História Reborn from ashes. (Imagine ChanYeol) 6ª temporada incesto. - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Kris Wu, Lu Han, Personagens Originais, Xiumin
Tags Chanyeol, Comedia, Exo, Família, Harem, Hentai, Incesto, Romance, Tragedia
Visualizações 892
Palavras 2.482
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Harem, Hentai, Josei, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão! 👋

Estão gostando da maratona? Como 5 temporadas já foram, então me sobrou um pouco de tempo.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 25 - 4st meeting (ChanYeol)


Fanfic / Fanfiction Reborn from ashes. (Imagine ChanYeol) 6ª temporada incesto. - Capítulo 25 - 4st meeting (ChanYeol)

Aquele seria o dia do ChanYeol, só queria que acabasse logo, na verdade transformaria no pior dia da vida dele, dos outros fui boazinha, mas com o orelhudo eu me vingaria da forma mais cruel possível, pois nada me impediria de voltar para casa. Esperei sentada no sofá, assim como os outros, ele também mandou uma mensagem dizendo como deveria ir vestida, mas de todos, a dele era a mais estranha, peguei o celular olhando outra vez a mensagem.

Sei que não gosta de formalidades ou lugares com muita gente, então use suas roupas de sempre.

ChanYeol

Eu era um livro aberto, difícil era não saber que entrava em pânico em grandes multidões, depois do vexame que passei com BaekHyun, queria esconder minha cara para sempre, a campainha tocou indicando a chegada do maior.

Caminhei até a porta abrindo-a, ChanYeol estava parado com as mãos dentro dos bolsos do casaco vermelho, o encarei de cima a baixo, ali foi das poucas vezes que o via sem trajes formais, uma calça jeans com um suéter amarelado felpudo.

__ Está pronta? _perguntou ao me ver.

__ Eu tenho escolha? _cruzei os braços com indiferença.

__ Não!

__ Então estou! _fechei a porta atrás de mim e caminhei pelos corredores na frente.

Transformar o dia dele em um inferno seria a maior realização da minha vida, queria mesmo que ele se ferrasse, estava cansada daquilo, queria voltar para casa, não entendia o motivo de ChanYeol me manter ali na Coréia sem um motivo aparente, mas se o yoda achava que eu ficaria, estaria enganado.

Seguimos no carro sem dar uma palavra, olhei a cidade pela janela, um lugar tão bonito que me causava tanta tristeza, lembrei do meu pai e do Levi, sentia falta deles, queria minha vida simples de volta, desde que o orelhudo entrou nela, fez uma bagunça sem precedentes.

__ Não vai me perguntar onde vamos? _ele quebrou o silêncio.

__ Não! _respondi sem encará-lo.

__ Os outros trataram você bem?

__ Sim!

__ Transou com eles? _virei a cabeça aqueando uma sobrancelha.

__ Me faz um favor?! Não fala comigo! _respondi virando o rosto.

__ Me desculpe!

Desculpe… desculpe… desculpo é uma OVA!!

Depois dessa curta conversa, ChanYeol ficou calado, pela graça de Deus pai, porque se ele abrisse aquela boca de voz pornô, eu juro que quebrava os dentes dele, aquilo era crime, me manter em cárcere privado, só não denunciei por causa do segurança.

Uma hora se passou e o carro parou em um lugar no meio do nada nas montanhas, havia apenas uma casinha, na verdade um pequeno comércio, encarei ChanYeol com os olhos arregalados, mas o mesmo saiu do carro e entrou no comércio, então fiz o mesmo saindo do carro.

__ Vamos? Temos ainda uma caminhada longa! _abri a boca incrédula.

__ Caminhada? Onde vamos? _ele sorriu de lado.

__ Pensei que não fosse me perguntar?! _bufei fechando as mãos em punho.

Falta um tantinho para eu quebrar esses dentes perfeitos!

__ Quer ficar estéril? _disse.

__ Vai acabar com sua única fonte de prazer? _dei uma risada nervosa com aquele comentário ridículo.

__ Vamos logo?! _coloquei as mãos nos bolsos bufando e ele deu uma risada alta.

__ Por ali! _apontou andando na direção, o segui imaginando que lugar maluco ele estava me levando.

Caminhamos por uma estrada que subia a montanha, sorte que tinha calçado tênis, porque senão estaria com os pés castigados, mas como não tinha o hábito de me exercitar, as pernas estavam pedindo arrego, então parei tomando fôlego colocando as mãos no joelhos enquanto o yoda já se distanciava.

