História Rayman - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Caro leitor o ambiente da história é totalmente fictício. Imaginem um mundo preto e branco.

Capítulo 1 - O despertar


Fanfic / Fanfiction Rayman - Capítulo 1 - O despertar

Minha cavoc dói , não sinto meu corpo , não sinto nada além de um horrível dor de cabeça. O mundo parece que está sobre mim e tudo que posso fazer é ficar enfiado nessa maldita cama que tá dura de mais, acho que estou deitado no chão ou em uma tábua , sei lá, só me sinto desconfortável e dolorido. Eu tento me levantar , mas não consigo e continuo deitado como um cadáver esperando a ambulância me levar para o legista e abrir todo e enfiar formol e algodão em mim.

Consigo abrir os meus olhos um pouco , olho em volta e vejo que estou em uma espécie de cabana feira de madeira , com poucos móveis. Estou deitado no chá coberto de sangue que aparentemente é meu, tem uma arma do meu lado e do outro minhas roupas em cima de uma cadeira velha cheia de poeira, droga eu estou pelado com o pau de fora quem quiser poderia me chupar ali mesmo ou até mesmo me virar e comer minha bunda que eu não faria nada , paralisado como estou até um lobo poderia me comer vivo e eu só ficaria olhando o desgraçado arrancar minhas tripas fora.

A maldita porta da cabana tá aberta e o vento frio entra percorrendo toda a sala até chegar no meu corpo murchando meus ovos e encolhendo o meu pau. Aos poucos recupero os movimentos do meu corpo e com muita dificuldade me levanto, ponho a mão nas minhas costelas e vejo que levei um tiro que pegou de raspão e fez uma ferida feia, o meu braço tem outro buraco de tiro e a minha perna também, poxa tô todo fudido mesmo até parece que... olho mais a frente e vejo um corpo já fedendo, parece que está naquele canto há dias se decompondo e até parece o corpo de uma mulher.

Me arrasto pelas paredes da cabana e me aproximo do corpo que está de costas para mim com um pano em cima cobrindo suas partes e sua cabeça, puxo o pano e vejo uma bela bunda na minha frente que me dá vontade de comer ali mesmo , mas tenho respeito pelos mortos e além de tudo sou casado, espera... onde será que minha esposa está? Droga, será que me atrasei pra viajem até a cabana do meu pai na velha floresta e... puta que pariu, eu estou em uma cabana sozinho com um cadáver de uma mulher gostosa e pelado , será que é uma prostituta?  Será que ficamos bêbados e ela tentou me roubar então eu a matei ? Minha mulher vai me matar!

Dou três passos parar trás e me apoio em uma mesa, me viro e vejo copos quebrados e vidros pelo chão. Parece que a confusão foi feia aqui , mas preciso saber quem é essa mulher morta antes que algo pior aconteça e então caminho até o cadáver e me ajoelho , pego pelo braço e viro o corpo para minha frente e vejo uma coisa que eu não gostaria nem se me pagassem um milhão ou me dessem mil barras de ouro. Eu queria que aquilo tudo fosse um pesadelo do qual eu queria acordar naquele momento, mas era real tudo real , a minha deusa estava morta e não foi hoje cedo ou ontem a noite pelo cheiro dela foi a dias e eu não lembro de nada que aconteceu. Mas pelo que vejo acabei de uma forma matando a minha mulher.

Abraço ela tão forte e começo a chorar como uma criança que perdeu o brinquedo ou levou uma surra do pai e uma daquelas pesadas. A minha deusa morta e eu nem sei o motivo de ter a matado eu só queria uma explicação para tudo aquilo, então paro de chorar e ponha a mão na cabeça e sinto uma ferida parece que bati a cabeça e desmaiei, mas não sei por quanto tempo.

Visto minha cueca e depois minhas calças , limpo o sangue dos meus braços e costelas , faço um curativo , visto minha camisa branca e depois uma camisa comprida e logo em seguida meu casaco preto longo. Pego o cadáver da minha mulher e o levo para fora da caverna onde a neve está por cima, levo até os fundos e cavo um túmulo , enterro ela depôs e faço um minuto de silêncio e então voltou para a cabana e pego a arma que estava do meu lado, ponho no bolso e quando chego até a porta o telefone toca. O maldito barulho do telefone percorre toda a sala quebrando o silêncio do ambiente então eu olho para aquele telefone fixo antigo tocando e tocando até parar e o silêncio retornar e deixar tudo calmo de novo, mas o maldito volta a tocar e dessa vez parece mais alto como uma sirene do carro da polícia quando está procurando por um marginal ou assassino. Me aproximo da escrivaninha onde está o maldito telefone que não para de tocar e ao encostar a mão ele para, me alívio e o desgraçado volta a tocar me dando um maldito susto e a me mão começa a tremer perto daquele telefone maldito e então respiro fundo , fecho meus olhos e depois atendo. 

- alô? 

- alô é você Mickey? 

- é o Mickey, quem tá falando ?

- sou a pessoa que sabe que você matou a sua esposa.

Eu tremi nesse momento e o meu corpo ficou em transe total , um suor escorregou da minha testa.

- quem é você ?

- você sabe quem é Mickey.

- escuta eu não sei do que você tá falando seu filho de uma puta arrombada.

- calma Mickey. Eu estou aqui para fazer coisas boas. Me encontre na lanchonete da Mara estrela , na rua 1 número 327 próximo às lojas americanas.

- você tem as respostas ? 

- me encontre em três dias lá. Vou está com um terno branco estilo John Travolta. Até lá.

O homem desligou a chamada e o telefone ficou mudo. Aquele cada sabia de tudo, ele era a única oportunidade que eu tinha para saber o motivo de ter matado a minha deusa então sai da cabana e vi um cadilac estacionado alguns metros da cabana , caminhei até lá devagar e entrei no carro.



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