Eu quero te matar! – Min diz, com o rosto vermelho de raiva pela pergunta ousada. Não conseguia acreditar que ele ainda pensava que não havia motivos para lhe odiar. — Você tirou tudo que eu tenho, seu bosta! Tirou meu título de campeão do rap underground, tirou meu nome como rei do rap e substituiu pelo seu: o Deus do rap. E você ainda não quer que eu te odeie? Me poupe, Hoseok. – Respondeu, tirando todo aquele peso de suas costas, sentindo-se até um pouco mais aliviado por poder estar jogando aos ventos tudo aquilo que sentia. Já o mais novo apenas ouvia, com os olhos arregalados e surpreso pelas palavras duras e sinceras que eram ditas. —Como você se sentiria se estivesse trabalhado anos e anos em sua música, para conseguir um reconhecimento maior no ramo, chegando a morar na porra da rua porque seus pais não o apoiam com essa profissão de merda, para então um dançarino metido à rapper chegar e tomar seu lugar? Estaria feliz, pulando de alegria, porra? – Perguntou nervoso.

Hoseok não sabia nem da metade da vida do rapper mais velho. Nunca poderia imaginar que o baixinho já havia morado nas ruas, provavelmente passado fome, para poder seguir seu sonho de ser um rapper reconhecido. Mas, mesmo não passando por tudo aquilo, também tinha esse sonho e iria persistir no mesmo até que conseguisse; também não imaginou que estaria vencendo a batalha de rap da Coreia do Sul logo no seu primeiro ano no rap underground.

— Yoongi, nunca foi a minha intenção tomar o seu lugar, está bem? Eu não sabia que tinha passado por tudo isso e eu sei o quanto você batalhou para chegar onde chegou. Eu também me esforcei bastante, tanto na dança quanto no rap para conseguir tudo isso. – Disse cauteloso, evitando se aproximar ao notar a raiva ainda presente na feição do mais velho. – Eu posso imaginar como você se sentiria, mas, cara, como meu pai dizia: um dia você ganha, e no outro perde. Acontece, é o ciclo da vida. – Terminou, dando de ombros.

Eu... – Yoongi começou. — Te... – Seus olhos flamejavam de puro ódio, e Hoseok conseguiu ver aquilo. Mas também conseguiu ver uma pequena chama de desejo naquelas pérolas negras, que o deixou levemente atiçado. — Odeio. – Terminou, olhando fixamente ao mais novo. — O título de rei do rap era meu! E você tirou de mim isso, me humilhando no palco com suas rimas de merda, seu lazarento. Você não faz ideia do quanto eu te odeio por ter feito isso, Hoseok.

O mais novo não poderia negar que sentiu um pouco de medo ao ouvir as falas agressivas e, contraditoriamente, calmas vinda do mais velho junto ao olhar enfurecido. Sabia que o melhor a fazer era sair daquele quarto e voltar a vê-lo apenas no próximo ano, se passasse para a final novamente. Mas ainda havia aquele pequeno brilho visível de desejo que os olhos felinos transmitiam ao lhe encarar daquela forma. A raiva estava misturada com a luxúria e isso era excitante demais para Hoseok sequer pensar em dar um fora.

— Qual é, Yoongi, não quero que me odeie. – Pensou alto, suspirando. — Eu não quis tomar seu lugar, já disse. E se eu venci a batalha é porque eu mereci, você sabe muito bem que tudo aquilo é feito e decidido de forma justa. – Continuou já impaciente. — Só... Supere.

— Superar que um dançarino metido à rapper me venceu? Nunca. – A resposta veio imediatamente, em um tom misturado em deboche e indignação. — Você não passa de um novato que deu sorte na primeira. – Revirou os olhos, cruzando os braços. Apontou para a porta com a cabeça, ignorando o olhar revoltado do mais novo pelo modo que foi chamado, e o dispensou. — Agora vaza daqui.

— Não! – Bateu o pé com força no chão. Não iria sair dali, não até responder aquele branquelo metido e birrento que, agora, havia lhe dado nos nervos. — Eu não sou um dançarino metido à rapper, eu sou um dançarino e um rapper. E sou muito bom nos dois, caso contrário não teria ganhado ambas as batalhas. – Falou enraivecido. Não suportava os comentários daquele tipo, tentando inferiorizar seu trabalho por simplesmente ser novo naquilo. — Eu já disse que não quis tirar a porra do seu título, caralho. A culpa não é minha se você não sabe perder, senhor rei do rap.

Yoongi grunhiu alto com o tom de deboche vindo na resposta do mais novo em palavras afiadas. Queria mais que tudo poder ser forte o suficiente para socar aquele rostinho lindo e acabar com toda aquela beleza desnecessária. Mas ainda era um magrelo sem força alguma contra um homem mais alto que si, então tudo que lhe restava eram palavras ainda mais ofensivas que sempre tinha na ponta da língua para qualquer momento como aquele.

— Eu sei muito bem perder, seu idiota!

— Então supera que perdeu para o novato, porra! – Hoseok fala imediatamente, dando um passo para frente que passou despercebido pelo mais velho, que se assustou com a voz alta e rouca do outro. — Para de ser um birrento da porra e segue em frente.

— Eu não sou birrento. – O experiente diz, contradizendo sua fala ao formar, inconscientemente, um bico emburrado nos lábios. — Você que é irritante demais.

— Se não é birrento, então tira esse bico da boca antes que eu morda. – Resmungou tão irritado quanto o outro. Yoongi rapidamente desfaz o beiço, ignorando as bochechas coradas e o sorriso presunçoso do mais novo, bufando alto. — Eu que sou irritante? Cara, olha para você. Não passa de um rapper mimado depois de ter ganhado pela primeira vez. Um bebê.

— Já falei para não me chamar assim, caralho! – Grunhiu alto, arremessando outro travesseiro em direção ao novato, que ri baixo ao se desviar. Hoseok o chama novamente pelo apelido carinhoso, fazendo-o fechar os olhos e contar até dez para se acalmar. Mas novamente escuta aquela palavra sair pelos lábios alheios em um tom rouco e provocativo, deixando-o arrepiado. — Para, seu idiota!

— Bebezinho... – Murmurou, querendo irritá-lo mais um pouco. Além disso, podia ver que aquelas palavras e discussão estava começando a ficar excitante.

— Cala a boca, porra.

O mais velho estava impaciente e nervoso. Ao mesmo tempo que queria bater no Hoseok por lhe chamar daquele modo, queria beijá-lo e leva-lo para sua cama e fazer tudo que tanto desejou naqueles dias. E, infelizmente, o segundo lado estava falando cada vez mais alto à medida que o apelido saía arrastado e rouco na voz melodiosa do novato, que adorava lhe provocar. Yoongi precisava fazer aquele moleque ir embora antes que perdesse sua paciência e sua sanidade e fizesse algo que poderia – ou não – se arrepender depois.

— Por que? O bebezinho não gosta? – Provocou novamente, aproximando-se discretamente.

— Eu te odeio tanto, Hoseok, mas tanto. – Murmurou entredentes. — Vai embora logo e me deixa em paz, moleque.

— Moleque? – Jung riu com a forma que foi chamado, riu alto, deixando Yoongi ainda mais furioso. — Eu posso te mostrar que de moleque eu não tenho nada, bebê. – Respondeu e Yoongi novamente se viu perdido em raiva e excitação. Se perguntava o porquê de Hoseok ser tão cheio de si, com uma lábia boa e que engana qualquer um. Até mesmo a si.

— Cala a boca, Hoseok, vai embora. – Repetiu. Se ele continuasse no quarto e se aproximando aos poucos, como havia percebido, sabia que não conseguiria se controlar por mais tempo. — Insistente do caralho. – Resmungou, ouvindo a risadinha do outro soar pelo quarto. Droga, era tão adorável.