__ Por que parou? _o maior se virou me encarando.

__ Só estou tomando fôlego! _respondi ofegante.

__ Seu rosto está mais vermelho que tomate! _andou na minha direção.

__ Não diga! _revirei os olhos. __ Me dê um minuto?! _mostrei o dedo respirando irregular.

__ Devia se exercitar mais!

__ Devia é? Mas não quero! _respondi ríspida.

__ Suba nas minhas costas! _ apontou para o próprio corpo, mas neguei com a cabeça. __ Não seja teimosa e suba logo! _respirei fundo, pois não queria fazer aquilo. __ Prometo não fazer nada! _ fiquei ereta e ChanYeol se curvou para que eu subisse em suas costas.

O simples contato com o corpo dele foi o suficiente para sentir o coração acelerado, ChanYeol era um maldito, mas um maldito que fazia meu coração disparar, ser indiferente naquele momento era quase como um desafio, os pequenos gestos do yoda me deixavam confusa.

Suas mãos seguraram firme minhas coxas e coloquei os braços envolta do seu pescoço, podia sentir o cheiro de sua colônia masculina, o calor de seus dedos por cima do tecido da minha calça, aquilo era uma eterna tortura, quanto mais tentasse fugir de Park ChanYeol, mais ele me perseguia.

A subida foi longa e por incrível que pareça ele me levou até o fim da subida, fui posta devagar no chão, a vista do vale era magnífica, então peguei o celular para tirar uma fotografia, olhei para trás e ChanYeol encarava uma casa rústica, mas bem bonita, parecia que pessoas moravam lá, caminhei em sua direção até que um senhor de idade apareceu na porta sorrindo de braços abertos.

__ ChanYeol!! _o homem exclamou e o orelhudo correu para abraça-lo. __ Senti sua falta rapaz! _observei o jeito que ambos se tratavam, virei a cabeça para o vale e o caminho levava direto ao rio Han.

Será? Será que esse senhor foi o que salvou a vida do grandão?

__ Gisele?! _saí dos devaneios com a voz grave de ChanYeol me chamando. __ Vem conhecer o senhor Kwon, o homem que salvou minha vida!

Era ele mesmo, o homem que salvou ChanYeol de morrer, era um senhor simples, agricultor, com sete filhos e uma esposa muito amável, a filha mais velha que ficou viúva tinha um bebê lindo que ganhou meu coração, fomos chamados para o almoço com eles, então cheguei na conclusão que não podia sabotar o dia dele, porque aquela família era incrível.

Ajudei a filha do homem que se chamava Yumi com o bebê, como tinha experiência com crianças, foi fácil, também brinquei com as outras crianças menores da casa, ensinei canções, ajudei no banho e para colocar pra dormir, até tinha esquecido que queria arruinar o dia do orelhudo.

__ Você e o senhor ChanYeol são namorados? _Yumi perguntou enquanto eu brincava com o bebê que dei o apelido fofo de Bolinho, simplesmente porque não sabia pronunciar o nome dele.

__ Eu? _dei uma risada forçada. __ Deus me livre disso! O homem é o diabo! _respondi olhando para Bolinho.

__ Diabo? Isso é impossível! _encarei ela. __ Nunca vi um homem tão bom quanto o senhor Park! Sempre nos ajuda e foi ele que reformou nossa casa. _olhei ao redor e a construção realmente parecia nova.

__ Ele é grato por seu pai tê-lo salvado! _respondi.

__ Mas do que isso! Ele tem um bom coração, só ainda não lhe mostrou isso! _dei de ombros e brinquei com os pezinhos do bebê sorrindo.

__ Não importa! Logo vou embora e esquecer que ChanYeol apareceu na minha vida. _respondi, mas era só uma desculpa para tentar me convencer.

