História Re-offender - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Toni Kroos
Exibições 53
Palavras 1.351
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei, meu povo!

Bem, espero que gostem!

Eu aproveitei esta foto para coloca-la como fato na estória. Devo confessar que me delicio vendo as fotos deste dia. Estas coisas me levam a pensar que esse casal não dura muito. rsrsrs Não vou com a cara dessa Capristo. rsrsrs

Beijos!

Capítulo 5 - 5


Fanfic / Fanfiction Re-offender - Capítulo 5 - 5

- Mesut?! – Anna exclama e seu rosto empalidece na mesma hora. A figura de Mesut era a última que ela pensava em encarar atrás daquela porta.

Ainda na cozinha Toni engole seco. Já havia conhecido a voz, mas a exclamação de Anna confirmava quem estava do lado de fora. Ele então termina de se ajeitar fechando a fivela do cinto.

- Sim. – Mesut responde. – Olha, Anna, eu sei que é estranho eu estar aqui, mas eu precisava te ver.

- Precisava me ver? – ela questiona ainda meio sem reação.

- Sim. – ele repete. – Eu posso entrar? – indaga. Da cozinha Toni pode ouvir toda a conversa.

- Pode. – ela responde atônita.

- São para você. – Toni pode ver Anna receber em mãos um buquê de lírios azuis. – São as suas preferidas, não são? – Mesut diz com um tom jocoso na voz. – Posso? – ele pergunta novamente e sugere com as mãos a sua entrada. Anna abre espaço para ele. Ao invés de entrar de vez e para e dá um beijo vagaroso em uma das bochechas dela. Só então passa para dentro do apartamento. – Toni? – depara-se com o amigo parado não muito longe dali.

- Mesut. – Toni abre um sorriso e tenta disfarçar o que estava acontecendo há segundos atrás.  – Tudo bem? – caminha em direção a Mesut, enquanto uma Anna espantada fecha a porta.

- Tudo. E com você? –  Mesut o abraça rapidamente.

- Tudo certo. – Toni passa uma das mãos pela nuca.

- Eu não esperava te encontrar por aqui. – Mesut comenta.

- Ah! Eu vim conversar um pouco com Anna, mas já estava de saída. – ele diz rapidamente.

- Eu atrapalhei alguma coisa? – Mesut indaga de forma ingênua.

- Não. – Anna retruca. – Só estávamos batendo papo mesmo...  – as palavras dela machucam Toni. Apesar de ter ocultado o que estava acontecendo não queria que Mesut estivesse ali, não queria que eles se reaproximassem.

- Pois bem... Acho que está na minha hora. Um prazer revê-lo. – mente e aperta a mão de Mesut. Nunca sentira o contrário daquilo, mas naquele instante não sentia prazer nenhum ao ver o companheiro ali. Mesut também despede-se e volta-se para os dois em busca de um lugar no sofá. Toni aproxima-se de Anna. – Não faça nada de que vá se arrepender depois, por favor... – sussurra ao abraça-la e tocar os lábios em sua orelha. Ela move a cabeça e o encara. – Ok? – ele insiste. Anna não sabia o que dizer. – Só lembra do que disse, tá? – ele a beija na bochecha. – Tchau.

- Tchau. – Anna responde e o observa partir até a porta se fechar mais uma vez.

- Vem cá, vem... – Mesut pede sentado sobre aquele sofá cinza.

- Eu preciso colocar essas flores na água. – Anna caminha até a cozinha.

- Anna, - ele chama a atenção dela e se levanta. – eu queria te pedir desculpas. – diz já encostado na bancada onde ela colocava um vaso cheio de água. – Eu sei que fui um babaca. Eu nem te desejei feliz aniversário.

- Já passou, Mesut. – ela ajeita as flores dentro da louça.

- Eu sei. E eu devia ter ao menos te ligado ou te mandado uma mensagem. Eu sei o quanto você fica pra baixo neste dia. – ele continua. De fato era verdade. Anna sentia muita falta da família nesta data. Há cinco anos atrás tornara-se sozinha no mundo após um acidente automobilístico envolvendo seus pais, poucos dias antes de seu aniversário.  

- Está tudo bem. Já passou. – ela insiste e o deixa sem saber o que dizer. Após longos segundos de silêncio se pronuncia. – E você veio até Madrid para me dizer isto?            

- E te trazer flores. – Mesut brinca e abre um sorriso. Anna não resistia àquele sorriso. Nunca fora capaz de fazê-lo. Também sorri junto a ele. – As suas preferidas. – ergue as sobrancelhas com um falso tom de convencimento.