— Sou mesmo, me orgulho disso. – Disse entre risadas. — Eu nunca desisto do que eu quero, bebê. – Falou baixo, encarando-o com os olhos semicerrados, fixos nos do mais velho. Os olhares de ambos brilhavam, não mais de raiva ou ódio, mas do mais puro desejo e luxúria. — E eu quero você.

Era tão difícil resistir a toda àquela tensão sexual que residia entre os dois. Yoongi estava praticamente sem forças para lutar contra as investidas, que, mesmo não admitindo, ele queria ouvir. Sua sanidade se esvaía de seu corpo junto ao seu autocontrole à medida que sentia a aproximação alheia; seu baixo-ventre já incomodava em seus pijamas com a ereção que se formou com a pequena discussão que tiveram.

Não entendia porque toda aquela raiva que sentia se transformava em tesão em míseros segundos, a cada nova resposta, provocação ou sorrisinho indiscreto que era solto para si. Queria entender porque sentia o membro pulsar ao mesmo tempo que sentia a raiva aflorando seu corpo, minutos atrás. Era tudo tão confuso e ao mesmo tempo tão gostoso, que ele se via perdido em meio aos pensamentos complexos. Queria negar qualquer contato ao mesmo tempo que queria aceitar todo e quaisquer tipo de toque com Hoseok.

— P-Problema é seu. – Retrucou, tentando ouvir apenas a razão. — Eu não quero você, seu... seu... tarado. – Resmungou e Hoseok riu baixo.

— Só eu? – Perguntou, aproximando-se mais um pouco. — Não sou o único completamente duro aqui, uh? – Disse, olhando para a ereção coberta do mais velho e mordendo o lábio em antecipação. — Você diz que não me quer, mas seu corpo diz exatamente o contrário. – Continuou. Yoongi abaixou sua camisa mais um pouco, desviando o olhar por estar um pouco constrangido ao ter aqueles olhos predadores fitando sua ereção descaradamente. Queria se bater por estar envergonhado e bater no outro por ser tão sem-vergonha.

— Vai se foder, Hoseok. – Murmurou irritado, segurando a barra de sua camisa em uma tentativa, totalmente falha, de esconder sua excitação.

O Jung sorriu de lado, aproveitando-se da distração alheia para se aproximar em passos lentos e cautelosos, até que estivesse frente a frente com o branquelo baixinho. Min se assustou com a aproximação repentina, levantando a cabeça e desviando o olhar lentamente até que estivesse encarando os olhos brilhantes do novato, que a esse ponto já tinha ambas as mãos posicionadas com firmeza em sua cintura fina.

Colou os corpos com precisão, arrancando um arfar pesado do mais velho – que se estapeia mentalmente por ser tão fraco. Lentamente, inclinou a cabeça para frente, deixando a ponta do nariz tocar a têmpora esquerda do mais velho, descendo devagar pela bochecha corada, onde deixa um selar suave. Ele logo arrasta os lábios pelo maxilar trincado, sorrindo pequeno contra a pele quente ao vê-la arrepiada por sua respiração. Após uma mordiscada provocativa na jugular, a qual arrancou um suspiro pequeno do outro rapper, Hoseok se direcionou lentamente, da mesma maneira, até o ouvido alheio, mordiscando o brinco prata que furava o lóbulo da orelha esquerda.

— Eu vou te foder, bebê.

As palavras saíram em sussurro tão provocativo que Yoongi teve que morder o interior de sua bochecha com força para não deixar um gemido escapar. Sentiu seu baixo-ventre formigar só de imaginar como seria a cena dos dois juntos, fodendo. Era realmente tentador, até demais para sua mente impura, mas ele ainda sentia que precisava se controlar – apesar de não ter mais nenhum indício de sanidade em seu corpo em brasas.

Quando Hoseok voltou a beijar sua pele, dessa vez com um pouco mais de brutalidade, Yoongi foi obrigado a fechar os olhos e respirar fundo, contendo todos os gemidos que queria sair de sua boca ao ter o pescoço maltratado pelos dentes e lábios alheios. Queria tirá-lo de lá, mas não conseguia; não tinha forças e, sinceramente, não queria realmente afastá-lo. Ele queria senti-lo, mas não só com beijos e chupões no pescoço e maxilar que lhe deixavam arrepiado e ainda mais excitado. Yoongi queria senti-lo por inteiro, queria aquela boca passeando por todo seu corpo, assim como queria passar sua língua por cada pedaço do corpo alheio. Mas é claro que ele nunca admitiria aquilo em voz alta; ele odiava Hoseok.

Odiava tanto que estava insuportavelmente excitado por aquele mesmo homem.

Os sentimentos misturados eram confusos demais para que ele pudesse lidar com cada um deles. Na verdade, era tudo complexo e sua mente já estava nublada de prazer e desejo para que conseguisse pensar em qualquer outra coisa além do quanto queria beijar o ex-dançarino até que seus lábios formigassem. Com todo esse desejo tomando conta de seu corpo, a raiva – que ainda estava presente – passava quase despercebida.

— Eu te odeio, Jung Hoseok. – Resmungou, sentindo as mordiscadas subirem pela linha de seu maxilar e terminar em seu queixo. — Eu te odeio pra caralho.

— Ah, bebê... – Murmurou, encarando os olhos brilhantes do mais velho com luxúria nos seus próprios. Aproximou-se ainda mais, deixando os lábios rentes um ao outro, de forma que pudessem sentir as respirações ofegantes se mesclassem e os narizes se tocassem. — É bom saber que o sentimento é recíproco. – Respondeu, sorrindo presunçoso, já intercalando o olhar entre os olhos felinos e os lábios finos. — Porque você conseguiu me fazer te odiar pra caralho, Yoongi.

Os olhos ainda estavam conectados e os lábios se encostavam a cada palavra proferida, deixando as peles arrepiadas e as mãos ansiosas para um toque maior e mais aprofundado. Queriam se agarrar o mais rápido possível, acabar com todo aquele desejo que sentiam de uma vez por todas. Mas aquele brilho de ódio continuava presente em ambos os olhares. Era como se estivessem novamente em uma batalha um contra o outro e, por isso, mantinham a postura e as bocas afastadas.

— Foda-se. – O baixinho diz amargo, fuzilando o mais novo com o olhar. — Você não passa de um dançarino idiota que pensa que sabe fazer rap, se me odeia ou não, com certeza não me interessa. – Hoseok riu soprado, afundando os dedos na cintura fina e sorrindo de lado ao ver o mais velho se segurando para não gemer.

— Deixa de ser tão birrento, Yoongi-ah, está me irritando ainda mais. – Murmurou com a voz mais rouca.

— Caguei pra você, Hoseok.

O novato arqueia as sobrancelhas e puxa o corpo magro em direção ao seu, sorrindo ao ouvir um arfar surpreso escapando nos lábios que tanto sentia falta de provar. E, pensando nisso, ele se aproximou ao máximo, mordiscando o lábio inferior do mais velho com força, abrindo um pequeno ferimento – o qual chupou lentamente até que o pequeno filete de sangue estancasse.

Yoongi novamente arfou ao ter o lábio tomado, gemendo baixo com a mordida e, inconscientemente, segurando nos braços fortes do outro. Mesmo nessa situação, ambos continuavam se encarando com fúria e excitação nos olhos, não conseguiam desviar o olhar por muito tempo. Hoseok infiltrou sua língua entre os lábios alheios, deixando uma pequena e demorada lambida no músculo aveludado antes de afastar sua boca, mesmo que não completamente.

— Desgraçado. – Yoongi murmurou, sentindo seu inferior arder pelo machucado.

— Mimado. – Respondeu, apertando as mãos na cintura alheia.

