História Rathi - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Gays, Rafhaethiago, Rathi
Visualizações 3
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ta uma porra 2

Capítulo 5 - Dia 1


Fanfic / Fanfiction Rathi - Capítulo 5 - Dia 1

Mais uma vez meu ser rebelde iria faltar a aula. E na espera de uma resposta do Thiago eu já não me reconhecia mais. Parecia que aquele garoto tímido q eu possuia dentro de mim, tinha desaparecido ou apenas estava escondido e não demoraria muito pra ele se manifestar novamente e impedir através de paranóias e medos , que eu continuasse naquele plano que agora, me preocupava. Ansioso pego o celular novamente e ainda sem resposta  mando outra mensagem

Preciso te contar algo sério, faltarei a aula e o cursinho hoje mas te esperarei perto da árvore da escola. Pra minha surpresa ele visualiza na hora e responde com um "ok"

Meus pensamentos estavam agora tão intensos que resolvir sair de fininho e sem que as meninas percebessem eu já estava na rua, confuso vejo os carros se dublicando , estrelas de dia e vozes dizendo "isso não dará certo" " você vai se ferrar" eu não devia ter usado droga com elas. ouço a voz da tayla.

-- hey! Levanta, ainda bem que desmaiou na calçada, por acaso ta sem comida? Venha quero que me diga o que sente. Quando me dei conta estava na cozinha da casa da isa, seu irmão continuava no sótão. Ele era mantido em cativeiro enquanto ficavamos presos no quarto falando de possibilidades e aprendendo segurar armas. Dias atrás  fomos pro quintal treinar com as belezinhas. Mas somente nas poucas horas que os vizinhos saiam pra trabalhar.

--- eu não me sinto bem eu acho que vou arregar , acho maldade com o prefeito ele não tem nada haver , imagina se matamos ele. Não quero ser preso!

-- e nem vai, você é menor de idade mas como eu disse podemos fugir depois do ato , caso se sinta mais seguro assim ou sei lá.

-- você é louca.

--- não, ainda não viu nada. Ela me olhou tão intensamente que seus olhos pareciam outros, e agora eu tentava me concentrar em não seder a tentação de beija lá ou tocar em seu maldito corpo, pelo qual formava o caminho perfeito para o inferno. Me bejiando ela colocou a mão em meus cabelos e depois sussurou insanidades no meu ouvido. Eu a puxei com força pra bem perto de mim. Fui arrastado pro chão da sala e enquanto a isa alimentava seu irmão no sótão. Nos beijavamos cada vez mais com fogo , não esperei muito e já estava brincando com seus seios , enquanto ela abria o ziper da minha calça e começou a me tocar de um jeito que eu nunca imaginaria. Depois começou a cavalgar em cima de mim, não demorou muito e eu havia gozado, fora dela claro, não sei como, mas eu tinha me controlado. E ela ,aaahh ela parecia não se cansar. A beijei centenas de vezes e aquela tranza rápida tinha sido uma coisa inacreditável na vida de um garoto agora não mais virgem.

--- o que meus olhos estão vendo ? Diz a isa assustada.

--- isa é só uma alucinação 1,2 ,3 feche os olhos. Nos levantamos e rapidamente .Estamos compostos!

--- pode abrir.

-- pra onde você tá indo?

-- usar drogas, não vem comigo?

--- não, eu acho que vou pra casa. digo abaixando a cabeça.

--- boa sorte com o seu boyzinho ou devo chamar de homão da porra?

-- como você sabe?

--- não sou tão burra pra não perceber que você e ele tem um caso. Sim vi seu celular e sua preocupação constante com ele e o pai.

--- Achei que você não gostava de mim, sempre tão livre e inconstante...

--- Acho que não no sentido que imaginou, não consigo amar.

--- Então hoje foi um nada?

--- foi bom pra mim e pra você? Prometo que não esquecerei. E tentarei entender esse seu amor por aquele ignorante  mimadinho.

-- Ainda descobrirei o motivo da sua raiva por ele e o pai. Poderia me falar né me pouparia tempo. Ela acende um cigarro e sorrir pra mim. E com o rosto manchado de maquiagem preta e lágrimas pega em minha mão.

-- o seu amorzinho também já foi meu, até eu descobrir que o pai dele foi quem estrupou a minha mãe e desgraçou a vida dela, quando ainda era uma jovem com a mesma idade que eu tenho hoje mas o pior não é isso. O pior é que ...

--- Tayla ! Temos visita eu chamei o Dereck e o paul pra virem passar o resto do dia e a noite com a gente. Depois de  ser interrompida, ela me olha com raiva e solta a minha mão. Aquilo havia me chocado de tal forma que pensei em desistir do encontro com o Thiago, mas , eu já tinha me envolvido e agora queria saber de tudo. A noite chegará rápido, a Tayla estava jogada no chão junto da isa e os demais assistindo filme. Praticamente desmaiados. Aproveitei a distração  deles e sair. Não era tão longe dali o Colégio. 

-- oi o que você quer?

-- Eu percebi o quanto estava sendo bobo , quando olhei pros seus olhos. me perdoa pelo que for acontecer nas me prometa que vai está longe de mim. 

-- eu não estou entendendo

-- A Tayla me contou tudo. Eu acho que eu e você não podemos ficar juntos.

--- não me diga isso. Continuo sem entender. Eu e ela nunca combinamos...

-- Eu tenho que ir pra casa agora. Desculpa. Saio correndo e sem notar deixo uma bombinha que estava em meu bolso cair.

-- o que será que ele esta aprontando ? Isso é tudo muito estranho. Preciso falar com alguém eu vou descobrir isso.

Eu chorava muito enquanto minhas lágrimas eram secadas pelo forte vento. Pego um taxi e na janela reflito sobre todos aqueles dias em que eu me sentia um lixo. Minha cabeça parecia explodir quando percebo que tinha me deixado levar pelos desejos e agora nada mais fazia sentido. E o medo era maior e ao mesmo tempo era nada. Pois eu não mais me importava com o quão bagunçada estava ficando minha vida , aquela confusão tinha que ter um fim. Chego em casa , corro pro quarto. Meu irmão grita, eu tranco a porta e procuro um objeto qualquer que seja cortante. Quebro o espelho da minha cômoda e choro mais ainda vendo meu braço sangrar com os cacos espalhados pelo chão do quarto. Com os gritos do meu irmão que havia conseguindo abrir a porta, adormeço. E num sonho me vejo criança novamente. Com milhares de rostos em minha volta, chamando me de fracassado e apelidos insanos. Aaaah eu odiava todos aqueles rostos eu queria poder machuca los.


Notas Finais


A a a a a


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...