História Rapunzel - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~EruzaFernandes

Postado
Categorias Enrolados, Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Disney, Enrolados, Nalu, Rapunzel
Exibições 46
Palavras 2.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olaaa serumaninhos! Como vão?
Bom, decidir voltar e reescrevi está Fanfic que estava no computador há tempos....
Como já diz a Sinopse: Ela é baseada no filme "Enrolados" da Disney, quando vi umas fanarts e me apaixonei <3

Boa Leitura!

Capítulo 1 - A Coroa


Fanfic / Fanfiction Rapunzel - Capítulo 1 - A Coroa

Em uma densa floresta havia uma alta torre, sua aparência era abandonada e assombrada, qualquer um que a visse -se possível, pois a mesma estava muito bem escondida- pensava em algum jeito de subi-la, afinal ao alto podia se ver uma janela com detalhes a sua volta de madeira.

Mas naquela alta torre habitava uma mulher de cabelos negros como a noite e sua filha de longos cabelos dourados.

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Em uma estrelada e fria noite de inverno, Ultear penteava os cabelos da sua filha delicadamente, nomeada como Lucy, em seu rosto havia um sorriso melancólico e tinha certeza que nunca algo ou alguém levaria sua filha para longe de si. 

–Já esta na hora de dormi, vá para seu quarto. – A voz de Ultear era gentil e firme. A menininha apenas assentiu, tinha em torno de 5 anos. –Boa noite Rapunzel. –Beijou a testa da filha e a mesmo subiu cuidadosamente a escada para não cair

Rapunzel era um nome de uma personagem de um livro que Ultear ouvia quando criança, mas no decorrer dos anos esqueceu como era a história.

Havia uma lenda pelas redondezas que existia uma flor mágica, que nasceu através do raio de sol que caiu do céu. Tinha o poder de curar doentes e realizar desejos, para isso a única coisa a se fazer era cantar uma bela canção para ela.”

Ultear dirigiu-se para seu quarto e assim adormeceu. Mas na calada da noite Lucy havia acordado e descia as escadas silenciosamente junto a seus longos cabelos.

Abriu a janela da alta torre e esperou alguns minutinhos até começar a ver suas luzes flutuantes.  Sabia que aquilo não eram estrelas, mas também não sabia o que realmente eram. Apenas tinha certeza que elas apareciam sempre em seu aniversário.

Depois do espetáculo das luzes flutuantes, voltou para seu quarto e por fim adormeceu com um sorriso aconchegante no rosto.

Infelizmente ela demoraria a perceber que suas luzes flutuantes realmente apareciam para ela..

12 ANOS DEPOIS

Um pequeno gatinho -estranhamente azul- se escondia entre as cortinas da janela, o azuladinho parecia estar muito desesperado e sua respiração era muito mais profunda e desacelerada do que o normal.

Enquanto na pequena sala da torre, Lucy tentava encontrar seu amigo e percebia um rabo azul a balançar freneticamente entre as cortinas. Sorriu de canto e aproximou ainda mais da janela cuidadosamente.

–ACHEI! –Gritou e em resposta o gatinho miou assustado, mas logo desanimando. –É... Eu também cansei de brincar, mas não tem nada para fazer...

O gatinho olhou distante para a janela -agora aberta- mas a loira recusou logo em seguida.

–Happy, lembre-se que mamãe falou para não sairmos de forma alguma, é perigoso. –A loira repetiu as palavras de sua mãe e olhou também para a densa floresta que por perto tinha, mesmo lembrando das palavras de sua genitora havia certa curiosidade do mundo afora.

–Happy que tal fazermos uma torta? Mamãe pegou algumas maças na floresta e ainda a algumas aqui. Vamos! –Pegou o pequenino e dirigiu-se a cozinha.

Atualmente com 17 anos, Lucy arranjava algo para não ficar entediada como varrer a torre, lavar os partos de cerâmica decorados com flores vermelhas e depois pegava alguns livros para ler.

Um costume que a loira começou a ter era cantar quando fazia seus respectivos deveres. Também amava pintar as paredes de diversas cores, nessas horas agradecia seu cabelo de ser tão grande, mesmo que odiava pentea-lo.

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No lado norte do castelo, havia três homens, bandidos muito conhecidos pelo reino. Os gêmeos Siegrain e Jellal Fernandes, sérios e fortes, também já fizeram trabalhos relacionados a assassinatos e Salamandra, um verdadeiro mulherengo, gaba-se para os irmãos sempre que pode.

O plano era simples: Roubar a coroa da princesa. Que está localizada em uma sala ao norte junto há uma grande quantidade de guardas.

