História Rebel Rebel - Capítulo 4


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Categorias Alexandra Daddario, Hora de Aventura, Nicola Peltz
Personagens Alexandra Daddario, Ash, Bongo, Brad, Cake, Canelinha, Finn, Fionna, Guy, Hudson Abadder, Jake, Keila, Lady Íris, Marceline, Marshall Lee, Mordomo Menta, Nicola Peltz, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rainha Gelada, Rei Gelado
Tags Bissexual, Bubbline, Lésbica, Marceline Abadeer, Princesa Jujuba, Princess Bubblegum, Yuri
Exibições 65
Palavras 1.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAR.
Espero que gostem.
Kissus da titia.

Capítulo 4 - Três


Fanfic / Fanfiction Rebel Rebel - Capítulo 4 - Três

 Atualmente:

– Nem precisa me falar. – Keila sorriu, mostrando os dentes perfeitos, e colocando uma das mechas cacheadas do cabelo castanho pra trás da orelha– Pelo tanto de papel no chão, olheiras na cara e cheiro de cigarro, foi pra um botequim. Acertei? 

Provavelmente a cena em que eu estava me entregou completamente. Deitada no sofá, com umas boas xícaras de café, papéis amassados, rabiscos de caneta na mão que cobria meu rosto com as roupas do dia anterior. Ah! E é claro, meu baixo, meu melhor amigo, apoiado no braço do meu sofá vermelho com pouquíssimo uso. 

 Assenti a cabeça. Não tinha bebido praticamente nada na noite passada. Duas cervejas, eu acho? Ainda sim, sentia meu corpo pesado, como se tivesse levado uma surra. 

 – Ainda não consegui compor nada.– me levantei, caminhando até a cozinha é bebendo outra xícara de café – Isso tá começando a me preocupar, baby

– Provavelmente você só está em um... – a voz dela falhou, Keila nunca gostou da minha "vida fácil" – ... Ócio criativo.

 – O problema... – sentei na mesa da cozinha, apoiando a cabeça entre as mãos – ... É que te comem vivo, no mercado da música. Não vou ter como me bancar se não vender pelo menos uma música pra uma dessas boybands. 

– Acho tão injusto você vender suas músicas pra esses garotos sem personalidade... – as mãos quentes dela envolveram meu pescoço e me senti um pouco mais acolhida.

 – É a indústria da música, baby. – dou um sorriso forçado – Tenho que passar no Guy. Parece que ele me arrumou alguns instrumentos novos.

 – Você tá precisando mesmo. – ela apontou pro meu baixo, vermelho, surrado, com centens de marcas de arranhões e quedas.

 Era evidente que sim, eu realmente precisava aposentar meu velho companheiro. Mas, o valor sentimental que tenho por ele nenhuma guitarra nova pode comprar. Gastei uma parte da herança que minha mãe deixou com instrumentos, e bem... ela, escolheu esse. Compus muitas musicas na linha ferroviária abandonada, sob os olhares atentos e curiosos da Bonnie. Não conseguiria me livrar tão fácil dessas lembranças. E talvez não quisesse. 

 – Sabe do amor que eu tenho por esse baixo. – cortei meus devaneios, não consigo lembrar daqueles olhos verdes tão penetrantes, e convenhamos, míope, dela sem sentir raiva – Não importa quantos anos, o som dele é inigualável. 

– Não entendo de música... – ela comentou visivelmente irritada – Mas tenho uma certa opinião formada do porque ama tanto esse baixo. 

– Não começa... – sussurei 

– Não começa? Não começa? – ela respondeu – Você é apegada a uma memória de um amor inexistente e eu que estou começando com algo? 

– Keila, pelo amor... – a puxei pro meu abraço, e senti ela resistir, corri meu polegar por seu pescoço e acariciei o maxilar, travado de raiva, sentia Keila bufar furiosa contra meu pescoço. Ah minha baixinha... – Eu tô com você, não tô? 

– Mas só pensa nela. – ela fungou. 

– Claro que não... – me afastei um pouco e beijei os seus lábios, contornados por um forte batom roxo. As pernas dela estremeceram, e em seguida senti a mão quente dela no meu pescoço, enquanto a outra descia até os botões da minha calça. Levei minha mão até a barra do seu vestido, e levantei. 

