História Receptáculos de Desespero - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Fantasia, Luta, Suspense
Exibições 2
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Sim eu sei, demorei muito mas se forem querer que eu seja mais rápida me cobrem por que eu sou muito preguiçosa, foi mal!! <3

Capítulo 3 - Receptaculum


Fanfic / Fanfiction Receptáculos de Desespero - Capítulo 3 - Receptaculum

Foi tudo lançado de uma vez só, como uma bomba, e ela foi abrigada a absorver tudo, uma lista de nomes, parentescos e personalidades incrivelmente diferentes, mesmo assim ainda ela precisava de mais duas informações, ou melhor, apenas as queria, um desejo fruto de sua grande curiosidade, que clube era aquele que abrigava pessoas tão distintas umas das outras? e o que diabos era “SIGNUM”?

- Ohhh! Nome legal! Nós perguntamos para Hana, mas ela não sabia... – Amelia olhou com uma carinha de “muito bonito em?” para Hana e voltou a olhar para Sarah que nem um anjinho – Basicamente além de ter que lidar com um grupo de pessoas um tanto peculiares, ainda tem uma menininha que parece bipolar.

- Há há há há... Tudo bem, eu ainda não tinha me apresentado, além disso tudo aconteceu muito rápido.

- Mas ela também não perguntou o seu nome...mesmo você já sabendo o dela, né? – Ao terminar a frase ela olhou novamente para Hana, que simplesmente desviou o olhar. Era impressão ou ela estava tentando fazer ela ficar má na fita de propósito?

- Ahhhhhhhhhh! Por quanto tempo eu vou precisar fazer você parecer um monstro sem coração?! Só pede desculpas por ser rude, por favor – Amélia começou a gritar que nem louca e depois pediu  com voz de anjinho na segunda parte da frase, realmente foi identificada uma bipolar... só pode.

- Hmm... eu... affff... – Ele teve uma tentativa estremamente falha de pedir desculpas, que chegou até a ser fofa, por isso pegou um bloquinho de notas e um lápis, escreveu alguma coisa e virou, lá estava:

Desculpe

- Você é realmente horrível com isso, por que é tão cabeça dura? – Foi Matheus que falou, ele estava bem quieto, mas se aproveitou que Sarah tinha sentado e jogou-se na parte vaga do sofá, que parecia seu real interesse.

- E você realmente não consegue ficar mais de cincos minutos fora do sofá, como pode ser tão sendentário? Levanta daí – Bruna entrou na conversa.

- Como pode ser tão mandona? – Revidou o sedentário.

- Ok Ok que tal parar de brincar de “como pode ser tão...”, Ah mas antes disso, como podem ser tão infantis? Pronto ganhei, acabou, agora eu tenho a impressão de que você quer perguntar algo, o que é? – Guilherme conseguiu falar de um modo que ninguém pode responde-lo, sendo assim esperavam pela pergunta da garota após a patada levada. Ele realmente não parecia ser mais novo, era maduro para a idade, mais até que Matheus.

- Ah obrigada...Eu queria saber que clube é esse, por que vocês parecem ter gostos tão... diversificados – Ela usou palavras complicadas tentando não ser muito direta em o quanto ecentrico o grupo era.

- ahhh, tudo bem, é normal estranhar – Guillherme tentava acalam-la sem muita necessidade.

- Esse é o clube do passa-tempo – Quem a respondeu foi Hana.

- Passa-tempo?

- Apelido para “o grupo dos esquisitos/sem amigos/nenhum clube quer”, é mais fácil de entender assim, a antisocial que fundou o clube foi a Hana, então basicamente ela fica desenhando, eu ouso música no sofá, a Bruna fica gritando com a gente, a Amélia cuida do gato preto que ela traz escondido da escola, e sim esse “miau” que você ouviu foi ele em algum lugar da sala, e enquanto isso o Gui (Guilherme) fica perguntando como ela está a cada cinco segundos e nesse intervalo de tempo lê um livro chato. Alguma dúvida?

    É surpreendente o garoto falar tanto, porém o fato de ele estar esparramado no sofá não poça ser ignorado, além disso o jeito que ele fala faz você ou ficar completamente lezo ou com vontade de rir. Naturalmente Sarah viajou naquilo tudo.

- Sim, antes de desmaiar eu ouvi a palavra “SIGNUM” o que é isso?

    O tempo parou, seus olhos ficaram arregalados e não moviam um musculo, até sua respiração parecia ter dado uma pausa, enquanto isso a sala congelou, não literalmente, mas o clima ficou frio e pesado.

- HÁ HÁ HÁ HÁ, nada é só um palavra complicada de um livro meu! – Gui não parecia muito convinsente.

- É eu não te disse que ele lia uns livros chatos?

- Isso! – O comentário de Bruna não ajudou, se a itenção deles era tentar esconder, isso só mostra como não servem para serem atores.

