História Rebuilding a Heart: Glass Walls - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Advocacia, Canadá, East Aya, Franttew, Romance, Stake
Exibições 7
Palavras 1.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


To aqui para mais uma fic rsrsrsr e quem ta lendo CDMS não se preocupe que eu já voltei ESCREVER ❤

Capítulo 1 - Matthew


Fanfic / Fanfiction Rebuilding a Heart: Glass Walls - Capítulo 1 - Matthew


    As pessoas da cidade costumavam a falar que eu era um dos homens mais sortudos do mundo, e por que? A resposta esta na minha amada esposa. Era uma mulher perfeita,trabalhava em casa e ainda cuidava dos nossos gêmeos de cinco anos Cody e Liam, duas crianças eram terríveis.


   Eu era um grande advogado e ela era uma grande empresária, era dona de uma linda floricultura. A nós morávamos em Montreal que era uma cidade linda até que a pior coisa aconteceu, eu ainda consigo me lembrar do meu desespero naquele dia.


   Eu estava em um típico dia de trabalho, quando recebi a ligação dos bombeiros, as pessoas do escritório conseguiam ver o desespero em meus olhos, minhas mãos tremiam e eu soava frio. Nada saia da minha boca,meus lábios secaram e lagrimas escorriam pelo meu rosto. 


   Você sabe o quão triste é saber que a sua amada esposa e um dos seus filhos estavam desacordados e caídos no meio de uma rua movimentada? Tal vez sim talvez não, eu sei.


   O pior foi saber que eu nunca mais veria a minha esposa Elizabeth e nem o meu filho Liam, Cody foi o único que sobreviveu ao acidente, e foi o único que ainda continua comigo.


   Mas acho que é melhor parar de pensar nisso, mas mesmo eu tentando eu não consigo para pensar nas únicas pessoas que eu amei e ainda amo.


   Depois de todo essa tristeza eu decidi sair de Montreal e fui morar perto da fronteira do Canadá com os Estados Unidos, a cidade é grande e se chama Privolt. Eu decidi morar em uma casa bem longe do centro, agora eu moro em uma casa que fica um pouco perto da floresta e que tem grandes janelas de vidro espalhadas pelos cômodos.


   Não é fácil, a vida não é fácil, por mim eu ficaria em casa até morrer de tristeza, mas eu não posso mostrar isso para o meu filho, ele precisa ter um pai forte que de exemplo para ele.


   -Hoje é o dia... dia de você ir a procurá de um emprego- ouvi uma voz que vinha da porta do meu quarto.


   -Eu sei-respondi sem olhar para trás. Eu estava a horas olhando pela janela, a unica coisa que eu via era as folhas alaranjadas das árvores.


   -Você ainda esta assim... Matt você precisa se animar-a voz era do meu irmão mais novo


   -Como? Eu sou um lixo humano-virei para trás o encarando


   -Tenta chamar alguém para sair-

disse me sorrindo


   - Quem? Eu não conheço ninguém nessa cidade.


   Eu cheguei na cidade a alguns meses e não conheço nada e nem ninguém,além da diretora da escola do Cody.


   -Tem a diretora... ela é bonita-disse me


   -Não... eu não tenho mais idade pra ir a encontros- sai do quarto e fui seguindo por ele


   -Você tem idade sim... só porque você ta com 35 isso não quer dizer que você é muito velho- disse me rindo 


   -Que bom que você vai embora hoje né-disse e ele fez cara de nojo


   -É vou e você vai precisar de alguém que cuide do Cody depois da escola-entreu no banheiro e fechei a porta


   -POR FAVOR... LIGA ENTÃO PARA UMA AGÊNCIA DE BABÁS E PEÇA QUE ME MANDEM UMA AS 3 DA TARDE NA ESCOLA DO CODY -gritei tirando a roupa e entrando de baixo do chuveiro.


   -TA BOM.


