História Rebellion Zodiacal - Interativa - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Fuinhasoul_

Postado
Categorias Originais
Tags Amar, Guerra, leão, Originais, Zoadiaco
Exibições 58
Palavras 3.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Falhei uma semana, mas aqui está, prometo que para o próximo cap estou planejando algo melhor e com muito mais detalhes. Obrigada <3 espero que gostem.

Capítulo 9 - Enfrenta-se os medos.


Cidade de Carangueijo

Data: 02 de Fevereiro. Hora: 5:03PM Horário da caça dos cancerianos.

Daniel estava sentado em uma das torres de seu castelo acima das nuvens, segurando uma taça de sangue encarando-a profundamente enquanto o líquido balançava formando leves ondas dentro do recipiente, ele observava cada onda se formando e imaginou rapidamente um mar daquela cor, em sua mente veio os tiros de canhões, o brilho das Forças Especiais, passando em sua frente, e mais um corpo aqui, e mais um corpo ali, gritos de glória e de dor, enquanto o mar de sangue não se formava nas águas apenas, mas no próprio solo concreto, e a guerra não era apenas na realidade, era internamente, em cada ser. Bebeu-o, até não sobrar nenhuma gota, após apoiar em um móvel que estava ao seu lado, em seus lábios, o líquido ainda ameaçava pingar, Daniel passou a língua levemente na boca, saboreando levemente a última gota de sangue. E sentiu-se um vencedor da guerra, é assim que os vencedores se sentirão quando conseguirem derramar a última gota de sangue de um inocente. “Somos todos criminosos, somos todos inocentes.” , ele pensou.

Daniel viu uma movimentação no céu claro, na parte de gêmeos, bem próximo ao seu mundo, mais um Deus desceu, as guerras parecem cada vez mais próximas e hoje, o treinamento será quase imperdoável, ele já não sabia mais com quem compartilhar as ideias, quando encontrou Drica uma segunda vez, ela quase não o reconhecia mais, ele viu crianças adoecerem na última guerra, viu crianças sem pais e sem família, e a única coisa que ele se perguntava era, “onde isso irá levar?” Ele não pensava no julgamento de um inocente, ou na morte de outro, pois na guerra, todos são julgados, mortos e condenados a cada dia que fica lá. As vezes, ele realmente queria o apocalipse. “Sigo com meus planejamentos sozinho, até que uma alma queira saber.”, pensou, e assim viu Deth descansando a sua frente, sentado, observando o mesmo céu movimentado dos geminianos.

Lembrou vagamente do que sentiu mês passado, ele sentia-se estranho, parecia estar mais forte, as correntes elétricas do seu corpo parecia dominá-lo, mas ele ainda conseguia controlar, era como se ele tivesse se alimentado de um pouco da eletricidade que a fronteira o forneceu contra a vontade dela, e ele passou a se perguntar se os Deuses estão com raiva por todos estarem tão curiosos diante das fronteiras.

- Deth, hoje, mais tarde, eu terei que enfrentar meu passado e meus medos. – Deth o encarou se aproximando gradualmente. – E você também. – Daniel levou sua mão até o alto da cabeça do animal e afagou-a de leve. – Enfrente-os. – Deth concordou, mas no fundo, ele era apenas um animal, a força que ele tinha era por conta do carinho que tinha pelo seu dono.

Ele pegou sua espada que se encontrava apoiada na parede logo atrás, e guarda em sua cintura, lembrando do horário da caça.

- Vamos caçar! – Embora saiba que não há quase nada de alimentos, era um dever de todos a caça, então ambos abriram suas asas e foram até a direção da floresta, ficam vários minutos procurando e esperando a caça aparecer, até agora havia conseguido somente frutas, a cesta que Deth segurava, já não cabia mais verduras e frutas, até agora, nenhuma carne, nenhum sangue. Daniel fechou os olhos no ar e se concentrou, ele ouvia a distância um cervo correr, e estava se aproximando, o animal havia raspado o corpo em um galho pontudo, onde cortou-se um pouco, deixando Daniel sentir aquele cheiro maravilhoso de sangue. Daniel e Deth voaram rapidamente até achar o cervo, e para o azar do animal, eles o encontraram, e o levaram para a área de alimentação.

