História Real Life - Capítulo 21


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Why Try


Fanfic / Fanfiction Real Life - Capítulo 21 - Why Try

POV BÁRBARA

- Eu estou exausto -- Dylan disse assim que acordou.

- São os remédios, eles deixam você ficar cansado -- disse enquanto eu segurava sua mão.

- Está tudo bem? Você parece séria --  Dylan disse acariciando minha mão.

- Estou preocupada com você --  disse o encarando.

- Desculpe a demora pessoal -- ergui meu olhar para trás ao ver o Doutor Pier.

- Sem problemas -- disse e ele sorriu ao me encarar.

- Algum familiar chegou Dylan, vou falar os resultados dos exames -- Pier disse pegando uma cadeira e sentando na nossa frente.

- Sim, vou chamá-los -- disse pegando meu celular e mandando uma mensagem para Justin.

Em menos de 2 minutos a porta foi aberta. Justin e minha mãe passaram pela mesma.

- Olá, sou a tia dele -- minha mãe disse apertando a mão do Dylan.

Justin sorriu para mim, mas rapidamente encarei o chão e resolvi o ignorá-lo por enquanto.

Meu estado se encontrava nervosa. Não estava demonstrando, por causa de Dylan.

- Felizmente, os exames foram melhores do que eu imaginava e não será necessário cirurgia -- soltei um suspiro de satisfação e apertei a mão de Dylan.

- Sempre tem um mas.... -- minha mãe disse para o médico.

- Sim, sempre tem um mas....... -- ele ficou sério e e olhou Dylan. - Você terá uma vida de remédio Dylan. Espero que esteja de plena consciência do que eu estou falando.

- Sim -- Dylan disse sorrindo fraco.

- Você não terá problemas em fazer coisas normais, mas tem que lembrar de tomar os remédios -- Pier disse pegando sua mão. - Tudo bem?

- Sim, eu acho -- Dylan disse meio confuso.

- Vamos enfrentar isso juntos -- disse beijando sua mão.

Assim que o médico tinha passado todas as informações sobre o estado de Dylan, minha mãe ficou com ele e eu e Justin fomos embora.

Durante o caminho, trocamos poucas palavras, somente o básico.

Assim que chegamos no apartamento, sentei no sofá e passei as mãos pelo meu rosto.

- Está tudo bem? -- Justin perguntou e eu assenti fraco. - Vou fazer algo para nós comermos.

Antes de eu negar, ele saiu em disparada para a cozinha e fechou a porta.

Tirei meus sapatos e coloquei em um canto da sala. Encarei todo o apartamento e estava a maior muvuca.

Troquei de roupa rapidamente e comecei a arrumar todo o apartamento.

POV JUSTIN

Bárbara estava estranha, ela estava com a cabeça em outro lugar e isso estava me preocupando.

- Está pronto -- gritei para ela poder escutar.

Arrumei a mesa e coloquei o espaguete.

A porta foi aberta por ela e logo seu estômago roncou ao ver o espaguete.

Rimos ao mesmo tempo e eu sorri ao meu o primeiro sorriso dela no dia.

Coloquei o espaguete no seu prato e ela disse um "obrigada".

Comemos em silêncio e em cada três minutos eu olhava para ela. Sua presença esta aqui, mas sua cabeça está em outro lugar.

- Ta legal -- disse largando os talheres. - O que eu fiz?

Ela me encarou com aqueles olhos e eu percebi que ela estava irritada.

- Me diz você -- ela disse largando os talheres também.

- Não faço idéia -- disse sério.

- Justin, eu não sei nada sobre você -- ela disse se curvando na mesa. - Nada!

- Você quer saber sobre mim? Só falar -- disse óbvio.

- Por que você tem uma mochila cheio de dinheiro? -- arregalei os olhos. - Voce trabalha do que?

- Você andou mexendo nas minha coisas? -- perguntei levantando da cadeira. - QUEM DEU PERMISSÃO PRA VOCÊ MEXER NAS MINHAS COISAS?

- NÃO GRITA COMIGO -- ela disse levantando da cadeira também.

- Desculpa -- disse passando a mão nos meus cabelos. - Por favor me desculpe -- implorei chegando mais perto dela.

