História Reborn into a new life - Capítulo 41


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Exibições 43
Palavras 1.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente sou eu amiga da autora novamente.
O texto em espanhol do primeiro " * " até o segundo " * " está com a tradução nas notas finais, caso alguém queira ver, mas não tem nada demais não.

Capítulo 41 - I have not abandoned anyone.


Parecia que a qualquer momento elas iriam pular uma na outra e provavelmente elas vão e quando isso acontecer eu estarei aqui assistindo de camarote e olhando pros lados pra ver se alguém esta vendendo pipoca.

*- ¿Qué haces aquí? ¿Por qué no me advirtió que viene? – A garota de pele morena e descendência hispânica estava furiosa, mas eu não entendia nada do que ela falava.

Que porra de língua é essa? Isso é espanhol? Como eu queria saber espanhol agora.

- Usted no contesta mis mensajes, te he llamado en todo lo que es la red social. – Aurora respondeu no mesmo tom, olhei para Lysandre e parecia que ele estava entendendo o mesmo tanto que eu, que merda ta rolando?

-Por lo que se dio por vencido ni siquiera darme "Hola" si no te hubiera visto? - Disse sarcasticamente gesticulando de forma exagerada.

- Cariño, estoy aquí ahora ¿Me estas viendo? Acabo de llegar. – Não estou entendendo nada e olhando pros meus amigos a minha volta eles pareciam igualmente confusos.

- ¿Por qué dejó sin decir adiós? Tenía que averiguarlo por Viktor. – Elas se olhavam com uma raiva extrema estava esperando a hora que elas iriam uma pra cima da outra, eu não precisava entender do que falavam para enxergar a raiva com que elas falavam.

- Si yo fuera usted me convenza de lo contrario. – Aurora respondeu como se fosse obvio, parecia que ela queria irritar a outra garota, e eu sentia que ela estava conseguindo.

- Claro, usted es loca.

- Corrección de textos,- Aurora levantou o indicador mexendo o tronco.- Mi amor. Somos locas. – A hispânica revirou os olhos e sorriu, Aurora correspondeu.

Me relembrei do encontro da Aurora com a Debrah, isso por acaso sempre acontece com ela? Uma discussão em que todo mundo acha que ela e mais alguém estão prestes a se matar e do dana tudo fica bem?

- Mi loca favorita, es ca. Ese anhelo. – A hispânica abriu os braços e as duas abraçaram fortemente.

- Yo digo lo mismo. – Falou e sua “amiga” abriu os olhos nos encarando.

- ¿Cuáles son los de afuera? Esto a la cara que no son de aquí, hasta que les roban.

- Mis amigos, sé que esta en la cara, pero nadie aquí por delante de la batería conmigo, y si ocurre que se defienden.

*- Yo...

- Português agora Barbara, são amigos não rivais, sem desconfiança.

- Se você confia neles... – Ergueu os braços em rendição, mas não parecia ter se dado por vencida.

- Confio. – Nos olhou e sorriu sem mostrar os dentes. – Mas escuta, quando eu disse que acabei de chegar eu tava falando serio. - Quando que ela falou isso mesmo? –Tenho que correr pra fazer um almoço ou vou acabar comendo meu próprio braço, cadê a Elena?- Elas olharam pros lados, mas a hispânica não perdeu tempo.

-Elena – Gritou e a menininha de antes se aproximou, Aurora segurou em seus ombros.

- 9675-8362- Disse e a menina confirmou. – Pega depois esse numero com ela, é meu celular, me manda mensagem, talvez eu va precisar da sua ajuda.

- Beleza gata. – Passou por Aurora e deu um tapa em sua bunda sem parar de andar, elas se entreolharam rindo, senti uma pontada no meu ventre, aquilo pareceu muito uma cena de um filme pornô, é estranho eu achar isso extremamente sexy ?

- Tchau amoré. Vamos galera.- Voltou a andar e nós fomos atrás completamente confusos.

P.O.V Castiel off.

P.O.V Aurora on.

- Quem era a gatinha?- Ele se pôs ao meu lado, incrível como o Castiel se atrai por qualquer rabo de saia.