Tribunal dos Leoninos.

Data 02 de Fevereiro. Hora: 5:46PM horário de caça dos Leoninos.

Sayuri, ao perceber que já era a hora de caça, só sabia lembrar daquele dia, e do corpo estirado do animal morto que a sufocava por segundos.

Talvez se eu não tivesse sentido tanto medo, talvez se eu tivesse caçado em outro lugar, eu só estava no lugar errado e na hora errada, talvez se eu não tivesse sido tão bruta, eu agi como um verdadeiro demônio, eu agi, como minha verdadeira identidade, e agora, pago por isso.

Ela estava a frente de um Ammit, Juiz Antonny, em seu coração que palpitava, ela sabia que aquele era um Juiz da morte, e assim, já sabia que mais alguns julgamentos e ela iria pra forca. Após alguns segundos, ela se viu de braços atados, sentada em frente ao Juiz sem ter provas nas mãos para mostrar que não foi um assassinato e sim uma defesa.

- Muito bem! Quanto tempo mais terei que ficar com você aqui? Já que não há provas a seu favor Jovem Sayuri. – Ela desviava o olhar do chão e encarava os olhos de Antonny. – Uma pena, pois me disseram que era uma das melhores guerreiras. – O Ammit de olhos negros passou a andar de um lado para o outro a frente de Sayuri. – Para sua sorte, eis uma testemunha que veio te defender, ou tentar. – Um sorriso maldoso se pôs no rosto do Juiz. – Por favor, apresente-se para nós, senhorita Emille Bonnibel Noir! – Sayuri não lembrava de testemunhas, mas em uma memória rápida ela lembrou que ao final da luta, quando ela havia matado o animal, uma voz doce e feminina surgiu em seus ouvidos, e quando a encarou, era uma jovem garota de pele negra com um olhar tímido, e um semblante de susto, seu cabelo as vezes brilhava na cor de fogo, e o brilho de sua pele se manifestava como pequenas chamas sedutoras, descendente de salamandra. E foi aí, que ela viu a mesma garota, sentada logo atrás, porém, agora era um semblante de justiça que se apossava da garota. – Pode se pronunciar, tens minha autorização.

- Vejam bem! Eu sou justa demais para chegar aqui e acusar o réu de inocência, e mais ainda para o acusar de culpada! Sayuri Megumi, lendo bem as leis que antecedem a Guerra, qualquer assassinato cometido antes de uma guerra, mesmo que por defesa, a única pena é a morte! Porém, como presenciei o ato, eu não posso dizer que você é culpada da morte de Lorelai. Não há nada que faça você sair dessa, então, eu pedirei permissão para o próximo mês, antes da Guerra, que você se reúna no tribunal dos Deuses e seja julgada junto a dona do animal em questão. E ela decidirá o seu destino, como foi dito pelo juiz! – Emille sabia que poderia correr o risco de deixar Sayuri em más lençóis, porém, sabia que era o melhor e único jeito de poder salvá-la disso. Emille e Sayuri não se conheciam realmente, mas Emille tinha um senso de Justiça forte demais para acompanhar esse caso, e não fazer nada em relação a isso. Sabia que Sayuri tinha cometido o assassinato, mas sabia que foi em defesa, um mal entendido, também sabia que o pobre animal não tinha culpa de nada.