— Idiota, filho da puta. – Disse, fechando o punho em volta da camisa do mais novo, puxando-o para mais perto sem nem perceber. O novato sorriu de lado, puxando-o pela cintura também, deixando que os corpos ficassem grudados e os lábios encostados. Yoongi, involuntariamente, desceu os olhos para a boca em sua frente que é rapidamente umedecida em uma provocação barata, mas que tem um grande efeito em seu corpo. Em um sussurro fraco, deixa suas últimas palavras da discussão sair. — Eu te odeio.

E no segundo seguinte, ele já estava com os lábios colados nos de Hoseok em um beijo violento. Não foi preciso permissão para que a língua do novato adentrasse a cavidade bucal do mais experiente, que rapidamente entrelaça seu músculo molhado no do outro com fúria e luxúria. Os dentes chegaram a se encontrar vez ou outra, devido à rapidez que moviam as cabeças e as bocas em direção ao outro.

Apesar de se beijarem de forma rápida, o ósculo afoito foi demorado e muito bem apreciado por ambos. As mãos estavam tão afoitas quanto as línguas, desesperadas por mais contato e toques indevidos; passeavam por todo o corpo, das coxas aos fios negros. Se apertavam e puxavam com força tudo que tocavam, à fim de descontar todo o ódio que sentiam naquele momento, deixando marcas escuras e doloridas nas peles ainda cobertas pelos tecidos – um tanto quanto incômodos a esse ponto.

Ao se afastarem à procura de oxigênio, um pequeno e fino fio de saliva ligavam os lábios inchados e feridos pelas mordiscadas que distribuíam em meio ao ósculo. Ficaram afastados por segundos, que pareceram minutos para os dois que queriam cada vez mais se tocar e se sentir. Logo os lábios estavam grudados novamente, em mais um beijo agressivo, repleto de mordidas fortes e chupadas intensas nas línguas que lutavam por espaço dentro das cavidades bucais.

Era uma disputa; uma nova batalha para ver quem era melhor. Batalhavam por espaço nas bocas, batalhavam por mordidas e toques fortes e intensos, batalhavam por tudo. E Yoongi não queria perder daquela vez, por isso movimentava sua língua contra a do mais novo de forma lasciva e sem-vergonha enquanto arranhava os braços, os ombros e as costas cobertas, às vezes subindo aos fios desgrenhados de Hoseok para embaralha-los ainda mais entre seus dedos à medida que os puxavam com tanta força que o Jung não conseguia evitar seus grunhidos.

Mas Hoseok não estava muito para trás, não. Ele mostrava para o mais velho que sua língua podia fazer muito mais que rap – e só esse pensamento, deixava Yoongi ainda mais quente – trabalhando com a mesma dentro da boca alheia, arrastando as mãos pelas costas, coxas e nádegas do baixinho que arfava e mordida seus lábios para esconder os gemidos que queria escapar todas as vezes que aquelas mãos grandes apertavam seus glúteos com força.

Ambos já se sentiam mais que excitados e desesperados por um toque à mais, mas aquela batalha de línguas ainda não tinha acabado – estava apenas começando. Mesmo assim, Yoongi escorregou suas mãos para as nádegas do mais novo, onde apalpou com força como estava querendo fazer desde o dia que o viu entrando naquela boate. Hoseok riu soprado nos lábios alheio, fazendo o mesmo na mesma intensidade com o baixinho em sua frente, abafando o pequeno gemido com um novo ósculo fervoroso.

Não tiraram as mãos das nádegas durante todo o novo ósculo enquanto trocavam saliva em um entrelaçar de línguas rápido e confuso, porém gostoso para os dois. Os dentes raspavam nos lábios e nas línguas vez ou outra, arrancando mais arfares e grunhidos para rechear o beijo junto aos estalos das línguas se encontrando ou sendo sugadas pelas bocas famintas.

As roupas de cima de Hoseok foram rapidamente tiradas e jogadas ao chão entre o pequeno espaço de tempo que tiveram as bocas desencaixadas para recuperar o fôlego perdido, e Yoongi não perdeu tempo em maltratar aquela área agora exposta para si. Arranhou as costas com força, pressionou os ombros desnudos entre seus dedos enquanto sentia sua língua sendo sugada pelos lábios deliciosos do mais novo, este que arfava e suspirava alto a cada novo arranhão.

Em passos desengonçados e incertos, o novato levava seu hyung em direção à cama, sem tirar as mãos do corpo magricelo ou os lábios dos do outro. Yoongi sentou-se lentamente ao sentir seus joelhos baterem no colchão de solteiro, gemendo baixo ao ter o lábio inferior novamente mordido pelo mais novo, que sorri ao novo ferimento. O Jung se inclina sobre o mais velho, que é obrigado a se deitar na cama, começando a distribuir beijos molhados pelo pescoço já marcado por si anteriormente enquanto subia o corpo pequeno até que estivesse deitado corretamente sobre a cama.

As mãos de Yoongi ainda passeavam pelas costas alheias, subindo aos ombros e cabelos a cada nova mordida depositada em seu maxilar, deixando que alguns gemidos fracos saíssem de seus lábios em direção ao ouvido do mais novo. Sorria ao ver a pele arrepiada quando os sons prazerosos escapavam de si; poderia não admitir, mas estava adorando toda aquela selvageria. Abriu as pernas para que Hoseok se acomodasse melhor entre elas, e ondulou seu quadril para cima, gemendo arrastado ao sentir a ereção alheia em atrito com a sua. O Jung também geme baixo contra sua derme arrepiada, prendendo um pedaço pele entre os dentes em uma mordida forte e dolorida, que arrancou um gemido surpreso e sôfrego do rapper experimente.

— Seu.... – Yoongi começa, sentindo sua pele arder onde foi mordido. Hoseok sorriu, continuando a distribuir os beijos brutos por onde seu corpo estava exposto pela blusa larga. O mais velho grunhi com as novas marcas deixadas em sua clavícula, encolhendo os ombros por ser um local extremamente sensível em seu corpo. Quando o novato puxa um pedaço de pele naquela mesma área entre os lábios, lambendo a marca avermelhada em seguida, Yoongi termina sua frase em um murmúrio à medida puxa os fios negros e levemente molhados. — Filho da puta gostoso do caralho.

Hoseok ri do xingamento junto ao elogio, arrastando as mãos pelas coxas até as nádegas do mais velho, puxando-o para baixo e, consequentemente, fazendo com que sua ereção se friccionasse com a do outro, que geme baixo com o novo contato. Ele arrasta seus lábios pela clavícula, subindo pelo pescoço e lambendo a linha do maxilar, parando com uma provocação no lóbulo alheio para responde-lo em um sussurro rouco. As mãos, no entanto, continuam firmes nos glúteos do mais baixo.

— Você todo irritadinho me dá ainda mais tesão.

O mais velho jurava que poderia gozar só de ouvir aquela frase novamente. Sentiu seu membro pulsar e expelir ainda mais pré-gozo, só de ouvir aquelas palavras provocantes. Hoseok era tão excitante, ele mal sabia o que fazer ou dizer, era tudo intenso demais. E eles ainda estavam no começo. Só de pensar no restante da noite, ele geme arrastado e fecha os olhos; estava excitado demais.

Sem pensar direito, puxou os fios molhados da nuca do novato, fazendo-o lhe encarar por alguns instantes antes de juntar as bocas em mais um novo ósculo, dessa vez não muito rápido – mas ainda assim intenso demais para que ficasse inerte naquelas sensações gostosas de ter sua língua junto à da de Hoseok em um entrelaçar não muito calmo, mas também não agressivo. Infiltrou sua destra entre os cabelos alheio, deixando a canhota descansando no ombro nu, apertando levemente o local, sentindo o mesmo ser feito em sua cintura.