Eles vestiam os uniformes dos guardas e dirigiam-se para a sala da coroa.

–Hey! –Siegrain chamou a atenção de alguns guardas. –O rei está convocando a presença dos guardas. –Os guardas se entreolharam e fitaram o homem que deu a informação. –Ficaremos aqui protegendo a coroa da princesa perdida.

Por fim, os guardas saíram deixando apenas os 3 ali.

–Vamos logo pega-la. –Jellal disse impaciente e a agarrou colocando em uma bolsa de couro que carregava. –Vamos! Daqui a pouco eles descobrirão que tudo era uma farsa.

Pularam a janela e desciam pelo telhado do castelo. Quando eles já se localizaram no início da ponte para a floresta, os guardas já estavam em alerta sobre o roubo.

Eles corriam com todas as suas forças para que não fossem pegos e o plano falisse.

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–Happy, estou com um pressentimento que hoje o dia será maravilhoso! Conversarei com ela hoje. –Sorriu guardando as tintas.

–Rapunzel! –Chamou uma voz feminina ao longe. –Jogue seus cabelos!

Ultear olhava apreensiva para os lados, tinha medo que alguém a visse ou ouvisse e roubassem sua juventude.

"A rainha estava esperando um bebê, mas sua saúde estava muito fraca, médicos avisaram que seria impossível a mulher sobreviver junto a seu filho".

Lucy jogou seus longos cabelos dourados pela torre, a morena saiu de seus profundos pensamentos e subiu.

–Bem-vinda, mamãe! –A abraçou com carinho

–Lucy, como consegues fazer tudo isso em tão pouco tempo. –Referiu-se ao lugar totalmente limpo.

–Isso não é nada, eu me acostumei. –Sorriu para a mãe corando.

Desde de seus 10 anos, sua mãe viajava para a floresta ou a pequena cidade perto do castelo para buscar suprimentos. Isso demorava ao máximo uma semana.

–Mamãe! –Tentou chamar atenção da mulher que observava seu reflexo no espelho. –Lembra que amanhã será um dia muito espe- –Foi interrompida.

–Lucy você pode cantar para mim. Depois poderemos conversar. –Ainda olhava-se no espelho percebendo que sua estava um pouco mais envelhecida.

–Claro! –Se animou e pegou um banco e uma escova.

Estava muito ansiosa e em seguida começou a cantar a canção. Seus cabelos ganharam um brilho explendor. 

–Espere, ei espere! –Ultear não conseguia acompanha a canção. –Lucy!

–Mamãe amanhã será meu aniversário!

–Eu sei Lucy, mas o que foi?

–Como eu irei fazer 18 este ano, queria lhe pedir algo que eu sempre quis. –Rapunzel perdida sua voz a cada palavra, estava com medo é nervosa.

–Fale logo Lucy! Sabes que odeio quando susurras. –A garota viu o gato ao longe movendo a patinha para continuar a falar.

–Eu quero ver as LUZES FLUTUANTES! –Falou rápido chamando atenção de Ultear.

–O quê? –Fingiu não ter entendido, não, isso não poderia acontecer.

–Queria que a senhora me levasse para ver as luzes flutuantes.

–Tu queres ver as estrelas, é isso? –Ultear distraiu tirando algumas frutas da cesta.

–Não mamãe! Eu fiquei estudando sobre as luzes flutuantes e percebi que são diferentes. E elas só aparecem em meu aniversário. –E fico pensando se elas não aparecem por mim...

Ultear já tinha idéia do que a filha sonhava, mas aquilo seria impossível.

–Mas ir lá fora, minha pequena? Sabe como o mundo lá é perigoso! –Mentiu mas uma uma vez a filha por sua proteção –Lucy –Chamou sua atenção. –Nunca peça-me para sair dessa torre, nunca! –Beijou a testa da filha cuidadosamente 

–Sim mamãe. –Entristeceu-se e desviou o olhar para baixo.

–Eu te amo tanto minha filha. –Disse já aliviada.

–Eu te amo mais. –Sorriu para a mulher que em seguida deu um beijo em sua festa.

–Voltarei em 3 dias, até mais minha filha. –Ultear saiu da torre novamente junto com os cabelos da filha. Precisava distrair-se com os acontecimentos.

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Ainda corriam com todas suas forças para fugir dos guardas, decidiram parar para descansar. Salamandra parou perto de uma árvore e viu o cartaz de procurado com sua pintura, mas com o defeito de sempre.

–Não! Isso está errado. Eles sempre erram meu sorriso! 

–Tanto faz! –Jellal bebia água em um cantil. Mas a atenção do grupo foi para um relicho de cavalo e voltaram para sua corrida.