- Não parece não ser nada... – Sarah não sabia exatamente como reagir, mas não podia negar que esatva curiosa.

- Bem vocês não parecem querer falar, então direi um outro “segredo”, enquanto estava desmaiada eu meio que sonhei com um voz de garota falando proteja-me... foi estranho e logo depois de vocês sitarem o tal SIGNUM, então isso chega a ser um motivo para me contarem?

    Pronto, agora estavam todos boquiabertos.

- Não brinca, não brinca, não brinca! – Guilherme virou um disco arranhado que não parava de repetir a mesma frase. É agora que Sarah passa a apenas assistir o apocalípse.

- Aonde está o meu livro!? Amélia onde você escondeu dessa vez? – Gui ainda estava doido.

- A-aqui rápido olha logo – Até Amélia estava estranha, na verdade quando Sarah prestou atenção todos estavam. Bruna começou a correr descontrolada pela sala, Hana continuava estática e olhava para o nada, Guilherme folheando o livro veho que Amélia o tinha entragado e essa se encontrava ao seu lado, mas quem a mais assustou foi Matheus que estava bem ao seu lado no sofá com os olhos arregalados e talvez perto até demais.

- É você mesmo? – Matheus não diminuou ou aumentou nossa distância enquanto falava.

- Ahn?

- Achei!! – Novamente um grito de Matheus – “O SIGNUM é protegido apenas por seu escolhido, ela os mostrara o caminho, a sigam e se forem merecedores então, me encontrarão”.

-  Tá o que? Não acho que você esteja lendo o significado de SIGNUM no dicionário, pode me esplicar melhor? Por favor? – Essa aí foi surpresa até para a narradora, também quero saber explica melhor.

- Espera você realmente não sabe de nada? Que maravilha ele escolhe alguém sem a explicar nada? Tem certeza que é ela? – Foi Bruna que falou (a narradora está sendo breve porque quer narrar logo os aconteciemntos que explicam tudo isso...Sim ela tem conciência própria).

- Por que outro motivo SIGNUM iria falar com ela? Tem que ser a Sarah – foi a Hana que falou tá? Me deixa, estou curiosa tanto o quanto você.

- Tá espera SIGNUM é uma pessoa, por favor me explique logo estou perdida – Ah qualé da para perceber que é a Sarah falando vocês não precisam da narradora para isso!

- Isso é muito estranho a escolhida devia a saber de alguma coisa não? Ou pelo menos ser uma...Ei Sarah você já passou por algo traumático? – Matheus continuava naquela proximidade que já não era tão incomodava e a perguntava, sério e a olhando bem nos olhos ( Eu mandei a narradora narrar a história direito, foi mal aí por isso).

- Bem...acho que não, já que é algo traumático eu lembraria... mas para falar a verdade meu passado é bem nublado.

- Lembra do seu aniversário de dez anos? – As perguntas de Matheus continuaram.

- Sim inclusive foi da Branca de Neve – Deu para ouvir algumas risadinhas de fundo.

- E o de 14 anos?

- . . .

- Parce que já sei a resposta, bem parce que ela tem uma brexa na memória – Cara Matheus você nem é assim tão inútil, ah até parece que não sentiram minha falta, a escritora que reclame eu só narro quando é preciso, ela não me paga mesmo.

- Memória apagada? Por isso ela não sabe de nada? Pode ser...

- Se a memória dela foi apagada foi pelo bem do SIGNUM, bem ela já está boiando a muito tempo vamos explica-la tuda logo – FINALMENTE! (Narra direito!)... ta foi mal... Amélia finalmente disse a frase que permitiria Sarah tirar todas as suas dúvidas.

- Eu explic...

- Deixa que eu falo – Matheus interrompeu Hana e começou a explicação – SIGNUM não é um objeto ou uma pessoa, é apenas uma consciência, capaz de realizar qualquer desejo. Todos nós passamos por desastres e memórias traumáticas, porém não estamos mortos, loucos ou querendo vingança, SIGNUM consede a esses poderes e a chance de realizar um desejo caso nós o encontremos, “Ao cair em um poço de tragédia e desespero só os verdadeiros sobreviventes serão dignos do milagre absoluto”, SIGNUM também escolhe alguém para protege-lo, essa é você Sarah, a garota da profecia que Guilherme leu, só você pode nos levar até ele o problema é que suas emmórias sobre isso foram apagadas...mas mesmo assim resumindo nós os sobreviventes de tragédias dem morrer, enlouquecer ou se entregarem as trevas virando monstros, somos chamados de...

- Receptaculums – Hana completou.

- Somos receptáculos de desespero Sarah.


Notas Finais


Bem espero que tenham gostado, e antes que falem o título não está errado isso é látim.
Não me julguem pelo modo que eu uso a narradora! kkkk S2 S2


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