- Uma amiga, mas não é pro seu bico Cast.- Fui direta.

- Por que não? – Perguntou fingindo estar ofendido.

- Primeiro que ela tem 26 anos.

- Ah tranqüilo.

- Segundo ela tem uma filha.

- Okay, ficou um pouco complicado, mas eu posso superar isso.

- Terceiro que ela é sobrinha de um dos maiores traficantes da Colômbia que te mataria só por você dar nela uma cantada.

- Ta, tirei meu time.

- Sky você não acha que era melhor ter dado seu numero para sua amiga em um papel?- Lysandre perguntou.

- Não, lógico que não.- Falei, aquilo era obvio, então me lembrei que eles não eram daqui.- A Elena tem memória fotográfica, é muito mais seguro falar algo pra ela e esperar que a mensagem seja recebida do que escrever em qualquer lugar onde qualquer um poderia ver.

- Entendo... Mas não é meio errado envolver uma criança nisso?- Eu adorava o senso de moral do Lys, ele conseguia quebrar todas as regras sem parecer que fez nada de errado.

- Lógico que é, por isso que eu só passei pra ela meu numero de telefone para que ela depois o passe para sua mão, eu nunca envolveria uma criança em algo perigoso.- Ele sorriu com minha resposta e me estendeu o braço, eu o peguei e continuamos andando de braços dados.

Perpetuamos essa caminhada com o pessoal atrás de mim e do Lys enquanto eu pedia barraca por barraca o que eu queria e cumprimentava quem conhecia falando também que daqui a alguns minutos passaria para pegar o que tinha pedido, era tão bom conhecer a todos e ter esse laço fraternal. Senti falta disso.

- Ah não! – Parei assim que vi aquelas figuras bronzeadas, uma de cabelos negros e longos e a outra com o braço fechado de tatuagens que eu conhecia bem. – Não acredito. – Gritei e eles me olharam assim como outras pessoas naquela lugar.

- Pequena! – Gritaram os dois caras fortes vestidos só com suas bermudas de banho na minha direção, corri ate eles formando um grande abraço, senti que eles tiveram um pouco de dificuldade por que mesmo querendo manter aquele contato era difícil manter suas pranchas de suff em pé utilizando apenas suas costas.

P.O.V Aurora off.

P.O.V Lysandre.

Aurora de repente soltou meu braço e saiu correndo na direção de dois rapazes uns dois anos mais velhos que nós, eles estavam completamente expostos, nunca entendi essa pouca preocupação e vergonha em ficar seminu em uma área como essa mesmo com o calor pra mim isso nunca chegaria a ser normal.

Fomos mais lentamente atrás dela enquanto eles permaneciam naquele abraço, os pés dela nem tocavam mais o chão.

- Quando que você vai aparecer pra surfar com a gente morena. - O rapaz moreno de cabelos longos falou com um sotaque que nem eu entendi como conseguia me deixar tão irritado.

- Relaxa Gui, nossa pequena ta aqui agora.- O tatuado que segurava na cintura da minha amiga a apertou um pouco fazendo com que ela risse.

- Vocês realmente não vivem sem mim né?

- Para de se achar garota, mas é quase isso mesmo, por onde você andou?

-Por ai- Ela se desvencilhou daquele abraço, finalmente.- Ah esses são meus amigos, gente esses são Guilherme -apontou pro moreno que tinha os cabelos presos em um coque- E esse o Miguel- apontou pro tatuado de cabelos curtos e castanhos.

- Prazer cara. – Eles nos cumprimentaram com um aperto de mãos e um abraço.

- Vocês tão cuidando bem da nossa baixinha né? – Baixinha de vocês? Não consegui evitar de erguer uma das minhas sobrancelhas devido ao estranhamento, é a nossa baixinha, pera o que?

- Melhor impossível. -Castiel respondeu ríspido como sempre e foi uma das únicas vezes que eu gostei daquilo, como eu ele parecia incomodado com essas pessoas.

- E essa gatinha ai? Nem pra você apresentar essas amigas. – O moreno olhou pra Rosa que sorriu pelo elogio.