O Juiz concorda com a ideia de Emille, pois também sabe que terá que comandar uma guerra ,e deixá-la participar de uma guerra, ainda sim, seria liberá-la, e isso ele não faria agora, deixou Sayuri voltar para cela, segurança Aatxe foi encarregado de levá-la dali, Aatxe é um espírito que pode ter a forma de um touro, porém, ela não sabia e nem se interessava para saber o nome daquele brutamente que a carregava indelicadamente para dentro da cela. Eles andaram por um corredor longo e escuro, com algumas tochas acesas e o silêncio predominava, os passos davam ecos no local, mas a garota de 18 anos, ficou assustada ao ver que passaram de sua cela e seguiram andando, depois de um tempo, chegando no final do corredor, o brutamonte abriu uma porta, e adentrou a sala escura, ele ascendeu uma vela, e Sayuri pôde ver uma cadeira cheia de espinhos a sua frente, o Aatxe tentou colocá-la sentada ali para prendê-la, mas ela não deixou, sabia que antes do julgamento de morte ela não poderia passar por nenhuma sessão de tortura ou como eles chamavam de “interrogatório”, ela se viu em desespero, nunca ficou tão desesperada antes, e sabia que se matasse mais alguém, não haveria mais desculpas, ela seria morta. E seriam dois crimes, ele tentou colocá-la novamente, e ela tentou gritar, mas ele segurou-a por trás, e tapou sua boca, fisicamente, ele era mais forte que ela.

- Fique tranquila! Só vamos brincar um pouco. – O animal sussurrou maliciosamente, os olhos de Sayuri lacrimejaram de pavor, enquanto seu corpo suava, ela tinha fobia de locais fechados, isso ajudou para que seu pavor aumentasse, o animal levou sua outra mão para o decote de Sayuri e tentou rasgar sua roupa, mas antes que ele pudesse fazer algo, a porta foi aberta, e lá estava o Juiz.

- Sabia que havia algo errado! Bruce, você será preso por tentar estuprar um detento antes de seu julgamento final. Solte-a! – O coração de Sayuri aliviou-se com a voz do Juiz pela primeira vez, o Juiz levou-a para cela, junto ao Aataxe. – Fui conferir a cela dela, pois estava na hora de seu jantar, você achou que não seria pego? – Em meio aos sermões, Sayuri apenas queria chegar em sua cela, deitar naquela cama enrijecida e dormir, segurou qualquer grito entalado na garganta, e aguentou firme qualquer lágrima, só queria ser forte, pois no fundo, sabia que não era culpada.

Castelo de treinamento dos feitiços dos virginianos.
             Dia: 02 de fevereiro. Hora: 7:34PM Horário de treinamento dos feitiços e criaturas mágicas.

Mellanie aguardava ao lado dos outros soldados para a sessão que teria agora, esta já não seria de lutas ou de controle da Força Especial, este seria uma tortura para o psicológico de cada um, eles passariam por um momento de enfrentar todos os seus medos. Ela admitia que no fundo tremia, mas sabia que iria conseguir, pelo menos achava, não era uma simulação imaginária, tudo era concreto, ou pelo menos o suficientemente real para que eles acreditassem nisso, ela via pessoas saindo trêmulas e com os olhos arregalados daquele quarto sombrio, e sua vez já estava chegando. Logo atrás se encontrava Johnny que parecia neutro e sereno, nada o amedrontava, Mellanie não sabia se isso era uma forma de ser forte, e se agir assim teria sido melhor, ou se talvez, ele apenas não estava com tanto medo assim. Mais atrás, ela pôde ver uma velha amiga, Nanami, ela segurava Floco de Neve, um gatinho completamente branco com olhos azuis que descansava em seus braços, Nanami tinha cabelos loiros e curtos, mal podiam tocar os ombros, ela parecia um pouco arisca, mas sabia que tinha que ir. Chegando sua vez, Mellanie recuperou o fôlego, e esperou ser chamada.

- Mellanie Insane! – Ouviu Madame Mikki chamar. – Sua vez. – Novamente Mellanie respirou fundo e deixou Selene ir para a sessão dela, sim, ela também passaria por isso, mas no caso dos animais, são realmente simulações para ver como eles agem em relação ao imaginário e o mundo real.