Pode se dizer que esse beijo surpreendeu aos dois, por não ser bruto como os demais e muito menos rápido e afoito. Novamente, não era calmo ou carinhoso; longe disso. Mas não era violento. Era simplesmente a mistura dos dois extremos na medida certa. Era gostoso, delicioso sentir os lábios se movendo lentamente, as línguas se acariciando após aquela demorada batalha por espaço – a qual não teve um vencedor –, sentir as mãos mais calmas acariciando os corpos com uma leveza contraditória a tudo que sentiam.

Ao se afastarem, Hoseok arrastou o tecido fino da blusa branca pelo tronco do mais velho, à fim de retirar o pano. Yoongi levantou seus braços para lhe ajudar, arfando baixo ao ter o tórax exposto ao novato, que sorri de imediato. Deitou sobre o corpo alheio, colando os peitorais e voltando a beijar os lábios saborosos do mais velho, que não perde tempo em abraça-lo pelo pescoço com seus braços e pela cintura com suas pernas.

O Jung começa a se esfregar lentamente, apesar de o ósculo ser um pouco mais rápido que o anterior, arrastando sua pélvis pela do mais velho enquanto brincava com a língua alheia dentro de sua cavidade bucal. Desceu sua destra para a coxa esquerda do outro, apertando o pedaço de carne entre os dedos, sem parar de mover o quadril em direção ao do outro. Os arfares e suspiros baixos eram todos abafados pelas bocas inchadas e vermelhas, úmidas pela saliva que trocavam.

O novato logo volta a se afastar, recebendo uma mordida fraca em protesto antes de continuar com os beijos molhados de onde havia parado. Deixou uma última marca dolorida na clavícula do mais velho – que geme manhoso seu nome – para então mover-se em direção ao mamilo esquerdo, já totalmente eriçado. Sorriu pequeno, arrastando a língua pelo bico arrepiado, rodeando a aureola rosada com o músculo em seguida. Assoprou a pele molhada por sua saliva e sorriu presunçoso ao vê-la arrepiada. Prendeu o pequeno botão entre os dentes, e então o chupou com força, sentindo seu couro cabeludo ser maltratado pelo mais velho.

— Porra! – Yoongi resmungou, arqueando a coluna quando seu mamilo é novamente mordido e chupado pelos lábios macios do novato.

Hoseok ri soprado, arrepiando a pele branquinha rente aos seus lábios, antes de prender o bico eriçado em sua boca novamente, sugando-o com vontade e recebendo puxões de cabelo em reposta aos estímulos. Enquanto o mamilo esquerdo era maltratado por seus dentes, o direito era beliscado e arranhado por seus dedos longos, arrancando gemidinhos baixos do mais velho, que já estava completamente inerte em seu desejo.

Com a cabeça jogada para trás, apoiada no travesseiro, Yoongi mantinha os olhos fechados e os lábios entreabertos, por onde seus arfares e suspiros saíam livremente. O quadril estava inquieto, pois era ondulado e impulsionado para cima em busca de mais contato com o quadril do mais novo, que continuava a se esfregar sem pudor algum no corpo menor. Ambos gemiam baixo com o atrito entre os membros duros e cobertos, o qual não era mais o suficiente para suprir suas necessidades.

Pensando nisso, Jung desceu sua destra para as partes baixas do outro rapper, parando-a sobre a ereção formada e a massageando lentamente. No mesmo momento que sua mão dá início a uma masturbação superficial, ele se move para o mamilo direito, mordendo-o e chupando-o na intenção de deixá-lo tão inchado e úmido de saliva quanto o esquerdo. Ele sorria e mordiscava o bico arrepiado toda vez que seu nome era proferido manhosamente em um gemido baixo e rouco do mais velho.

O rapper mais experiente ondulava a pélvis em direção à mão firme que massageava sua ereção dolorida, querendo contato mais direto naquela área. Sem se controlar, arrastou a canhota – deixando apenas a destra maltratando o couro cabeludo alheio – por entre os corpos, até que encontrasse mão de Hoseok em sua intimidade. O novato mordeu a auréola ao sentir os dedos longuinhos do Min agarrar os seus, tentando prestar atenção no que ele faria em seguida.

Ele poderia imaginar tudo – que ele estaria lhe afastando e negando-o – mas surpreendeu-se ao sentir sua mão ser posta por dentro das vestes inferiores do mais velho. Sorriu pequeno, lambendo o botão rosado uma última vez antes de descer com beijos molhados pelo tronco branquinho, sentindo sua mão ser posicionada e apertada em cima do membro rígido do mais velho. Yoongi geme um pouco mais alto, fechando os olhos e mordendo os lábios assim que pressiona a destra do novato em sua volta com certa força.

O novato riu contra a pele levemente avermelhada devido aos seus chupões, apertando a carne dura entre os dedos com um pouco mais de força, mas sem machucá-lo, arrancando um gemido alto e manhoso do mais velho – que arqueia a coluna e recolhe as pernas em reflexo ao arrepio que subiu em seu corpo com o toque firme em sua ereção. Ele continua suspirando alto e rapidamente, ofegante, enquanto uma masturbação lenta e apertada tem início.

Os beijos molhados, no entanto, não param. Hoseok arrasta sua língua por todo o abdômen liso do mais velho, mordiscando – variando em mordidas fortes e fracas – e deixando a pele em tons mais escuros. A calça e a cueca de Yoongi vão sendo retiradas aos poucos pela mão livre do novato, à medida que suas provocações também descem. Min o ajuda com o processo da retirada das vestes inferiores, chutando-as para fora de seu corpo e abrindo suas pernas para que o novato pudesse se ajeitar melhor entre si.

Agora, sem roupas para interferir, o Jung aumenta a velocidade da masturbação, não drasticamente, apenas o necessário para que Min perdesse o controle dos próprios sentidos. Assim que os movimentos do punho do Jung aumentaram o ritmo e intensidade, Yoongi se contorceu sobre o colchão, mordendo os lábios com força e choramingando baixo – principalmente quando sua glande é segurada com um aperto mais frouxo e masturbada sozinha.

— Merda, Hoseok. – Murmurou o mais velho, abrindo os olhos e encarando o novato que se divertia com suas reações.

Apesar de estar excitado, sentia-se envergonhado pelos efeitos que os toques alheios tinham em seu corpo. Era, de fato, vergonhoso estar tão exposto para um adversário, e ainda mais um a quem perdeu a batalha final. Mas ao mesmo tempo era gostoso, excitante tê-lo sobre seu corpo, deliciando-se com seus gemidos enquanto acariciava sua pele leitosa com a língua aveludada. Sentia o corpo tremer a cada novo toque e beijo depositado em sua derme.

Quando Hoseok deixou de tocá-lo, passando a mordiscar o umbigo branquinho, Yoongi bufou frustrado e segurou os fios bagunçados do novato, que lhe olhou de relance com um sorriso presunçoso nos lábios. O Min mordeu o inferior e desceu as mãos para o maxilar alheio, impulsando o quadril para cima e rebolando levemente a pélvis contra o peitoral do mais alto, em um pedido mudo e explícito de que queria mais contato naquele local.

O novato riu baixo, beijando a pélvis depilada e abaixando-se com lambidas lentas e demoradas, ficando com o rosto rente à ereção alheia. Seria mentira se dissesse que não estava ansioso para sentir o gosto do mais velho, senti-lo pulsar em sua boca e expelir mais de seu pré-gozo em sua língua; mas ele decidiu que precisava provocar um pouco mais, deixa-lo insano. Mais do que já estava.

Por isso continuou a distribuir beijos e lambidas pela pélvis, ignorando o membro teso ao máximo. Abriu mais as pernas alheias, descendo os beijos molhados pela parte interna das coxas pálidas, deixando marcas avermelhadas e arroxeadas por onde sua boca passava. Yoongi, enquanto isso, choramingava e ondulava o quadril para cima, desesperado por sentir aqueles lábios em outro lugar mais específico.

