História Real Cat (Imagine Kim TaeHyung) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Tokyo Ghoul
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Ken Kaneki, Personagens Originais, Rap Monster, Seungri, Suga, T.O.P, Taeyang, V
Tags Bigbang, Bts, G. Dragon, Real Cat
Exibições 15
Palavras 1.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu disse que não iria demorar hauahauajauq ;-;

Capítulo 2 - Cheer Up


Fanfic / Fanfiction Real Cat (Imagine Kim TaeHyung) - Capítulo 2 - Cheer Up

Sai do banheiro toda enrolada na toalha e liguei o radio que ficava na minha estante.
Começou a tocar "FTisland - I pray".

- Minha música!! -gritei e comecei cantar junto com a música fazendo uma interpretação maluca que fez Tae pular da poltrona e se assustar miando alto para mim com os pelos todos de pé.

- Alienígena! -ri e fui para meu armário. Peguei uma muda de roupas e fechei o mesmo. - Kim TaeHyung, sua baitola, nem pense em olhar. -joguei a toalha na direção do pequeno e vi o mesmo miar e tentar sair de baixo da mesma e ri da situação.

Me imagino daqui a 50 anos, uma velha doida que fala com gatos. (A: Ai você lembra daquela velha dos simpsons e ri).

Minha roupa consistia em uma calça jeans preta, uma camiseta listrada petra e branca e meu amado converse vermelho.
Penteei meu cabelo e abri a janela. Estava meio frio. Olhei no termômetro e marcava -2°. CACETA MEIO FRIO É POUCO.

Só vou deixar a janela um pouco aberta caso Tae queira sair pra fazer necessidades.
Eu não gosto de prende-lo por causa que não sou obrigada a catar defecação de ninguém.

Vesti minha blusa de frio fina branca da puma que o logo era preto.
Fui para a porta.
Eu não dou ração para o Tae, ele come tudo o que eu como e foda-se.

- Vou para o trabalho Tae. -disse alto e vi o mesmo aparecer na sala e andar em minha direção e se esfregar na minha perna com o rabinho levantado.

Minhau.(A: não me julguem eu juro que escuto os gatos miarem assim) -se esfregou na outra perna e me rodeou. Me abaixei e abracei o pequenino.

- Mais tarde e volto. -esfreguei minha cara nele e o coloquei no chão mas antes de nada peguei a coleira dele. Era vermelha e com um pingente prata escrito Tae. Na parte avessa da coleira continha meu endereço e número caso Tae sumisse e uma alma bondosa resolvesse me contatar.
Coloqui nele e peguei minha mochila, sai fechei a porta.

Depois de meia hora andando eu cheguei na biblioteca. Sim eu trabalho lá. Nossa que irônico uma nerd estranha trabalhando em uma biblioteca.
Eu não gosto muito e sair mas gosto daqui. E ainda posso pegar livros a vontade para ler. Tipo o de Mundos Alternativos que são os que mais gosto.

Iam e vinham jovens para ler livros ou até estudar e fazer pesquisas.
Meu trabalho era bem simples, ficar no balcão e atender as pessoas que me davam a carterinha e eu passava na maquina e as devolvia e então elas pagavam livros ou podiam entrar e ficar a vontade.
Depois das duas eu apenas tinha que arrumar os livros que deixavam sobre as mesas e colocar eles nos lugares, fechava a loja e ia embora.

Faltava apenas 1 hora para as duas e eu queria que o tempo apenas passasse logo para eu ir embora e ver meu querido TaeTae, comer e ir pra escola.
Estava pensando no que comeria hoje quando sou tirada dos meus pensamentos por um garoto que estava me chamando.

- Ei moça! -ele estalou os dedos na minha frente e eu me afastei um pouco levantando o olhar para ele.

- Me desculpe. -disse com a voz baixa pronta para atendê-lo.

- Então eu gostaria de saber onde ficam os livros porno ou quadrinhos, sei lá, qualquer coisa relacionada a sexo. -WTF?