__ Só não sei se ele vai fazer o mesmo! _levantei a cabeça e Yumi discretamente apontou para um lado, virei e ChanYeol me encarava enquanto o senhor Kwon conversava com ele, ao perceber que eu o peguei no flagra, virou o rosto.

ChanYeol precisa me esquecer de vez!!

Foi meu mantra durante todo o dia, algumas vezes o via me encarar discretamente, não entendia qual a intenção dele, nosso casamento já tinha acabado, ele voltou para a mulher que amava, não haviam motivos para me manter ali na Coréia, tudo que eu queria era voltar pra casa.

Estava escurecendo e nós nos despedimos daquela família tão amável, ali vi um lado do ChanYeol que ainda não tinha visto, nem mesmo na fazenda de seus pais, em nenhuma vez o vi com o celular, brincou com as crianças, deu atenção aos donos da casa e ainda ajudou aquela família, cheguei a pensar que no fundo o orelhudo não era uma pessoa ruim, só inconsequente.

O caminho foi feito em silêncio, mas não sei se foi obra do destino ou uma brincadeira de muito mau gosto, porque no meio do caminho o maldito pneu furou, ChanYeol praguejou porque não tinha levado pneus extras e para piorar, não havia sinal de celular, resumindo, ficaríamos no meio da estrada esperando alguém passar no escuro.

Odeio escuro!!!

Ele saiu do carro e se apoiou no capô procurando sinal, fiquei dentro ouvindo músicas, por um tempo estava distraída nas música até que um barulho do lado de fora me chamou atenção, levantei a cabeça, ChanYeol tinha chutado o carro e deslizou de cócoras no chão, respirei fundo saindo do carro.

__ Não achou sinal? _perguntei.

__ Não! _respondeu ríspido com a cabeça entre os joelhos.

__ Ótimo! Agora estou no meio do nada com o rei dos malas! _murmurei baixinho, mas o yoda ouviu, pois levantou a cabeça com o cenho franzido.

__ O que disse? _levantou já se armando como um pavão.

__ Eu não disse nada! _respondi colocando as mãos dentro dos bolsos do casaco.

Ficamos em silêncio por um tempo apenas olhando as estrelas sentados no capô, vamos dizer que demos umas trégua, estava cansada de discutir com ele o tempo todo, o silêncio é sempre bem vindo nos momentos mais desagradáveis.

Sorri ao ver o céu tão lindo e brilhante, então senti que estava sendo observada, olhei para o lado e ChanYeol me encarava, porém dessa vez não desviou, não disse nada, apenas ficou parado me encarando, também o encarei sem dizer uma palavra, de repente ele levantou a mão, recuei um pouco, mas Yeol só colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

Por favor não faça isso! Não confunda meu coração!

Depois de fazer isso ele virou o rosto voltando a olhar para o céu, ChanYeol estava querendo brincar com meus sentimentos, tinha que ser forte para não ceder aos seus caprichos, pois naquele desafio eu que tinha que ganhar.

[...]

Acordei com a claridade no rosto, abri os olhos por completo e o carro estava em movimento, provavelmente tivemos ajuda enquanto dormia feito uma pedra, ChanYeol não disse sequer uma palavra, ainda não entendia porque saiu comigo sendo que suas chances era quase zero.

__ Está com fome?

__ O quê? _me virei lhe encarando.

__ Está com fome? _repetiu a pergunta olhando para a estrada, então assenti. __ Bolo de chocolate com suco de laranja, certo? _franzi o cenho.

Como ele sabe?

__ É sim! _respondi fraco ainda confusa.

__ Beleza! _essa foi a única coisa que disse.

Não demorou muito para que estivéssemos na padaria perto do prédio, ele escolheu uma mesa e fez os pedidos, ChanYeol aprendeu em pouco tempo coisas sobre mim que nem mesmo JW sabia em dois anos, por mais que eu repetisse várias vezes.

O yoda era muito observador apesar do jeitão tapado dele, o encarei por um tempo, fiquei pensando que talvez eu fosse a louca naquele relacionamento, não sabia qual era a do grandão e o mesmo fazia questão de me deixar ainda mais confusa.

