História "REAL" - Sterek - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Tags Derek Hale, Gay, Lemon, Sterek, Stiles Stilinski, Yaoi
Exibições 212
Palavras 1.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Galera, olha só, 3 caps em um dia. Mereço favoritos em <3

Capítulo 14 - Miami não é tão quente - Part. III


      Antes de Der poder perguntas o que estive fazendo em sua cama, me levanto num pulo e vou rapidamente me trocar, insanamente consciente do que seus olhos me seguem pelo quarto.
     Mas ele não vem atrás de mim.

-Isso é normal. – Ethan dá de ombros no ginásio quando Der não aparece depois de duas horas. – Vá fazer alguma coisa hoje, Stiles. Não faz sentido perder seu tempo aqui e não tomar um solzinho.

     Juro, a palavra “sol” não e muito bem-vida depois de uma noite daquelas, mas concordo e vou andar um pouco por Miami, tentando absorver o mix cultural e incrivelmente vibrante dos latinos e muito mais, mas eu simplesmente não tenho energia para isso.
      Nunca fiquei de ressaca na minha vida.
      É, eu definitivo, uma experiência que não quero que se repita nunca mais.
     Estou seco, não importa a quantidade de água que bebo, e enjoado, com a cabeça nebulosa, fraca e me sentindo mal, mal posso abrir os olhos suficiente para ver para onde estou indo.
     Mas faço um esforço e decido ligar para meus pais do meu celular enquanto vou até as lojas de Midtown Miami.

-Onde você está agora? – minha mãe pergunta. – Seu pai quer saber se você vai  ao restaurante ‘não-sei-como-se-chama’ aquele onde só vão estrelas de cinema.

-Mãe, estou trabalhando – respondo. – Não estou de férias. E se você me disser o nome do ‘não-sei-como-se-chama’ dão vou ter uma idéia do que estão falando.

-Oh, não se preocupe! Mas recebemos um novo postal de Scott! Ele está na Austrália e mandou beijos. Você devia ver a foto da praia, Deus! Aquilo é o que é o paraíso. Será que ele viu alguns jacarés de verdade? Ou são crocodilos que vivem lá? Crocodilos ou jacarés?

-Crocodilos, mãe. E acho que têm alguns deles aqui na Flórida, também. Eu, minha bateria está acabando. Ligo no próximo final de semana, tudo bem? Só queria saber notícias de vocês. – Desligo, porque de fato não tinha sido uma boa idéia falar com meus pais hoje. Eles são ótimos e eu os amo, mas são meus pais...

     Meus pais são intrometidos e dão palpite em tudo, e, naturalmente, me dão nos nervos.
     Fico ainda mais ressentido com o fato de que os seus sonhos para o meu estrelato mundial estremeceram no dia em que meu joelho fez a mesma coisa, e sei que eles acreditam que eu nunca mais serei capaz de ter uma vida “plena”.
     Seria muito mais fácil lidar com eles se Scott fizesse mais do que simplesmente enviar um cartão-postal por mês.
     Voltando para o hotel, vejo Kate na loja de presentes, e nós compartilhamos um almoço rápido.

-Ethan me disse que nosso rapaz não está indo muito bem hoje – diz ela, seu tom de voz tanto questionador quanto triste.

      Escolho a minha salada e mantenho a hidratação com suco natural de frutas, tudo porque minha cabeça ficou pulsando o dia todo. Sei que meu fígado não está acostumado com o tipo de abuso que recebeu ontem. Eu sempre trato meu corpo gentilmente. Hoje ele está bravo comigo por causa da sobrecarga de álcool, das escolhas alimentares ruins, e do desejo insatisfeito.

-Isso acontece com freqüência? – pergunto, erguendo os olhos de minha alface com vinagrete.

      Ela confirma

-Entendo p respondo fracamente, e deposito o garfo. – Será que é porque ele não liga bem com álcool ou é algum tipo de problema com raiva reprimida?