 Acho que ainda não fiz uma descrição clara dela não é? Keila, minha namorada é maravilhosa! Tem os cabelos bem cacheados, castanho, geralmente soltos e rebeldes. Olhos do tamanho de uma moeda de 50 centavos redondinha, tão escuros que chegam a ser pretos. A pele negra dela tem cheiro de pêssego, e a tatuagem de escamas azul de sereia, na perna esquerd torneada, faz um contraste incrível. As vezes nem sei o que ela viu em mim. Keila subiu as mãos em direção aos botões da mina camisa, enquanto eu a pegava no colo, carregando-a até o meu quarto. Empurrei o edredom e os travesseiros pro chão, e com ela no meu colo, deitei. Com um sorriso malicioso, ela se livrou da minha camiseta. Enrolei os cabelos dela na minha mão, e distribuí beijos lentos por todo pescoço. 

 – Marcy... – ela sussurrou, enquanto eu passava as mãos pelas coxas dela, sentido seu corpo todo arrepiado – Você vai se atrasar... 

– Umas duas horas de atraso não tem problema, baby...– mordi o lóbulo da sua orelha. 

– Você tem que ir... – a voz mole dela me deixava completamente excitada. 

– Não...– me virei deitando ela por baixo, me livrando do vestido e passeando minha mão pela calcinha de renda, tocando lentamente a beirada e fazendo-a suspirar baixo, com desejo – Você tá tão molhada, baby. 

– Marcy... – ela suspirava alto, enquanto eu a tocava, ainda por cima da calcinha. Me afastei lentamente, distribuindo beijos pela barriga dela. Minha língua dançava em um ritual circular, sentindo ela pulsar acelerada em sinal de desejo. Beijava e sugava sem pressa, o gosto de mulher dela. As coxas dela me apertavam e se contorciam desesperadamente. Os olhos pretos, imploravam em meio aos gemidos, pra que fosse penetrada. Toco fundo, forte, lento, quente, acelero conforme ela sussurra meu nome, sinto sua excitação crescendo entre os dedos e lábios, escorre pelas pernas. Keila geme, se contorce, empurra contra meu rosto sua intimidade quente e desesperada por mais, possuída pela excitação insana do prazer, agarra com a força meus cabelos, solto um gemido de dor, o arfar soa mais relaxado que nunca, como se fosse embalado por uma banda de jazz. Sorri satisfeita, e me puxa para um beijo. 

 – Eu não penso nela. – suspiro, roçando meus lábios conta os dela – Não dá maneira que penso em você.

 

 ★ 


 – São essas guitarras aqui. – Guy sorriu, mostrando as guitarras que estavam exposta, assim que entrei na garagem da casa dele– A stratocaster te interessa?

 – Sim. – dei ombros e me sentei o chão, ascendendo um cigarro.

 – O que houve? – ele se sentou na minha frente, dando um trago no Mei cigarro – Cê tá estranha de mais. 

– Não tô não. – respondi – Aliás, acho que to perdendo o interesse pela música.

 – Você o que? – ele riu – Acho mais capaz o Bongo parar de tocar que você. 

– Não consigo mais compor nada. Não sinto mais aquele tesão que tinha em tocar. – suspirei alto. 

– Por que? – ele pareceu espantando – Você amava tocar quando a gente era adolescente! Fez faculdade disso, Marcy!

 – Acho que não tenho mais a mesma inspiração. 

 – Corrigindo, cê não tem mais a Bonnie, né? Me poupe Marcy, a garota te cortou sem dó nem piedade da vida dela. – ele respondeu furioso. 

– Não quero falar disso. – respondi seca –Soube que ela voltou?

 – Vi ela quando passei mal. Ela me atendeu. – ele respondeu me encarando, desviei olhar e traguei lentamente meu Malboro – Ela tá noiva. 

– Finn me contou...– senti meu coração apertar – De um ricaço. 

– E você ainda fica indo aos botecos que vocês iam juntas. Repleto de bêbados fedorentos.– ele riu sarcasticamente. 

 Parei pra pensar naquela moça. Não cheguei a perguntar o nome. Parecia tão... desamparada. Sem rumo. 


– Talvez meu destino esteja num desses bares. – respondi.  



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