- O-O QUE? -disse assustada com os olhos arregalados e um certo "O" com ae lábios. Esse homem acha que essa biblioteca virou o que?
Agora que eu reconhecido ele. Ele é YoonGi. O garoto mais popular da escola. Ta bem explicado. Ele come as puta da escola então deve estar a procura desses livros educativos por aqui.

- É isso que você ouviu. Livros pornôs de sexo. Sabe? -me olhou sugestivo com as sobrancelhas arqueadas. - Acho que você não deve saber. -riu e colocou sua carteirinha sobre o balcão. - Deixa que eu procuro.

- Olha aqui senhor, nesta biblioteca não temos este tipo de "literatura". -fiz aspas com os dedos. - Então se você quiser ajuda eu te aconselho a pesquisar na internet mesmo, mas é claro se você souber como fazer isso. -eu estava com um sorriso sarcástico no rosto do qual eu não conseguia me livrar. - É só você usar os dedos para digitar no teclado do seu dispositivo móvel o que deseja pesquisar mas isso se você souber o alfabeto e tals. -ele trocou seu olhar sugestivo por um divertido e riu.

- Okay. Engraçadona você hein? -pegou a carteirinha e a colocou no bolso da calça. - Vejo que por aqui não vou encontrar o que desejo. -se aproximou e retirou meus óculos que eu usava para ler. Me olhou de cima abaixo enquanto eu o olhava sem entender nada. - Ou talvez o que eu desejo esteja bem aqui na.. -antes dele terminar.

- Se aqui não tem o que o senhor deseja por favor queria se retirar do estabelecimento. Obrigada. -peguei meus óculos de sua mão e o coloquei.
Que cara estranho.

- Você tem razão. -sorriu e humideceu os lábios. - Quem sabe em outra ocasião. -saiu a loja com um sorriso sacana no rosto.

- Palhaço. -murmurei sozinha.

2hs depois...

Eu já havia arrumado os livros e estava fechando o local quando três garotas apareceram e uma delas me puxou para trás me fazendo cair de bunda no cão e jogou a chave do lado oposto.

- Hora hora se não é a esquisitona. -riram ambas ao olharem para mim me vendo caída com dor na bunda.

- Como você ousa falar com o meu Suga? -uma delas, a loira me pegou pelo cabelo e jogou mais longe me fazendo sentir dores horríveis.

- Do que você está falado? -perguntei indignada. - Eu sou a atendente da biblioteca! Eu falo com as pessoas que entram lá. -com a mão esquerda na cabeça eu tentei me levantar mas uma delas começa a me chutar e a loira sobe em cima de mim e começa a bater na minha cara.

- Sua.PUTA. -bateu mais uma vez na minha cara.

- Sai de cima de mim desgraçada. A única puta aqui é você. -dei um soco nos seios dela e a mesma gritou de dor e caiu para trás com as mãos nos seios. - Ninguém mais vai me colocar pra baixo nessa vida. -dei uma rastera nas duas putianes que estavam de pé fazendo elas cairem e baterem com as costas no chão.

- Você pode até se defender mas vai morrer sozinha por que ninguém te ama nem nunca vai amar. -aquelas palavras me atingiram de verdade.

Meus olhos lacrimejaram mas eu segurei o choro e me levantei.

- Eu posso morrer sem ninguém ao meu lado mas eu quero viver em paz. -um lagrima desceu e eu a enxuguei.

- Como você consegue viver ainda? Nem seus próprios pais te suportaram. Eles te abandonaram. Você não sabe o que é o amor e vai morrer sozinha. -gargalhou com a mão sobre o estomago.

Afinal de contas ela disse a verdade. Eu não sei o que é amor. Fui abandonada e sou uma pessoa sozinha. FODA-SE.

- CALA ESSA BOCA SUA DESGRAÇADA. NINGUÉM PEDIU SUA OPINIÃO SOBRE A MINHA VIDA. -cuspi na cara dela e andei até as chaves que estavam na calçada oposta. As peguei e tranquei o local.