Mellanie dirigiu-se para dentro da sala e ao abrir ela se viu em uma caverna escura, sozinha, não sabia o que era para ser feito, ela segurou seu ceifador e suas correntes firmemente, ficou ao aguardo do que poderia acontecer, sem se controlar, seus pensamentos começaram a procurar suas fobias dentro do seu ser, seus maiores medos eram: Morcego e que seu pai descobrisse que ela na verdade era um menino, pois sabia que ele era homofóbico e isso poderia deserdá-la, e ela não gostaria de ter o ódio de seu próprio pai. Ela fechou os olhos e começou a dar alguns passos para a frente, onde era mais escuro, andou um pouco e em alguns segundos Mellanie ouviu uns gritinhos, sabia que era barulho de morcego, ela começou a jogar suas correntes por todos os lados, mas ela não acertava em nada, até que uma nuvem de morcegos a dominou, eles não a tocavam, apenas bloqueavam sua visão, e no desespero, depois de um tempo, eles sumiram, dando a imagem de seu pai.

- Eu sei de tudo! – Ele dizia. – Tire suas roupas! Você é homem! – Ele gritava decepcionado. – Você é a pior coisa que poderia acontecer a essa família. – Mellanie começou a gritar e tentou procurar a porta de onde havia entrado, mas havia sumido. Os morcegos voltaram e ela já não sabia mais o que fazer, seu pai e os morcegos vindo em cima dela.

- Eu posso ser a decepção da família pai. – Ela se ergueu. – Para você, porém, você é a decepção da humanidade. – As lágrimas se manifestaram, enquanto ela encarava os olhos de seu pai, os morcegos logo atrás se aproximando lentamente. – Eu sou uma mulher incrível, melhor do que você como o homem que diz. Enfrentando seu pai de tal forma que fazia doer o coração, ele sumia em nuvens negras, e um pedaço da porta logo atrás surgia, claro que estava disfarçando para saber se era uma farsa realmente, e de fato era, e então, ela fechou os olhos, deixou seu corpo tremer, e permitiu que a nuvem de morcegos se aproximassem. Assim, eles vieram, ela deu um passo para trás, o medo ainda estava no seu sangue, eles sumiram a sua frente, a porta surgiu e finalmente ela abriu correndo e se retirou. Abraçou seus braços e sentiu o corpo tremendo, foi ao encontro de Selene. – Eu não quero voltar lá nunca mais.

Em seguida, Johnny entrou tranquilamente na sala, pensando que ninguém seria capaz de descobrir seus segredos, ninguém seria capaz de saber do que ele mais teme, mas isso, foi um erro cometido pelo garoto, pois assim que ele entrou, ele teve a visão da floresta, começou a andar livremente pelo local com sua katana em mãos, ele observou todo o ambiente, estava pronto para rasgar qualquer coisa que aparecesse, mas logo a frente ele viu uma imagem, era ele mesmo, e  muitos de sua espécie começaram a surgir, nesse instante, ele sentiu o medo, talvez, depois de muitos anos, ele sentiu o medo presente, engolindo seco ele começou a cortar tudo o que via, mas nada atingia, as coisas passavam pelas lâminas e continuavam se aproximando, ele então, passou a correr pelo local, e depois de muito tempo, ele decidiu que era tudo farsa, mas o medo de não ser farsa era maior, ele voltou a tentar rasgá-los, e quando acreditou que aquilo podia ser real, ele cortou um corpo ao meio. Após isso, ele passou a rasgar todos que vinham e assim, surgiu uma porta logo adiante, eles não sabia onde iria parar, mas abriu correndo, fugindo de todos, assim percebendo que voltara ao castelo. Recuperando o fôlego e vendo que o sangue da Katana havia sumido, ele a guardou, viu Kito por perto, um pouco atordoado e tomou-o em seus braços saindo dali tentando não demonstrar o medo que sentia.

- Nanami Akane Blake. – Madame Mikki se pronunciou. Nanami entrou no local.