   Procurar um escritório de advocacia aqui deve ser um pouco difícil, e pra mim ainda vai ser mais difícil já que eu não trabalho a dois anos. Eu desde que eu terminei a faculdade eu sou advogado de defesa, e em quase todos os casos eu ganhei.


   O pior de ser advogado de defesa, é que nem sempre a pessoa que você tem que defender é inocente.


   Passei o sabonete pelo meu corpo que já tinha perdido a forma por causa de eu não esta mais correndo durante a manhã. 


   -Acho que vou voltar a correr pela manha -murmurei para mim mesmo e logo terminei o banho.


   Sai do chuveiro e enrolei uma toalha na minha cintura, sai do banheiro indo até o meu quarto onde encontrei minha roupa já pronta para vestir. Usar terno novamente é estranho, eu me sinto como um adolescente indo para a formatura do ensino médio.


   Me olhei no espelho e fiz o nó da gravata e logo sai do quarto encontrando meu filho me olhando triste.


   - O que foi Cody? -me abaixei na frente do mesmo


   - P-Papai... Você vai trabalhar? -assenti, ele estava com um olhar muito triste 


   - Vou meu amor... mas não se preocupa eu chamei uma babá para cuidar de você ok -o olhar de tristeza não saia dele


   -M-Mas eu queria que você cuidasse de mim -tava me dando um dor no coração já 


   - Vamos combinar uma coisa? -ele assentiu


   - Quando eu voltar eu e você vamos pedir pizza, ok?- logo um pequeno sorriso surgiu em seu rostinho, ele pulou no meu pescoço me abraçando.


   - Ta bom papai -falou animado e eu levantei com ele nos braços


   - Então ta combinado -sorri e fui para a cozinha com ele 


   - Tio George o que você tem? -perguntou e quando olhei para o meu irmão mais novo o encontrei chorando


   - N-Nada... só caiu um cisco no meu olho - respondeu limpando as lagrimas 


   - Pare de mentir... eu você não engana -falei chegando perto dele  


   -Ta bom... eu tava chorando porque eu sinto falta de você me tratar do jeito que você trata o nosso pequeno Cody - Cody ainda em meu colo passou a mão no cabelo do moreno chorão na minha frente


   - Aaaa você ainda é mesmo chorão de sempre -ri e o abracei 


   -Vê se para de me chamar de chorão... isso dói -falou entre soluços, sai do abraço e coloquei Cody sentado para tomar seu café da manhã que era cereal e suco.


   -Venha comer e limpa essa cara -falei me sentando ao lado do meu filho e bebendo meu café.


...


    Tempo depois levei Cody para a escola e o deixei com a diretora, e tive que ter a iniciativa de falar com ela.


   -Eer... Você meio que aceita sair comigo?- falei, dava para dizer que eu era um adolescente virgem.


   Ela sorriu e respondeu:


   -Sim... eu tava precisando de uma companhia para o East Aya -falou tirando do bolso um ingresso rosa e cartão.


   -Esse é meu numero e o meu endereço -falou me entregando os dois, do nosso lado passou um garoto de cabelos castanhos um pouco bagunçado e com uma camiseta de um cara chamado Troye Sivan. Ele deu um sorriso para o meu pequeno Cody e continuou a andar até encontrar um grupo de garotos de skates.


   -O-Ok então... passo lá e te pego -respondi sem tirar o olho do garoto, ele me lembrava muito alguém por causa do sorriso e por causa do jeito.


    -Então vamos pequeno Cody -ele me deu um tchauzinho e entrou de mãos dadas com a diretora.


   Voltei para o carro e peguei o caminho para o centro que não era muito longe. Achei um escritório de advocacia que por incrível que pareça tinha uma placa de PRECISA-SE DE ADVOGADO FORMADO. Decidi entrar, e quando entrei uma mulher que parecia ser uma secretária se levantou e me olhou de cima a baixo me comendo com os olhos.


   -Você precisa de ajuda? -perguntou, o lugar era meio velho e precisava de uma reforma que deixase aquilo mais claro.