— Vai logo, Hoseok... – Pediu em um choramingo, recebendo a atenção do mais novo novamente para seus olhos brilhantes. — Por favor, vai. – Disse, passando por cima de seu orgulho. Hoseok riu soprado contra a nova marca feita próximo ao joelho esquerdo do mais velho, que suspirou baixo ao sentir o vento gélido naquela área.

— Está tão necessitado assim, bebê? – Perguntou provocativo, levando a destra de volta ao membro enrijecido do mais velho, que gemeu manhoso com o toque e assentiu. Mas assim que tentou impulsionar-se em direção à boca do novato, o mesmo se afastou e riu baixo, mordendo o inferior. — Não acha que está muito apressadinho?

— Não. – Respondeu impaciente, agarrando os cabelos negros do mais novo e fazendo-o se aproximar novamente de sua extensão dolorida e necessitada. — Agora cala a boca e me chupa, uh?

Com uma risadinha sacana, Hoseok decidiu fazer, de uma vez por todas, o que o mais velho queria. Aproximou-se vagarosamente da extensão mediana, respirando pela boca para que sua respiração soprasse na carne dura e quente em sua frente. Yoongi lhe encarava ansioso e inquieto, forçando-se a manter a pélvis parada, esperando o próximo passo ousado do novato. Suas mãos, no entanto, continuaram nos fios bagunçados e levemente suados do outro, acariciando e puxando com leveza na intenção de acalmar a si próprio.

Seu coração estava batendo rápido em seu peito, sua respiração ofegante aumentava o ritmo a cada centímetro que a boca rosada do mais novo se aproximava de seu pênis; seus olhos não desviavam um minuto sequer, querendo gravar a cena em sua frente. Os próprios lábios eram maltratados por seus dentes, numa tentativa de controlar os suspiros que escapavam sem que ele pudesse evitar.

Quando sentiu a língua atrevida do novato serpenteando sobre seus testículos e subindo cautelosamente por seu falo enrijecido, um arrepio intenso passou por seu corpo suado e sua respiração, imediatamente, acelerou ainda mais. Se não estivesse nessa situação, ficaria preocupado com um possível ataque cardíaco, devido ao ritmo assustador que seu coração batia, ansioso para sentir mais daquela boca apetitosa em sua intimidade.

Hoseok não tirava os olhos atentos dos felinos do Min, estes que lhe fitavam semicerrados, com um brilho luxurioso presente na íris. Assim como o mais velho, o novato queria gravar cada segundo da cena que passava, para poder guardar em sua memória as reações e expressões que lhe eram proporcionadas pelo rapper experiente, queria gravar cada gemido, arfar e suspiro que escapava do outro durante toda aquela noite.

O Jung, pensando nos sons prazerosos do mais velho, desceu as mãos fortes pelas laterais do corpo esguio até as partes internas das coxas brancas – cheias de marcas arroxeadas –, apertando-as fracamente à medida que arrastava a língua curiosa pelo falo endurecido e úmido pelo líquido transparente que escorria pela pequena fenda no topo do pênis. Distribuiu beijos molhados por toda a extensão, dando atenção as veias esverdeadas dilatadas e brincando com a glande avermelhada antes de fazer o caminho inverso da mesma maneira.

Deslizou o músculo aveludado pelo falo enrijecido enquanto massageava as coxas alheias, sentindo alguns apertos fortes em seu cabelo. Parou novamente sobre os testículos inchados do menor, querendo brincar com as bolas rosadas antes de dar continuidade. Primeiramente, lambeu o saco escrotal até que estivesse mais úmido para então colocar os testículos dentro de sua boca, um de cada vez.

Sugou ambas as bolas com vontade, deixando-as em um tom avermelhado e completamente úmidas com sua saliva. O Min gemia em um volume médio, arqueando a coluna levemente e arfando alto, sem nunca desviar os olhares. Hoseok mordiscou fracamente o saco escrotal, chupando-o em seguida, afastando-se em um pequeno estalo erótico com um sorriso presunçoso nos lábios. Desceu suavemente com beijos molhados para o períneo, deixando aquela pequena aérea sensível cheia de marquinhas vermelhas, deliciando-se com os gemidos que Yoongi soltava.

Assim que julgou o local úmido e marcado o suficiente, voltou sua atenção novamente para o pênis endurecido em sua frente. Beijou suavemente a base, colocou a ponta da língua para fora e arrastou-a pelo falo pulsante até a glande sensível. Puxou o prepúcio para baixo e abocanhou a glande inchada, deixando-a presa entre os lábios macios para que pudesse passear a língua por todo o local, finalmente dando início à felação.

Yoongi gemeu alto com a sensação deliciosa de ter a cabecinha de seu membro dentro da boca quente e úmida do novato, sentindo-a ser provocada pelo músculo aveludado. Quando a língua alheia ousou entreter-se com a fenda, um gemido fraco e manhoso lhe escapou à medida que sua coluna se arqueou. A ponta da língua entrou e saiu do pequeno buraco algumas vezes antes de Hoseok descer os lábios pelo pênis até onde conseguia, abrigando o membro dentro de sua cavidade bucal.

O Min gemeu mais alto quando os lábios do novato alcançaram a base de seu membro, fazendo com que sua glande tocasse na garganta alheia que vibrou devido a um gemido abafado que o outro libera. Inconscientemente, apertou os fios negros com força e ondulou o quadril levemente para cima, sentindo o pênis sair e entrar novamente dentro da boca confortável do mais novo. Com essas ondulações e puxões de cabelo, começou a ditar os movimentos alheios com calma, querendo sentir cada centímetro de seu membro sendo apertando pelos lábios macios e molhados.

— H-Hoseok aahn – Gemeu fraco, mordendo o inferior e deixando os olhos abertos, apreciando a visão de seu pênis desaparecendo dentro da boca alheia. O novato sorriu mentalmente ao ver os pelos do corpo branquelo se arrepiar, ouvindo os gemidos manhosos e sentindo sua boca ser completamente preenchida pelo mais velho. — Caralho, que boca mais... ugh, gostosa. – Murmurou entre gemidos e arfares, aumentando lentamente a velocidade das investidas na boca do mais novo.

Hoseok deixou que o Min fodesse sua boca da maneira que queria, afinal ouvir os gemidos deleitosos que o mesmo soltava fazia com que a dor em seu maxilar e garganta valessem a pena. A visão que tinha também era maravilhosa: Yoongi baixando a guarda por completo, deixando que os gemidos saíssem altos e manhosos, puxando seus fios para descontar o prazer que sentia, franzindo o cenho e lhe observando da mesma maneira.

Para os dois, toda aquela situação passou a ser excitante demais para que pudessem aguentar muito mais. A raiva que sentiam ainda estava presente, mas o tesão tomou conta do corpo de ambos como nunca antes. O quarto estava abafado e o som da felação tomava conta do cômodo; os corpos suados e necessitados por cada vez mais, os apertos e puxões, tudo contribuía para uma cena erótica e excitante.

O Jung, extasiado pelos sons prazerosos do mais velho, apertou os lábios com um pouco mais de força e aumentou o ritmo dos movimentos, movendo a cabeça um pouco mais rápido que o quadril alheio, arrastando a língua por toda a extensão dura, engolindo todo o líquido pré-seminal que tomava conta de seu paladar e lhe deixava ainda mais excitado. Trouxe sua destra para os testículos pesados do mais velho e os massageou intensamente enquanto chupava com maestria o membro alheio.

— I-Isso, porra! – Yoongi diz, impulsionando o quadril para cima e puxando a cabeça de Hoseok para baixo, sentindo o corpo tremer levemente. — Porra, e-eu vou....! Merda, isso- ahh!