Seu primeiro medo já havia sido manifestado, pois ela entrara numa rua escura, ela acreditava que lugares escuros não eram um perigo, porém, quando o local era desconhecido e completamente aberto, ela não sabia onde se esconder, mesmo que conhecesse a rua, ela tinha que estar vendo o que está acontecendo, seus olhos era uma virtude, mas no escuro, não podiam fazer muito, engolindo seco ela deu o primeiro passo. Mas seu corpo já tremia, suas mãos suavam, e os olhos percorriam todo o local, sem ver nada, ela escutou uma risada macabra, antes que pudesse se esconder, ela sentiu uma presença, mas não sabia se era apenas sua imaginação, quando sentiu que estava sendo perseguida, ela correu em linha reta, até que conseguiu ver uma casa, onde havia luz, um alivio se pôs em seu peito, ela correu mais rápido que podia e abriu a porta da casa, fechando-a ligeiramente, mas ouvindo um chocalho ficou com medo de olhar para trás, sentindo algo passando em sua perna, ela viu a casa lotada de cobras, o chão parecia não existir, parecia que o chão era feito de cobras, não havia ninguém para protegê-la, e nem como sair dali, ela simplesmente estava sem saída, fechou os olhos e passou por cima das cobras tentando chegar as escadas, não sabia onde estava, mas o choro de criança fazia nós na sua garganta, e as lágrimas começaram a sair dos olhos. “Socorro”, ela dizia quando corria no corredor do segundo andar, vendo as cobras se aproximarem rapidamente, uma única porta havia ali, e ela entrou sem pensar duas vezes. Mas se deparou com um cubículo, contando rapidamente, apenas ela e duas pessoas em pé cabiam ali, ela se encolheu no chão paralisada, abraçou suas pernas e repetia para si mesma. “ As paredes se aproximam, as paredes se aproximam...” e assim, pôs-se a chorar, ela levou as mãos na cabeça, fechou os ouvidos e sua respiração parecia completamente descontrolada.

Sentiu um pouco de água tocando seus pés, algo gelado, ela abriu os olhos e olhou a sua volta, vendo água por todos os lagos, ela viu que estava em uma pedra com um oceano inteiro em volta , dessa vez ela não tinha para onde ir, mas o pior não era apenas ficar na pedra, o pior era saber que água subia cada vez mais , Nanami não conseguia nadar, não sabia como passar por ali, ela começou a respirar rapidamente antes da água chegar ao pescoço ela fechou a respiração e caiu tentou subir a superfície, mas aos poucos, ela esqueceu de respirar, e sentiu seu corpo fraquejar, mas voltou a lucidez quando tocou o chão e viu a água indo embora, demorou um pouco para abrir os olhos, mas assim que abriu viu uma aranha passando por ela, levantou rapidamente, e parecia renovada. “Porque isso está acontecendo?”, ela repetia para si mesma, a aranha era das grandes ela nem se viu onde estava, correu ao ver muitas se aproximando, mas quando chegou em um pequeno relevo, ela olhou para baixo, estava numa cobertura de um prédio que aparentava ter 20 andares, ela congelou, esqueceu as aranhas, não pensou mais em nada, perdeu noção de equilíbrio e caiu, só assim, gritou, tentou se segurar, mas já era tarde demais, ela estava caindo, mas quando parou de cair e apenas flutuava, ela sentiu que estava em uma floresta, apenas queria saber como chegar na porta que a tirava dali, mas ao correr, ela viu que havia um homem parado logo a sua frente, ele não parecia amigável, em sua mente repetia-se “ não, não, não”, como se ela já soubesse o que veria, ele então pegou a arma, e seus dois maiores medos se realizaram, ele deu um tiro em seu peito, e enquanto ela via seu peito sangrar, um grito surgiu e ela caia ao chão. Mal viu a porta a baixo se abrindo. Quando finalmente voltou ao castelo, ela parecia não saber se aquilo tudo foi real, ou se era apenas o seu imaginário, procurou Floco de Neve que já lambia seu rosto, ela segurou-o em seus braços e foi para a sua poltrona, onde estavam os outros, respirou fundo recuperando o fôlego e pensou por uns instantes se estava realmente pronta para a guerra. 



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