Atrás deles haviam alguns guardas e depararam com um ligar sem saída.

–Me ajudem a subir e depois eu ajudo vocês! –Jellal sorriu de canto.

–Certo, mas antes nos dê a bolsa.

–Vocês não confiam em mim? –Observou os gêmeos a sua frente e deu logo a bolsa para eles. –Beleza!

Eles ficaram um em cima do outro para alcançarem o topo, Salamandra foi o primeiro.

–Agora nos ajude! –Mandou esperando a ajudo do rosado.

–Desculpe! Mas no momento estou ocupado! –Mostrou suas mãos que carregavam a bolsa de couro.

–SALAMANDRA!!! –Gritou Jellal com o desejo imenso de esmagar a cara do rosado.

O rosado corria bem desastradamente pela floresta fugindo dos guardas e agora dos gêmeos.

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Um pouco longe dali, Ultear ainda andava distraída pensando com o que sua filha disse, tinha medo que alguém a descobrisse.

Decidiu dormi um pouco por ali e tentar descansar sua mente...

"De uma pequena vila ali nasceu um reino, fazendo a região ficar muito conhecida, reinado por Jude e Layla Heartfilia, queridos e amados por todos: camponeses, burgueses, cavalheiros e empregados do castelo.

Para a felicidade de todos a rainha estava esperando um herdeiro, mas sua saúde estava muito fraca e os médicos avisaram que ela não conseguiria sobreviver junto a seu filho. Por isso todos decidiram buscar a flor mágica para salva-la.

Perto dali, uma senhora escondia a flor para si, sabia que ela era muito importante para aquele momento, mas decidira não compartilha o poder da mesma. O objetivo da senhora, nomeada como Ultear, era usa-la para ter sua juventude e a escondia entre alguns arbustos. Mas em uma fatídica noite, a mesma esqueceu de esconde-la e os guardas a acharam.

Quando chegaram ao castelo, as cozinheiras limparam a flor e fizeram um chá com a mesma e depois entregaram aos cavalheiros que foram ao quarto onde a rainha se encontrava deram-na o chá. 

Com o tempo a rainha estava curada  e em uma semana nasceu a herdeira do casal, em sua cabeça havia pequenos fios dourados e seus olhos achocolatados, assim nomeada Lucy Evan Roberts Heartfilia

Para comemorarem o nascimento da herdeira, o rei e a rainha lançaram uma lanterna para o céu é foi decretado para que todo o aniversário da princesa fariam aquilo.

Na noite do primeiro aniversário de Lucy, a senhora que escondia a flor um ano atrás invadiu o castelo e entrou cuidadosamente no quarto dos reis e da pequena loirinha. A mulher de cabelos brancos como a neve começou a canção que cantava antigamente para a flor, assim os cabelos dourados começaram a brilhar como o sol, a senhora se encantou e pegou a tesoura que carregava consigo e cortou uma mecha do cabelo de Lucy, mas no mesmo momento a mecha dourada e alegre agora era simples e castanha, Ultear vendo que só tinha uma única opção, sequestrou a princesa.”

Acordou assustada de sua lembrança e de seu medo, decidiu procurar os suprimentos ainda desnorteada.

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–Recuperem a bolsa! –Gritava um ruivo, conhecido como Gildarts, chefe da guarda real.

Desde que deixou os gêmeos para trás, Salamandra ainda era perseguido pelos guardas. Pela floresta havia muitas curvas e lugares difícil para passar, o rosado perceber que atualmente apenas Gildarts e seu cavalo negro como a noite o seguiam.

–Será agora Phanterlily! –Gildarts sussurrou para o cavalo.

O rosado que corria bravamente olhou de canto para ter alguma estratégia de fugir do guarda até encontrar um cipó solitário. O agarrou e movimentou-se para dar a volta na árvore e por fim ficar em cima do cavalo dando um soco ruivo.

–Vamos! –Estava indo bem, mas Phanterlily percebeu que aquele não era seu dono. –Por que parou? Vamos alazão! –O cavalo olhou para o homem é percebeu que era ele que deveria pega-lo.

Viu a bolsa marrom de lado e tentou agarra-la, mas consequentemente dava voltas cada vez mais. Sem eles perceberem já se localizavam em cima de um galho com um abismo abaixo, os dois perceberam a situação, mas ainda corriam atrás da coroa.

Por fim, ouviram um barulho de galho se partindo e em seguida estavam caindo no abismo. 


Notas Finais


Então como acharam? Foi boa a idéia!?
Espero que realmente gostem da idéia!
Sobre a atualização dela será TODO DOMINGO

Bom, até um próximo Capítulo...


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