O Min sentia-se cada vez mais perto do ápice, aquele friozinho na barriga característico já tomava conta de seu corpo junto com as leves tremedeiras – que não passaram despercebidas por Hoseok. Por isso o novato decidiu dar um fim naquilo, já que tinha planos melhores para o final da noite. Ainda teriam tempo o suficiente para gozarem o quanto quisessem, mas o primeiro orgasmo da noite não aconteceria agora.

Chupou o membro pulsante uma última vez e se afastou com um novo estalo pornográfico, que ecoa pelo quarto abafado. Yoongi lhe encarou confuso e ofegante, fazendo-o sorrir presunçoso com os lábios inchados e avermelhados. Riu rouco devido à sua garganta previamente maltratada e se aproximou, inclinando-se sobre o corpo do mais velho, ficando com os lábios praticamente encostados.

— Ainda não, bebê. – Avisou, explicando porque parou. Sua voz mais rouca que o normal deixou o corpo alheio arrepiado e sedento, arrancando um gemido baixo e manhoso do rapper experiente. Não evitou sorrir novamente com o efeito que teve no corpo menor, aproximando-se um pouco mais. — Só vai gozar com quando meu pau estiver dentro de você. – Continuou. Yoongi mordeu o inferior e, involuntariamente, passou os braços por volta do pescoço do novato, deixando as testas grudadas e os lábios praticamente colados. — Só quando eu estiver metendo bem forte e bem fundo, bebê.

— Hoseok-ah... – Choramingou, já cansado de esperar.

— Eu vou te arregaçar todinho hoje.

No segundo seguinte a essa frase provocativa, Yoongi lhe puxou para um beijo desesperado, afoito, repleto de desejo. As línguas se encontraram fora das bocas, em um entrelaçar confuso, mas gostoso para ambos, antes de se enfiarem dentro da boca do novato. As mãos, tão afoitas quanto sua língua, do mais velho passavam pelas costas nuas, pelo cabelo – onde puxava com certa força –, braços, abdômen e tudo que sentia pela frente. Hoseok também aproveitava para apertas aquelas nádegas branquinhas entre os dedos, na intenção de deixa-las com a marca de sua mão nas bandas pálidas.

O ósculo rápido tomou todo o ar dos pulmões, mas uma pequena pausa foi o suficiente para que recuperassem o fôlego e retomassem o beijo tão necessitado quanto os corpos. As línguas se enrolavam, se entrelaçavam, mas não disputavam mais. Os dentes, vez ou outra, raspavam pelos músculos aveludados e arrancavam grunhidos baixos e abafados pelo ósculo – este que continha um gosto agridoce do pré-gozo que Hoseok lambeu minutos atrás.

Os lábios também se acariciavam da mesma maneira, eram mordiscados com frequência. E assim como as bocas inchadas, as línguas também era sugadas com vontade, em provocações explícitas que arrancavam gemidos e arfares baixos, que eram imediatamente engolidos pelo parceiro. Apenas se afastaram quando os pulmões, novamente, ardiam à procura de ar e os lábios já formigavam levemente.

O rapper mais velho rapidamente jogou o novato para o lado, deixando-o deitado e ficando sentado exatamente em cima do membro – ainda coberto – do mesmo. Rebolou lentamente enquanto deslizava a língua e os lábios pela derme do outro, deixando-a com diversas novas marcas, todas feitas por si. As manchas variavam entre vermelhas e roxas, dependendo da força que era aplicada à cada novo chupão ou mordida – porém, cada um arrancava um gemido novo do novato, que apertava os glúteos alheio com força.

A calça e a cueca que, injustamente, continuavam no corpo do novato foram sendo retiradas à medida que os beijos e mordiscadas caminhavam para baixo. Hoseok levanta o quadril para ajudar na retirada e chuta as vestimentas inúteis para longe do corpo, sem parar de sentir os lábios macios e inchados acariciando sua pele no abdômen. Assim que Hoseok ficou completamente nu, Yoongi mordiscou o osso do quadril dele e sorriu, escorregando a destra para o membro desperto do outro, sentindo-o pulsar e molhar sua palma.

Apesar de querer sentir o gosto de Hoseok, de senti-lo pulsar em sua língua, Yoongi se encontrava mais necessitado de senti-lo pulsar em outro lugar mais específico. Por isso decidiu não gastar muito tempo com isso, deixando apenas alguns beijos molhados e chupões pelo falo endurecido – além de chupar as bolas inchadas com destreza, deixando-as molhadas e avermelhadas – antes de voltar a sentar no colo alheio.

O pênis do novato se encaixou perfeitamente entre as nádegas do rapper experiente, que rebolou com força, fazendo com que o falo se arrastasse pelo pequeno espaço e provocasse sua entrada com a glande. Ele sorriu pequeno, deixando um gemidinho escapar, ao ver o rosto do novato se contorcer em prazer. Pegou a destra alheia, ganhando novamente a atenção, e sorriu ladinho, adorando poder mostrar o seu lado malicioso.

Deixou três dedos levantados e os colocou na boca, chupando-os como se estivesse chupando um pênis. Passou a língua por entre os dedos, escondeu os dentes e sugou com força, deixando-os pingando de saliva. Não deixou de encarar o novato, sentindo o membro alheio pulsar entre suas nádegas em resposta à sua provocação. Pelo brilho nos olhos alheio, era possível ver o quão ansioso e excitado o mesmo estava; era possível notar a sua vontade de sentir aqueles lábios envolta de seu pênis. Por isso Yoongi retirou os dedos de sua boca e sorriu de lado, sussurrando outra provocação enquanto direcionava a mão alheia para sua entrada ansiosa.

— Depois você pode foder minha boca o quanto quiser, novato.

Hoseok suspirou baixo, só de imaginar aquela boca abocanhando seu pau com gosto; poderia gozar apenas com sua imaginação fértil brincando com sua sanidade – que há muito tempo se foi. Apertou as nádegas alheias com força, abrindo as bandas avermelhadas devido as marcas de suas mãos, e pressionou os dedos úmidos na entrada apertada e livre de pelos do menor em seu colo.

Sorriu lascivo, penetrando os três dedos de uma vez antes que a saliva secasse e machucasse o mais velho. Yoongi gemeu manhoso com a invasão, mordendo os lábios e rebolando levemente em antecipação. Ambos queriam acabar logo com essa enrolação e ir para o que realmente desejavam, afinal, teriam a noite toda para preliminares.

Os dedos iam e vinham lentamente, em uma óbvia provocação que Hoseok e muito menos Yoongi, tinham paciência. Mas, para o novato, isso era necessário, já que por mais excitado que estivessem, ainda não queria machucá-lo de qualquer maneira. Ele queria que fosse tão prazeroso para o irritadinho em seu colo, quanto para si mesmo – até porque ele só estaria satisfeito se Yoongi também estivesse.

O Jung alargou a entrada alheia com uma calma inexistente em seu corpo, totalmente contrária às reboladas e aos gemidos que Yoongi dava. Quando julgou o suficiente e ouviu o mais velho bufar impaciente entre arfares, retirou os dedos, sentindo o orifício se contrair levemente. Sorriu presunçoso e sentou-se no colchão, trazendo o mais velho para mais perto com um simples aperto na cintura. Mordiscou fracamente o lábio inferior alheio, chupando-o em seguida, trazendo-o para um novo ósculo rápido, afoito e desejoso, onde as línguas se esfregavam sem pudor algum uma na outra.