- Eu estou com medo de você -- ela sussurrou me encarando.

Naquele momento eu senti tudo em minha volta desabar.

- Não, não, você não tem medo de mim. Isso não pode acontecer -- disse pegando seu rosto com minhas mãos. - Eu nunca faria mal algum para você.

- Eu preciso sair -- ela disse tirando minhas mãos do seu rosto.

- Não faz isso comigo -- implorei, mas ela me ignorou, caminhando para o seu quarto.

(...)

Não sei quantas horas eu fiquei deitado na frente da porta do seu quarto, mas quando eu estava quase caindo no sono. A porta foi aberta por ela.

Subi meu olhar e ela estava arrumada.

- Você vai aonde? -- perguntei levantando na hora.

- Não é da sua conta -- ela disse passando por mim e saíndo rapidamente pela porta da sala.

Mordi os labios de nervosismo e dei um soco na parede ao meu lado.

Senti uma vibração no meu bolso e peguei me celular vendo uma mensagem da Cara.

"Precisamos sair logo, para verificar o local. 1 MILHÃO A NOSSA ESPERA. Espero você na minha casa. ;)".

POV BÁRBARA

- Obrigada por vir -- disse sentando na mesa.

Antes de eu sair de casa pedi para a Stefanny vim me encontrar.

- Sem problemas, estou sempre aqui para você -- ela disse pegando minha mão.

- Obrigada -- sorri fraco.

- O que quer beber? -- ela perguntou e eu dei os ombros.

- Pode ser um suco de laranja -- disse e ela deu uma risada.

- Aqui só tem bebidas alcoólicas -- ela disse.

- Ace -- disse e ela assentiu levantando da cadeira e caminhando até o bar.

Senti meu celular vibrar e é era uma mensagem da minha mãe.

"Vou ficar está noite com Dylan. Espero que fique bem, bjos."

Respondi logo em seguida e guardei o celular no bolso.

- Vamos começar com o leve -- Stefanny disse trazendo uma bandeja, que tinha Ace e dois copos pequenos com um líquido azul.

POV JUSTIN

Cara me passou a garrafa de whisky e eu tomei um gole rapidamente.

Tínhamos acabado de matar o cara que David tinha pedido.

Ao meu lado tinha uma mochila cheia de notas de dinheiro.

Estávamos sentados no capô do meu carro, aonde está estacionado em uma colina.

Enquanto eu contava o que tinha acontecido comigo e com a Bárbara, Cara me xingava.

- Você é muito otário, você vai deixar 500 mil reais debaixo da cama? Qual é Justin -- ela disse me encarando.

- Agora ela vai ficar mais desconfiada ainda -- disse irritado.

- Faça ela não ficar mais desconfiada -- ela disse dando is ombros.

- Como?

- Fala que aquele dinheiro é uma herança do seu pai -- ela disse.

- Odeio mentir para ela.

- Eu sei Justin, mas vai ser necessário ou você quer perdê-la?

- De jeito nenhum -- disse rapidamente.

- Faça alguma surpresa -- Cara disse sorrindo. - Ela não sabe nada sobre você, definitivamente -- Cara se virou para mim. - Já sei o que podemos fazer!

POV BÁRBARA

É exatamente uma hora da manhã e eu já estava me sentindo nas nuvens.  Sentia falta de sair e curti com meus amigos uma noite de sábado!

A bebida já estava fazendo efeito em mim, o que era uma coisa errada, pois está somente eu e a Stefanny.

Duas garotas bêbadas não combinam, então eu resolvi parar e sentar no bar por alguns minutos.

Meu celular vibrava a cada 30 segundos, e eu ignorava cada vibração. Já sabia quem era. Justin!

- Encontrei você -- levei um susto ao escutar a voz da Cara.

- Como me encontrou? -- perguntei e ela me lançou um sorriso.

- Segredo -- ela disse sentando no banco ao meu lado.

- O que faz aqui?

- Você está brava com o Justin, não é mesmo? -- perguntou.

- Ele realmente conta tudo para você -- murmurei mais para mim, do que para ela.