-Eu diria que é um problema de raiva, mas não sei com certeza. – Erguendo o chá gelado, Kate se inclina para trás e dá de ombros. – Sou a que sabe menos sobre isso. Tudo o que sei é que Der é um cara difícil. – Ela balança a cabeça de forma significativa, e bebe do canudo. – Muito difícil. Por isso eu quero mesmo que você reconsidere antes de... Quer dizer, lógico, a menos que já...?

-Nada aconteceu, Kate. – Esfrego a testa e peço a conta.

      Nós assinamos a conta e ela me convida a ir ao seu quarto para chegar algumas receitas, mas prefiro ir à suíte, notando que Ethan e Liam mantiveram a porta trancada com o aviso de “Não perturbe” perdurado na maçaneta. Deslizo minha chave entro para começar, calmamente, a limpar a pior das bagunças.
      Levo horas para deixa o quarto com uma aparência de ordem, e assim que reúno todos os cacos de vidro numa pilha perto da porta, chamo a arrumadeira e peço uma dúzia de sacos de plástico para transportar tudo. Depois, me jogo no chuveiro.
      Ainda vou dormir na suíte, não importa que Kate tenha oferecido para que eu dividisse o quarto com ela. É que... não posso ir a outro lugar. Eu queria dormir com o Der, e agora que estamos dividindo um quarto pela primeira vez, não vou sair e deixá-lo sozinho aqui.
     Ainda mais se ele não estiver bem.
     Mas a noite, a suíte está tão mortalmente quieta que meu coração não se acalma, enquanto fico de olhos abertos na minha cama, pensando nele, em tudo o que aconteceu. Quero pergunta a Ethan e a Liam a respeito do que está errado e, por outro lado, quero que Derek me diga.
     Não sei quanto tempo passa, mas a porta do quarto se abre quando eu ainda estou olhando friamente para a parede. Estou tonto, mas me sento e vejo sua silhueta. Ele deve ter tomado banho. Calças de pijama estão presas em seus quadris estreitos. Seu torno bronzeado brilha, e seu cabelo está todo molhado e espetado, nem um fio cai sobre a testa orgulhosa.
    Meu coração estremece. Acho que o sedativo se esgotou, já que ele está perfeitamente na vertical, com apenas uma mão apoiada de leve no batente ta porta, talvez como apoio. Me inteiro em meus braços.

-Você está bem? – pergunto com voz preocupada.

     Sua voz é rouca e escarpada.

-Eu quero dormir com você. Apenas dormir.

      Meu estômago gira.
     Ele espera que eu responda, mas não consigo. Quero chorar e não sei por que, mas acredito que por estar de ressaca e perigosamente perto de me apaixonar por um homem que nem conheço.
      Der vem, me ergue e me leva pelo corredor de volta ao quarto principal, para a enorme cama king size desfeita.
      Ele me deposita na cama, e quando desliza para baixo das cobertas e me puxa para perto, de modo que meu rosto se apóie em seu peito e seu nariz se entre em meus cabelos, não entendo a enorme quantidade de hormônios que meu corpo libera, mas isso... e estar na cama com ele... me faz sentir muito bem. Muito seguro. Muito feliz.
     Quero desesperadamente pedir que ele me diga o que há de errado. O que aconteceu? Ele não consegue se controlar? Por que eles reagem daquele jeito? Ele tem problemas sérios com a violência e a raiva reprimidas? Que o fudeu e o magoou daquele jeito ? Acho que pelo fato de ter sido expulso do boxe, e porque, ainda se irritou com Scorpion na boate, ele ficou perigosamente perto de sabotar a carreira de novo. Mas não penso que esteja com vontade de conversar agora. Ele parece estar gentil e calmo, e o silêncio e a escuridão parecem tão sagrados que não tenho vontade de estragá-los.
    em vez disso, deito ao lado dele, com todos os poros do meu corpo gritando e pedindo que a gente se conecte fisicamente. Tento não desejar isso, porque sei que não é o momento. Não sei que tio de sedativo eles deram para ele, nem quando tempo dura o efeito, mas sei que mais tarde ele nem vai se lembrar de que esteve comigo. Até mesmo eu posso nem me lembrar. Estou tão cansado e de ressaca que não confio em meus pensamentos neste momento.

