História Raposa, Coelho - Capítulo 1


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Palavras 443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Isso vai ficar horrivel... só gosto de passar o tempo escrevendo.

Capítulo 1 - Raposa


Era tardinha. O céu começava a escurecer. As árvores remexiam suas folhas com o vento. No meio de tanto verde, uma bela criatura passeava por ali. Seus olhos eram azuis como o céu. A criatura era uma raposa.

A raposa se apressava para buscar algo para comer; Ele não tinha mais a mãe para o alimentar, agora ele vivia sozinho, e naquela época as presas conseguiam se esconder muito bem, entre as árvores, ou entre as folhas.Ele teria muita sorte se conseguisse encontrar um rato esquelético. Ele se lembrava muito bem da infância, quando tinha comida quando queria. 

                                                               ( FLASHBACK )

A raposa dormia enrolada na mãe. Sua mãe tinha o focinho encostado na cabeça do filhote. Ela, em um sussurro, disse:

- Você se chamá de Raio, por nascer durante uma tempestade; Seu pai morreu nos protegendo; Um raio surgiu, e depois, não consegui enxergá-lo.

O filhote, mamando, mantinha os olhos fechados, ouvindo tudo. Foi quando, cheio, ele deu um pulo para trás e começou a correr em volta da mãe. A mãe, risonha, disse:

- Você é realmente um Raio!

Raio, feliz, começou a brincar com uma folha meio grande. Ele mordeu, e ela se rachou ao meio. Chateado, ele se deitou. Foi quando ele sentiu um cheiro estranho. De uma espécie estranha. Olhou ali por perto e viu uma lebre saltitante, sem ver os dois predadores. 

A mãe, rapidamente, pulou sobre a lebre e deu um golpe mortal. Em seguida, a pegou e colocou na frente do filhote. Confuso, ele disse:

- Por que o matou?

- Ele serve de comida. Vamos, dê uma mordida. Você já está bem grandinho. 

A raposa, um pouco nervosa, deu uma mordida na lebre. E não é que era bom? Ele deu mais e mais mordidas, até acabar com um dos lados da lebre. A mãe, um pouco irritada, disse:

- Deixe para mim também!

Raio, curioso, pensou, quando crescesse, poderia caçar inúmeras presas, e satisfazer sua vontade. Era tão bom!

 

                                                                       //FIM DO FLASHBACK//

Raio pensava em como era tolo quando era mais jovem. Com certeza, a vida não era tão fácil como ele pensava. Havia muita falta de presas, e ele temeu que um dia elas acabassem, e ele morresse de fome. Tinha saudades eternas de sua mãe; ele adoraria vê-la de novo, mas ele sabia que não era possível. Ela estava morta. Durante uma caçada, ela caiu numa armadilha dos humanos, e ela deu seus últimos suspiros bem na sua frente. Uma dor enorme cresceu em seu coração. Ele se sentia sozinho, como se sua vida não estivesse sendo vivida. Foi quando ele sentiu algo branco no meio das folhas. Um coelho.


Notas Finais


No proximo vou refazer a historia, mas pela visão do coelho ^^


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