__ Eu te amo ChanYeol! _joguei a bomba e ele levantou a cabeça me encarando com o cenho franzido.

__ Como?

__ Eu te amo! _respondi séria e ele ainda parecia confuso.

__ Por... por... por quê está me dizendo isso? _gaguejou.

__ Só pra que saiba! _dei de ombros, mas antes que fizesse qualquer pergunta nossos pedidos haviam chegado e me concentrei no bolo.

Houve aquele silêncio mortal, ChanYeol não comeu, apenas ficou me encarando com os olhos arregalados, eu meus caros leitores quando quero dizer uma coisa, digo na cara, mesmo que seja algo vergonhoso, porque dizer para o Dumbo que o amava, foi bem vergonhoso, mas não tinha nada a perder mesmo e também ouvir aquilo foi como uma punição para ele, então, nada a perder.

No carro também o silêncio foi mórbido, fiquei olhando a paisagem da cidade, mas de relance pude ver as células cinzentas do orelhudo virando fumaça, ele estava se torturando e era muito divertido vê-lo enlouquecer daquele jeito.

Ele estacionou o carro do outro lado da rua, estava esperando que dissesse alguma coisa, mas ChanYeol continuou calado, claro que levaria o que disse a sério, foi muito bobo achar que ele aceitaria meus sentimentos.

__ Tchau Park! _quebrei o silêncio e abri a porta para sair, ChanYeol apenas assentiu sem dizer sequer uma palavra.

Acho que ele já está me dando uma escolha!

Atravessei a rua para ir pra casa, o coração mais uma vez estava partido, eu sabia que ChanYeol nunca seria meu, mas o maldito coração não queria aceitar, eu não era prisioneira das circunstâncias, era prisioneira de um sentimento maldito chamado amor.

Quando cheguei na calçada do prédio olhei para trás, ChanYeol não estava mais dentro do carro e sim do lado de fora olhando pra mim, ficamos naquele contato visual até que percebi uma moto em alta velocidade na direção dele.

__ CHANYEOL, CUIDADO!!! _gritei correndo, mas foi tarde demais, a moto acertou ele que foi jogado longe. __ CHANYEOL!!! _ele estava no chão ferido e cuspindo sangue. __ ChanYeol, ChanYeol, por favor, por favor não morra! ALGUÉM ME AJUDE!!! SOCORRO!! _algumas pessoas correram para ajudar e chamaram a ambulância.

__ Gisele?! _ele agarrou a manga do meu casaco. __ Não me deixa... não quero ficar... _cuspiu mais sangue.

__ Por favor, fique quieto! A ajuda está à caminho! _tentei acalmá-lo, mas eu mesma estava nervosa.

__ Eu... eu... eu não quero ficar sozinho... _apertou mais meu braço.

__ Não se preocupe... Eu estou aqui! _respondi deixando uma lágrima descer.

Como lá era a Coréia e não o Brasil, a ambulância não tardou para chegar, peguei seus documentos no carro e acompanhei ele até o hospital mais próximo, devido seu status social, ChanYeol foi rapidamente atendido pelos médicos.

Ele teve uma fratura nas costelas e bateu a cabeça, tirando os arranhões, foram feitos exames e o orelhudo ficou sob observação porque ainda estava desacordado, então tratei dos documentos de sua entrada no hospital enquanto esperava ele acordar.

Nem comi direito para ficar com ele, o mesmo só acordaria no outro dia, então passei à noite, mas o mais engraçado foi que a loira nem colocou os pés no hospital e com certeza o acidente dele estava em todos os jornais, pois do lado de fora tinha milhares de repórteres.

Na manhã seguinte acordei cedo e ChanYeol continuava dormindo, saí para pegar algo pra comer e durante o trajeto percebi as pessoas me olhando de um jeito estranho, algumas cochichavam umas com as outras, faziam cara feia e até apontavam. 

Aquele comportamento era muito estranho, então vi um grupo de pessoas olhando o celular e depois me encaravam cochichando, não aguentando aquilo, peguei meu celular no bolso do casaco para ver se era alguma coisa relacionada ao acidente do ChanYeol, mas para minha desgraça, o buraco era bem mais em baixo.

COMO É QUE É!!!


Notas Finais


Uma vez trouxa... Sempre trouxa!
O que será que ela viu?

Vejo vocês nos comentários! 😉

💋💋💋 no ❤


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