   -Sim... eu vim pela vaga de advogado -falei e de uma porta saiu um senhor de cabelos brancos.


   -Até que em fim alguém apareceu -falou vindo até mim e me comprimentando de uma forma animada.


   - É... eu preciso fazer uma entrevista né?!- ele fez uma carreta e me puxou até uma outra sala


   -Eu só preciso saber se você é formado -riu


   -Sim sou formado em advocacia e estudei na universidade de Toronto  -falei


   -Se quiser meu diploma... ele esta em casa - ele apenas sorriu e me comprimentou animado novamente.


   -O emprego é seu e essa sala também -falou saindo da sala.


   -Foi tão fácil assim -ri e comecei a organizar a minha nova sala


...


    Foi um dia um pouco cansativo e bem estranho digamos assim. Descobri que aquele escritório ta falindo por causa do escritório na outra rua, então eu vou ter que ajudar a reerguer esse escritório.


    Na volta para a casa eu tive que fazer vários telefonemas entre outras coisas que me deixaram bem mal humorado, passei em uma pizzaria e comprei pizza para o meu pequeno Cody. 


   Cheguei em casa e estacionei o carro na garagem,quando subi as escadas que davam até a cozinha eu comecei a ouvir risadas altas do meu pequeno Cody, fazia tempo que não o ouvia rindo assim.


   Entrei pela cozinha e deixei tudo na mesa e fui para a sala, encontrei Cody correndo com um chapéu feito de papel do garoto com a camiseta do Troye Sivan. Ver meu filho feliz era uma felicidade para mim.


   -PAPAAAAAAAAAAAI -veio correndo e se escondeu atrás das minhas pernas


   -Cade aquele marinheiro que me desobedeceu? -perguntou o garoto com um chapéu de papel de jornal e um tapa olho de papel também, ri e quis brincar tambem já que aquilo deixava meu filho feliz.


   - Desculpa mas eu não vi nenhum marujo aqui senhor pirata -falei e o garoto em minha frente riu 


    - Huuum então acho que eu vou indo... amanhã eu procuro o marujo novamente -falou tirando o chapéu e o tapa olho, deixou a mostra seu cabelo um pouco ondulado e seus olhos castanhos.


   - Prazer senhor eu sou o babá... Franklin ou Frank como quiser-falou e eu o comprimentei


   -Eu sou Matthew o Pai desse criança atrás de mim... Cody pode sair o pirata já foi -ele sai de trás de mim e ficou olhando para o babá sorrindo.


   - Então eu acho que já vou indo -falou pegando uma mochila em cima do sofá


   - Papai o Frankie pode voltar amanhã? -perguntou puxando o meu braço, olhei para o babá e ele sorriu.


   -Pode sim... acho que a partir de hoje ele pode voltar todo dia -falei


   -Viu agora podemos brincar mais Cody- falou 


   -Eu o acompanho até a porta -falei e o acompanhei até a porta a abrindo.


   - Eer você podia me dizer o que é o East Aya ? -perguntei e ele riu 


   - O East Aya é um festival que tem aqui na cidade e que trás gente do Canadá inteiro -respondeu


   -O que toca lá? 


   - Pera eu to com o papel de quem vai tocar lá -do bolso do shorts jeans claro ele tirou um papel rosa e azul me entregando


   -Huum... Não ouço muita musica... talvez lá eu conheça algo que me chame atenção -falei rindo


   -Com a diretora você vai conhecer só djs... ela só gosta de djs -falou e eu ri


   -Como você sabe que eu vou com a diretora? -perguntei, é claro que ele sabia,já que quando eu vi ele pela primeira vez ele deve ter visto eu conversando com a diretora.


   -Tchau Senhor Matthew-saiu correndo de ali me deixando na porta rindo.


   -Sinto que esse garoto vai me fazer rir bastante -falei entrando. Fui até a cozinha e chamei Cody para que viesse comer pizza e me falasse como foi o dia.



Notas Finais


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