História Rebel Heart - Capítulo 11


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Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - The Dark Knight


Fanfic / Fanfiction Rebel Heart - Capítulo 11 - The Dark Knight

POV Lauren

-Sabe B você me deixa impressionada - Ri - Quando eu menos esperei você me ajudou e olha só como está agora, morto.

B me ajudou se disse meu amigo e me deu seu telefone, mas meu pai acabou descobrindo e o matou. Por sorte consegui mandar uma mensagem pra Camila, espero que ela entenda o meu sumiço.

-Seu almoço Jauregui! - B entrou na cela e colocou a comida em um canto. Abracei meus joelhos e fiquei encolhida esperando ele sair. - Está com medo Jauregui?

- Me deixa em paz! - Me encolhi o máximo que consegui queria que ela fosse embora sem me machucar apenas deixasse aquela comida ali e fosse.

Mas ele se aproximou e se agachou, minha respiração já estava começando a ficar levemente alterada.

-Não se preocupe quanto a isso, tome. - Ele tirou um celular de dentro do bolso e me entregou. - Mande uma mensagem rápida antes que seu pai chegue.

Peguei o celular e abri o aplicativo das mensagens coloquei o número de Camila. Escrevi a mensagem com certa dificuldade pois minhas mãos estavam trêmulas.

Mandei a mensagem dizendo que minha família estava em uma viagem importante e que voltaria logo.

Devolvi o celular para B, e o mesmo guardou no bolso. Antes dele sair pegou o celular e enviou uma mensagem para alguém. Ele saiu da cela e lá estava eu sozinha de novo.

Meu pai entrou na cela algumas horas depois junto com B o mesmo estava sendo carregado por dois seguranças.

-Se acha muito esperta não é mesmo? Achou que eu não ia descobrir, pois estava enganada. - B foi jogado em um canto e meu pai pegou sua arma e apontou para ele.

-Vamos lá cotinga, atira! - B gritou.

-Assim não teria graça! - Meu pai se caminhou até B se curvou um pouco e o agarrou pelo colarinho do terno. - Você conhece minhas brincadeiras, não é?

Um dos homens que estava com meu pai lhe entregou uma pequena faca, o coringa passou a faca levemente sobre o pescoço de B que não tomou nenhuma atitude.

Meu pai subiu mais um pouco faca até chegar em sua testa não demorou muito para meu pai começar a forçar a faca e começar a escrever algo. B gritava, mas eu nem implorei para meu pai parar até porque ele não faria aquilo, apenas coloquei a mão nos ouvidos para não ouvir os gritos.

"Joker" estava marcado em sua testa.

Os gritos cessaram e meu pai levantou, e atirou. Uma, duas, três vezes não demorou muito para aquela risada infernal começar.

Bom, essas cenas não saem da minha cabeça. Nem sei a quanto tempo estou aqui talvez seja a dias ou semanas. Metade do meu tempo aqui foi desacordada, pois, as torturas eram quase que dias. Eu literalmente estava ouvindo vozes na minha cabeça, elas gritavam me diziam o quão fraca eu era, o quão medrosa eu era e ao mesmo tempo me pediam para eu não temer.

-Então B como está sendo seu dia no mundo dos mortos? - Eu conversando com um morto, devo me preocupar? - Deve estar divertido, tão divertido quanto aqui.

O corpo de B estava ali jogado em um canto, aquilo me aterroriza as vezes, pelo fato de alguns dias esse corpo vai estar em decomposição e eu não quero estar para ver isso ou sentir o cheiro de podre.

-Que maravilha B! As vozes na minha cabeça estão me dizendo que devo gritar para ver se alguém me escuta, mas acho que elas querem que eu seja torturada. -Bati de leve na cabeça e ri.

Fechei meus olhos e tentei esquecer por um minuto que estava presa, mas era impossível. Duas batidas fortes na porta me fizeram abrir os olhos eu não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas os barulhos do lado de fora me faziam estremecer.

Coloquei as mãos no ouvido e comecei a chorar, as vozes em minha cabeça voltaram a gritar, apenas queria que aquilo tudo terminasse.

Um barulho vez eu fechar os olhos com força, eu não queria ver o que estava acontecendo senti a alguém se aproximar de mim, meu corpo estava trêmulo queria abrir meus olhos, mas não conseguia.

-Vamos para casa. - Aquela voz me fez abrir os olhos, aquilo não era real.