- Essa é a Rosa.

- Mais bonita que a flor.- Disse ele beijando sua mão.

- Ta bom galã, se afasta da minha amiga que eu te conheço. – Aurora o empurrou pelo seu peitoral e eu a amei por isso.- Rosa não cai na lábia desse ai que ele não presta.

- Aurora...- Ele a repreendeu

- Não Gui, não pra cima da minha amiga.

- Olha, alguém fez amigas. – O tatuado concluiu sorrindo e Aurora olhou feio pra ele.

- Miguel você não tem medo da morte não?

- Você não me mataria.

- Ter certeza?

- Que saudade que tava! Vem pra ca um dia desses, liberamos off pra você e seus amigos nas nossas boates e nos nossos bares na praia, só fala seu nome que eles nos acham e chegamos la o mais rápido que der. – O moreno mudou de assunto retomando o abraço com Aurora.

- Relaxa gente, tenho uma semana aqui ainda e já tenho muita merda pra arrumar, então vou tentar ver vocês só depois de resolver tudo, mas parece que todo mundo ficou perdido aqui quando eu sai. – Disse sorrindo de forma brincalhona.

- Você é a mediadora desse mundinho gata, você é a mais imparcial aqui. Lógico que com sua saída o conflito ficou constante, quem mandou abandonar esse povo.- Aurora fechou a cara tão rápido nesse momento que eu engoli seco por sua expressão.

- Eu não abandonei ninguém.- Respondeu seria.

-Não é o que parece. – Percebi ela dar um pequeno passo pra frente preparada para voar nesse cara, mas ela recuou cerrando os punhos em uma tentativa de se segurar e não partir para violência, Rosa colocou uma de suas mãos no ombro da amiga em uma tentativa frustrada de acalmá-la, mas quase que ao mesmo tempo Aurora depositou um belo tapa no rosto do garoto.

- Nunca mais tire qualquer conclusão precipitada de mim. Nunca mais! Por que da próxima vez eu não vou te dar só um tapa Guilherme, agora eu vou embora e espero que a marca da minha mão fique ai por um bom tempo e que toda hora que a vir no espelho se lembre que você não sabe nem um terço sobre mim e que não tem o direito de tirar conclusão nenhuma. – Ela disse entredentes, era mais que claro que sua vontade ia muito mais do que só dar um tapa no garoto.

- Aurora espera. – Segurou o braço dela que já estava preparada para sair.

- Você tem 5 segundos pra tirar sua mão se mim antes que eu a corte fora.

- Ele não quis te ofender. – Disse o tatuado com calma e cautela no uso e no tom das palavras.

- Mas ofendeu então é melhor eu sair antes que minha paciência acabe e eu acabe com seu amigo.

- Te vejo depois então. – Ele a soltou.

- Espero que vocês não se afoguem até la. – Disse ela dando as costas pra eles, olhei para os lados e todos estavam com a mesma expressão, ninguém esperava por aquilo, mas não chegou a ser uma surpresa para nós.

O único que parecia bem era Castiel que nem tentava esconder seu sorriso, estava com as duas mãos na nuca mostrando todos os dentes e deixando claro sua satisfação.

- Foi um prazer. – Ele disse debochadamente e se virou para seguir Aurora.


Notas Finais


*Tradução do texto em espanhol:

-O que faz aqui? Por que não me avisou que vinha?
-Você não responde minhas mensagens, te chamei em tudo quanto é rede social.
- Então você se deu por vencida, não me daria nem um "Oi" se eu não tivesse te visto?
- Querida, eu estou aqui agora. Esta me vendo? Acabei de chegar.
- Por que você nos deixou sem nem dizer adeus? Eu tive que descobrir pelo Viktor.
- Se eu fosse você teria me convencido do contrario.
- Claro, você é louca.
- Correção, meu amor. Somos loucas.
-Minha louca favorita.
- Digo o mesmo.
- Quem são os de fora? Esta claro que não são daqui, até eu quero roubá-los.
- Meus amigos, eu seu que ta na cara, mas ninguém daqui bateria de frente comigo e se acontecer eles se defendem.
- Eu...


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