— Fica de quatro, bebê. – Pediu ao se afastar, mordendo novamente o lábio inferior do mais velho, que geme baixo e faz o mesmo com seu lábio superior, e depositando um tapa fraco em uma das coxas pálidas. Logo o rapper experiente vira-se de costas e posiciona-se na posição que foi pedida, apoiando-se nos cotovelos para ficar bem empinado. Hoseok sente a boca salivar ao encarar a entrada rosada e depilada, não controlando sua vontade ao aproximar-se e dar uma longa lambida, arrancando um gemido surpreso do outro. — Eu vou te dar mais uma prévia do que mais eu posso fazer com minha língua.

— C-Como as- Hoseok! – Interrompeu sua fala com um gemido alto e surpreso ao sentir a língua alheia entrando em seu interior e lambendo suas paredes anais que lhe apertavam com contraídas inconscientes. Os movimentos da língua eram rápidos, levando Yoongi ao êxtase antes mesmo de senti-lo por inteiro em si. — Porra, merda! – Xingou, rebolando no rosto alheio enquanto gemia seu nome, praticamente implorando por mais. — Hoseok, merda, a-assim eu vou, ugh! – Empurrou o quadril para trás, sentindo a língua ir um pouco mais fundo, e gemeu alto, ouvindo uma risadinha do novato à medida que o mesmo se afastava. — Eu te odeio, porra. – Murmurou ao ter novamente o orgasmo negado.

— A é? – Resmungou de volta, segurando com firmeza as ancas branquinhas. — Já que me odeia tanto, acho que você não quer que eu-

— Porra, Hoseok, me fode logo! – Respondeu irritado. — Mete esse pau gostoso em mim, bem forte e rápido.

— Filho da puta...!

Yoongi gemeu alto, arqueando a coluna e puxando os lençóis quando sentiu Hoseok lhe invadir com força, de uma só vez. O novato também geme, porém mais contido para poder ouvir a reação do outro quando lhe penetrasse com toda sua força. Ele não esperou que o Min se acostumasse com seu tamanho, já dando início as estocadas profundas e não muito lentas, batendo a pélvis nas nádegas arrebitadas para si.

Os movimentos são em uma velocidade média, que enlouquecem ambos com tamanho prazer que sentiam. Hoseok com sua intimidade sendo esmagada pela entrada apertada de Yoongi, que sentia-se ser alargado a cada nova estocada. Por mais que o novato não tenha sido cauteloso, o mais velho admite para si mesmo que assim é muito mais gostoso; a leve ardência que sente não é nada comparada ao imenso prazer que lhe é passada com o membro alheio sendo arrastado para fora e para dentro de sua cavidade anal.

Claro que se não estivesse sendo prazeroso para Yoongi, o Jung não continuaria naquele ritmo e faria de tudo para que ambos sentissem o prazer que ele mesmo sentia no momento. Mas os gemidos manhosos e deleitosos que o mais velho soltava junto a lufadas de ar enquanto agarra os lençóis e rebola da maneira que podia naquela posição, apenas lhe deu mais tesão para continuar a penetração ainda mais forte e rápida.

Por isso aumentou a velocidade gradativamente, segurando com força a cintura alheia, vez ou outra estapeando as nádegas vermelhinhas, enquanto gemia no mesmo volume que o menor. Ele sempre gostou de mostrar aos seus parceiros que está gostando tanto quanto eles, não acha justo ouvi-los gritar seu nome e não gemer da mesma maneira, como se não estivesse sentindo o mesmo prazer. Então ele gemia tão alto quanto Yoongi, apertava a pele alheia em uma maneira de descontar o prazer que sentia, sem parar de estocar forte e rápido no canal apertado, que se contraía involuntariamente.

Escorregou uma mão até os cabelos negros e suados do mais velho, prendendo entre os dedos e puxando-o com força à medida que saía quase que por completo do interior alheio para então voltar com brutalidade, gemendo ao sentir o aperto maior em sua volta e ao ouvir o som semelhante do outro rapper, que era impulsionado para frente a cada nova investida.

— A-Ahh, Ho-seok.... – Murmurou entre gemidos, mordendo os lábios para tentar controla-los melhor. Ainda rebolava na medida do possível, puxando a roupa de cama e fechando os olhos, sentindo o membro pulsar e pingar pré-gozo, mas não queria se tocar ainda. — Hoseokie-ahh – Gemeu um novo apelido, contraindo a entrada ao tê-la penetrada com mais força, em uma estocada certeira em direção à sua próstata. — Hoseok, porra!

— A-Achei. – Riu baixo, puxando os fios alheio com mais força enquanto estocava no mesmo local, gemendo rouco ao ter a glande pressionando aquela área sensível para o menor. — Gostoso do caralho... – Murmurou, batendo com força na nádega direita alheia, sorrindo ao ver a marca de sua mão se formar na pele antes pálida.

O novato, lentamente, retira o membro de dentro do mais velho, que resmunga irritado, virando-o de lado na cama com um pouco de delicadeza. Levanta a perna esquerda do outro e a coloca em seu ombro, logo voltando a penetrar o orifício do mais baixo com agressividade – da forma que ambos tanto gostavam e almejavam. Fodeu o pequeno buraco alargado com mais rapidez e força, sentindo-o se contrair em sua volta a cada estocada, deixando-o louco.

Yoongi também poderia se considerar louco, extasiado, pois era exatamente assim que se sentia em meio àquela foda insana. Nunca, em todos seus vinte e quatro anos de vida, teve uma relação sexual tão intensa e selvagem como essa. Talvez seja pela raiva mútua que passaram a sentir misturada com o desejo ainda mais intenso. Qualquer toque, beijo, movimento era furioso, mas desejoso – extremamente prazeroso.

Ele não admitiria em voz alta, mas essa foda foi a melhor de toda a sua vida. Justamente a que teve com seu mais novo adversário.

Nessa nova posição, Yoongi podia ver a imagem erótica de Hoseok investindo o quadril com tudo contra o seu, com o cenho franzido, os lábios entreabertos e corpo esbelto completamente suado e marcado. Queria arranhá-lo, abrir feridas novas naqueles lábios deliciosos, ver as costas nuas do novato vermelhas por suas unhas; queria tocá-lo e marca-lo ainda mais.

Pensando nisso, virou-se de frente ao novato e sorriu entre os gemidos, abraçando a cintura alheia com suas pernas e fazendo-o sentar novamente no colchão. Pulou para o colo alheio, posicionando as mãos nos ombros largos do ex-dançarino, e rebolando forte com a glande alheia pressionada em sua próstata. Hoseok segurou-o pelas nádegas, ajudando-o com os movimentos que logo se assemelharam a um cavalgar, gemendo no ouvido dele palavras de baixo-calão, que apenas lhe davam ainda mais tesão.

No quarto só se ouvia o barulho dos corpos se encontrando, à medida que Yoongi subia e descia no colo do novato com agressividade, misturado aos gemidos deleitosos – variados em roucos, manhosos, altos e baixos, entrecortados – e das mãos de Hoseok estapeando as nádegas e coxas do mais velho, que se sentia em delírio com tantas sensações misturadas em uma só.  O cômodo se tornou uma espécie de cena pornográfica, levando em conta os sons eróticos e o clima quente que residia no local.

— Isso, bebê, ahh – Hoseok incentivava, gemendo e sorrindo enquanto sentia o membro sair e entrar naquela cavidade aconchegante. — Rebola no meu pau, rebola.

— Porra, uh. – O mais velho já estava completamente inerte em seus desejos, cavalgando apressadamente no colo alheio, gemendo manhoso e falho no ouvido do outro, que lhe escutava atentamente. Seus gemidos eram como canções para o novato, canções que ele pagaria para ouvir quantas vezes pudesse. — E-Eu preciso d-de mais, Ho-Hoseokie-ah... – Choramingou, sentindo as pernas doerem pelo esforço físico, mas não parou de se movimentar mesmo assim. — E-Eu tô q-qua-

— Vira de costas – Pediu o novato, interrompendo-o. O mais velho, mesmo confuso com o pedido repentino, virou-se, porém, sem sair do colo alheio. Hoseok deitou-se no colchão, deixando parte das costas apoiadas no batente da cama, e deitou o corpo menor sobre si, deixando-o confortável em seu abdômen. — Eu vou te foder bem gostosinho, bebê. Vou meter tão rápido e tão forte que você vai sentir meu pau enterrando no seu cuzinho apertado até quando estiver dormindo.