-Você? - Foi a última coisa que disse antes de apagar.

Acordei e estava em uma cama confortável, mas eu não sabia onde estava.

-Bruce, ela acordou. - Uma voz feminina se fez presente no lugar em que estava o que me fez levantar um pouco.

-Que lugar é esse? Como vim parar aqui?

-Vamos com calma está bem? - Apenas concordei com a cabeça. - Sabemos que o que passou não foi fácil então não queremos fiquei preocupada.

-Queremos ajudá-la. - Aquelas era familiar eu já foi ela antes.

-Quem me salvou ontem a noite foi o Batman, não foi? - Bruce não respondeu, mas aquilo era óbvio. - Você é o Batman! Isso é tão óbvio, achou que eu não iria perceber?

-Acho que me equivoquei ao achar que não saberia sobre isso. -Ele falou sério.

-Bruce eu preciso resolver uns problemas se importar de conversar com ela? -Bruce mais uma vez não disse nada. - Bom, foi um prazer conhecê-la Lauren, meu nome é Diana. -Dei um meio sorriso e ela saiu.

-Vamos ter uma conversa longa Jauregui. Então preste atenção!

-Isso não pode ser em outro momento? Eu quero ver... - Ele mal deixou eu terminar de falar.

-A Cabello, mas primeiro teremos essa cousa conversa.

-Ei você não viu o que eu passei? Se tem tantos problemas com meu pai por que está me ajudando?

- Porque você é diferente dele. Simples assim! Bom, vamos ao que interessa. - Bruce se sentou na ponta da cama e respirou fundo. - Vamos começar com a sua família sua mãe está desaparecida e ela faria tudo pelo Coringa, porém Diana se propôs a ajudar. A partir de hoje você vai morar com ela.

-Morar com ela? Eu nem a conheço.

-Quer voltar para a casa do seu pai? -Bruce ficou esperando uma reposta, mas não obteve nenhuma. - Foi o que pensei. O coringa vai pagar por tudo que ele vez, mas para isso terá que ajudar. Primeiro: Você vai poder sair sem problemas, mas terá um horário e se não o cumprir Diana vai buscar você. Segundo: O coringa é um maníaco perigoso pode e vai usar todos os recursos que poder para ter o que quer e isso não pode acontecer.

-O que quer dizer com isso? Que quando encontrarem eles vão mata-lo?

-Terceiro: Você só vai poder contar isso para uma pessoa, mas isso fica a seu critério. -Bruce levantou da cama arrumou seu terno e já ia saindo do quarto.

-Espere, e meus tios? Não quero que nada aconteça com eles. - Eu não sei o que faria se aquele monstro encostasse neles.

-Não se preocupe quanto a isso eles estarão seguros em Miami. - Foi a última coisa que disse antes de sair.

Depois disso eu não o vi mais, apenas Diana que me levou para sua casa. Quando chegamos ela me mostrou o quarto em que eu ficaria me deu algumas informações sobre a casa e também me falou mais sobre o que ia acontecer daqui pra frente.

-Então você vai se passar por minha mãe? - Ela balançou concordando.

-Eu sei que não vai ser fácil, mas precisa fazer isso pelo seu bem.

-Eu vou me esforçar ao máximo para isso. Só tem um problema, ninguém sabe sobre minha família e eu nunca fiz questão de dizer nada. Não seria estranho se minha família aparece do nada?

-Eu estive na sua escola e peguei algumas informações sobre você. Sempre alegou que sua família tinha problemas e sempre viajava a negócios. - Eu estava atenta a tudo o que ela falava essa seria minha chance de ter uma vida. - Você sumiu quase duas semanas e o que você vai dizer é que seus pais estavam se separando.

-Entendi. - Eu estava cansada e precisava descansar perguntei para Diana se poderia dormir um pouco e a mesma disse que sim.

Mas demorei mais do que o esperado para dormir, estava feliz porque vou poder ver Camila e também porque minha vida vai mudar. Me sinto segura quanto a isso sei que se fizer tudo certo nada vai dar errado e aquele mostro vai pagar por tudo que ele fez.

Eu agora poderia viver minha vida sem medo do que vai acontecer quando eu chegar em casa, vou poder sair com Camila e também levar ela para conhecer meus tios, quem sabe um dia.

Estava feliz e literalmente parecia uma criança explodindo de felicidade por ter ganhado um doce, porém aquele era felicidade era verdadeira e a muito tempo eu não a sentia.

 

 



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