- É. As minhas preferidas. – Anna ajeita o vaso sobre a bancada.

- Estava com saudades deste sorriso. – ele solta sem pensar.

No mesmo instante ela fecha a cara. – Mesut, o que você está fazendo aqui de verdade?

- Eu te disse. Eu vim me desculpar pelo modo com agi com você. – Mesut prossegue.

- Você veio de Londres até aqui para se desculpar por não ter me desejado feliz aniversário? É isso o que você está dizendo? – Anna bufa e sai de trás da bancada.

- É. – ele segura a mão dela e a para. Os dois agora estavam cara a cara. Poucos centímetros separavam seus rostos. – E porque eu senti sua falta. Senti muito sua falta. – completa.

- Sentiu minha falta? – Anna ri debochada.

- Senti. – ele segura agora a outra mão dela.

- Dois anos depois você sentiu minha falta? – ela persiste.

- Eu nunca fui capaz de te esquecer, Anna. – Mesut conta.

- Eu percebi isso assim que você começou a namorar aquela... – ela mesma se interrompe antes que dissesse algo agressivo. – Assim que você entrou em outro relacionamento com tanta rapidez. – consegue desvencilhar-se dele.

- Será que você não entende, Anna? – Mesut levanta as mãos para o alto e as coloca em seguida sobre a cabeça.

- Não entendo o que, Mesut? Que você mudou de país sem mais nem menos? Que poucos meses após ir embora já estava com outra? – fala em tom de acusação.

- Porra, Anna! Eu tive que ir. Você sabe disso. Você não quis ir comigo. – ele tenta explicar-se mais uma vez.

- Ah! – ela ri forçadamente. – Então eu deveria abandonar minha vida toda aqui e te seguir para Londres?

- Não é assim... Você poderia começar lá novamente... – Mesut passa uma das mãos sobre a boca insistentemente.

- Começar lá novamente? – Anna ri mais uma vez. – Eu não quero começar novamente. A minha vida é boa aqui. Você nunca parou para pensar nisso?

- Desculpa. – ele fecha os olhos em sinal de arrependimento pelo que havia dito. – Eu sei... – pausa por algum tempo. – Mas eu tive que ir... – abre os olhos e a encara. – E eu... Nós... Nós sabíamos que não daria certo longe. – Anna concorda balançando a cabeça. – Mas eu nunca te esqueci, Anna. Nunca. Nunca. Nunca mesmo. Nunca. – enfatiza aquela palavra ao repeti-la diversas vezes. Quando Anna ameaça falar algo ele não permite. – E eu sei o que você vai dizer. Vai dizer que eu logo arrumei alguém e que o eu digo é mentira. Mas não é, Anna. Eu conheci a Mandy e eu sentia sua falta. Nós nos envolvemos e eu achei que aquilo fosse me fazer te esquecer. – as palavras começavam a ecoar na cabeça de Anna. – Mas não fez.

- E só agora você percebeu isso? – ela questiona impaciente.

- Não, mas... Só agora eu tive coragem. – ele confessa.

- E por que agora, Mesut? – a voz dela parecia menos irritada. – O que aconteceu que te trouxe aqui?

Ele respira fundo e finalmente se abre. – No dia do seu aniversário, ela descobriu que era seu aniversário. Eu só fiquei sabendo disso depois, mas ela acabou vendo em um lembrete no meu celular. Naquela noite ela cismou de que deveríamos sair, ir dançar. E eu concordei e então nós fomos. Quando já estávamos lá é que chequei o celular e percebi que data era. Estava já te escrevendo quando ela percebeu o que eu estava eu fazendo e fez um escândalo. Eu entendi o lado dela. Eram ciúmes. Acabou que ela chorou e, os infelizes dos paparazzi nos encontraram neste momento... Aquela merda de sempre! – agora ele falava irritado. A perseguição dos fotógrafos era algo que o tirava do sério. - Ela me confessou que havia apagado o lembrete para que eu não lembrasse e eu a perdoei. E tentei fazer com que ela não se sentisse mal novamente, mas quem ficou mal fui eu. Não consegui me perdoar por não ter falado com você nesse dia. Parece algo bobo para todo mundo, mas não é. E eu entendi o porquê disso. Eu me senti culpado porque eu não consigo te esquecer. E pensar que eu havia te magoado mais uma vez não me permitia fechar os olhos. E é por isso que eu estou aqui. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...