Fui embora com os olhos cheios de lágrimas que começaram a descer rapidamente. Meu corpo doía e eu estava mancando. Minha nuca estava dolorida e minha cabeça latejando.

Depois de meia hora torturante andando eu cheguei em casa.

Abri a porta e vi TaeTae me esperando mechendo seu longo rabo.
Peguei o pequeno no colo e o abracei com a maior força do mundo.

- Você não sabe como o dia foi difícil pra mim hoje. -andei com o menor no meu colo até o meu quarto e o apertei mais uma vez colocando o mesmo em cima da minha cama.
Andei lentamente até o banheiro e me despi. Liguei o chuveiro deixando a água no mais quente possível. Meu corpo todo doía e eu não conseguia para de pensar nas palavras daquela loira, "Como você consegue viver ainda? Nem seus próprios pais te suportaram. Eles te abandonaram. Você não sabe o que  é o amor e vai morrer sozinha".
Ensaboei meu cabelo e meu corpo, enxaguei e me retirei do banheiro com um roupão por causa do frio da tarde. Eu estava com tanta dor no corpo que não conseguiria ir para a aula.
Enxuguei meu cabelo e abri o armário e peguei meu pijama.
Era um vestido curto de seda preto de renda. Cono eu moro sozinha não ligo em usar esse tipo de roupa.
Me deitei na cama e passei óleo de corpo fiquei massageando para aliviar minhas dores.
Eu estava com fome acima de tudo mas não tava afim de cozinhar nada. A preguiça era maior que tudo na hora. Peguei meu celular e liguei para a pizzaria.

- Alô, é da pizzaria?

- Sim moça, qual é o seu pedido?

- Eu vou querer uma pizza metade de palmito com frango e catupiri e a outra metade de presunto e queijo com borda tamanho família, e capricha na borda em moço.

- Pode deixar senhorita. (Risos) E qual é o endereço?

- Rua Xurumela, número 02, próximo ao cemitério de unicórnios. (A: OK né)

- Já esta a caminho.

- Obrigada e tenha uma boa noite.

Desliguei e procurei Tae pelo quarto. O chamei fazendo barulhos estranhos com a boca e o mesmo saiu correndo e pulou na cama.

- Tae nós vamos comer pizza. -sorri e bati palmas.

O pequeno miou e começou a esfregar a cabeça em minha mão como se me entendesse.

Derrepente a campainha toca.

Me ajoelhei na cama ficando de frente para a janela que era em cima da cabeceira e abri a mesma.

- AQUI DO OUTRO LADO DO JARDIM MOÇO! -gritei para que o mesmo escutasse.

Ouço passos leves e derrepente ele aparece na janela.

- Obrigada~. -entreguei-lhe o dinheiro e com a outra mão peguei a pizza.

- O que a preguiça não faz com a pessoa. -rimos e eu dei língua. Ele se retirou e eu fechei a janela.
Abri a caixa e depois de 10 minutos eu e Tae já tinhamos devorado ela toda.

- Tae seu esfomeado. -ri e me deitei na cama.

Toda vez que estou com Tae e lembro de meus pais e sinto como se eles tivessem aqui comigo.
Abracei o pequenino e senti lagrimas escorrerem sobre meu rosto.

- Por que Tae?? -solucei. - Por que?? Eu só queria saber o motivo deles terem me deixado. Eu me sinto tão só. Você é meu único e melhor amigo mas..sinto falta de alguém para rir comigo, responder a tudo o que eu disser, me defender de tudo e de todos. Alguém que goste de mim..Olha só o que eu estou falando..-sorri e o abracei mais forte. - Você é tudo o que eu tenho TaeTae.

Acho que eu fiquei muito sentimental pela falta dos meus pais. Mas eu realmente sinto falta de alguém para me fazer companhia e conversar.
Sem perceber acabei adormecendo enquanto pensava e acariciava TaeTae....


Notas Finais


Bye~
Até o próximo cap espero que tenham curtido♡♡♡♥♥


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