- Sim, nós somos melhores amigos a anos -- ela disse. - Qual é Angel, você pode ficar com ciúmes, eu entendo sério -- ela disse me encarando. - Mas, você terá que controlar isso, sou melhor amiga dele, isso não vai mudar.

- Não consigo controlar, você tem uma ligação com ele que eu nunca terei.

- Não use essas palavras comigo Angel -- ela disse séria. - Você é namorada dele, ele considera você mais do que a mim.

- Ele tinha dinheiro debaixo da cama, você sabia disso?

- Sim, e o que tem demais? -- ela perguntou.

- Ele contou para você e não para mim.

- Angel -- ela me cortou. - Eu entendo seu lado, sério.

- Eu sei Cara.

- Tem coisas que o Justin não conta para mim e conta para você -- ela deu os ombros. - Dê uma chance dele se explicar.

- Não sei...

- Sabe sim -- Cara disse batendo levemente em minhas. - Agora, anda e vá para casa -- ela disse séria.

- Eu estou acompanhanda -- disse.

- De quem?

- Stefanny -- disse apontando para o lado da pista de dança.

- Eu cuido dela, sem problemas -- Cara disse com os olhos brilhando.

- Ok, obrigada -- disse pegando meu casaco e saíndo da boate.

(...)

Peguei as chaves do apartamento e abri com cautela. Está tudo escuro e silencioso. Liguei a luz da sala e Justin apareceu pelo corredor, sem camiseta.

- Oi -- ele disse me encarando sem expressão.

- Oi -- respondi.

- Quero te mostrar uma coisa -- ele disse esticando seu braço para mim.

Peguei sua mão e ele me puxou calmamente para o seu quarto. Assim que entramos, ele ligou a luz.

Encarei sua cama e tinha vários porta retratos.

- Esse aqui é meu pai -- ele disse pegando uma foto e apontando para um cara que parecia com ele um pouco. -  Eu não lembro muito dele, mas sei que era um cara bacana.

- Ele se parece com você -- disse e ele sorriu me encarando.

- Esses são meus avós -- ele me mostrou uma foto com dois senhores.

- Eles são engraçados -- disse, fazendo Justin rir.

Senti a mão do Justin em minha cintura e extremesi.

- Desculpa por eu ter gritado com você -- ele sussurrou atrás de mim.

- Desculpa por eu ter gritado também -- disse me virando para ele.

- Vou mostrar para você toda a minha família um dia, mas agora eu só tenho pequenos retratos -- ele disse beijando minha bochecha.

- Quem são esses? -- perguntei mostrando uma foto que tinha duas crianças.

(...)

Depois se eu ter visto que toda a família do Justin, ele estava me contado tudo.

- Eu não tenho fotos dos meus avós por parte de pais, mas eu sei aonde eles moram e eu espero um dia te levar.

- Vou adorar -- disse abraçando sua cintura por trás. - Obrigada por compartilhar comigo tudo, para você talvez não pode significar nada, mas para mim significa -- disse e ele se virou para mim, logo atacando meus lábios.

- Eu quero você -- ele sussurrou no meu ouvido.

Separei nossos labios e tirei minha própria camiseta.

POV JUSTIN

Angel dormia silenciosamente ao meu lado, já tinha passado duas horas que eu estava encarando o teto.

Eu sabia o valor dessa promessa de levar ela para os lugares. Eu era um risco, eu mato pessoas. Ela merece uma pessoa melhor, mas eu não estou disposto de entregá-la para outra pessoas, não gosto nem de imaginar ela com outro cara.

Levantei da cama com cuidado para não acordá-la e coloquei minha cueca e sentei na cadeira que tinha perto da minha cama. Peguei o cigarro do lado da escrivaninha e acendi.

Encarei o corpo nu da garota deitada na minha cama e sorri sem mostrar os dentes.

Um pano fino cobria seu corpo da cintura para baixo, enquanto a lateral do seu seio estava a mostra. Seus cabelos lisos e curtos caiam pelo seu rosto, deixando uma visão sexy.

Eu estou completamente de quatro por essa garota!

Estou convivendo com demônios
E anjos, anjos, anjos
Perceba que eu e você estamos no mesmo barco
No mesmo barco, sim

Why Try - Ariana Grande



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