O gemido esganiçado que saiu dos lábios finos de Yoongi arrancou um sorriso ladinho do novato, que não esperou nem um segundo para voltar a penetrá-lo com força. Os movimentos eram novamente enlouquecedores, ainda mais rápidos que anteriormente. Os gemidos ficaram mais altos e mais manhosos à medida que a glande inchada e molhada de Hoseok surrava a próstata sensível de Yoongi freneticamente.

Naquela posição em específico, a penetração era mais fácil e certeira, além de muito mais prazerosa. O mais velho deitou a cabeça no ombro do novato, levando a destra para os cabelos bagunçados alheio e os puxando com violência, deixando que seus gemidos saíssem sem controle algum. O mais novo enterrava o membro com uma força e rapidez inexistente, deixando o outro surpreso e extasiado; segurava a cintura alheia com ambas as mãos, deixando-o parado para poder afundar o pênis com mais facilidade na cavidade apertada, e mesmo com a cintura firme sobre a pélvis do novato, Yoongi ainda rebolava e empinava ao máximo que podia.

— Porra...! – O xingamento sai alto e entrecortado, quase como um choramingo, quando Hoseok toma seu membro em uma masturbação tão frenética quanto a penetração, deixando-o completamente fora de si. Sua canhota rapidamente foi em direção à mão alheia sobre seu pênis, ajudando-o com a masturbação mesmo sua mão estando trêmula. — Hoseok, caralho, e-eu, porra!

Assim como Yoongi se perdia em seu prazer imenso, causado por sua próstata sendo pressionada incessantemente pela glande macia do novato junto à masturbação deliciosa que recebia, Hoseok também se encontrava inerte em uma nuvem nublada de deleite, sentindo a glande pressionar um ponto gostoso para ambos e seu falo ser completamente esmagado pelas contrações que o mais velho tinha toda vez que a próstata era alcançada.

Para ambos, era um prazer imensurável e inigualável.

O cheiro de sexo reinava no quarto, junto os sons dos corpos e da masturbação frenética, misturada aos gemidos esganiçados, roucos, manhosos e arrastados de ambos. O quarto inteiro exalava ao melhor sexo que os dois já tiveram em todas suas vidas. Cheirava à foda mais intensa, insana e inexplicável que já tiveram o prazer de ter. E, com certeza, gostariam de ter novamente. Até mesmo Yoongi admitiria isso.

— Vem, bebê, goza pra mim. – Hoseok murmurou entre gemidos, levando a canhota para as bolas pesadas do mais baixo, que tremia levemente sob seu corpo. — Goza comigo. – Pediu, mordiscando o lóbulo alheio.

Esse pedido pareceu ser o engate necessário, já que Yoongi se derramou nas mãos de Hoseok em um gemido alto e longo, sujando as mãos fortes e seu abdômen com seu esperma. O orgasmo foi intenso, arrancando o ar de seus pulmões. Seu corpo estava trêmulo, contraído e sem forças, mas ele continuou rebolando ao sentir o líquido viscoso preencher seu interior no mesmo momento que o novato geme seu nome em alto e bom som, deixando-o arrepiado.

O mais novo continua se movimentando no interior quente do mais velho, porém de forma mais lenta e cuidadosa, com o objetivo de apenas prolongar os orgasmos. Seu sêmen ainda era expelido dentro do rapper experiente, que gemia baixo e respirava desregular enquanto acariciava os fios da nuca do Jung. Estavam ambos completamente cansados e sem palavras para o que acabaram de fazer, foi tão intenso e.... real. Nada poderia descrever o que sentiram com o orgasmo que tiveram juntos, sentindo um ao outro.

Lenta e cautelosamente, Yoongi levantou o quadril, sentindo o esperma escorrer por sua entrada e deslizar para fora, fazendo-o gemer um pouco desconfortável. O novato lhe deitou melhor em seu peitoral, dessa vez de frente para si, abraçando-o calmamente para que pudessem controlar as respirações ofegantes. Acariciou as costas do mais velho, sorrindo pequeno enquanto respirava fundo.

Surpreendeu-se quando sentiu um beijo em sua bochecha e então um selinho adorável em seus lábios. Encarou o Min, que sorriu envergonhado e voltou a lhe beijar, dessa vez deixando os lábios encostados por mais tempo antes de aprofundar o ósculo. As línguas se movimentaram lentamente e, pela primeira vez, de forma calma. Entrelaçavam-se e dançavam uma melodia desconhecida por ambos, mas que os deixaram sem ar.

Apesar do uso da língua, o ósculo não deixou de ser delicado. Eles podem se odiar e se desejar como nunca aconteceu antes, mas nesse momento, nesse quarto, o beijo foi quase carinhoso. Não houve agressividade ou violência, não tinha mais nenhuma disputa entre eles. Não eram o rei do rap e o novato. Eram apenas Min Yoongi e Jung Hoseok.

Afastaram-se com um novo selar leve e Yoongi novamente descansou a cabeça no peitoral de Hoseok, ouvindo os batimentos cardíacos se acalmarem aos poucos. Para ele, ainda era vergonhoso o fato de estar nu, na cama, com seu adversário de batalhas; mais ainda por estar deitado no colo do mesmo. Mas ele estava cansado e, como sempre após uma boa foda, manhoso. E ele podia ver que Hoseok também estava da mesma forma, já que lhe acariciava e lhe abraçava de volta.

— Você acabou comigo. – O Min murmurou tímido, suspirando alto. O novato riu baixo, abraçando mais apertado o menor em seu colo. — Mas eu ainda te odeio, seu novato idiota. – Continuou. Não era uma completa mentira. Porém também não era mais cem por cento verdade.

— Eu sei que lá no fundo você me ama, esquentadinho. – Respondeu divertido. Irritar o rapper mais velho realmente passou a ser seu mais novo, e favorito, hobby. Se fodessem daquela forma todas as vezes que Yoongi chegasse ao seu limite de irritação, não pararia de provoca-lo nunca mais.

— Vai se foder, Jung Hoseok. – Diz entredentes, sentindo-se envergonhado contragosto. Bateu de leve e sem muita força no peitoral do mais novo, que troca as posições, deixando-o deitado na cama e ficando entre suas pernas enquanto sorri sugestivo.

— Só se você vier comigo de novo, bebê.


Notas Finais


ACABOU BICHO

O que acharam desse final? Desse lemon? Eu demorei dois meses pra consegui terminar de escrevê-lo, na vdd, terminei essa semana rs. Espero que tenham gostado de como ficou, 11k de palavras é muito mais do que eu tinha imaginado ou esperado escrever, mas EU gostei. Tanto desse lemon quanto da fic em si.
Entretanto, pra mim é muito importante que deem opiniões, sim? Eu adorei vê-los comentando no capítulo passado, fiquei muito feliz - apesar de alguns ter me deixado um pouco triste (já que teve gente que odiou o fato de Hoseok ter ganhado a batalha, sinto muito). Sério, me desculpem se decepcionei alguém com algum capítulo ou com o plot, mas essa estória é a que eu mais gosto e mais tenho orgulho, então.... isso realmente importa bastante também.
NÃO VOU DIZER MUITO NÃO. Apenas obrigada a todos que leram até aqui, que comentaram e favoritaram (OBRIGADA PELOS 125 FAVORITOS AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA <3), eu agradeço mesmo de coração <3

ATÉ MAIS <3


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