-Só dormir, certo ? – sussurro perto de sua garganta, embora jure que anseio por esse homem em algum lugar além do meu corpo, além mesmo do meu coração.

-Só dormir. – Ele me puxa para mais perto dele, e posso sentir sua ereção entre nós, ferozmente dura e pulsante, me fazendo tremer por dentro. – E isto – murmura ele.

      Der fecha a mão em meu queixo e coloca seus lábios nos meus com tanta delicadeza que todas as minhas células parecem fundir-se com as dele. Eu gemo e abro a boca, deslizando minhas mãos pelo cabelo dele, sentindo-me pouco louco ao empurrar meu peitoral contra o peito dele. Subitamente, quero suas mãos em mim, quero sua língua em mim. Quando ele a esfrega, lisa e quente, contra a minha, sinto que venci o impossível. Tremendo, seguro seu rosto, beijando-o com força.
     Ele me acalma com a língua, os dedos entrelaçados nos meus cabelos, guiando minha cabeça para o lento ritmo de sua boca. Deus, eu quero que ele me toque em todas as partes onde possa alcançar. Em todos os lugares. Em qualquer lugar. Estou tão excitado e apertado, e sei o quanto ele me quer também. Mas dissemos apenas “dormir” e “isto”, e agora não quero que “isto” pare.
      Der me beija tão lenta e tão profundamente que fico sem respiração. Ele só destrava a minha boca para que eu possa recuperar o fôlego, e então esfrega sua língua na minha, acariciando meus lábios, o céu da minha boca e meus dentes. Ele suga, volta, revira. Eu me apaixono por esse beijo bem depressa, e logo já não sei mais nem onde estão minhas mãos, onde estou deitado.
    Meu corpo inteiro é consumido pela forma como ele fode minha boca, até que meus lábios ficam inchado e dói beijar Der de volta, mesmo que meu corpo frenético queira mais. Quando tenho certeza de que senti um gosto de sangue, da boca dele ou da minha, ou das duas, me afasto para respirar, e noto que o corte na boca dele abriu de novo. Era ele que estava sangrando dos meus beijos. Gemo baixinho e lambo devagar, e ele geme com os olhos fechados. Enfia os dedos em meu cabelo e empurra meu rosto para a curva de seu pescoço, me abraçando, seu peito subindo forte e rápido debaixo do meu.
     Os lençóis estão em algum lugar a nossos pés, mas ele é tão quente e acolhedor que eu me prendo tão apertado a seu corpo e adormeço. Quando me agito de noite, sou acordado por aquela sensação nova e estranha de um braço poderosamente construído estar me apertando e me levando de volta para o local onde eu tinha aquecido seu corpo. Minhas extremidades formigam quando olho de relance para o rosto nas sombras e percebo que estou na cama com ele. Der está dormindo, ou pelo menos é o que parece. Então, ele vira a abe, as pálpebras entreabertas, e quando me vê, beija meus lábios de novo, lambendo-os suavemente antes de voltar a pressionar o nariz contra meu cabelo, me apertando de volta contra seu corpo.


Notas Finais


Leiam as minhas outras fics, a opinião de vocês é importante pra mim <3

https://spiritfanfics.com/historia/inesperado-6522902 --> InesperadO
https://spiritfanfics.com/historia/oceans--where-may-feet-fail-6456738 --> Oceans Where May Feet Fail
Stydia https://spiritfanfics.com/historia/sweet-night-club-6456098 --> Sweet Night Club


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